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Recusa a Carnaval em 2022 é opinião unânime entre secretários estaduais de Saúde

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* Por Camilla Matoso

Os secretários estaduais de Saúde são unânimes na reprovação à realização de Carnaval em 2022. É o que afirma Carlos Lula, presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e titular da pasta no Maranhão. “Entre os secretários, ninguém concorda com o Carnaval”, diz.

De acordo com a informação que está na Coluna Painel, do Estadão, mesmo que o cenário da pandemia da Covid-19 esteja melhor que o de meses anteriores, há o temor de que as aglomerações gerem uma nova onda de contaminações.

Lula ressalta, por outro lado, que os secretários que existem outras razões para que os eventos sejam realizados, como, por exemplo, a pressão de profissionais da cultura.

Até o momento, ao menos 58 cidades paulistas já anunciaram o cancelamento dos festejos, entre elas São Luiz do Paraitinga, Franca e Ubatuba.

Em capitais como São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Recife, a realização de eventos ainda é incerta e depende da evolução da pandemia.

 

 

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Eleição na OAB: Raoni sai fortalecido e mostra que nem sempre ganha o melhor

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Na equação eleitoral vence o mais votado, mas na equação política e de ganhos de imagem, nem sempre. A eleição da OAB-Paraíba, que aconteceu na última quinta-feira (18), é uma prova. O eleito foi o advogado Harrison Targino, representando a situação, mas, em todas as rodas de conversas e junto aos formadores de opinião, o candidato Raoni Vita, saia em vantagem em disparado.

Nos embates nos meios de comunicação, a vantagem de Raoni ficava evidente. A segurança com que tratou os assuntos ligados à advocacia e as propostas apresentadas para a classe, mostraram um jovem advogado experiente e antenado com a realidade da profissão. O fato é que Raoni sai muito maior que entrou, associando a sua imagem conceitos de preparo, equilíbrio e maturidade.

Além disso, Raoni ainda colocou o dedo em feridas que estavam bem escondidas por parte da atual gestão da OAB: a questão do terreno para a construção da Cidade da Advocacia, a situação da ESA e o posicionamento dos conselheiros da entidade sobre a paridade de gênero, foram assuntos que chamaram atenção de todos.

O advogado Harrison Targino reforçou os conceitos de competência e seriedade que construiu ao longo dos anos de carreira bem sucedida na Paraíba. A advogada Maria Cristina, Kiu, uma desconhecida a bem pouco tempo, para muitos foi quem teve o mais fraco desempenho nas entrevistas e debates, porém surpreendeu nas urnas, mostrando que para a advocacia o conteúdo abordado nos debates não foi tão decisivo. Pelo menos, não nessa eleição. Se assim fosse, Raoni Vita seria hoje o atual presidente da OAB. De longe, a melhor performance e preparo dos três que disputaram a eleição.

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Wellington Roberto diz que PL fará ajustes para filiação de Bolsonaro

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* Por Nonato Guedes

O líder do PL na Câmara, deputado federal Wellington Roberto (PB), confirmou que os 27 dirigentes da legenda nos Estados, reunidos ontem, em Brasília, decidiram, por unanimidade, dar “total carta branca” para Valdemar Costa Neto, presidente nacional da legenda, decidir as composições estaduais e definir a filiação do presidente Jair Bolsonaro ao partido.  Segundo o parlamentar paraibano, tratou-se de “um gesto de pacificação” a fim de que a direção nacional do partido faça os ajustes necessários para receber Bolsonaro sem que haja qualquer divergência interna.

– Vamos aguardar o dia da filiação do presidente, ato que será uma honra para o partido, assim como a filiação de outros integrantes do governo – revelou o presidente do diretório estadual do PL na Paraíba. Inicialmente o evento para ingresso de Bolsonaro estava marcado para o dia 22, mas teve que ser adiado por causa de discordâncias verificadas na semana passada, envolvendo apoios políticos e alianças eleitorais para 2022 em Estados como Pernambuco, São Paulo e Piauí. A versão, repassada por Wellington Roberto, porém, é de que os problemas foram contornados na reunião de ontem e que uma nova data para filiação deve ser divulgada em breve.

Wellington Roberto declarou que a “carta branca” foi dada a Valdemar Costa Neto por ele ser um político com trajetória de palavra, “de unidade, para que possa realmente conduzir todo esse processo de filiação e de ajustes nos Estados com o presidente Bolsonaro”. O senador Wellington Fagundes (MT) informou que o PL decidiu reafirmar seu apoio à reeleição do presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. Em nota à imprensa, o partido informou que a decisão de receber Jair Bolsonaro na sigla foi unânime e que caberá a Valdemar Costa Neto decidir sobre a sucessão presidencial. A situação nos Estados segue indefinida, mas alguns arranjos foram iniciados. Em São Paulo, segundo Wellington Fagundes, é cada vez mais difícil o PL apoiar a candidatura do vice-governador Rodrigo Garcia (DEM) ao Palácio dos Bandeirantes, pois ele é aliado do governador João Doria (PSDB), que tenta ser candidato à presidência da República contra Bolsonaro.

Fagundes mencionou a possibilidade de o partido lançar o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, na corrida para suceder João Doria no governo de São Paulo. No Piauí, o PL estuda apoiar a reeleição do governador Wellington Dias, do PT, que apoia Luiz Inácio Lula da Silva, principal opositor de Bolsonaro. Fagundes afirmou que é difícil existir coligações com candidatos de esquerda mas que isso não é impossível. Cada caso será analisado, emendou. Jorginho Mello, também senador, disse que a filiação de Jair Bolsonaro ao PL vai acontecer, “talvez ainda este ano”, o que só depende do presidente da República. A nova data poderá ser 22 de dezembro – considerada importante porque remete ao número do PL nas urnas e ao ano eleitoral de 2022.

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Geraldo Medeiros está correto em dizer não ao negacionismo de Queiroga quanto ao uso de máscaras

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Muito oportuna a atitude do secretário de Saúde do Estado, Geraldo Medeiros, explicitada através de reportagem publicada neste portal: sobre o ministro da saúde, Marcelo Queiroga, ter dito que até dezembro as pessoas estarão livres de usar máscara, ele garantiu que aqui, na Paraíba, não será assim.

O secretário Geraldo Medeiros avalia que seria uma precipitação até o mês que vem dispensar as pessoas do uso de máscaras. Certíssimo, ainda estamos vivendo uma pandemia; ainda há contaminações em grande número (pequeno em relação ao caos que estava antes da vacina), como também se tem verificado casos de mortes diariamente, no Brasil todo e na Paraíba.

Para contextualizar o fato, a notícia veiculada pelo PBAgora: “O secretário estadual de saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, reagiu, durante entrevista nesta quarta-feira (10), ao posicionamento do ministro da saúde, Marcelo Queiroga, que projetou, para o final desse ano, a desobrigatoriedade o uso da máscara como ferramenta no combate à covid-19.

Segundo o ministro, devido ao avanço da vacinação e de pessoas com o ciclo vacinal completo, essa medida será possível.”

Conforme o secretário estadual de saúde, “que é contrário a essa tese, na Paraíba, se depender dele, a desobrigatoriedade do uso da máscara será a última medida a ser adotada na Paraíba. Ele defende que antes a pandemia possa ser transformada em uma endemia, com número de casos e óbitos cada dia reduzidos, proporcionando um cenário favorável para que a adoção desse equipamento se torne facultativo.”

E acrescentou: “As máscaras representam uma barreira importantíssima na transmissão do vírus, consequentemente somos contrários a liberação da desobrigação de máscaras, visto que isso é um fator que inibe a propagação do vírus. Nós temos que ter a consciência de que nós só poderemos conter essa pandemia, e transformá-la numa endemia se nós diminuirmos o número de casos diários e de óbitos num nível que permita a endemia, isto é, termos poucos casos e poucos óbitos como ocorre com outras doenças infectocontagiosas”.

Questionado se o Ministério da Saúde, em âmbito nacional liberar, a Paraíba permanecerá com a obrigatoriedade da máscara, Geraldo confirmou que sim. “Se depender da minha opinião sim. Minha opinião é de que devemos continuar com o uso de máscara. A desobrigatoriedade do uso de máscara será a última atitude a ser adotada na Paraíba”, emendou.

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