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Soledade: festival terá 15 pratos à base de queijo de cabra ou de vaca exclusivamente para o evento

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O 1º Festival de Queijos de Soledade contará com um festival gastronômico, com a participação de 15 empreendimentos, entre restaurantes, lanchonetes e panificadoras da cidade, além de ambulantes, que desenvolveram um cardápio especial para o evento. De espetinho a hambúrguer e cachorro quente, as receitas exploram o derivado do leite de vaca e de cabra das mais variadas formas, atendendo aos diferentes tipos de gosto. O evento acontece a partir desta quinta-feira (16) e se estende até o sábado (18) e é uma realização da Prefeitura do município, com apoio do Governo Federal, do Sebrae e da PBTur.

Os produtores do laticínio e os estabelecimentos que participam do festival gastronômico passaram por uma capacitação realizada pelo Sebrae, em parceria com a Prefeitura. Além dos tradicionais queijos de manteiga e de coalho, os fabricantes de Soledade também estarão ofertando ricota, mussarela, queijo do reino e queijo minas.

Já os estabelecimentos desenvolveram pratos inusitados e com nomes criativos, utilizando como carro-chefe o queijo de cabra ou de vaca. Uma das opções será a ‘Pamonha Riacho do Padre’, nome dado ao sanduíche de pamonha com queijo coalho. A ‘Matutaia Sustante’ também promete agradar – sanduíche de carne de sol e queijo de cabra, pesto de cheiro verde coberto com queijo de manteiga. A Francela no Pão, outra produção, é feita com baguete de pão de macaxeira com queijo coalho de vaca, cebola caramelizada, alface, tomate, cream cheese de queijo de cabra maturado ao vinho.

As sobremesas também são inspiradas no derivado do leite. Tem ‘Cabrioca de Leite’: uma tapioca de queijo de cabra, com banana e mel de rapadura e ‘Tapioca Cara Curta’ – queijo de cabra e doce de leite.

Os preços da maioria dos pratos variam entre R$ 5 e R$ 15. O Festival Gastronômico estará acontecendo em 15 pontos de alimentação fora do lar, entre bares, restaurantes, panificadoras e ambulantes.

“Estamos na primeira edição e nossas expectativas são que esse festival seja inserido no calendário de eventos do estado. A cidade já está mobilizada, a adesão dos produtores e dos estabelecimentos foi imediata e temos certeza que iremos melhorar ainda mais a qualidade dos nossos queijos e proporcionar um evento que fortaleça essa nossa potencialidade econômica, além de atrair visitantes à nossa cidade”, comentou o prefeito Geraldo Ramos.

Festival – Além da parte gastronômica, o festival contará ainda com a Feirinha do Queijo, com 30 balcões para exposição e venda do produto, que ficarão dispostos na Praça, no Centro do município, no horário das 16h às 19h. Haverá desfile da rainha e do rei do queijo; disputa de quem consegue comer mais a iguaria e ainda uma competição do maior queijo produzido em Soledade. Haverá também um espaço para a venda de artesanatos locais e atrações culturais com apresentação de artistas do município.

O 1º Festival do Queijo de Soledade marca o início dos festejos de aniversário de 136 anos da cidade, comemorado no próximo dia 24 de setembro. Localizado no Cariri paraibano, o município possui população estimada de 15 mil habitantes, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e se destaca pela localização privilegiada, às margens da BR-230, situado a 165,5 km da Capital João Pessoa. Além da gastronomia, tem no artesanato e no comércio os principais meios de geração de renda da população, com destaque ainda para a produção de minério e para produção cinematográfica.

Confira os pratos do Festival de Queijos de Soledade:

Francela no Pão – baguete de pão de macaxeira com queijo de coalho/vaca, cebola caramelizada, alface, tomate, cream cheese de queijo de cabra maturado ao vinho (Val França Empório)

Cabrioca de Leite – tapioca de queijo de cabra, banana e mel de rapadura (Churrascaria e restaurante Cariri)

Matutaia Sustante – sanduíche de carne de sol e queijo de cabra, pesto de cheiro verde coberto com queijo de manteiga (Restaurante São Lourenço)

Espetinho Macambira – espeto misto de queijo de coalho de vaca com orégano (Bar da Galega)

Tapioca Cara Curta – queijo de cabra e doce de leite (Vitória Lanchonete)

Pastel Ordenhado – pastel trio recheado com queijo de cabra e de vaca, mussarela, tomate e manjericão fresco (El Lanches)

Cachorro Moxotó – cachorro quente recheado com carne, frango, salsicha e maionese de queijo de cabra com calabresa (Tigrão Cachorro Quente)

Berro Burguer – hambúrguer artesanal com fonduta de queijo de cabra e orégano, maionese de castanha, ketchup rústico de rapadura, cabelo glaceada e farofa de bacon (The Chef Burguer)

Dueto Repartido – combinado de cubos de queijo de coalho de vaca e queijo de cabra recheado com pimenta calabresa empanado (Open Bar)

Pamonha Riacho do Padre – sanduíche de pamonha com queijo de coalho (Lanchonete do Miro)

Ninho de Casaca de Couro – ninho de carne de sol na nata com queijo de coalho de cabra, acompanhado de purê de macaxeira, farofa de feijão macassar, lâminas de carne de sol, fatia de queijo coalho assado (Restaurante Donna Maria)

Pãozinho Areia Branca – pãozinho recheado com queijo de manteiga (Panificadora São José)

Cabra da peste ou cabra de sol – carne de sol com creme de queijo de cabra ao alho e jerimum (O Ribeirão)

Coxinha batata de umbuzeiro – coxinha recheada com queijo de cabra cottage, alho e ervas. massa de macaxeira e batata (Panificadora e lanchonete Sousa Santos)

Veja imagens:

 

 

 

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Sindicato dos Artistas nega registro para Juliette por falta de “embasamento profissional”

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O Sindicato dos Artistas negou registro profissional para a ex-BBB paraibana Juliette Freire por “falta de embasamento profissional”.

De acordo com informações da colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, a tentativa de adquirir um registro da Delegacia Regional de Trabalho (DRT) que permitiria que a ex-BBB fosse considerada uma profissional do campo artístico teria partido da equipe de assessoria da paraibana.

Ainda segundo a colunista, a justificativa para o pedido seria adquirir a licença para que Juliette pudesse atuar no remake da novela Pantanal cujo lançamento está programado para o próximo ano nas telinhas da Globo, emissora que, por sua vez, nega a informação.

Para a coluna, Hugo Gross, atual presidente do órgão, justificou a decisão.

“A gente não pode liberar o registro para Juliette porque não há trabalhos suficientes que comprovem que ela seja atriz, portanto não há embasamento profissional para que ela detenha um DRT. O documento enviado pela equipe de Juliette, com objetivo de comprovar seus trabalhos como atriz, tinha apenas imagens da cantora fazendo comerciais para algumas lojas, após sua saída do ‘BBB’”, explicou.

De acordo com informações de bastidores, a notícia da suposta tentativa da paraibana tentar adquirir um DRT às pressas teria desagradado a estudantes e profissionais do setor que dedicam anos da própria vida para tornarem-se profissionais do setor.

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Paraíba tem 15 cachaças premiadas no Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil

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Quinze cachaças paraibanas foram premiadas na 20ª Edição do Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil – Premiação 2021. Para o deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Eduardo Carneiro, essa premiação evidencia o potencial que o estado possui na produção da bebida.

“A Paraíba sempre foi destaque quando o assunto é cachaça. Essa premiação só afirmar o potencial do estado para produção desse produto que agrada cada vez mais o paladar, não só dos brasileiros, mas também de estrangeiros, tendo em vista que o produto também é exportado. Além de contribuir para o setor econômico paraibano, gerando emprego e renda”, avaliou Eduardo.

O concurso, que foi realizado entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, teve o resultado divulgado na última sexta-feira (17) por meio de uma live. Entre as paraibanas premiadas estão: o Engenho São Paulo, em Cruz do Espírito Santo, que levou cinco prêmios com a cachaça São Paulo Cristal recebendo a medalha duplo ouro, a Cigana Heritage e Cigana Carvalho que receberam a medalha de ouro; Já a cachaça São Paulo Original e a Caipira foram medalha de prata. O Engenho Nobre, também em Cruz do Espírito Santo, levou a medalha de ouro com a cachaça Nobre Sensações Carvalho e a medalha de prata com a cachaça Nobre Sensações Umburana.

O Engenho Triunfo, localizado na cidade de Areia – município que foi reconhecido como capital paraibana da cachaça por meio da lei nº 11.879/21, de autoria de Eduardo Carneiro – ganhou um total de três medalhas, sendo elas: medalha duplo ouro com a Triunfo Jaqueira, a medalha de ouro com a cachaça Triunfo Prata, e medalha de prata com a cachaça Triunfo Castanheira.

Já a cachaça Saqueira Prata Freijó, do município de Sousa, garantiu a medalha de duplo ouro. As cachaças Pai Vovô Amburana Prata, de Sousa; Cobiçada Premium, de Serraria; Baraúna Umburana, de Alhandra; e Turmalina da Serra, de Areia, garantiram a medalha de prata.

Concurso – Valorizar a produção nacional, estimular a procura pela qualidade e servir de referência segura ao consumidor, são os objetivos do Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil, que este ano chegou a sua 20ª Edição. Cerca de 120 rótulos de vinhos e 300 de destilados participaram da disputa, que contou com degustações às cegas do júri formado de 16 pessoas, entre jornalistas e compradores de bebidas mundiais, garantindo isenção e divulgação das análises. Para conferir o resultado completo do concurso é só acessar o site vwww.vinhosedestiladosdobrasil.com.br.

Atuação – É buscando valorizar e reconhecer o trabalho desenvolvido por engenhos que atuam no mercado da cachaça de forma legal no Estado da Paraíba, que, o deputado estadual Eduardo Carneiro apresentou na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei nº 2.631/2021, que estabelece parâmetros para fiscalização efetiva sobre engenhos e alambiques clandestinos. A propositura cria um Disque Denúncia de Produção Clandestina, atrelado à Secretaria de Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiáridos, que receberá as denuncias da produção irregular de cachaça e vai executar as fiscalizações e inspeções.

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Especialista da Unimed esclarece sobre os perigos pela busca de cirurgias estéticas “da moda”

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Os procedimentos estéticos estão cada vez mais acessíveis ao público. Essa facilidade de acesso traz uma preocupação aos profissionais da área: muitas pessoas procuram intervenções “da moda”, que são procedimentos não indicados clinicamente, mas que celebridades propagam e despertam o desejo. Além disso, hoje também tem o chamado “efeito zoom”, causado pelo aumento de reuniões por vídeo.

“Nosso corpo é imperfeito. Temos lados diferentes e essas diferenças têm que ser mostradas para que o paciente leve em consideração e valorize as imperfeições já existentes”, lembra o cirurgião plástico Marcelo Aquino, médico cooperado da Unimed João Pessoa.

De acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, a rinoplastia ultrapassou a lipoaspiração como a cirurgia plástica mais realizada em 2020. A busca pelo termo no Google alcançou altas de 4.800% em julho deste ano, devido a famosos que se submeteram ao procedimento como Anitta, Cleo Pires e Kevinho.

Orientação – Marcelo Aquino comenta que sempre irão existir nomes diferentes para técnicas que já existem há anos para torná-las mais evidentes. “Cabe a nós, como cirurgiões, desmistificar isso, assim como entender se a pessoa tem indicação ou não. O fato de ‘estar na moda’ ou por ter sido feito por algum famoso não significa que todos podem fazer”, explica. Esse processo é delicado. “É mais difícil contraindicar do que indicar, pois o paciente chega com um ideal, uma a mentalidade pré-formada”.

O médico ressalta que a cirurgia plástica surgiu para trazer bem-estar ao paciente. A principal finalidade é corrigir ou melhorar algo que o incomoda, seja uma mama grande ou pequena, o abdômen volumoso e vários aspectos que podem interferir na qualidade de vida. “Não são indicadas [as cirurgias] quando as alterações não condizem com a realidade, como uma pessoa que vê um nariz muito pior do que realmente é, ou alguém que procura fazer intervenções em série na tentativa de emagrecer”, exemplifica.

Outras contraindicações, segundo Marcelo Aquino, são pacientes com doenças graves ou muito jovens, que, às vezes, não têm o ideal de corpo bem formado. “Também desaconselho quem pretende fazer, com plástica, procedimentos que só terão resultados com dieta ou bariátrica, por exemplo”, diz.

Com indicação médica, um pré-cirúrgico bem feito e seguindo todos os parâmetros – como a realização em um ambiente hospitalar com estrutura, equipe bem formada com anestesista e outro cirurgião plástico auxiliar – o procedimento terá menor risco. “Nunca é zero, mas é menor quanto melhor for o perfil do paciente e mais bem feito o pré-operatório”, explica.

Sobre a Unimed JP – Com 49 anos de tradição, a Unimed João Pessoa é uma cooperativa de trabalhos médicos que se consolidou como a melhor e maior operadora de planos de saúde da Paraíba. Além de mais de 1,8 mil médicos cooperados, possui a mais completa rede de assistência médico-hospitalar privada do Estado. São diversos hospitais credenciados, sendo dois próprios – um deles referência em alta complexidade -, além de clínicas, prontos-socorros e laboratórios à disposição de 150 mil clientes. Comprometida com o desenvolvimento sustentável, é signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Tudo isso garante à Unimed JP a liderança absoluta no segmento de saúde suplementar no mercado paraibano. Acesse www.unimedjp.com.br.

Outras informações:

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LinkedIn: /company/unimed-joao-pessoa

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Twitter: @unimed_jp

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