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Fórum Nacional Sucroenergético empossa nova diretoria

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O presidente da Associação das Indústrias Sucroenergéticas do Estado de Minas Gerais (SIAMIG), Mário Campos, tomou posse oficialmente nesta segunda-feira (2), como presidente do Fórum Nacional Sucroenergético (FNS), durante a abertura do 14º Congresso Nacional da Bioenergia da União Nacional de Bioenergia (UDOP).

O cargo foi transferido pelo então presidente, André Rocha, que agradeceu em especial a seu vice-presidente, Renato Cunha, todos membros do fórum, o apoio de todo o setor, de várias entidades, políticos e autoridades durante seus oito anos de mandato.

André Rocha ressaltou, também, a contribuição do atual presidente, Mário Campos, enquanto membro do fórum, sempre muito técnica e ponderada, que sempre se dispôs a missões difíceis no setor e tem feito um profícuo trabalho na questão do transporte da cana. “Esse tema já avançou muito e acredito que terá uma finalização favorável ao setor”, destacou.

Mário Campos agradeceu o excelente trabalho desenvolvido à frente do fórum por André Rocha, e seu vice, Renato Cunha (presidente do Sindaçúcar-PE e Novabio), que permanece também como vice-presidente na atual gestão.

Ele chamou a todos para formar juntos o futuro do setor, que tem um excepcional potencial de contribuir ainda mais como fonte de energia renovável e na redução do aquecimento global. Como, também, da responsabilidade em relação aos milhares de colaboradores e das comunidades que dependem do funcionamento das unidades.

“Precisamos discutir junto ao legislativo e ao governo, como levar e consolidar a modernidade do nosso setor para o futuro. Neste sentido espero fazer, contando com o apoio de todos, uma gestão tão boa quanto a realizada pelo André Rocha”, afirmou Mário Campos.

Segundo ele, o Brasil tem a oportunidade de escolher sua fonte energética, tem uma grande diversidade, inclusive na agenda do hidrogênio, com a inclusão do etanol.

Mário Campos ressaltou, ainda, que a política é feita de escolhas e o país não pode apostar sejam em rotas energéticas ou tecnológicas sem a inclusão do setor sucroenergético e todas as suas potencialidades de energia renovável, como também a bioeletricidade e o biogás.

O Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool na Paraíba (Sindalcool) congrega o FNS, e por isso, o presidente da entidade, Edmundo Barbosa, manifestou seus cumprimentos aos empossados, ao destacar os méritos de Mário Campos, além de sua capacidade de trabalho e de pensar na estratégia, sempre com muita habilidade de bom articulador.

“Mário dará continuidade e renova as esperanças para o setor sucroenergético, ao assumir a presidência do Fórum Nacional Sucroenergético. O mesmo se pode afirmar em relação ao vice-presidente Renato Cunha, sempre combativo nas causas de interesse dos produtores de açúcar, etanol e bioeletricidade. A eles, meus cumprimentos pelas responsabilidades que agora assumem, com a nossa modesta colaboração enquanto membro do FNS”, destacou Edmundo.

Ministro Bento Albuquerque

O ministro de Estado de Minas e Energia, Bento Albuquerque, abriu o congresso e também chamou para si a responsabilidade em relação ao combustível do futuro, com a necessidade de o país aprofundar nas várias plataformas possíveis, como o etanol, o hidrogênio, biometano, biogás. Além da conexão com a indústria automobilística para que os veículos tenham condições de utilizar todo esse potencial.

O FNS, criado em 2003, tem a participação de 15 entidades da indústria canavieira. São elas:

Associação dos Produtores de Bioenergia do Estado do Paraná (Alcopar)
Associação dos Produtores de Bioenergia do Estado do Mato Grosso do Sul (Biosul)
Associação das Indústrias Sucroenergéticas do Estado de Minas Gerais (Siamig)
Sindicato da Indústria de Álcool dos Estados do Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí (Sonal);

Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol do Estado de Goiás (Sifaeg)
Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool no Estado da Paraíba (Sindálcool-PB)
Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Alagoas (Sindaçúcar-AL)
Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado da Bahia (Sindaçúcar-BA)
Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar-PE)
Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras do Estado de Mato Grosso (Sindálcool-MT)
Sindicato dos Produtores de Açúcar, de Álcool e da Cana de União do Piauí (Sindaçúcar-PI);

Sindicato da Indústria Sucroenegética do Estado do Rio de Janeiro (Siserj);
Sindicato da Indústria de Produtos Químicos para Fins Industriais do Estado do Espírito Santo (Sindquímicos);

Sindicato de Produtos de Cana, Açúcar e Álcool do Maranhão e do Pará (Sindicanalcool);
União Nacional da Bioenergia (Udop)

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Sindicato dos Artistas nega registro para Juliette por falta de “embasamento profissional”

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O Sindicato dos Artistas negou registro profissional para a ex-BBB paraibana Juliette Freire por “falta de embasamento profissional”.

De acordo com informações da colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, a tentativa de adquirir um registro da Delegacia Regional de Trabalho (DRT) que permitiria que a ex-BBB fosse considerada uma profissional do campo artístico teria partido da equipe de assessoria da paraibana.

Ainda segundo a colunista, a justificativa para o pedido seria adquirir a licença para que Juliette pudesse atuar no remake da novela Pantanal cujo lançamento está programado para o próximo ano nas telinhas da Globo, emissora que, por sua vez, nega a informação.

Para a coluna, Hugo Gross, atual presidente do órgão, justificou a decisão.

“A gente não pode liberar o registro para Juliette porque não há trabalhos suficientes que comprovem que ela seja atriz, portanto não há embasamento profissional para que ela detenha um DRT. O documento enviado pela equipe de Juliette, com objetivo de comprovar seus trabalhos como atriz, tinha apenas imagens da cantora fazendo comerciais para algumas lojas, após sua saída do ‘BBB’”, explicou.

De acordo com informações de bastidores, a notícia da suposta tentativa da paraibana tentar adquirir um DRT às pressas teria desagradado a estudantes e profissionais do setor que dedicam anos da própria vida para tornarem-se profissionais do setor.

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Paraíba tem 15 cachaças premiadas no Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil

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Quinze cachaças paraibanas foram premiadas na 20ª Edição do Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil – Premiação 2021. Para o deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Eduardo Carneiro, essa premiação evidencia o potencial que o estado possui na produção da bebida.

“A Paraíba sempre foi destaque quando o assunto é cachaça. Essa premiação só afirmar o potencial do estado para produção desse produto que agrada cada vez mais o paladar, não só dos brasileiros, mas também de estrangeiros, tendo em vista que o produto também é exportado. Além de contribuir para o setor econômico paraibano, gerando emprego e renda”, avaliou Eduardo.

O concurso, que foi realizado entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, teve o resultado divulgado na última sexta-feira (17) por meio de uma live. Entre as paraibanas premiadas estão: o Engenho São Paulo, em Cruz do Espírito Santo, que levou cinco prêmios com a cachaça São Paulo Cristal recebendo a medalha duplo ouro, a Cigana Heritage e Cigana Carvalho que receberam a medalha de ouro; Já a cachaça São Paulo Original e a Caipira foram medalha de prata. O Engenho Nobre, também em Cruz do Espírito Santo, levou a medalha de ouro com a cachaça Nobre Sensações Carvalho e a medalha de prata com a cachaça Nobre Sensações Umburana.

O Engenho Triunfo, localizado na cidade de Areia – município que foi reconhecido como capital paraibana da cachaça por meio da lei nº 11.879/21, de autoria de Eduardo Carneiro – ganhou um total de três medalhas, sendo elas: medalha duplo ouro com a Triunfo Jaqueira, a medalha de ouro com a cachaça Triunfo Prata, e medalha de prata com a cachaça Triunfo Castanheira.

Já a cachaça Saqueira Prata Freijó, do município de Sousa, garantiu a medalha de duplo ouro. As cachaças Pai Vovô Amburana Prata, de Sousa; Cobiçada Premium, de Serraria; Baraúna Umburana, de Alhandra; e Turmalina da Serra, de Areia, garantiram a medalha de prata.

Concurso – Valorizar a produção nacional, estimular a procura pela qualidade e servir de referência segura ao consumidor, são os objetivos do Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil, que este ano chegou a sua 20ª Edição. Cerca de 120 rótulos de vinhos e 300 de destilados participaram da disputa, que contou com degustações às cegas do júri formado de 16 pessoas, entre jornalistas e compradores de bebidas mundiais, garantindo isenção e divulgação das análises. Para conferir o resultado completo do concurso é só acessar o site vwww.vinhosedestiladosdobrasil.com.br.

Atuação – É buscando valorizar e reconhecer o trabalho desenvolvido por engenhos que atuam no mercado da cachaça de forma legal no Estado da Paraíba, que, o deputado estadual Eduardo Carneiro apresentou na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei nº 2.631/2021, que estabelece parâmetros para fiscalização efetiva sobre engenhos e alambiques clandestinos. A propositura cria um Disque Denúncia de Produção Clandestina, atrelado à Secretaria de Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiáridos, que receberá as denuncias da produção irregular de cachaça e vai executar as fiscalizações e inspeções.

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Especialista da Unimed esclarece sobre os perigos pela busca de cirurgias estéticas “da moda”

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Os procedimentos estéticos estão cada vez mais acessíveis ao público. Essa facilidade de acesso traz uma preocupação aos profissionais da área: muitas pessoas procuram intervenções “da moda”, que são procedimentos não indicados clinicamente, mas que celebridades propagam e despertam o desejo. Além disso, hoje também tem o chamado “efeito zoom”, causado pelo aumento de reuniões por vídeo.

“Nosso corpo é imperfeito. Temos lados diferentes e essas diferenças têm que ser mostradas para que o paciente leve em consideração e valorize as imperfeições já existentes”, lembra o cirurgião plástico Marcelo Aquino, médico cooperado da Unimed João Pessoa.

De acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, a rinoplastia ultrapassou a lipoaspiração como a cirurgia plástica mais realizada em 2020. A busca pelo termo no Google alcançou altas de 4.800% em julho deste ano, devido a famosos que se submeteram ao procedimento como Anitta, Cleo Pires e Kevinho.

Orientação – Marcelo Aquino comenta que sempre irão existir nomes diferentes para técnicas que já existem há anos para torná-las mais evidentes. “Cabe a nós, como cirurgiões, desmistificar isso, assim como entender se a pessoa tem indicação ou não. O fato de ‘estar na moda’ ou por ter sido feito por algum famoso não significa que todos podem fazer”, explica. Esse processo é delicado. “É mais difícil contraindicar do que indicar, pois o paciente chega com um ideal, uma a mentalidade pré-formada”.

O médico ressalta que a cirurgia plástica surgiu para trazer bem-estar ao paciente. A principal finalidade é corrigir ou melhorar algo que o incomoda, seja uma mama grande ou pequena, o abdômen volumoso e vários aspectos que podem interferir na qualidade de vida. “Não são indicadas [as cirurgias] quando as alterações não condizem com a realidade, como uma pessoa que vê um nariz muito pior do que realmente é, ou alguém que procura fazer intervenções em série na tentativa de emagrecer”, exemplifica.

Outras contraindicações, segundo Marcelo Aquino, são pacientes com doenças graves ou muito jovens, que, às vezes, não têm o ideal de corpo bem formado. “Também desaconselho quem pretende fazer, com plástica, procedimentos que só terão resultados com dieta ou bariátrica, por exemplo”, diz.

Com indicação médica, um pré-cirúrgico bem feito e seguindo todos os parâmetros – como a realização em um ambiente hospitalar com estrutura, equipe bem formada com anestesista e outro cirurgião plástico auxiliar – o procedimento terá menor risco. “Nunca é zero, mas é menor quanto melhor for o perfil do paciente e mais bem feito o pré-operatório”, explica.

Sobre a Unimed JP – Com 49 anos de tradição, a Unimed João Pessoa é uma cooperativa de trabalhos médicos que se consolidou como a melhor e maior operadora de planos de saúde da Paraíba. Além de mais de 1,8 mil médicos cooperados, possui a mais completa rede de assistência médico-hospitalar privada do Estado. São diversos hospitais credenciados, sendo dois próprios – um deles referência em alta complexidade -, além de clínicas, prontos-socorros e laboratórios à disposição de 150 mil clientes. Comprometida com o desenvolvimento sustentável, é signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Tudo isso garante à Unimed JP a liderança absoluta no segmento de saúde suplementar no mercado paraibano. Acesse www.unimedjp.com.br.

Outras informações:

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