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Caoa: empresa fundada por paraibano vence ação contra Hyundai e lançará novos carros da marca no BR

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A empresa Caoa, fundada pelo médico paraibano Carlos Alberto de Oliveira Andrade, venceu uma ação que há anos tramitava na Justiça contra a Hyundai e, agora, poderá lançar novos carros da marca no mercado de automóveis no Brasil.

Com a decisão do Tribunal de Arbitragem, a Caoa mantém direito de importar com exclusividade e produzir veículos da Hyundai por mais dez anos no país.

De acordo com a matéria originalmente publicada pelo Jornal do Carro, a decisão foi proferida por um tribunal arbitral em Frankfurt, na Alemanha, indicado para mediar o contrato em caso de litígio. Segundo um alto executivo do Grupo Caoa, o resultado é muito positivo para as duas empresas.

“Vamos consolidar a parceria que temos com a Hyundai há tanto tempo”, diz a fonte, que pediu para não ter o nome revelado. De acordo com ele, isso inclui a importação de novos carros da Hyundai para o Brasil. Bem como o desenvolvimento de tecnologias e a possibilidade da produção local de mais veículos da Hyundai.

Seja como for, a queda de braço entre a Caoa e a Hyundai começou em abril de 2018. O motivo da disputa foi o rompimento, pela Hyundai Motors, do contrato que garantia à empresa brasileira o direito de importar e fabricar veículos da sul-coreana por 20 anos. A cláusula 2.02 do contrato previa renovação automática ao fim dos dez primeiros anos. O prazo venceu no dia 30 de abril de 2018. Porém, em 12 de abril a Hyundai enviou carta à Caoa cancelando o acordo de forma unilateral.

O advogado Sérgio Bermudes, que representa a Caoa, disse à época que a Hyundai não havia apresentado nenhuma justificativa concreta pra romper o contrato. Segundo ele, a Hyundai propôs um novo prazo de validade para o acordo, de dois anos. De acordo com Bermudes, em entrevista ao Jornal do Carro em julho de 2018, a Hyundai havia percebido o potencial do mercado brasileiro e o trabalho que a Caoa fez no País.

Arbitragem prevista em contrato

Assim, no dia 27 de abril de 2018, Bermudes entrou com uma liminar na 2.ª Vara Empresarial de Conflitos e Arbitragem de São Paulo. Que foi acatada pela Justiça e garantiu a manutenção de todas as cláusulas do contrato original. Nesse interim, a Caoa solicitou que a arbitragem da disputa fosse feita por um tribunal de Frankfurt, conforme previsto no documento firmado com a Hyundai para casos de litígio.

Nesse sentido, para representa-la no tribunal arbitral, a Caoa indicou Gustavo Tepedino, ex-diretor da Faculdade de Direito da UERJ. Além disso, ele é do Grupo Latino-Americano de Arbitragem da Câmara de Comércio Internacional (CCI. Bem como do Comitê Brasileiro da CCI. Por sua vez, a Hyundai indicou o inglês John Beechey, ex-presidente da CCI e um dos árbitros mais famosos do mundo.

Portanto, a Caoa mantém no Brasil a exclusividade para importar veículos da Hyundai feitos na Coreia do Sul. Ou seja, modelos como o utilitário-esportivo Santa Fe e o sedã Elantra, entre outros. Além disso, a empresa brasileira fabrica os SUVs ix35 e Tucson na planta de Anápolis (GO). Bem como o caminhão HR.

Por sua vez, a Hyundai Motor Brasil (HMB), fabrica a linha HB20 (hatch e sedã) e o SUV compacto Creta. As duas famílias de veículos são produzidas na planta da empresa em Piracicaba, no interior de São Paulo.

Novos carros feitos pela Caoa

Com o resultado favorável à Caoa, a empresa vai tirar do papel os planos de produzir novos carros da Hyundai no Brasil. Os mais prováveis são são o Xcent e o Elantra. Segundo reportagem publicada pelo Jornal do Carro em julho de 2020.

Caoa e Hyundai se uniram em 1999

A trajetória da Hyundai no Brasil se confunde com a história da Caoa. O nome do grupo é formado pelas iniciais de seu fundador, o médico paraibano Carlos Alberto de Oliveira Andrade. Tudo começou em 1979, quando ele comprou um Landau na concessionária Ford de Campina Grande (PB).

A loja faliu antes que ele recebesse o carro. Andrade então propôs ficar com a empresa como forma de compensação. E cerca de seis anos depois, a Caoa se tornou a maior revendedora Ford do Brasil.

Em 1992, com a reabertura dos portos, a Caoa passou a ser importadora oficial da Renault. A relação azedou em 1998. A empresa francesa decidiu construir uma fábrica no Paraná e encerrou a parceria com o grupo brasileiro. A Caoa processou a Renault. Mas até hoje não ficou claro se a empresa recebeu a indenização pleiteada na Justiça.

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Sindicato dos Artistas nega registro para Juliette por falta de “embasamento profissional”

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O Sindicato dos Artistas negou registro profissional para a ex-BBB paraibana Juliette Freire por “falta de embasamento profissional”.

De acordo com informações da colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, a tentativa de adquirir um registro da Delegacia Regional de Trabalho (DRT) que permitiria que a ex-BBB fosse considerada uma profissional do campo artístico teria partido da equipe de assessoria da paraibana.

Ainda segundo a colunista, a justificativa para o pedido seria adquirir a licença para que Juliette pudesse atuar no remake da novela Pantanal cujo lançamento está programado para o próximo ano nas telinhas da Globo, emissora que, por sua vez, nega a informação.

Para a coluna, Hugo Gross, atual presidente do órgão, justificou a decisão.

“A gente não pode liberar o registro para Juliette porque não há trabalhos suficientes que comprovem que ela seja atriz, portanto não há embasamento profissional para que ela detenha um DRT. O documento enviado pela equipe de Juliette, com objetivo de comprovar seus trabalhos como atriz, tinha apenas imagens da cantora fazendo comerciais para algumas lojas, após sua saída do ‘BBB’”, explicou.

De acordo com informações de bastidores, a notícia da suposta tentativa da paraibana tentar adquirir um DRT às pressas teria desagradado a estudantes e profissionais do setor que dedicam anos da própria vida para tornarem-se profissionais do setor.

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Paraíba tem 15 cachaças premiadas no Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil

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Quinze cachaças paraibanas foram premiadas na 20ª Edição do Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil – Premiação 2021. Para o deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Eduardo Carneiro, essa premiação evidencia o potencial que o estado possui na produção da bebida.

“A Paraíba sempre foi destaque quando o assunto é cachaça. Essa premiação só afirmar o potencial do estado para produção desse produto que agrada cada vez mais o paladar, não só dos brasileiros, mas também de estrangeiros, tendo em vista que o produto também é exportado. Além de contribuir para o setor econômico paraibano, gerando emprego e renda”, avaliou Eduardo.

O concurso, que foi realizado entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, teve o resultado divulgado na última sexta-feira (17) por meio de uma live. Entre as paraibanas premiadas estão: o Engenho São Paulo, em Cruz do Espírito Santo, que levou cinco prêmios com a cachaça São Paulo Cristal recebendo a medalha duplo ouro, a Cigana Heritage e Cigana Carvalho que receberam a medalha de ouro; Já a cachaça São Paulo Original e a Caipira foram medalha de prata. O Engenho Nobre, também em Cruz do Espírito Santo, levou a medalha de ouro com a cachaça Nobre Sensações Carvalho e a medalha de prata com a cachaça Nobre Sensações Umburana.

O Engenho Triunfo, localizado na cidade de Areia – município que foi reconhecido como capital paraibana da cachaça por meio da lei nº 11.879/21, de autoria de Eduardo Carneiro – ganhou um total de três medalhas, sendo elas: medalha duplo ouro com a Triunfo Jaqueira, a medalha de ouro com a cachaça Triunfo Prata, e medalha de prata com a cachaça Triunfo Castanheira.

Já a cachaça Saqueira Prata Freijó, do município de Sousa, garantiu a medalha de duplo ouro. As cachaças Pai Vovô Amburana Prata, de Sousa; Cobiçada Premium, de Serraria; Baraúna Umburana, de Alhandra; e Turmalina da Serra, de Areia, garantiram a medalha de prata.

Concurso – Valorizar a produção nacional, estimular a procura pela qualidade e servir de referência segura ao consumidor, são os objetivos do Concurso de Vinhos e Destilados do Brasil, que este ano chegou a sua 20ª Edição. Cerca de 120 rótulos de vinhos e 300 de destilados participaram da disputa, que contou com degustações às cegas do júri formado de 16 pessoas, entre jornalistas e compradores de bebidas mundiais, garantindo isenção e divulgação das análises. Para conferir o resultado completo do concurso é só acessar o site vwww.vinhosedestiladosdobrasil.com.br.

Atuação – É buscando valorizar e reconhecer o trabalho desenvolvido por engenhos que atuam no mercado da cachaça de forma legal no Estado da Paraíba, que, o deputado estadual Eduardo Carneiro apresentou na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei nº 2.631/2021, que estabelece parâmetros para fiscalização efetiva sobre engenhos e alambiques clandestinos. A propositura cria um Disque Denúncia de Produção Clandestina, atrelado à Secretaria de Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiáridos, que receberá as denuncias da produção irregular de cachaça e vai executar as fiscalizações e inspeções.

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Especialista da Unimed esclarece sobre os perigos pela busca de cirurgias estéticas “da moda”

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Os procedimentos estéticos estão cada vez mais acessíveis ao público. Essa facilidade de acesso traz uma preocupação aos profissionais da área: muitas pessoas procuram intervenções “da moda”, que são procedimentos não indicados clinicamente, mas que celebridades propagam e despertam o desejo. Além disso, hoje também tem o chamado “efeito zoom”, causado pelo aumento de reuniões por vídeo.

“Nosso corpo é imperfeito. Temos lados diferentes e essas diferenças têm que ser mostradas para que o paciente leve em consideração e valorize as imperfeições já existentes”, lembra o cirurgião plástico Marcelo Aquino, médico cooperado da Unimed João Pessoa.

De acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, a rinoplastia ultrapassou a lipoaspiração como a cirurgia plástica mais realizada em 2020. A busca pelo termo no Google alcançou altas de 4.800% em julho deste ano, devido a famosos que se submeteram ao procedimento como Anitta, Cleo Pires e Kevinho.

Orientação – Marcelo Aquino comenta que sempre irão existir nomes diferentes para técnicas que já existem há anos para torná-las mais evidentes. “Cabe a nós, como cirurgiões, desmistificar isso, assim como entender se a pessoa tem indicação ou não. O fato de ‘estar na moda’ ou por ter sido feito por algum famoso não significa que todos podem fazer”, explica. Esse processo é delicado. “É mais difícil contraindicar do que indicar, pois o paciente chega com um ideal, uma a mentalidade pré-formada”.

O médico ressalta que a cirurgia plástica surgiu para trazer bem-estar ao paciente. A principal finalidade é corrigir ou melhorar algo que o incomoda, seja uma mama grande ou pequena, o abdômen volumoso e vários aspectos que podem interferir na qualidade de vida. “Não são indicadas [as cirurgias] quando as alterações não condizem com a realidade, como uma pessoa que vê um nariz muito pior do que realmente é, ou alguém que procura fazer intervenções em série na tentativa de emagrecer”, exemplifica.

Outras contraindicações, segundo Marcelo Aquino, são pacientes com doenças graves ou muito jovens, que, às vezes, não têm o ideal de corpo bem formado. “Também desaconselho quem pretende fazer, com plástica, procedimentos que só terão resultados com dieta ou bariátrica, por exemplo”, diz.

Com indicação médica, um pré-cirúrgico bem feito e seguindo todos os parâmetros – como a realização em um ambiente hospitalar com estrutura, equipe bem formada com anestesista e outro cirurgião plástico auxiliar – o procedimento terá menor risco. “Nunca é zero, mas é menor quanto melhor for o perfil do paciente e mais bem feito o pré-operatório”, explica.

Sobre a Unimed JP – Com 49 anos de tradição, a Unimed João Pessoa é uma cooperativa de trabalhos médicos que se consolidou como a melhor e maior operadora de planos de saúde da Paraíba. Além de mais de 1,8 mil médicos cooperados, possui a mais completa rede de assistência médico-hospitalar privada do Estado. São diversos hospitais credenciados, sendo dois próprios – um deles referência em alta complexidade -, além de clínicas, prontos-socorros e laboratórios à disposição de 150 mil clientes. Comprometida com o desenvolvimento sustentável, é signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Tudo isso garante à Unimed JP a liderança absoluta no segmento de saúde suplementar no mercado paraibano. Acesse www.unimedjp.com.br.

Outras informações:

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