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Bolsonaro ‘mentiu’ quando disse “caguei”…

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Os acontecimentos recentes envolvendo a saúde intestinal do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comprovaram, do modo mais crível que se tem notícia, que ele mentiu ao dizer “caguei para a CPI”.

Bolsonaro não fez isso nem para ele e, muito menos, para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as ações e omissões do Governo Federal no enfrentamento da pandemia da pandemia provocada pelo vírus da Covid-19, tanto que passou tão mal que precisou ser hospitalizado de modo urgente por causa das dores provocadas pelo excremento acumulado no intestino.

Nos bastidores do poder, há quem diga que o episódio fecal que nasceu no Palácio do Planalto, em Brasília, seria mais uma cortina de fumaça para ocupar os militantes ‘bolsonaristas’ que, sem saber – ou sabendo! -, auxiliam na concretização da ideia de desviar a atenção da nação para o que realmente importa: o desenrolar de um novelo sujo que pode levar à confirmação da existência de uma rede de corrupção ‘pesada’ no seio da atual gestão federal.

O presidente segue internado em um hospital instalado em São Paulo, mas, segundo informações apuradas pela imprensa nacional, já passou por um procedimento realizado com auxílio de uma sonda nasogástrica, inserida no paciente através do nariz, através da qual, foi retirado quase 1 kg de conteúdo fecal que estava acumulado graças a um bloqueio total do intestino grosso.

O episódio envolvendo o presidente Bolsonaro e seus descontroles públicos emocionais e, agora, até intestinais, apenas sugere que, com o andamento da CPI instalada no Senado, muita coisa ainda deve ‘feder’ nos bastidores do poder. Mas, isso, só o tempo dirá…

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Ninguém quer o ‘basculho’ do PSB

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Os bastidores da política paraibana estão fervendo nos últimos dias, principalmente, por já estarmos em mais um ano pré-eleitoral e que, naturalmente, sugere a reorganização de grupos políticos que tentarão lograr êxito nas urnas nas Eleições 2022.

Um caso, porém, está chamando atenção de analistas políticos e de muitos curiosos de plantão que gostam de acompanhar a movimentação quase oculta e que não é vista pelo grande público, mas, que faz girar a roda política na Paraíba. Trata-se da dificuldade dos dissidentes do PSB de Ricardo Coutinho em mudar de legenda.

Todos sabem que, na Paraíba, devido ao escândalo evidenciado pelas investigações do Ministério Público, através do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), que desarticulou o maior esquema de desvio de verbas públicas durante a gestão de Ricardo Coutinho na Paraíba, a legenda socialista está mais do que desgastada, assim como é o caso de alguns, como o das deputadas estaduais Cida Ramos e Estela Bezerra.

De quebra, o deputado Jeová Campos que, sabe-se, não tem ligações com a Organização Criminosa (Orcrim) identificada pelo Gaeco dentro do PSB paraibano, sofre também as consequências nefastas do desgaste e, junto com Cida e Estela, enfrenta enormes dificuldades em ser aceito de bom grado em outro partido.

Recentemente, setores da imprensa especularam que os três parlamentares estariam interessados em deixar o PSB para entrar no PT. Porém, comenta-se à boca miúda nos corredores da política que o interesse dos três estaria sofrendo grande rejeição por parte de integrantes do Partido dos Trabalhadores na Paraíba e que, caso haja insistência no assunto, o tema poderia ser levado para instâncias partidárias.

A situação é, literalmente, um efeito dominó que atinge todos os nomes que são percebidos como ligados ao ex-gestor Ricardo Coutinho, que foi apontado pelo MPPB como o nome que comandava a Orcrim que teria provocado o desvio de um montante superior aos R$ 130 milhões dos cofres públicos estaduais.

O próprio Ricardo enfrenta enormes dificuldades para retornar ao PT, mesmo tentando mostrar relações muito próximas com o ex-presidente Lula e a direção nacional petista.

Como ainda estamos no sétimo mês do ano, com certeza, muitas águas irão rolar levando com elas muito ‘basculho’ que vai girar sem saber onde vai desaguar.

 

 

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Em artigo, Paulo Maia aborda Dia do Orgulho Gay, cidadania e direitos fundamentais

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Em artigo de opinião alusivo ao dia 28 de junho, data em que se comemorou o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), Paulo Maia, ressalta a importância da luta pela cidadania da população LGBTQI+ diante da repressão sofrida por esta comunidade. Ele também chama a atenção pela construção da luta em defesa dos direitos fundamentais dessas pessoas e nos convida a refletir e buscar estratégias que ampliem o acesso à cidadania e a dignidade de todos os cidadãos e cidadãs. Sobre Dia do Orgulho Gay, cidadania e direitos fundamentais.

Por Paulo Maia

A Constituição Federal brasileira de 1988 inaugura em nosso país a entrada de um modelo de naçã
o, o de um Estado Democrático de Direito. Jose Afonso da Silva, festejado constitucionalista brasileiro, diz que a democracia que o Estado democrático de direito visa implementar “ há de ser um processo de convivência social numa sociedade livre, justa e solidária (art.3°, III), há de ser um processo de liberação da pessoa humana das formas de opressão que não depende apenas do reconhecimento formal de certos direitos individuais, políticos e sociais, mas especialmente da vigência de condições econômicas suscetíveis de favorecer o seu pleno exercício.”

O Brasil enquanto nação luta pelo estabelecimento da igualdade entre todos seus cidadãos e essa não pode ser formal, mas substancial, ou seja, deve alcançar todas as esferas que compõem a existência humana, individual e social. Neste sentido, não custa nada registrar que são fundamentos da República Federativa do Brasil, a cidadania e a dignidade da pessoa humana (art.1°, II e III, da CF).

A implantação da justiça social, e com ela a erradicação das desigualdades humanas se constitui
o maior, para não dizer o grande objetivo das sociedades contemporâneas e passa, obrigatoriamente, pelo fortalecimento da noção de cidadania, espaço humano onde cada pessoa se sente satisfeita com sua identidade, é respeitada, e nesta condição se vê apta a colaborar para com a vida em sociedade. A cidadania nos une no que somos essencialmente: seres humanos e de cada um de nós exige empatia e solidariedade, pois por meio dela os indivíduos compartilham valores, compromissos e cooperação recíproca.

No Brasil, a busca por uma cidadania plena encontra nos direitos fundamentais e na dignidade da pessoa humana seus principais veto
res. Para relembrar, os direitos fundamentais são o conjunto mínimo de direitos subjetivos considerados essenciais para que a pessoa humana possa viver com um padrão aceitável de dignidade e eles se se encontram entre os artigos 5° e 11° da na nossa constituição federal.

O Dia do Orgulho Gay celebrado no último dia 28 de junho tem como um dos seus objetivos o de conscientizar a população sobre a importância do combate à homofobia para a construção de uma sociedade livre de preconceitos e igualitária, independente do gênero sexual.

Não obstante a pandemia da COVID19 ter ampliado sobremaneira as desigualdades econômicas e sociais e ter feito recrudescer as questões identitárias em todo o mundo, criando um ambiente de um indesejável déjà vu da Alemanha nazista, os atos de violência contra a população LGBTQI+, que já eram altos, vem aumentando consideravelmente.

É urgente retirar o véu do preconceito, pois, para além da compreensão dos fenômenos que tangenc
iam a sexualidade humana, somos todos seres humanos e como tal dignos de respeito, inclusão e aptos a usufruir os mesmos direitos. Sem uma cidadania plena que alcance a todos não se pode falar em uma sociedade justa, livre e democrática e nem muito menos desenvolvida.

Presidente da OAB-PB

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Pandemia: João Pessoa já registra mais de 100 mil infectados pelo coronavírus

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* Por Josival Pereira

A cidade de João Pessoa já ultrapassou o registro de 100 mil casos de covid-19. O Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado deste domingo registra 251 novos casos na Capital e anota que o total de infectados chegou aos 100.047. O número representa mais de 12% da população total do município, percentual maior do que o patamar de infecções em todo o Estado, que está na casa dos 10%.

O boletim registra 4 novos óbitos, mas não informa o total. O site da Prefeitura, atualizado na semana passada, anota que a proporção de óbitos era de 36,54% entre os infectados residentes em João Pessoa.

A ocupação de leitos na região Metropolitana da Capital está em 50%.

Vacinação

Em relação à vacinação, o site da Prefeitura, atualizado neste domingo (04/07), informa que 320.542 pessoas já tomaram a primeira dose de algum imunizante, o que representa 39,21% da população. A segunda dose foi aplicada em 127.767 pessoas e foram aplicadas 5.087 doses únicas, o que significa que 16,25% da população está totalmente imunizada.

O município de João Pessoa recebeu 458.962 doses de vacinas e aplicou 453.396.

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