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Leonardo Gadelha vai à Ministério e pede apoio para projeto de irrigação em município da Paraíba

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O deputado federal Leonardo Gadelha (PSC), esteve em uma audiência com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. O objetivo foi solicitar apoio para demandas importantes no município de Sousa, interior da Paraíba, e região.

Tendo em vista que o sertão paraibano sofre todos os anos com escassez da água, o parlamentar tratou este tema com o ministro como um dos primeiros. Leonardo Gadelha solicitou apoio para a reformulação da irrigação em São Gonçalo.

“Nós sabemos que essa é uma pauta antiga, mas que se reforça agora com a chegada das águas do Rio São Francisco. Obviamente, esse sistema de inundação, que é um sistema que está em desacordo com a época, precisa ser atualizado, e pode ser adaptado para a atual realidade da região. A partir disso, inúmeras famílias vão ser beneficiadas”, afirmou.

Com objetivo de proporcionar mais tranquilidade aos moradores de São Gonçalo, que são popularmente conhecidos na região como ‘colonos’, porque habitam em lotes demarcados pelo Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS), O deputado também tratou com o ministro sobre a possibilidade do Governo Federal repassar a titularidade das terras em caráter definitivo para essas pessoas que já habitam nestes espaços há anos.

“Segundo me foi informado pela assessoria do Ministério do Desenvolvimento Regional, já está ‘no forno’ um texto de um projeto de lei, de autoria do governo, que concede a titularidade das terras para todos aqueles que ocupam os perímetros irrigados no DNOCS espalhados por todo o Nordeste. Será um benefício não só para São Gonçalo, mas para outras regiões”, disse o deputado.

Outro tema tratado foi com relação as várzeas de Sousa. O deputado afirma que recebeu uma comissão de representantes do Projeto de Irrigação Várzea de Sousa (Pivas), sobre pleitos essenciais com objetivo de modernizar o sistema de tubulações. Segundo Leonardo, o Ministro se comprometeu em realizar um estudo.

Leonardo Gadelha falou ainda sobre o projeto de águas do Rio São Francisco na região. “Perguntamos ao ministro sobre o prazo para a chegada dessas águas e ele respondeu que entre agosto e setembro. É legítimo imaginar que a gente vá se ‘banhar’ com as águas do Rio São Francisco ainda em 2021”, afirmou.

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Envio de 3 milhões de doses de vacinas da Janssen ao Brasil será adiado, diz Saúde

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A chegada ao Brasil de 3 milhões de doses de vacinas da Janssen, prevista para ocorrer nesta terça-feira (15), foi adiada. A informação foi confirmada pelo Ministério da Saúde.
Em nota, a pasta confirma a suspensão temporária do envio e diz que aguarda nova previsão de entrega.

“A pasta aguarda confirmação da data por parte do laboratório, mas a expectativa é de que as doses cheguem ainda esta semana ao país em três remessas”, informa a pasta.
Ainda não há informação sobre o motivo do adiamento da entrega. Questionada, a Janssen disse apenas que “segue dialogando com o Ministério da Saúde e outras autoridades locais com o objetivo de disponibilizar a vacina no país o quanto antes”.

A previsão para chegada nesta terça (15) havia sido confirmada no sábado (12) pelo Ministério da Saúde. A medida ocorreu após a FDA, agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, ampliar o prazo de validade das doses que estavam no país e que devem ser enviadas ao Brasil. Inicialmente, as doses tinham data de vencimento de 27 de junho, mas ela foi prorrogada para 8 de agosto pela agência americana.

Um pedido semelhante foi feito pela farmacêutica também à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que regula as vacinas no Brasil. Atualmente, o prazo de validade das doses de vacinas da Janssen é de três meses. A farmacêutica, porém, pede que esse prazo seja ampliado para 4,5 meses. A previsão é que a agência dê um parecer ainda no início desta semana.
O Brasil tem contratos para obter 38 milhões de doses da Janssen neste ano. As entregas, porém, estavam previstas para ocorrer apenas entre julho e dezembro.
O Ministério da Saúde vinha dizendo que pretendia acelerar a distribuição caso recebesse a vacina mais cedo. O plano inicial era enviar as doses às capitais, mas alguns estados têm dito que pretendem distribuir as doses a mais cidades.

No sábado (12), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, descartou problemas na aplicação dessas doses por conta da validade, frisando que o país consegue aplicar até 2,4 milhões de doses ao dia. A situação, porém, gerou preocupação em alguns estados.

“Vamos seguir o fluxo normal do PNI [Programa Nacional de Imunizações]. A questão é somente a logística para diminuir o risco de uma eventual perda das doses”, disse o ministro.
A vacina fabricada pela Johnson & Johnson é aplicada em apenas uma dose e tem eficácia global de 72%. Já a proteção contra casos graves da doença é de 85%, segundo estudo realizado em janeiro deste ano.

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CPI da Covid: Barroso suspende quebras de sigilo de servidores do Ministério da Saúde

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, suspendeu nesta segunda-feira (14) as quebras dos sigilos telefônico e de mensagem aprovadas pela CPI da Covid para acessar dados de dois servidores do Ministério da Saúde.

Com a decisão, a CPI não poderá levantar dados de Flávio Werneck, que foi assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde na gestão do ex-ministro Eduardo Pazuello, e de Camile Giaretta Sachetti, ex-diretora do departamento de Ciência e Tecnologia.

O ministro atendeu pedidos feitos pela defesa dos dois servidores. Barroso afirmou que a retirada dos sigilos nos dois casos não foi devidamente justificado pela CPI. “Não identifico a indicação de situações concretas referentes aos impetrantes que justifiquem suspeitas fundadas da prática de atos ilícitos por eles. O fato de terem ocupado cargos relevantes no Ministério da Saúde no período da pandemia de Covid-19 não implica, por si só, que sua atuação tenha se revestido de ilicitude”, escreveu.

Para o ministro, os requerimentos da CPI não deixam claro como o acesso ao conteúdo de conversas privadas dos servidores, como arquivos de foto, áudio e vídeo, seus históricos de pesquisa, suas informações de localização e suas atividades em redes sociais teria utilidade para a verificação das ações e omissões de autoridades do governo federal no enfrentamento à pandemia, já que esse é o foco dos trabalhos da comissão.

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Auxílio emergencial poderá ser prorrogado até outubro, anuncia Paulo Guedes

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O auxílio emergencial deve ser prorrogado por mais três meses. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (14) pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em contato com Uol.

De acordo com o auxiliar de Bolsonaro, a decisão sobre o número de parcelas será tomada pelo presidente da República e pelo ministro da Cidadania, João Roma, que devem levar em conta dados do Ministério da Saúde sobre o cronograma de vacinação contra Covid-19 no país.

A expectativa é de que se toda população adulta for vacinada até setembro, o governo iria fornecer mais duas parcelas do auxilio. Mas, se o cronograma seguir até outubro, seriam três parcelas.

Na semana passada, o ministro Paulo Guedes havia sinalizado com a possibilidade de estender o benefício até outubro. O governo reeditou em abril o pagamento do auxílio emergencial, com o pagamento de quatro parcelas que variam de R$ 150 a R$ 375. O valor do benefício deve permanecer o mesmo com a prorrogação.

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