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Paraíba

ALPB celebra 50 anos do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais da UFCG de Sousa

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) comemorou, em sessão especial realizada nesta quarta-feira (12), os 50 anos de fundação do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais de Sousa (CCJS) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Proposto pelos deputados Jeová Campos e Júnior Araújo, o evento aconteceu de forma remota e contou com a presença de autoridades, representantes da comunidade acadêmica da UFCG e da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB).

O presidente da ALPB, o deputado Adriano Galdino, ressaltou que a homenagem é uma forma de celebrar e reconhecer o trabalho realizado há 50 anos na instituição de ensino superior do estado, que atualmente oferece pós-graduação, incentivo à pesquisa, formando educadores e fortalecendo a qualidade da educação da Paraíba. “Parabenizo a todos que participaram dessa comemoração, reconhecendo a contribuição do curso de direito para a educação e formação de grandes profissionais”, declarou o parlamentar.

O deputado Jeová Campos lembrou que o CCJS é uma das instituições que mais eleva o conhecimento, o saber e a inovação na área jurídica da Paraíba. Para ele, é um espaço de construção da consciência humana, por atuar na formação daqueles que serão responsáveis pela educação. “A educação, sem dúvida nenhuma, é o caminho”, avaliou Jeová.

O deputado Júnior Araújo classificou a homenagem como um momento de festa. “Presenciar essa comemoração com essas pessoas tão importantes para a o crescimento do curso de direito em Sousa é uma honra. Eu que sempre acompanhava meu pai, que foi professor lá, nas aulas, pude, de certa forma, ter uma vivência naquele local. Tenho muitas recordações e tenho muito orgulho de tudo o que representa para todos nós”, disse.

O diretor do CCJS, Jardel de Freitas Soares, solicitou auxílio para ações que possam expandir o curso de direito do Sertão. “É um momento de confraternização com pessoas que fazem parte da história do Centro. O nosso curso é um marco, pois imaginem os desafios que já enfrentamos para estudar direito no Sertão paraibano. Passamos por muitas adversidades e já fomos, inclusive, para as ruas para não deixar fechar. Hoje temos mais de mil alunos, pós-graduação, biblioteca referência e bastante pesquisa”, afirmou o diretor.

Os deputados Lindolfo Pires e Janduhy Carneiro ressaltaram o privilégio que todos os participantes da sessão tiveram em testemunhar o cinquentenário de criação do curso de Direito em Sousa, que foi criado em primeiro de maio de 1971. “Cinquenta anos se passaram e ainda tem muito a acontecer em termos de melhorias. Parabéns a todos que fazem parte desta instituição. Quero cumprimentar todos os atuais membros, que fazem parte da instituição, que é modelo de visão para Sousa, para a Paraíba e para o Brasil”, disse Lindolfo.

O ex-deputado Inaldo Leitão lembrou que foi professor da antiga Faculdade de Direito e, também do Campus VI – à época vinculado à Universidade Federal da Paraíba – chegando a ser chefe de departamento e diretor do campus, onde atuou como articulador do Centro de Ciência Jurídicas e Sociais (CCJS). “Quero agradecer ao presidente Adriano Galdino por ter pautado essa sessão especial, que é motivo de muita honra e orgulho para nós sertanejos e paraibanos”, destacou.

Também participaram da sessão o reitor da UFCG, Antônio Fernandes, o monsenhor Gervásio Fernandes; o vice-presidente da OAB-PB, João de Deus Quirino; o juiz Edvan Rodrigues; e a defensora pública, Madalena Abrantes. O padre Gervásio foi um dos fundadores do Centro de Ciência Jurídicas e Sociais e atuou por 21 anos na instituição como aluno e professor. “O Centro é certamente um dos setores mais dinâmicos, mais eficazes, do ponto de vista da formação acadêmica, de profissionais de alto nível. Isso nos enche de orgulho”, disse o reitor.

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Paraíba

“A debandada está só no começo”, diz Wallber sobre “ensaio” de candidatura própria do MDB em 2022

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Quem comemorou os rumores de rompimento do MDB do arco de alianças do governador João Azevedo foi o deputado de oposição Walber Virgolino (PSL). Para  deputado, a “falta de consistência” do governador resultará e debandada de partidos.

“A situação não tem consistência, né? Aqueles deputados, aqueles que estão próximo ao governador é com interesse em alguma coisa. Seja cargos, ou dinheiro ou poder. E o fortalecimento das oposições, os nomes que a oposição está apresentando a debandada está só no começo”, disse Walber.

De acordo com o deputado, parlamentares do lado do governo já começaram a procurar a oposição. “O governador João Azevedo caminha para ficar só, para ficar solitário. Alguns deputados estão entrando com a oposição, visando uma aliança no primeiro ou no segundo turno”, destacou.

Walber apontou que outros partidos já estão negociando saída do arco de alianças de João Azevedo.

Confira o áudio:

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Eleições 2022: “Fui procurado por lideranças que fazem parte do governo”, diz líder da oposição

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O líder da oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Cabo Gilberto, também é dos que acreditam na debandada dos aliados do governador João Azevedo. Na tarde de hoje, Cabo Gilberto destacou que até o PP deve deixar a aliança.

“Já estávamos falando há bastante tempo, não só o MDB, mas outros partidos que fazem parte do governo como o próprio PP que pode lançar a candidatura da senadora Daniella.”, apontou Cabo Gilberto.

O deputado revelou que á foi procurado por lideranças da situação. “Todos estão abandonando João. Isso é só uma questão de tempo. Eu fui procurado por várias lideranças que fazem parte da base do governo para virem para oposição.”.

Ouça o que disse Cabo Gilberto

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“Fica evidenciado que eu estava certo”, ironiza Nilvan sobre “candidatura” de Veneziano pelo MDB

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Depois da defesa veemente do presidente do MDB em João Pessoa, Mikika Leitão, pelo rompimento com o governador João Azevedo e anuncio de candidatura própria com o possível nome do senador Veneziano para encabeçar chapa, foi a vez do ex emedebista Nilvan Ferreira (PTB) comentar a iniciativa.

Enquanto era do partido, o 2º colocado nas eleições de João Pessoa e maior nome das oposições na Capital, Nilvan Ferreira foi criticado pela defesa de que o MDB deveria assumir protagonismo. “Se for comprovado fica evidenciado que quem estava certo era eu, né? De que o MDB deveria ter uma postura mais independente de governo. Não poderia ter o MDB se abaixado tanto para governo. Deveria ter adotado as posturas que tomaria o ex senador José Maranhão”, disse.

Ponderado, Nilvan disse que respeita as postulações de outros partidos, mas seguirá no propósito da sua atual legenda, o PTB, de se manter firme a reeleição do presidente Bolsonaro e eleger deputados federais e estaduais na Paraíba.

Confira o áudio:

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