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Após ser chamado de “médico de merda” paraibano processa digital influencer; confira documentos

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O médico nutrólogo Bruno Cosme, de Campina Grande, na Paraíba, decidiu processar a digital influencer Maíra Cardi após ser desqualificado e xingado, inclusive, de “doutor de merda”, por ter criticado, com base na ciência médica, uma postagem feita por ela recomendando jejum de cinco dias para emagrecimento, utilizando a desculpa de que estaria “unindo a ciência e Deus em um único propósito”.

O médico afirmou que a postagem do material com tal recomendação poderia ser encarado como um desserviço à Saúde Pública e fez a sua análise médica sobre o assunto.

Após tomar conhecimento da crítica do médico, a digital influencer, que possui mais de seis milhões de seguidores em seu perfil no Instagram, atacou de forma dura e desrespeitosa o profissional da Saúde, que é especialista em Nutrologia reconhecido pela Associação Brasileira de Nutrologia e em Medicina do Esporte pela Universidade Federal de São Paulo, e também, especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem pela Associação Médica Brasileira com residência na Associação Portuguesa de Beneficência de São Paulo.

O médico, que ainda possui cursos na prestigiada Harvard Medical School, por sua vez, diante da repercussão do caso, decidiu processar Maíra por crimes contra a honra.

No processo, os advogados do médico pedem, inclusive, que a digital influencer seja investigada pelo Conselho de Nutrição por manter uma postura de “coach” e empresária no setor nutricional.

Através de seus advogados, Bruno Cosme ainda pede indenização cujo montante será totalmente doado em favor de instituição filantrópica de apoio a portadores de transtornos alimentares.

Clique aqui e confira a íntegra da Queixa Crime

Clique aqui aqui e confira a íntegra da Ação de Indenização

Clique aqui e confira o recibo do protocolo.

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“Convivência no partido era insustentável”, diz Efraim Filho sobre expulsão de Rodrigo Maia do DEM

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O deputado federal Efraim Filho afirmou que a decisão partidária unânime que resultou na expulsão do deputado e ex-presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (RJ), deve ser vista como positiva. A informação foi registrada nesta terça-feira (15) durante entrevista ao programa Correio Debate, da 98 FM.

Efraim, que é líder da bancada do DEM na Câmara, em Brasília, e autor da proposta de expulsão do parlamentar, disse ainda que a convivência de Maia na legenda era insustentável por força das ofensas que ele dirigiu à integrantes da sigla, em especial ao presidente nacional do Democratas, ACM Neto. Ouça:

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PSOL entra com ação no STF pedindo suspensão de pagamentos do orçamento secreto

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O PSOL entrou com uma ação judicial nesta segunda-feira, 14, no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a suspensão dos pagamentos das emendas de relator-geral no Orçamento de 2021. A ação do PSOL acontece depois de outros partidos que fazem oposição ao governo Bolsonaro, como o Cidadania e o PSB, moverem ações similares e depois desistirem.A exemplo do caso do Cidadania e do PSB, a ação do PSOL é uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF). Por causa das regras processuais da Corte, a relatora da ação do PSOL deve ser a ministra Rosa Weber. Ela é também a responsável pelos casos das outras siglas.

Na segunda-feira, Rosa Weber decidiu dar continuidade à ação do partido Cidadania apesar do pedido da legenda para desistir do processo. O partido decidiu recuar do pleito por pressão da própria bancada no Congresso. Alguns dos parlamentares da legenda também indicaram recursos das emendas de relator-geral, como parte de um acordo com o governo em troca do apoio às candidaturas do deputado Arthur Lira (PP-AL) e do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) na disputa pelas presidências da Câmara e do Senado, respectivamente.

Rosa Weber descartou o fim da ação ao afirmar que “é firme a jurisprudência desta Suprema Corte no sentido de que não produz efeitos a desistência de ação integrante do sistema objetivo de fiscalização da ordem jurídica”. A ministra pediu explicações sobre o tema ao governo e ao Congresso, com prazo de cinco dias, antes de decidir sobre o pedido da ação.

Revelado pelo Estadão, o orçamento secreto é um esquema montado pelo governo Jair Bolsonaro, em 2020, para beneficiar deputados federais e senadores com a indicação da destinação de dinheiro das emendas de relator-geral (também chamadas RP9) em troca de apoio no Congresso Nacional. Ao todo, as emendas de relator somam R$ 20,1 bilhões no orçamento do ano passado.

Ao contrário das emendas individuais, de bancada e de comissões, o valor das emendas de relator foi distribuído de forma desigual entre os políticos, de modo a beneficiar aliados do governo. Diferentemente do que acontece com outros tipos de emendas, tais recursos foram destinados mediante acordos secretos, sem que se saiba qual político indicou o quê. O Estadão revelou 101 ofícios que expõem essas negociações e que não estão públicos.

Na ADPF, os advogados do PSOL pedem que o governo suspenda a aplicação dos recursos da emenda de relator-geral até que o STF decida sobre a legalidade e a constitucionalidade deste tipo de emenda. O partido também pede para que o governo dê detalhes sobre o processo de destinação das verbas.

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Ministro Marcelo Queiroga e governador João Dória voltam a trocar farpas nas redes sociais

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O paraibano Marcelo Queiroga, que é ministro da Saúde, voltou a trocar farpas públicas com o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), através de bate e rebate via redes sociais por causa da campanha de vacinação contra o vírus da Covid-19.

Queiroga respondeu a uma postagem de Dória que, por sua vez, falava acerca da antecipação do calendário Estadual da vacinação prevendo que até 15 de setembro toda população acima de 18 anos estaria imunizada com a primeira dose em São Paulo.

O ministro não gostou e disse que as doses de imunizantes para cumprir a antecipação do calendário de vacinação que o governador estava divulgando tinham sido enviadas pelo Governo Federal.

João Dória devolveu a provocação de Queiroga afirmando que tudo não passava de “recalque” por parte do ministro.

Repeteco

Recentemente, o ministro da Saúde e o governador de São Paulo também trocaram farpas pelas redes sociais. Na ocasião, Dória se queixava do Ministério da Saúde pelo atraso na entrega de vacinas, o ministro disse que ele “parasse de fazer palanque” e, por fim, o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), deputado federal Carlos Bolsonaro (PSL-SP) tentou apenas ridicularizar o governador.

Confira abaixo a troca de farpas:

 

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