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Queiroga é visto como um ministro ‘liso, tenso e que tem medo de desagradar ao presidente’

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O ministro da Saúde, paraibano Marcelo Queiroga, está sendo apontado por alguns parlamentares como alguém que adotou um perfil de quem irá permanecer medindo palavras e escondendo o que realmente pensa por medo de desagradar ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e perder o cargo.

A observação, que só circulava nos bastidores em Brasília, foi confirmada pela senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), durante entrevista ao Estadão.

Segundo a senadora, os depoimentos coletados pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as ações do Governo Federal durante a pandemia para combater o vírus da Covid-19, confirmam o que estava sendo percebido na postura do presidente que é a insistência em colocar as questões ideológicas e políticas acima das científicas e técnicas.

Para a parlamentar a conversa que o Senado teve com Queiroga confirmou se tratar de um ministro “liso, tenso, com medo de desagradar ao presidente, com medo de falar o que realmente pensa. Ele tinha medo de como isso poderia repercutir na permanência dele no cargo”.

A senadora classificou como um dos registros mais graves o reforço de que questões ideológicas tenham sido postas acima da ciência.

“Isso significa vidas perdidas. Tentar, por exemplo, mudar uma bula, criar um protocolo à revelia das orientações da ciência é, no meu entendimento, algo criminoso”, disse.

Ao mencionar o depoimento do ex-ministro da Saúde Nelson Teich, Eliziane lembra que sem atacar o Governo ele confirmou que a discordância acerca do tema Cloroquina o fez deixar o cargo e que Queiroga se negou a assumir o que pensa mesmo deixando nítido o seu pensamento sobre a questão.

“O Teich, mesmo não querendo atacar o governo, deixou claro que saiu por causa da cloroquina. Queiroga não quis fazer juízo de valor da fala do presidente, mas claramente não concordava”, comentou a senadora.

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Brasil

Gervásio ironiza discurso de Bolsonaro na ONU e volta a criticar PEC que ‘desmonta’ serviço público

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O deputado federal paraibano Gervásio Maia (PSB) ironizou o discurso realizado pelo atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante a 76ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) que acontece em Nova York, nos Estados Unidos.

Gervásio Maia, que é vice-líder da oposição na Câmara Federal, afirma que Bolsonaro falou, em seu discurso na ONU, sobre um Brasil que não existe, uma vez que o país da realidade é o que bateu o maior índice inflacionário dos últimos 20 (vinte) anos, que tem gasolina ao custo de R$ 7,00 (sete reais) e que tenta desmontar e destruir o serviço público através da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/20, do Poder Executivo, que retira inúmeros direitos dos servidores.

Leia também: Gervásio mobiliza e comemora adiamento de votação da PEC 32 que tira direitos do servidor público

Leia também: “Desmontamos a farsa da PEC 32 na Comissão Especial”, diz Gervásio Maia

Confira o vídeo:

 

 

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Confirmação de Covid-19 em Queiroga suspende presença de delegação brasileira em reuniões da ONU

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O ministro da Saúde, médico paraibano Marcelo Queiroga, após mostrar despreparo e ofender manifestantes em Nova York, nos EUA, voltou a ser notícia internacional na noite da terça-feira (21) por ter testado positivo para Covid-19.

A confirmação da contaminação do ministro, a segunda registrada dentre a delegação brasileira que viajou para participar da 76ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, provocou a suspensão da participação do Brasil em reuniões previstas para esta quarta-feira (22) no evento.

Leia também: Queiroga mostra despreparo e ofende manifestantes em Nova York mostrando dedos do meio; veja vídeo

Queiroga confirmou, através de pronunciamento feito pelas redes sociais, que permanecerá em quarentena nos EUA e que seguirá todos os protocolos de Segurança Sanitária.

A quarentena do paraibano, de acordo com o noticiário internacional, será de 14 (quatorze) dias em um hotel 4 estrelas cujas diárias, que segundo o site oficial do próprio hotel custa a partir de US$ 407.55 (quatrocentos e sete dólares e cinquenta e cinco cents), serão pagas pelos contribuintes brasileiros.

Na terça-feira, mesmo dia em que o ministro foi diagnosticado com o vírus, Queiroga acompanhou o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Assembleia Geral da ONU e se encontrou com o presidente polonês, Andrzej Duda, com o secretário-geral da ONU, António Guterres, compareceu a um evento da Organização Pan-Americana da Saúde e turistou no Memorial 11 de Setembro com diversos integrantes da delegação brasileira.

Confira o comunicado:

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Para Efraim, Governo precisará de articulação e engenharia política para aprovar PL’s no Congresso

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O deputado federal paraibano Efraim Filho, líder do DEM, na Câmara, em Brasília, ao fazer uma análise acerca da situação atual do Governo Federal junto ao Congresso Nacional revelou que ela pode não ser tão fácil como se pensa.

A proximidade do período de um ano que antecede as Eleições 2022 propicia o fechamento de uma janela importante para o Governo Federal conseguir aprovar reformas amplas no Congresso.

Aos olhos de Efraim Filho, o Governo Federal só conseguirá aprovar textos se for feliz na realização de um trabalho sério que envolvem articulação e engenharia política que serão fundamentais num período de afunilamento de oportunidades.

Ao falar sobre a perspectiva de aprovação na Câmara de temas como Auxílio Brasil e precatórios o parlamentar se mostrou otimista.

“São temas que têm sintonia com a sociedade. Isso ajuda o apelo social”, disse.

Porém, ao analisar a possibilidade real de aprovação de Projetos como o da unificação do PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), bem como a reforma administrativa, em entrevista concedida à Folha, o deputado paraibano não viu tanta facilidade.

“A CBS [Contribuição sobre Bens e Serviços] é mais uma dificuldade de construir um texto que signifique a segunda fase da reforma tributária, mas sem aumento de carga, é uma dificuldade técnica. E a reforma administrativa começa a preocupar pelo timing eleitoral. Estamos a um ano das eleições, e é um projeto que gera bastante ruído na base”, afirmou.

A visão de Efraim é compartilhada por diversos outros congressistas, mesmo apesar da ‘trégua’ com a realização de discursos amenos por parte do presidente Bolsonaro na briga iniciada por ele contra os Poderes.

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