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Governo da Paraíba desmente aumento do gás de cozinha: “Só Petrobras pode fazer isso

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Preocupado com a divulgação de informações falsas durante o período da pandemia, o secretário da Fazenda da Paraíba, Marialvo Laureano, negou nesta nesta terça-feira (6) qualquer possibilidade de aumento nos impostos cobrados sobre os preços do gás de cozinha. “A hora é de estender a mão e apoiar a população nesse período de crise. Por isso, esta história de reajuste por decisão do Governo do Estado é uma notícia falsa, é fake news”. Só a Petrobras pode fazer isso”,  afirmou o secretário.

Informações inverídicas têm sido propagadas, segundo Marialvo Laureano, por interesses políticos para tentar atingir o governo estadual e responsabilizá-lo por reajustes no gás de cozinha e até do óleo diesel. “O governo da Paraíba na verdade tem feito um esforço para reduzir os impostos, promover parcelamentos e facilitar a vida dos contribuintes, que passam por dificuldades em decorrência da pandemia”, assegurou.

Há poucos dias, inclusive, o governador João Azevêdo anunciou uma série de medidas econômicas para beneficiar diversos segmentos, como os de bares, restaurantes, lanchonetes e indústrias, entre outros, com um impacto de R$ 68,5 milhões nos cofres do Estado. Entre as medidas econômicas anunciadas, estão a isenção do ICMS de março a maio de 2021, com vencimento nos meses de abril a junho de 2021, das empresas optantes do Simples Nacional do setor de bares, restaurantes, lanchonetes, casas de chá e similares, bem como serviços de alimentação para eventos e recepções; e a postergação do pagamento do ICMS com vencimento nos meses de abril, maio e junho de todas as empresas optantes pelo Simples Nacional por três meses, contemplando 93% das empresas paraibanas. Os recursos devem ajudar no pagamento dos salários dos funcionários de 117 mil empresas.

Outra medida adotada foi a dispensa das empresas com regime de tributação pautado em legislação específica (indústrias, distribuidoras, empresas aéreas, outros) de cumprirem as contrapartidas não financeiras constantes no seu regime de tributação específico durante o período da pandemia enquanto durar o decreto estadual de calamidade pública. Isso beneficia todas as empresas que possuem regime especial e estão com problemas financeiros e o incentivo, por meio do FAIN, para o crescimento das pequenas indústrias que ultrapassarem o limite de faturamento do simples nacional, beneficiando toda produção das pequenas indústrias paraibanas ficaram asseguradas.

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Áreas verdes reconectam moradores de apartamentos com a natureza

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As plantas promovem uma conexão com a natureza que proporciona bem-estar, agregando beleza e qualidade de vida. Por isso, é cada vez mais comum moradores de apartamentos desejarem apostar no verde, seja em jardins verticais, plantas ou árvores frutíferas nas áreas externas ou internas. “Há pessoas que temem perder o contato com a natureza por estarem em imóveis menores e sem a presença de terra para plantio, mas o que muitos desconhecem é que os apartamentos têm se tornado cada dia mais funcionais e, consequentemente, mais propícios ao cultivo de plantas”, comenta o engenheiro Guy Porto, sócio-diretor da Massai.
A presença de elementos típicos de folhagem natural nos ambientes se destaca e encanta as famílias. Agregando beleza na decoração do ambiente, as plantas possuem diversas características que proporcionam benefícios, como inspirar a criatividade, proporcionar a sensação de aconchego, minimizar alergias, fornecer energia, diminuir o estresse e acalmar os olhos, além de melhorar o ar e a umidade.
Para Guy, cuidar das plantas funciona como um alívio em meio a correria do dia a dia. “Eu amo o contato com a natureza que elas proporcionam, pois cresci no interior subindo em árvores. Ter essa proximidade com o meio ambiente é muito importante para mim”, comenta o engenheiro, que conta com mais de 30 plantas na varanda.
Segundo ele, é comum atender clientes que priorizam apartamentos com espaço para jardinagem e não abrem mão de ter uma área verde dentro de casa, independentemente do tamanho. “Nos nossos empreendimentos, nos deparamos muitas vezes com moradores que auxiliam inclusive nos cuidados com os jardins coletivos, que são pensados para proporcionar o contato com a natureza. Outros nos contam que só sairiam de uma casa para morar em um apartamento se for possível levar consigo as plantas que possuem. Hoje em dia, as plantas vão além de compor uma decoração”, comenta.
Sobre a Construtora Massai – Há 25 anos no mercado, a Construtora Massai é referência em qualidade, lançamentos inovadores, pontualidade na entrega e tecnologia. Figurando entre as cem maiores construtoras do país, de acordo com o ranking nacional da INTEC Brasil, a construtora é também uma das empresas mais respeitadas e admiradas no mercado da construção civil. Criada em 1996, conta com empreendimentos de luxo e alto padrão em João Pessoa, Campina Grande e Mossoró (RN). Para conhecer melhor a Massai e suas atividades, o site é www.massai.com.br . No instagram, @massaioficial .
A Massai fica localizada na Avenida Monteiro da Franca, 1092 – Manaíra, em João Pessoa. Outras informações, pelo telefone 83 3506 6800.

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Reconhecimento: Município de Areia recebe título de Capital Paraibana da Cachaça

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O município de Areia, no Brejo da Paraíba, agora é oficialmente a Capital Paraibana da Cachaça. O Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (20) trouxe a publicação da Lei 11.873/21, de autoria do deputado e presidente da Frente Parlamentar de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa (ALPB), Eduardo Carneiro (PRTB), que institui o título a cidade. A legislação tem como objetivo aquecer o turismo e a economia local.

Areia é a 4ª cidade em número de estabelecimentos de produtores de cachaça do Brasil e a 1ª do Nordeste. No município, existem 28 engenhos ativos, que em 2018 produziram 4,5 milhões de litros de cachaça. O setor gera aproximadamente dois mil empregos indiretos e 45% do ICMS que entra em Areia é oriundo da cachaça. Os dados são do Anuário da Cachaça.

De acordo com Eduardo, a produção de cachaça em Areia também movimenta a economia local através do turismo, sendo os engenhos um dos principais atrativos do município. Os engenhos de cachaça de Areia recebem em tomo de 25 mil turistas por ano e estão no roteiro turístico “Caminhos dos Engenhos”.

“Com a concessão do título de Capital Paraibana da Cachaça à cidade de Areia, vamos alcançar uma maior divulgação da excelente qualidade das cachaças do município, reconhecidas pelos inúmeros prêmios recebidos, facilitando a captação de recursos e investimentos, impulsionando também o turismo do setor, promovendo a geração de mais empregos e o consequente desenvolvimento regional. A lei também confere justo reconhecimento à identidade cultural local associada ao produto e a sua história”, destacou o deputado.

Produção – Dados da Associação Paraibana dos Engenhos de Cachaça de Alambique (Aspeca), a Paraíba é o maior fabricante de cachaça de alambique do país, possui 80 engenhos que juntos fazem 12 milhões de litros por ano. No Brasil, existem cerca de 40 mil produtores de cachaça artesanal. O Estado possui 30 engenhos que produzem e engarrafam cachaça e outros 50 apenas produzem a bebida, vendendo a outras marcas.

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Lei garante vagas de estágio em órgãos públicos para idosos

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Órgãos ou entidades da Administração Pública da Paraíba devem destinar vagas de estágio para idosos. Isso é o que determina a Lei 11.875/21, de autoria do deputado Eduardo Carneiro (PRTB), publicada na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (20).

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) mostram que o desemprego entre esse público aumentou nos últimos anos, passando de 18,5% em 2013 para 40,3% em 2018. Além disso, nos atuais dados do IBGE, 41% do total de ocupados estão na informalidade. A falta de ocupação é uma das causas da depressão entre os idosos, doença que atinge 9,2% deles no país. Na Paraíba, 11,4% da população tem mais de 60 anos.

O deputado explica que a ideia da lei não é substituir estagiários, mas sim, permitir que diferentes gerações agreguem um novo conjunto de competências ao Governo do Estado gerando troca de experiências e aprendizado. “Temos idosos ativos e que podem colaborar muito com a administração, além disso, um estágio é uma oportunidade para que eles tenham uma ocupação e desenvolvam novas habilidades”, disse.

De acordo com a Lei, 1% das vagas de estágio de nível superior devem ser oferecidas para pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, mas se a quantidade de candidatos com esta faixa etária for menor do que o número de oportunidades reservadas, as remanescentes serão ocupadas pelos demais concorrentes.

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