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Setor gastronômico realiza nesta quinta caravana em favor da flexibilização com responsabilidade

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Empreendedores, trabalhadores e dirigentes de entidades representativas dos setores de bares e restaurantes de João Pessoa realizam nesta quinta-feira (1º), uma carreata pelas ruas da Capital em favor da flexibilização do funcionamento do setor.

Respeitando todas as medidas sanitárias contra a propagação do Coronavírus, evitando, portanto, qualquer tipo de aglomeração, eles pretendem seguir pacificamente, a partir das 14h30, da Praça dos Três Poderes, no Centro da cidade, à orla.

O objetivo da caravana é demonstrar que o segmento assegura total responsabilidade em contribuir com a sociedade e com os poderes públicos na desafiadora luta contra o Coronavírus, adotando todas as medidas que forem necessárias para um funcionamento adequado de suas atividades.

“Já deixamos claro que estamos todos dispostos a cortar na própria carne para que possamos funcionar sem comprometer a vitória nesta guerra que é de todos nós”, garantiu Graco Parente, presidente do Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação de João Pessoa (Seha-JP), um dos organizadores da caravana.

Amargando perdas e demissões, o setor alimenta a expectativa de que as próximas medidas restritivas possam liberar o funcionamento da atividade, a fim de que se possa garantir um quadro mínimo de geração de emprego e renda em meio às limitações impostas pela pandemia. Entre as principais perspectivas, suspensão de limite de horário para delivery e reabertura de funcionamento presencial até às 22h.

Comprometendo-se em evitar aglomerações, o setor chega a considerar plausível para este primeiro momento de flexibilização a proibição de transmissões de jogos, shows musicais e venda de bebidas alcoólicas a partir de determinados horários.

“Só queremos apelar para que não continuemos fechados completamente, porque isso sim torna inviável a manutenção dos empreendimentos e, consequentemente, de toda a rede de empregos gerados a partir da atividade. Entendemos os deveres dos entes públicos e apostamos que eles podem ser sensíveis a adoção de alternativas neste sentido”, completou Graco.

De acordo com decreto publicado pelo Governo do Estado, com vigência de 27 de março a 4 de abril, os bares e restaurantes situados nos municípios de bandeiras vermelha e laranja, como é o caso de João Pessoa, estão proibidos de realizarem atendimento presencial, podendo funcionar apenas nos modelos de delivery (entrega em domicílio) e take way (pegar e levar) até às 21h30.

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Áreas verdes reconectam moradores de apartamentos com a natureza

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As plantas promovem uma conexão com a natureza que proporciona bem-estar, agregando beleza e qualidade de vida. Por isso, é cada vez mais comum moradores de apartamentos desejarem apostar no verde, seja em jardins verticais, plantas ou árvores frutíferas nas áreas externas ou internas. “Há pessoas que temem perder o contato com a natureza por estarem em imóveis menores e sem a presença de terra para plantio, mas o que muitos desconhecem é que os apartamentos têm se tornado cada dia mais funcionais e, consequentemente, mais propícios ao cultivo de plantas”, comenta o engenheiro Guy Porto, sócio-diretor da Massai.
A presença de elementos típicos de folhagem natural nos ambientes se destaca e encanta as famílias. Agregando beleza na decoração do ambiente, as plantas possuem diversas características que proporcionam benefícios, como inspirar a criatividade, proporcionar a sensação de aconchego, minimizar alergias, fornecer energia, diminuir o estresse e acalmar os olhos, além de melhorar o ar e a umidade.
Para Guy, cuidar das plantas funciona como um alívio em meio a correria do dia a dia. “Eu amo o contato com a natureza que elas proporcionam, pois cresci no interior subindo em árvores. Ter essa proximidade com o meio ambiente é muito importante para mim”, comenta o engenheiro, que conta com mais de 30 plantas na varanda.
Segundo ele, é comum atender clientes que priorizam apartamentos com espaço para jardinagem e não abrem mão de ter uma área verde dentro de casa, independentemente do tamanho. “Nos nossos empreendimentos, nos deparamos muitas vezes com moradores que auxiliam inclusive nos cuidados com os jardins coletivos, que são pensados para proporcionar o contato com a natureza. Outros nos contam que só sairiam de uma casa para morar em um apartamento se for possível levar consigo as plantas que possuem. Hoje em dia, as plantas vão além de compor uma decoração”, comenta.
Sobre a Construtora Massai – Há 25 anos no mercado, a Construtora Massai é referência em qualidade, lançamentos inovadores, pontualidade na entrega e tecnologia. Figurando entre as cem maiores construtoras do país, de acordo com o ranking nacional da INTEC Brasil, a construtora é também uma das empresas mais respeitadas e admiradas no mercado da construção civil. Criada em 1996, conta com empreendimentos de luxo e alto padrão em João Pessoa, Campina Grande e Mossoró (RN). Para conhecer melhor a Massai e suas atividades, o site é www.massai.com.br . No instagram, @massaioficial .
A Massai fica localizada na Avenida Monteiro da Franca, 1092 – Manaíra, em João Pessoa. Outras informações, pelo telefone 83 3506 6800.

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Reconhecimento: Município de Areia recebe título de Capital Paraibana da Cachaça

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O município de Areia, no Brejo da Paraíba, agora é oficialmente a Capital Paraibana da Cachaça. O Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (20) trouxe a publicação da Lei 11.873/21, de autoria do deputado e presidente da Frente Parlamentar de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa (ALPB), Eduardo Carneiro (PRTB), que institui o título a cidade. A legislação tem como objetivo aquecer o turismo e a economia local.

Areia é a 4ª cidade em número de estabelecimentos de produtores de cachaça do Brasil e a 1ª do Nordeste. No município, existem 28 engenhos ativos, que em 2018 produziram 4,5 milhões de litros de cachaça. O setor gera aproximadamente dois mil empregos indiretos e 45% do ICMS que entra em Areia é oriundo da cachaça. Os dados são do Anuário da Cachaça.

De acordo com Eduardo, a produção de cachaça em Areia também movimenta a economia local através do turismo, sendo os engenhos um dos principais atrativos do município. Os engenhos de cachaça de Areia recebem em tomo de 25 mil turistas por ano e estão no roteiro turístico “Caminhos dos Engenhos”.

“Com a concessão do título de Capital Paraibana da Cachaça à cidade de Areia, vamos alcançar uma maior divulgação da excelente qualidade das cachaças do município, reconhecidas pelos inúmeros prêmios recebidos, facilitando a captação de recursos e investimentos, impulsionando também o turismo do setor, promovendo a geração de mais empregos e o consequente desenvolvimento regional. A lei também confere justo reconhecimento à identidade cultural local associada ao produto e a sua história”, destacou o deputado.

Produção – Dados da Associação Paraibana dos Engenhos de Cachaça de Alambique (Aspeca), a Paraíba é o maior fabricante de cachaça de alambique do país, possui 80 engenhos que juntos fazem 12 milhões de litros por ano. No Brasil, existem cerca de 40 mil produtores de cachaça artesanal. O Estado possui 30 engenhos que produzem e engarrafam cachaça e outros 50 apenas produzem a bebida, vendendo a outras marcas.

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Lei garante vagas de estágio em órgãos públicos para idosos

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Órgãos ou entidades da Administração Pública da Paraíba devem destinar vagas de estágio para idosos. Isso é o que determina a Lei 11.875/21, de autoria do deputado Eduardo Carneiro (PRTB), publicada na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (20).

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) mostram que o desemprego entre esse público aumentou nos últimos anos, passando de 18,5% em 2013 para 40,3% em 2018. Além disso, nos atuais dados do IBGE, 41% do total de ocupados estão na informalidade. A falta de ocupação é uma das causas da depressão entre os idosos, doença que atinge 9,2% deles no país. Na Paraíba, 11,4% da população tem mais de 60 anos.

O deputado explica que a ideia da lei não é substituir estagiários, mas sim, permitir que diferentes gerações agreguem um novo conjunto de competências ao Governo do Estado gerando troca de experiências e aprendizado. “Temos idosos ativos e que podem colaborar muito com a administração, além disso, um estágio é uma oportunidade para que eles tenham uma ocupação e desenvolvam novas habilidades”, disse.

De acordo com a Lei, 1% das vagas de estágio de nível superior devem ser oferecidas para pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, mas se a quantidade de candidatos com esta faixa etária for menor do que o número de oportunidades reservadas, as remanescentes serão ocupadas pelos demais concorrentes.

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