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Negócios

Cerca de 88% das mulheres dizem que têm interesse em continuar empreendendo contra 70% de homens

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Em tempos de pandemia, as mulheres vêm se mostrando mais persistentes quando o assunto é empreendedorismo. A Pesquisa ‘Empreendedoras e seus Negócios 2020: Recorte dos Impactos da Pandemia’ revela que 88% das mulheres têm mais interesse em continuar empreendendo contra 70% de homens; e que 76% delas afirmam que vão fazer de tudo para manter o negócio contra 61% dos homens. Elas também se dizem mais capazes de se adaptar às mudanças (68%) que os homens (53%).

O presidente da Frente Parlamentar de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado estadual Eduardo Carneiro (PRTB) destacou que o empreendedorismo feminino cresceu em 40%, segundo dados da Rede Mulher Empreendedora. Ele destaca que apesar de se tratar de um empreendedorismo por necessidade e não oportunidade, vê de forma positiva o crescimento.

“Precisamos de mais incentivos para essas mulheres, que além de empreender, ainda possuem uma série de atribuições e que ficaram sobrecarregadas nessa pandemia. Para se ter ideia, 20% das empreendedoras tiveram dificuldades de organizar o tempo para realizar todas as tarefas, contra 11% dos homens”, disse, destacando que está elaborando um curso de vendas pelo Instagram voltado para mulheres, com o objetivo de aperfeiçoar a utilização das redes sociais para fortalecer negócios e ampliar vendas.

As mulheres empreendedoras já somam mais de 30 milhões no Brasil, de acordo com a Global Entrepreneurship Monitor, o que representa 48,7% do mercado empreendedor. Na Paraíba, segundo estudo do Sebrae, a proporção de mulheres no total de donos de negócios era de 32% no 3º trimestre de 2020.

Atuando com decoração no ramo de festas há um ano e sete meses, Kayllanne Fernandes é uma das 139.399 mulheres que são donas do próprio negócio, no terceiro trimestre de 2020, segundo apontou pesquisa realizada pelo Sebrae e que coloca a Paraíba em 16º lugar nacional no tocante à quantidade de empreendedoras.

Gostar de festa desde criança fez com que Kayllanne sonhasse em ter o seu próprio negócio. No aniversário de um ano da filha, soube que a dona de uma casa de festas estava vendendo todo o acervo e a conta do Instagram. “Comprei e mantive o nome Celebre Amor por já ser conhecido no mercado e tinha tudo a ver com o que eu idealizava para o meu negócio, que é celebrar o que a gente vem a amar”, disse.

A empreendedora afirma que o ‘boca a boca’ ainda é o maior marketing que se tem para fechar contrato, mas destacou a importância de investir nas redes sociais. “Quando passo o endereço do meu Instagram as pessoas já entendem que ali é a minha vitrine e que a minha empresa é online. Se não fosse o mundo virtual talvez a Celebre Amor não existisse”, afirmou.

Emanuelle Araújo é mais uma paraibana que decidiu empreender, mesmo com a formação em Direito. Atuando no ramo de doces há quase dois anos, a empreendedora assegurou que a Doce Confeti surgiu com a necessidade de ter seu próprio negócio mesmo. “Cheguei a atuar como advogada, tive alguns processos, mas não era o que fazia meu coração bater. Não era algo com o qual me identificava 100% e fazer doces é algo que faço feliz”, revelou.

Apesar de mensalmente conseguir obter uma renda a partir da produção dos doces, Emanuelle apontou que, assim como o mundo da decoração vivido por Kayllane, no ramo dos doces ela também encontra barreiras. “Os desafios são vários, mas os que posso destacar para esse período são os preços dos insumos, que tiveram uma elevação significante e o interesse das pessoas em adquirir um produto, que teve uma queda devido as consequências ocasionadas pela pandemia como o desemprego, a baixa de renda”, concluiu.

Serviços – Para conhecer mais os serviços da decoradora Kayllane, proprietária da Celebre Amor, basta acessar o @celebreamorr; Já para ter acesso aos produtos da doceira Emanuelle, o endereço é @doce.confetijp, ambas no Instagram

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Áreas verdes reconectam moradores de apartamentos com a natureza

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As plantas promovem uma conexão com a natureza que proporciona bem-estar, agregando beleza e qualidade de vida. Por isso, é cada vez mais comum moradores de apartamentos desejarem apostar no verde, seja em jardins verticais, plantas ou árvores frutíferas nas áreas externas ou internas. “Há pessoas que temem perder o contato com a natureza por estarem em imóveis menores e sem a presença de terra para plantio, mas o que muitos desconhecem é que os apartamentos têm se tornado cada dia mais funcionais e, consequentemente, mais propícios ao cultivo de plantas”, comenta o engenheiro Guy Porto, sócio-diretor da Massai.
A presença de elementos típicos de folhagem natural nos ambientes se destaca e encanta as famílias. Agregando beleza na decoração do ambiente, as plantas possuem diversas características que proporcionam benefícios, como inspirar a criatividade, proporcionar a sensação de aconchego, minimizar alergias, fornecer energia, diminuir o estresse e acalmar os olhos, além de melhorar o ar e a umidade.
Para Guy, cuidar das plantas funciona como um alívio em meio a correria do dia a dia. “Eu amo o contato com a natureza que elas proporcionam, pois cresci no interior subindo em árvores. Ter essa proximidade com o meio ambiente é muito importante para mim”, comenta o engenheiro, que conta com mais de 30 plantas na varanda.
Segundo ele, é comum atender clientes que priorizam apartamentos com espaço para jardinagem e não abrem mão de ter uma área verde dentro de casa, independentemente do tamanho. “Nos nossos empreendimentos, nos deparamos muitas vezes com moradores que auxiliam inclusive nos cuidados com os jardins coletivos, que são pensados para proporcionar o contato com a natureza. Outros nos contam que só sairiam de uma casa para morar em um apartamento se for possível levar consigo as plantas que possuem. Hoje em dia, as plantas vão além de compor uma decoração”, comenta.
Sobre a Construtora Massai – Há 25 anos no mercado, a Construtora Massai é referência em qualidade, lançamentos inovadores, pontualidade na entrega e tecnologia. Figurando entre as cem maiores construtoras do país, de acordo com o ranking nacional da INTEC Brasil, a construtora é também uma das empresas mais respeitadas e admiradas no mercado da construção civil. Criada em 1996, conta com empreendimentos de luxo e alto padrão em João Pessoa, Campina Grande e Mossoró (RN). Para conhecer melhor a Massai e suas atividades, o site é www.massai.com.br . No instagram, @massaioficial .
A Massai fica localizada na Avenida Monteiro da Franca, 1092 – Manaíra, em João Pessoa. Outras informações, pelo telefone 83 3506 6800.

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Reconhecimento: Município de Areia recebe título de Capital Paraibana da Cachaça

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O município de Areia, no Brejo da Paraíba, agora é oficialmente a Capital Paraibana da Cachaça. O Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (20) trouxe a publicação da Lei 11.873/21, de autoria do deputado e presidente da Frente Parlamentar de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa (ALPB), Eduardo Carneiro (PRTB), que institui o título a cidade. A legislação tem como objetivo aquecer o turismo e a economia local.

Areia é a 4ª cidade em número de estabelecimentos de produtores de cachaça do Brasil e a 1ª do Nordeste. No município, existem 28 engenhos ativos, que em 2018 produziram 4,5 milhões de litros de cachaça. O setor gera aproximadamente dois mil empregos indiretos e 45% do ICMS que entra em Areia é oriundo da cachaça. Os dados são do Anuário da Cachaça.

De acordo com Eduardo, a produção de cachaça em Areia também movimenta a economia local através do turismo, sendo os engenhos um dos principais atrativos do município. Os engenhos de cachaça de Areia recebem em tomo de 25 mil turistas por ano e estão no roteiro turístico “Caminhos dos Engenhos”.

“Com a concessão do título de Capital Paraibana da Cachaça à cidade de Areia, vamos alcançar uma maior divulgação da excelente qualidade das cachaças do município, reconhecidas pelos inúmeros prêmios recebidos, facilitando a captação de recursos e investimentos, impulsionando também o turismo do setor, promovendo a geração de mais empregos e o consequente desenvolvimento regional. A lei também confere justo reconhecimento à identidade cultural local associada ao produto e a sua história”, destacou o deputado.

Produção – Dados da Associação Paraibana dos Engenhos de Cachaça de Alambique (Aspeca), a Paraíba é o maior fabricante de cachaça de alambique do país, possui 80 engenhos que juntos fazem 12 milhões de litros por ano. No Brasil, existem cerca de 40 mil produtores de cachaça artesanal. O Estado possui 30 engenhos que produzem e engarrafam cachaça e outros 50 apenas produzem a bebida, vendendo a outras marcas.

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Lei garante vagas de estágio em órgãos públicos para idosos

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Órgãos ou entidades da Administração Pública da Paraíba devem destinar vagas de estágio para idosos. Isso é o que determina a Lei 11.875/21, de autoria do deputado Eduardo Carneiro (PRTB), publicada na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (20).

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) mostram que o desemprego entre esse público aumentou nos últimos anos, passando de 18,5% em 2013 para 40,3% em 2018. Além disso, nos atuais dados do IBGE, 41% do total de ocupados estão na informalidade. A falta de ocupação é uma das causas da depressão entre os idosos, doença que atinge 9,2% deles no país. Na Paraíba, 11,4% da população tem mais de 60 anos.

O deputado explica que a ideia da lei não é substituir estagiários, mas sim, permitir que diferentes gerações agreguem um novo conjunto de competências ao Governo do Estado gerando troca de experiências e aprendizado. “Temos idosos ativos e que podem colaborar muito com a administração, além disso, um estágio é uma oportunidade para que eles tenham uma ocupação e desenvolvam novas habilidades”, disse.

De acordo com a Lei, 1% das vagas de estágio de nível superior devem ser oferecidas para pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, mas se a quantidade de candidatos com esta faixa etária for menor do que o número de oportunidades reservadas, as remanescentes serão ocupadas pelos demais concorrentes.

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