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Paraíba

Indicado por Flávio, Queiroga tem acesso ao Centrão e compara sua situação com a do Papa Francisco

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O médico paraibano Marcelo Queiroga, que será o novo ministro da Saúde a partir da nomeação na quinta-feira (18), apesar de ter sido indicado por Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), e de ser bolsonarista, também mantém diálogo aberto com políticos do chamado ‘Centrão’, em Brasília.

A informação, que foi publicada em uma matéria do Estadão, ainda diz que Queiroga ainda possui um bom trânsito entre secretários de Estados e Municípios brasileiros.

O novo ministro já teve uma conversa com deputados nesta semana e, segundo uma parlamentar, o médico afirmou que terá liberdade para montar a sua equipe, informação esta que foi recebida com ceticismo por alguns presentes.

O paraibano, em uma entrevista concedida à reportagem da Folha, afirmou que pretende chamar secretários estaduais e municipais e articular um movimento de “união nacional” e superar a situação dramática que o país atravessa por causa da epidemia e que, para tanto, já teria entrado em contato com alguns deles e, estrategicamente também com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que representa o fórum dos governadores.

Mesmo sendo alinhado ao pensamento bolsonarista, Queiroga afirmou que não condenará medidas regionais de isolamento social que forem decretadas, mas, que a vacinação em massa será a maior das suas prioridades à frente do cargo.

“O presidente quer que eu dialogue em nome da saúde no Brasil”, disse Queiroga que, logo em seguida, fez referência à Igreja Católica.

“A Igreja, quando passava por uma crise, foi buscar um padre de longe [na Argentina, fora do circuito europeu] para resolver. Não quero me comparar ao papa Francisco, longe de mim. Mas o presidente Bolsonaro foi buscar alguém lá de longe, na Paraíba, para tentar superar os problemas. Sou um homem do diálogo”, afirma.

 

 

 

 

 

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Paraíba

Prefeita assina ordem de serviço para reformar centro de reabilitação física de Conde

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A prefeita de Conde, Karla Pimentel, assinou no final da tarde dessa terça-feira (20), a Ordem de Serviço da reforma do Centro de Reabilitação Físico e Auditivo Antônio de Souza Maranhão (CER), no conjunto Nossa Senhora das Neves, que passará por reparos e adequações que permitirão o aprimoramento do atendimento ao público.

Serão investidos R$ 400 mil na obra para reparos e na requalificação da unidade que está em processo de regionalização e passará a atender os municípios de Alhandra, Caaporã e Pitimbú, através de encaminhamento das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e dos especialistas da rede municipal de Saúde de Conde e das cidades pactuadas. Além disso, está implantando a tecnologia assistiva e das práticas terapêuticas integrativas, como por exemplo a acupuntura, aurículoterapia, osteopatia e quiropraxia.

Sobre a unidade que deverá ser entregue reformada até o dia 19 de abril de 2022, a secretária de Saúde, Vanessa Cintra, afirmou que “Conde ganha um Centro de Reabilitação Físico e Auditivo com espaço para as pessoas do jeito que a população merece”.

A prefeita Karla Pimentel chamou a atenção para a visão humanizada proposta pela atual administração. “Estamos valorizando as pessoas e, assim, transformando a vida delas”. Sua fala foi endossada pelo deputado estadual Eduardo Carneiro que disse ter notado “na gestão da prefeita Karla, um cuidado muito especial com a saúde e atenção para os que mais precisam”.

Além das autoridades supracitadas, também prestigiaram a solenidade o presidente da Câmara Municipal, o vereador Luzimar Nunes; os vereadores Daniel Júnior, Josemar Antunes, Moizinho e Flávio Melo; e os secretários de Infraestrutura, Comunicação e Difusão Digital, Planejamento e Turismo.

O Centro faz parte do serviço especializado da Rede de Atenção à Pessoa com Deficiência Física do Ministério da Saúde e trabalha com avaliação, diagnóstico e tratamento, além da promoção e prevenção a saúde. O CER dispõe de serviços de ortopedia, neurologia, otorrinolaringologia, fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional, psicologia, assistência social, entre outros.

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Paraíba

DOE publica Lei autorizando que nome de José Maranhão seja dado à nova avenida na Capital paraibana

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O Diário Oficial do Estado (DOE) da Paraíba trouxe, nesta quarta-feira (20), a publicação da Lei que presta homenagem ao ex-senador José Maranhão que faleceu em fevereiro deste ano, vítima de complicações da Covid-19.

O nome de José Maranhão será dado à obra que irá beneficiar a mobilidade com a ligação entre a Avenida João Cirilo, no bairro Altiplano, ao Hospital Universitário Lauro Wanderley, no bairro Castelo Branco, em João Pessoa. A ordem de serviço no valor de R$ 14,7 milhões foi assinada no último dia 4 de outubro.

Leia também: Governador envia proposta à AL para homenagear Zé Maranhão com nome em avenida na Capital

Leia também: Senador José Maranhão morre vítima de complicações após contrair vírus da Covid-19

Segundo a publicação a Lei nº 12.093 de 19 de outubro de 2021 entra em vigor a partir da data de publicação.

Clique aqui e confira a íntegra da publicação.

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Paraíba

Juíza do TJPB capacita servidores da Corte Eleitoral estadual no combate à violência contra mulher

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Uma das coordenadoras da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça da Paraíba, juíza Anna Carla Falcão da Cunha Lima Alves, e as representantes da Comissão de Participação Feminina do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (Copfem/TRE-PB) se reuniram com chefes de cartório eleitorais do Estado e os servidores que atuam no serviço de recepção e segurança no edifício-sede do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), com o objetivo de orientar esse pessoal a respeito dos procedimentos iniciais de atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica que procurarem apoio nessas unidades. Anna Carla Falcão também é juíza da 2ª Zona Eleitoral e titular da 5ª Vara Mista da Comarca de Santa Rita.

A capacitação aconteceu nessa segunda-feira (18) e segundo a coordenadora da Mulher em Situação de Violência do TJPB, a Corte Eleitoral aderiu à Campanha “Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica”, realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Durante o treinamento, foi disponibilizada a cartilha digital e tutorial do CNJ e da AMB, adaptada pela Justiça Eleitoral, para acolher com sigilo e discrição, a vítima que lhes sinalizar por socorro, no ambiente da Zona Eleitoral, acionando as autoridades competentes.

“As várias formas de violência doméstica abalam toda a estrutura familiar, logo, peço a todas mulheres que sejam vítimas desse tipo de coisa que procurem alguma das portas da nossa rede de proteção, a exemplo dos cartórios eleitorais e denunciem”, comentou a coordenadora da Mulher do TJPB. A magistrada afirmou, ainda, que muitas mulheres preferem silenciar o sofrimento pelos quais passam, seja por medo e/ou dependência física ou psicológica do agressor. “São mulheres vítimas de uma masculinidade tóxica e, por isso, precisam do nosso acolhimento, para que denunciem. Toda a sociedade precisa fortalecer essa corrente e não se calar. Tudo com o objetivo de cessar esse terrível ciclo de violência, antes que seja tarde demais”, ressaltou.

Para a presidente da Copfem/TRE-PB, Ana Karla Farias, participar de uma campanha que objetiva apoiar essas mulheres em vulnerabilidade em nosso estado, “é missão de cada um de nós e a Comissão de Participação Feminina do TRE-PB, sensível e preocupada com esse tipo de injustiça social, não poderia escolher a omissão e o silêncio, mas um caminho para encorajá-las a buscar o seu espaço com dignidade em nossa sociedade”, ressaltou.

Como funciona a Campanha – O sinal “X” feito com batom vermelho (ou qualquer outro material) na palma da mão ou em um pedaço de papel, o que for mais fácil, permitirá que a pessoa que atende reconheça que aquela mulher foi vítima de violência doméstica e, assim, promova o acionamento da Polícia Militar.

Quando a pessoa mostrar o “X”, o atendente, de forma reservada, usando os meios à sua disposição, registra o nome, o telefone e o endereço da suposta vítima, e liga para o 190 para acionar a Polícia Militar. Em seguida, se possível, conduz a vítima a um espaço reservado, para aguardar a chegada da polícia.

Se a vítima disser que não quer a polícia naquele momento, entenda. Após a saída dela, transmita as informações pelo telefone 190. Para a segurança de todos e o sucesso da operação, sigilo e discrição são muito importantes. A pessoa atendente não será chamada à delegacia para servir de testemunha.

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