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Brasil

Campinense que integra o chamado ‘gabinete do ódio’ é aposta de Bolsonaro em 2022

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O paraibano, de Campina Grande, Tércio Thomaz, que integra o chamado ‘gabinete do ódio’ está sendo apontado como um dos três nomes que recebem incentivo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para disputar uma vaga na Câmara Federal em 2022.

De acordo com matéria originalmente publicada pelo O Globo, Tércio chegou aos braços de Bolsonaro após criar na internet a página ‘Bolsonaro Opressor’ e ter sido descoberto pelo filho do presidente, vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), que o convidou para trabalhar com a família.

Carlos Bolsonaro teria lotado o paraibano em seu gabinete, na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro (CMRJ), mesmo sabendo que Tércio estaria ausente do gabinete carioca para se manter presente nas viagens de campanha do então candidato a presidente Jair Bolsonaro.

‘Gabinete do ódio’

Tércio Thomaz, que mantém forte atuação nos bastidores, principalmente, nas redes sociais, ficou conhecido após ser apontado como integrante do chamado ‘gabinete do ódio’ que é formado por um grupo de assessores do presidente que tem como função primeira atacar adversários de Bolsonaro.

Para tanto, o paraibano criou contas no Twitter e no Telegram onde divulga falas do presidente, atos de Governo e ataques difamatórios aos adversários políticos do presidente.

Tércio é citado no inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga a organização de atos antidemocráticos.

De acordo com informações publicadas pela BBC News, o Laboratório Forense Digital do Atlantic Council revelou que Tomaz era o responsável pela página “Bolsonaro Opressor 2.0”, que foi removida por publicar notícias falsas e atacar desafetos políticos de Bolsonaro como o então governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel e os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Sergio Moro.

Outros nomes

Os outros nomes apontados por Bolsonaro para disputar vaga na Câmara Federal em 2022 com o seu total apoio são o de Mosart Aragão Pereira e de Max Guilherme.

Mosart Aragão é tenente do Exército e extremamente próximo da família de Bolsonaro no Vale do Ribeira, em São Paulo.

Já Max Guilherme é policial militar do Bope do Rio de Janeiro que trabalhou como segurança de Bolsonaro nas eleições de 2018.

Max foi contratado pelo PSL, antigo partido do presidente e, logo após a eleição, foi cedido pela PM para trabalhar com Bolsonaro.

O policial, que teve cessão renovada no último mês de janeiro, está na comitiva do Governo Federal que foi até Israel para discutir cooperação tecnológica para o combate à pandemia.

Motivos

Ainda de acordo com a matéria publicada a ideia de Bolsonaro em apadrinhar apenas os ‘homens de confiança’ estaria ligado ao fato do presidente dizer nos bastidores que em 2018 teria se cercado de “oportunistas” que, logo depois de eleitos, teriam rompido politicamente com ele.

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Aliado de Bolsonaro, Gilberto Kassab, se encontra com Lula em Brasília

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O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, conversaram, nesta quarta-feira (5), com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Brasília.

De acordo com a matéria originalmente publicada pelo Metrópoles O encontro de Maia com Lula durou quase duas horas. Após a reunião, o deputado fluminense se limitou a dizer que apenas teve um bate-papo com o petista. Kassab se encontrou com o ex-presidente logo em seguida.

Lula chegou em Brasília nessa segunda (3), para conversar com parlamentares e lideranças políticas, e trabalha na construção de uma frente ampla democrática no Rio de Janeiro, principal reduto eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Ainda nesta semana, Maia tem um encontro com o prefeito do Rio de Janeiro (RJ), Eduardo Paes (DEM). Ambos anseiam sair do DEM. O PSD de Kassab é um dos partidos com quem conversam. O Metrópoles apurou que as tratativas de Maia e Paes com o PSD estão em fase final.

Na foto publicada pelo Metrópoles aparecem Fernando Haddad, Lula, Kassab e Gleisi Hoffmann.

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Presidente do PSD na Paraíba descarta Lula e quer partido junto com Bolsonaro em 2022

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O ex-prefeito de Campina Grande e atual presidente do PSD na Paraíba, Romero Rodrigues, ao ser questionado sobre sua opinião acerca do encontro realizado nesta semana entre o presidente nacional da sua legenda, Gilberto Kassab, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Brasília, disse que por ter um perfil de centro irá sempre ouvir e buscar o melhor entendimento, mas, que não pode “botar o carro na frente dos bois” e que segue favorável à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A declaração de Romero Rodrigues foi dada nesta quinta-feira (6), no programa Correio Debate, da Rádio 98 FM.

Clique no player abaixo e confira a íntegra da fala de Romero:

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Ao vivo: Queiroga evita responder se apoia ou não prescrição da cloroquina para pacientes covid-19

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga evitou responder à pergunta sobre ouso da cloroquina para tratamento de pacientes da covid-19, protocolo defendido pelo presidente Jair Bolsonaro. “O senhor compartilha da opinião do presidente sobre o uso da cloroquina?”, indagaram os senadores.

A informação foi destaque da matéria originalmente publicada pelo Estadão. Na CPI, Queiroga disse que “essa é uma questão de natureza técnica”.

O ministro afirmou que há correntes contrárias ao uso do medicamento e outra corrente que defende. “Essa questão precisa de posicionamento técnico”, continuou.

O tema foi motivo de embate entre senadores na CPI. Parte dos parlamentares alegou que o senador Renan Calheiros, relator da CPI, estava induzindo o ministro a um tipo de resposta. Já Calheiros argumentou que essa deveria ser uma resposta objetiva. “Sim ou não?”, insistiu Calheiros. Queiroga disse que não deve fazer juízo de valor.

Clique no player abaixo e confira a transmissão ao vivo da sabatina através do Youtube da TV Senado:

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