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Brasil

Julian Lemos quer punição para profissionais de Saúde que simulam aplicação da vacina contra Covid

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O deputado federal Julian Lemos (PSL) utilizou suas redes sociais para expressar indignação e revolta por causa de ações de má-fé cometidas por alguns profissionais de Saúde que simularam a aplicação de vacinas em pacientes de diferentes Estados do Brasil.

Na postagem, Julian Lemos critica a maldade e a desonestidade de algumas pessoas e reforça a ideia de que quem pratica esse tipo de ação deve ser punido de forma imediata.

O parlamentar lembra que diversos vídeos com registros de flagrantes desse tipo de situação estão circulando pela internet mostrando casos em que pacientes chegam a ter a pele perfurada pela agulha, mas, não recebem a aplicação do imunizante.

A repercussão das notícias de casos com simulação na aplicação da vacina contra a Covid-19 tem provocado surpresa e preocupação em todas as esferas sociais.

Para evitar esse tipo de situação, Secretarias de Saúde de várias cidades brasileiras passaram a orientar os profissionais a mostrar a ampola e a seringa com o líquido imunizante aos pacientes e seus acompanhantes antes da aplicação da vacina.

Em caso de comprovação de uma aplicação simulada da vacina contra a Covid-19, as autoridades podem instaurar processo ético e, como punição, cassar o registro do profissional envolvido na farsa.

“A maldade e desonestidade humana não tem limites, quem faz algo do tipo tem que ser preso imediatamente, isso é um crime! Pessoa simulando vacinas em idosos, quando achamos que já vimos de tudo, inventam mais essa, esse país não é para amadores”, diz Julian em tom de indignação.

Confira abaixo um vídeo publicado pelo parlamentar com um dos flagrantes de uma aplicação simulada da vacina contra a Covid-19:

 

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Brasil

Bolsonaro exonera Ministro Onyx Lorenzoni

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O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), decidiu exonerar Onyx Lorenzoni (DEM-RS) do cargo de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência. Ele foi temporariamente afastado para votar emendas do Orçamento e a PEC da imunidade na Câmara dos Deputados.

Em nota, Onyx afirmou que pediu exoneração do cargo, conforme publicação na edição extra do Diário Oficial, “para tratar de emendas do orçamento no Congresso Nacional”. Ele vai reassumir a pasta no dia 2 de março.

O afastamento também faz parte da estratégia do Palácio do Planalto para garantir a vitória da PEC da imunidade na Casa.

A proposta cria novas regras para a imunidade parlamentar. Na prática, as mudanças vão dificultar a prisão de deputados e senadores em alguns casos.

A exoneração foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), na sexta-feira (26).

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Aguinaldo Ribeiro entrega texto da reforma tributária ao presidente da Câmara, Arthur Lira

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O tão aguardado texto atual da proposta de reforma tributária formulado pelo relator, deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP), já foi entregue ao presidente da Câmara Federal, deputado Arthur Lira (PP-AL).

A informação foi confirmada pelo próprio Lira durante um jantar promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) na noite desta quinta-feira (26) e divulgada na matéria postada originalmente pelo Estadão nesta sexta-feira (26).

De acordo com Lira, nos próximos dias, ele discutirá a proposta, em detalhes, com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

O debate acerca da reforma tributária é considerado por especialistas um dos mais travados dos últimos tempos, uma vez que Governo, deputados e senadores tem apresentado propostas diferentes.

Em linhas gerais, diante de todas as discussões e análises, o cronograma prevê que o tema seja votado apenas no último trimestre deste ano de 2021.

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Petroleiros da PB e de mais 12 Estados entram na briga contra venda de refinaria da Petrobras

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O Sindicato de Petroleiros do Estado da Paraíba, em parceria com outros 12 Sindicatos da mesma categoria decidiu enviar uma carta ao fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos pedindo detalhes sobre a venda da refinaria da Petrobras instalada na Bahia, que é a segunda maior do Brasil.

De acordo com informações de uma matéria postada na Folha, os representantes dos Sindicatos argumentam que a transação “acarretará graves prejuízos econômicos ao patrimônio da Petrobras, pelo negócio estar inserido diante de insegurança jurídica”.

Apesar do fundo Mubdala ter apresentado a melhor oferta na concorrência para a refinaria, no valor de US$ 1,65 bilhão (cerca de R$ 8,8 bilhões, pela cotação atual), no documento, todas as entidades defendem que a transação é ilegal e inconstitucional.

Ao lado do Sindicato paraibano estão os Sindicatos de petroleiros dos Estados de Pernambuco, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Caso a venda seja concretizada, esta será a primeira de uma refinaria da estatal desde que a empresa abriu processo para buscar interessados por 8 das suas 13 refinarias, em 2019, sob o argumento de que precisa focar seus esforços na exploração do pré-sal.

A Petrobras acrescenta que a venda só será aprovada se atender às premissas estipuladas no processo, incluindo a faixa de valor estimada pela estatal e a avaliação do assessor financeiro independente.

Nos casos em que essas condições não são atendidas pelas ofertas, o processo de desinvestimento não segue para as etapas seguintes, como ocorreu com a venda da Refinaria Presidente Getúlio Vargas, no Paraná.

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