Nos acompanhe

Negócios

Procons discutem protocolo de segurança para retorno das aulas presenciais

Publicado

em

Apresentação de planilha de custos que justifique aumento da mensalidade, a desvinculação entre a matrícula e a compra do material didático e a possibilidade de fragmentação da aquisição desse material pelo aluno na medida de sua necessidade. Essas foram algumas das propostas apresentadas pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa em reunião com os Procons da Paraíba e o Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe-PB) sobre a possibilidade de retorno das aulas presenciais e protocolo de segurança a ser adotado.

Representantes das Secretarias de Saúde do Estado e do Município estiveram representadas no encontro, além da Secretaria Estadual de Educação. O titular do Procon-JP, Rougger Guerra, adianta que este primeiro encontro, realizado na sede do Procon Estadual, foi muito proveitoso.

“Levamos para a reunião a proposta de um TAC, firmado de forma conjunta por todos os órgãos consumeristas do Estado, que estabelecesse as diretrizes a serem seguidas na relação entre instituições de ensino e alunos da rede particular, tais como matrículas, índice de reajuste da mensalidade e aquisição de material didático e escolar. Na próxima semana, nos reuniremos novamente e, certamente, vamos dar uma resposta à sociedade sobre as questões mais urgentes e importantes que o momento exige”, afirmou Rougger Guerra.

O secretário reforça que todos os Procons da Paraíba, bem como as secretarias de Educação e Saúde do Estado e dos municípios estão trabalhando para que a volta às aulas seja realizada de forma segura para os alunos, além de garantir aos pais que a legislação pertinente ao assunto seja respeitada. “Todos estamos dialogando com base na legislação e trabalhando para encontrar formas práticas e seguras para que o retorno às aulas se dê por critérios técnicos e científicos estabelecidos pelos órgãos competentes para tanto, enfatizando, é claro, as necessidades dos estudantes, primeiramente”.

Atendimentos do Procon-JP
SAC: Avenida Pedro I, n°473, Tambiá
Telefone para dúvidas e orientação: 0800 083 2015 ou 3218-5720
Instagram: @proconjp
Horário de atendimento: 8h às 17h, de segunda à sexta-feira

Continue Lendo

Negócios

Bruno recebe empresários do setor de transporte público, que alegam dificuldades extremas na cidade

Publicado

em

O prefeito Bruno Cunha Lima manteve reunião com os empresários do setor de transporte de passageiros, na sede da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande (STTP). Na pauta, a crise sem precedentes por que passa o segmento, principalmente desde a eclosão da pandemia.

“Não podemos deixar a sociedade sem o serviço, nem tão pouco deixar as empresas fecharem as portas”, destacou, após ouvir os empresários Alberto Pereira Nascimento e Paulo Farias (Consórcio Santa Verônica), Agnelo Cândido, e Noaldo Cabral (Consórcio Santa Maria), integrantes do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Campina Grande.

Segundo os empresários, por conta dos aplicativos e outras medidas, o setor de transporte coletivo vem acumulando perdas exponenciais nos últimos anos, notadamente com a “evasão” dos passageiros – numa redução anual que ultrapassa 2 milhões de passageiros, além dos altos impostos, como o ICMS, insumos de serviços, gratuidade no sistema, dentre outros.

_Dificuldade sistêmica_

Durante sua fala, o prefeito ressaltou que o momento é de união, e que os três lados da discussão estão fragilizados – a prefeitura, o empresariado e passageiro. Bruno destacou que as dificuldades e os problemas do transporte público não são exclusividade de Campina Grande. O país inteiro está com o problema, e que não há uma solução prática, de imediata, mas deixou claro que sempre o interesse público maior é o que delineará as decisões.

Apresentando a atual equivalência tarifária de passageiros, o presidente do Sitrans, Agnelo Candido, disse que as empresas não dispõe mais de capacidade financeira para honrar os compromissos, inclusive de funcionários, como salários e vales- alimentação atrasados, e que o sistema está falido.

Continue Lendo

Negócios

Unimed João Pessoa orienta como se proteger da covid-19 durante as atividades físicas

Publicado

em

A vacinação contra a covid-19 já teve início na Paraíba, mas ainda é preciso manter os cuidados de prevenção à doença. Para quem não abre mão das atividades físicas, alguns protocolos devem ser seguidos para manter a segurança de todos.

O diretor de Provimento de Saúde da Unimed João Pessoa, Petrúcio Sarmento, lembra que é seguro fazer os exercícios desde que alguns cuidados sejam adotados. “No caso de ambientes fechados, o distanciamento adequado e o uso de máscara são obrigatórios, porém, ao ar livre, o item pode ser dispensado desde que não haja aglomerações. Lugares amplos e arejados são os mais indicados”, orienta.

Ele lembra que, no momento, os exercícios desempenham um papel ainda mais importante para a qualidade de vida. “As atividades físicas são importantes não apenas para o controle do peso e busca por hábitos saudáveis, mas também são um importante aliado para a manutenção do bem-estar e saúde mental”, complementa.

Horários de pico – Para o profissional de educação física Claudney Forte, da equipe de promoção da saúde da Unimed João Pessoa, evitar horários de pico nas praças e na praia é um dos primeiros passos para a prevenção. Ele também destaca a importância da prática individual. “Nos esportes de contato, a proximidade entre as pessoas é um fator de risco de contaminação. Por isso, realizar os exercícios sem compartilhar material e higienizando os equipamentos ao mudar de atividade é essencial”, explica.

Segundo ele, esportes de alta intensidade não são recomendados. “O ideal é praticar modalidades com intensidade moderada, como caminhadas, natação ou apenas o fortalecimento muscular leve. Neste momento de pandemia, é importante a realização de exercícios que ajudem a aumentar a imunidade”, explica Claudney.

Sobre a Unimed JP – Com 49 anos de tradição, a Unimed João Pessoa é uma cooperativa de trabalhos médicos que se consolidou como a melhor e maior operadora de planos de saúde da Paraíba. Além de mais de 1,8 mil médicos cooperados, possui a mais completa rede de assistência médico-hospitalar privada do Estado. São diversos hospitais credenciados, sendo dois próprios – um deles referência em alta complexidade -, além de clínicas, prontos-socorros e laboratórios à disposição de 150 mil clientes. Comprometida com o desenvolvimento sustentável, é signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Tudo isso garante à Unimed JP a liderança absoluta no segmento de saúde suplementar no mercado paraibano. Acesse www.unimedjp.com.br.

Continue Lendo

Negócios

Asplan repudia propaganda do MPT que associa trabalho infantil ao setor canavieiro

Publicado

em

Circula em redes sociais, um banner de uma propaganda do Ministério Público do Trabalho (MPT) que associa o trabalho infantil ao setor canavieiro. A publicidade, inclusive, coloca uma foto de um feixe de cana-de-açúcar ilustrando a comunicação que recebeu nesta quinta-feira (21), uma nota de repúdio da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). O presidente da entidade, José Inácio de Morais, ficou indignado ao tomar conhecimento da peça publicitária. “Nós não somos empregadores de mão de obra infantil e há muito tempo que os trabalhadores canavieiros ganharam melhores condições de trabalho n o campo, portanto, associar nosso segmento a práticas ilegais é um absurdo, é descabido e inaceitável. A Paraíba, no que tange nosso setor, não tem mão de obra infantil”, afirmou o dirigente canavieiro.

José Inácio lembra que várias empresas ligadas ao segmento no estado, a exemplo da Monte Alegre, Miriri, Tabu e Japungu são, inclusive, reconhecidas como empresas amigas das crianças por iniciativas que ajudam as crianças a terem mais oportunidades, a exemplo da manutenção de creches, escolas, bibliotecas, espaços de lazer, etc. “As empresas paraibanas também são fiscalizadas frequentemente pelo MPT e têm reconhecido seu compromisso social”, reitera o dirigente canavieiro.

Outra pessoa que se mostrou indignado sobre a propaganda do MPT foi o especialista em agronegócio, Marcos Fava Neves. Em seu perfil nas redes sociais ele escreveu: “O MPT deve se comunicar com a sociedade, mas não deve em suas comunicações usar os recursos públicos para atacar agentes da economia que não servem de exemplo para suas mensagens e estão justamente entre os que provém o orçamento do MPT. Errou ao atacar o setor de cana-de-açúcar , que caminha a largos passos para a sustentabilidade nos pilares ambiental, social e econômico. Há vastas literatura com esses números”, destacou Neves.

Para José Inácio iniciativas como essa só desconstroem a imagem de um setor vital para a economia do país, inclusive, na geração de emprego e renda no campo. “Nós somos quem mais empregamos no campo, respeitamos as regras de sustentabilidade, geramos renda e não empregamos mão de obra infantil. Essa campanha do MPT deveria ser retirada imediatamente e o segmento deveria receber um pedido de desculpa formal pelo constrangimento causado por essa falsa e equivocada associação com o trabalho infantil”, finaliza José Inácio.

Sobre a propaganda

No banner, o MPT associa o trabalho infantil a uma vaga de emprego para crianças e utiliza uma foto de cana com a frase “Fazenda infância destruída’ e ainda tem os dizeres: Procura-se profissional mirim com agilidade para cortar cana e colher café…. Mais em baixo, o banner destaca: Essa vaga não existe, mas o trabalho infantil continua sendo realidade na vida de muitas crianças”.

Confira abaixo a íntegra da postagem feita por Marcos Favas Neves:

 

Continue Lendo