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João Azevêdo abre 32° Salão do Artesanato Paraibano e destaca investimentos no setor

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O governador João Azevêdo abriu, nesta sexta-feira (8), o 32° Salão do Artesanato Paraibano que, por conta da pandemia do coronavírus, terá edição digital. A abertura do evento ocorreu no Espaço Cultural José Lins do Rêgo, em João Pessoa, e foi transmitido pelas redes sociais do Governo do Estado. Participaram ainda da solenidade a presidente de Honra do Programa do Artesanato da Paraíba (PAP), Ana Maria Lins, a gestora do PAP, Marielza Rodriguez, o diretor-técnico do Sebrae, Luiz Alberto Amorim, e a artesã e diretora do Fórum Estadual do Artesanato, Rosângela da Rocha Pedro.

O Salão do Artesanato Paraibano adotou o formato digital e, por meio de uma parceria entre o Governo do Estado e o Sebrae, foi desenvolvida uma plataforma de marketplace. No site www.salaodoartesanatoparaibano.com.br  o cliente na Paraíba ou em qualquer parte do mundo terá acesso ao melhor do artesanato produzido no Estado. O evento tem como tema “Retalhos que conectam vidas”, homenagem ao fuxico e ao patchwork, com realização até o dia 7 de março.

Na live de abertura, o governador João Azevêdo iniciou o seu discurso parabenizando a artesã Rosângela da Rocha, que confeccionou uma colcha de retalhos para homenagear os profissionais de saúde na luta contra a pandemia. “Nesta peça que aqui está, Rosângela conseguiu fazer com que entendêssemos que a pandemia, com um número enorme de informações constantes que recebemos todos os dias, que cada número daquele é uma vida, que cada número daquele tem uma pessoa, tem uma família que está sofrendo as consequências dessa doença tão grave”, afirmou.

Em seguida, o governador falou da expectativa para o Salão do Artesanato. “Desde o início de nossa gestão, fizemos questão de fazer o melhor possível pelo Salão do Artesanato. Fizemos um grande Salão em Campina Grande – talvez o maior que Campina Grande tenha presenciado -, depois tivemos a oportunidade de levar para a orla o Salão, em janeiro do ano passado, que foi extraordinário com mais de 80 mil peças vendidas, mais de R$ 1,7 milhão de negócios gerados. Qual é a importância dessa experiência? É que estamos abrindo uma loja para o mundo, e pretendemos permanecer com essa loja durante todo o tempo em função dos resultados que serão extremamente positivos”,  ressaltou.

Em sua mensagem, a primeira-dama do Estado e presidente de Honra do Programa do Artesanato, Ana Maria Lins, agradeceu a parceria entre o Sebrae e o Governo do Estado. “Esta edição tem um grande simbolismo para nós, porque representa a superação de obstáculos, a garra do nosso povo e a certeza de que, juntos, podemos ir mais longe. Chegamos até aqui graças à determinação de nossos artesãos e artesãs, que nos encorajam de prosseguir nesse trabalho, elevando a nossa cultura e fortalecendo a economia do nosso Estado. Vocês são a maior razão desse evento, que não poderia deixar de ser realizado”, acrescentou.

“Não poderíamos jamais deixar de realizar o evento, mesmo com os enormes desafios que a pandemia do coronavírus nos impôs. Nos adaptamos, nos reinventamos e estamos conectados para mostrar ao mundo a riqueza da nossa arte e o potencial da nossa terra. A todos os artesãos e artesãs, eu desejo boas vendas nesse e nos próximos Salões que virão, na certeza de que com a chegada da vacina voltaremos a estar juntos para compartilharmos o sucesso de todos”, pontuou Ana Maria Lins.

A gestora do PAP, Marielza Rodriguez, destacou a inovação do evento nesta edição. “Hoje estamos entregando uma loja onde o artesão confeccionou a sua loja, com informação, com consultoria. É uma vitória muito grande, e esperamos gerar cidadania para o artesão e inclusão digital”, disse.

Já o diretor-técnico do Sebrae, Luiz Alberto Amorim, ressaltou o avanço da Paraíba na realização de eventos digitais. “A gente imaginava que a Paraíba estava lá atrás, e na verdade foi a Paraíba que abriu as portas para os eventos digitais. Chegamos, hoje, ao Salão do Artesanato, um momento de muita aprendizagem para os artesãos”, comentou.

Representando o segmento, a artesã e diretora do Fórum Estadual do Artesanato, Rosângela da Rocha Pedro, mais conhecida como Rosa Flor, falou do momento vivido pela categoria. “É uma emoção muito grande fazer parte desse momento, completamente novo. Estamos encarando esse desafio junto com o Governo do Estado e o Sebrae”, disse.

Edição inédita – Por conta da pandemia, o Salão do Artesanato Paraibano, que já foi incorporado ao calendário de eventos da Paraíba, teve de se adaptar. Assim, a 32ª edição do evento será totalmente digital. Para isso, a parceria entre o Governo do Estado e o Sebrae foi essencial na elaboração de uma plataforma de marketplace.

Pelo site www.salaodoartesanatoparaibano.com.br  clientes de todo o mundo terão à disposição de um click ou do toque toda a riqueza do artesanato paraibano, em suas mais diversas topologias: metal, madeira, brinquedos populares, fuxico e patchwork, estas duas últimas homenageadas desta edição, que tem como tema “Retalhos que conectam vidas”.

Ana Holanda é uma das 13 artesãs homenageadas. Participar da edição on-line do evento traz boas expectativas. “Eu sempre participei dos salões presenciais, e para mim esta edição tem sido uma novidade. Este Salão vai ser um diferencial. A gente apresentava os nossos produtos só na Paraíba. Agora, vamos apresentar para o mundo”.

A artesã Janaína de Souza Silva também divide as mesmas expectativas que Ana Holanda. “O sentimento é de gratidão. Quero agradecer ao Governo do Estado, ao Sebrae que sempre esteve disposto para tirar nossas dúvidas. Tenho certeza de que já deu tudo certo”, comemorou.

Homenageadas – A 32ª edição do Salão do Artesanato homenageia 13 artesãs que trabalham com as técnicas de fuxico e patchwork.

As artesãs homenageadas são: Rosângela da Rocha Pedro (Rosa Flor do Patchwork), Mariland Filgueira de Araújo, Janaína de Souza Silva, Odaísa Aires da Silva, Creosvalda Silva Araújo, Maria Alves dos Santos, Ana Maria de Holanda Silva, Ana Maria Trigueiro Beserra, Maria do Socorro Costa, Honorina Cabral Figueiredo de Andrade, Elenilza França de Souza, Maria do Socorro dos Santos Leite e Izilda Firmina Pereira.

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Bruno recebe empresários do setor de transporte público, que alegam dificuldades extremas na cidade

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O prefeito Bruno Cunha Lima manteve reunião com os empresários do setor de transporte de passageiros, na sede da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande (STTP). Na pauta, a crise sem precedentes por que passa o segmento, principalmente desde a eclosão da pandemia.

“Não podemos deixar a sociedade sem o serviço, nem tão pouco deixar as empresas fecharem as portas”, destacou, após ouvir os empresários Alberto Pereira Nascimento e Paulo Farias (Consórcio Santa Verônica), Agnelo Cândido, e Noaldo Cabral (Consórcio Santa Maria), integrantes do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Campina Grande.

Segundo os empresários, por conta dos aplicativos e outras medidas, o setor de transporte coletivo vem acumulando perdas exponenciais nos últimos anos, notadamente com a “evasão” dos passageiros – numa redução anual que ultrapassa 2 milhões de passageiros, além dos altos impostos, como o ICMS, insumos de serviços, gratuidade no sistema, dentre outros.

_Dificuldade sistêmica_

Durante sua fala, o prefeito ressaltou que o momento é de união, e que os três lados da discussão estão fragilizados – a prefeitura, o empresariado e passageiro. Bruno destacou que as dificuldades e os problemas do transporte público não são exclusividade de Campina Grande. O país inteiro está com o problema, e que não há uma solução prática, de imediata, mas deixou claro que sempre o interesse público maior é o que delineará as decisões.

Apresentando a atual equivalência tarifária de passageiros, o presidente do Sitrans, Agnelo Candido, disse que as empresas não dispõe mais de capacidade financeira para honrar os compromissos, inclusive de funcionários, como salários e vales- alimentação atrasados, e que o sistema está falido.

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Unimed João Pessoa orienta como se proteger da covid-19 durante as atividades físicas

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A vacinação contra a covid-19 já teve início na Paraíba, mas ainda é preciso manter os cuidados de prevenção à doença. Para quem não abre mão das atividades físicas, alguns protocolos devem ser seguidos para manter a segurança de todos.

O diretor de Provimento de Saúde da Unimed João Pessoa, Petrúcio Sarmento, lembra que é seguro fazer os exercícios desde que alguns cuidados sejam adotados. “No caso de ambientes fechados, o distanciamento adequado e o uso de máscara são obrigatórios, porém, ao ar livre, o item pode ser dispensado desde que não haja aglomerações. Lugares amplos e arejados são os mais indicados”, orienta.

Ele lembra que, no momento, os exercícios desempenham um papel ainda mais importante para a qualidade de vida. “As atividades físicas são importantes não apenas para o controle do peso e busca por hábitos saudáveis, mas também são um importante aliado para a manutenção do bem-estar e saúde mental”, complementa.

Horários de pico – Para o profissional de educação física Claudney Forte, da equipe de promoção da saúde da Unimed João Pessoa, evitar horários de pico nas praças e na praia é um dos primeiros passos para a prevenção. Ele também destaca a importância da prática individual. “Nos esportes de contato, a proximidade entre as pessoas é um fator de risco de contaminação. Por isso, realizar os exercícios sem compartilhar material e higienizando os equipamentos ao mudar de atividade é essencial”, explica.

Segundo ele, esportes de alta intensidade não são recomendados. “O ideal é praticar modalidades com intensidade moderada, como caminhadas, natação ou apenas o fortalecimento muscular leve. Neste momento de pandemia, é importante a realização de exercícios que ajudem a aumentar a imunidade”, explica Claudney.

Sobre a Unimed JP – Com 49 anos de tradição, a Unimed João Pessoa é uma cooperativa de trabalhos médicos que se consolidou como a melhor e maior operadora de planos de saúde da Paraíba. Além de mais de 1,8 mil médicos cooperados, possui a mais completa rede de assistência médico-hospitalar privada do Estado. São diversos hospitais credenciados, sendo dois próprios – um deles referência em alta complexidade -, além de clínicas, prontos-socorros e laboratórios à disposição de 150 mil clientes. Comprometida com o desenvolvimento sustentável, é signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Tudo isso garante à Unimed JP a liderança absoluta no segmento de saúde suplementar no mercado paraibano. Acesse www.unimedjp.com.br.

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Asplan repudia propaganda do MPT que associa trabalho infantil ao setor canavieiro

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Circula em redes sociais, um banner de uma propaganda do Ministério Público do Trabalho (MPT) que associa o trabalho infantil ao setor canavieiro. A publicidade, inclusive, coloca uma foto de um feixe de cana-de-açúcar ilustrando a comunicação que recebeu nesta quinta-feira (21), uma nota de repúdio da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). O presidente da entidade, José Inácio de Morais, ficou indignado ao tomar conhecimento da peça publicitária. “Nós não somos empregadores de mão de obra infantil e há muito tempo que os trabalhadores canavieiros ganharam melhores condições de trabalho n o campo, portanto, associar nosso segmento a práticas ilegais é um absurdo, é descabido e inaceitável. A Paraíba, no que tange nosso setor, não tem mão de obra infantil”, afirmou o dirigente canavieiro.

José Inácio lembra que várias empresas ligadas ao segmento no estado, a exemplo da Monte Alegre, Miriri, Tabu e Japungu são, inclusive, reconhecidas como empresas amigas das crianças por iniciativas que ajudam as crianças a terem mais oportunidades, a exemplo da manutenção de creches, escolas, bibliotecas, espaços de lazer, etc. “As empresas paraibanas também são fiscalizadas frequentemente pelo MPT e têm reconhecido seu compromisso social”, reitera o dirigente canavieiro.

Outra pessoa que se mostrou indignado sobre a propaganda do MPT foi o especialista em agronegócio, Marcos Fava Neves. Em seu perfil nas redes sociais ele escreveu: “O MPT deve se comunicar com a sociedade, mas não deve em suas comunicações usar os recursos públicos para atacar agentes da economia que não servem de exemplo para suas mensagens e estão justamente entre os que provém o orçamento do MPT. Errou ao atacar o setor de cana-de-açúcar , que caminha a largos passos para a sustentabilidade nos pilares ambiental, social e econômico. Há vastas literatura com esses números”, destacou Neves.

Para José Inácio iniciativas como essa só desconstroem a imagem de um setor vital para a economia do país, inclusive, na geração de emprego e renda no campo. “Nós somos quem mais empregamos no campo, respeitamos as regras de sustentabilidade, geramos renda e não empregamos mão de obra infantil. Essa campanha do MPT deveria ser retirada imediatamente e o segmento deveria receber um pedido de desculpa formal pelo constrangimento causado por essa falsa e equivocada associação com o trabalho infantil”, finaliza José Inácio.

Sobre a propaganda

No banner, o MPT associa o trabalho infantil a uma vaga de emprego para crianças e utiliza uma foto de cana com a frase “Fazenda infância destruída’ e ainda tem os dizeres: Procura-se profissional mirim com agilidade para cortar cana e colher café…. Mais em baixo, o banner destaca: Essa vaga não existe, mas o trabalho infantil continua sendo realidade na vida de muitas crianças”.

Confira abaixo a íntegra da postagem feita por Marcos Favas Neves:

 

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