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Saúde e estética: cirurgia ortognática proporciona qualidade de vida e autoestima para pacientes

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Autoestima, melhorias na saúde e qualidade de vida do paciente. Estes são os resultados da cirurgia ortognática, uma especialidade odontológica para corrigir a mordida, a estética facial e distúrbios, como a apneia do sono, em que há a obstrução parcial ou total das vias aéreas, causando paradas repetidas e temporárias da respiração durante o sono. “O posicionamento inadequado da mandíbula ou da maxila pode prejudicar não só a aparência, mas também aspectos vitais, como funcionamento das articulações Temporomandibulares (ATM), respiração, saúde dos dentes e tecidos adjacentes, além da questão psicossocial, que envolve aspectos psicológicos e sociais. É aí que há a necessidade da cirurgia ortognática”, explica o cirurgião bucomaxilofacial Ruy Veras Filho, da Odontogalerie, em João Pessoa.

O procedimento devolve a função e a estética dos pacientes com deformidades dentofaciais, por meio do reposicionamento dos maxilares. “É uma técnica utilizada para corrigir alterações nos maxilares, conhecidas como deformidades dentofaciais, que podem causar distúrbios na mordida, articulações e respiração. A cirurgia ortognática é um procedimento estético-funcional capaz de restaurar a harmonia facial e a função mastigatória”, explica Ruy.

Segundo ele, a principal indicação é a desarmonia entre o maxilar e a mandíbula. “Caso não haja fatores contra indicativos para realizar o procedimento e já tenha finalizado o processo de maturação óssea, o paciente já pode realizar a cirurgia”, conta Ruy, que pontua os primeiros passos para identificar a necessidade do procedimento. “A análise computadorizada por meio da tomografia em 3D proporciona a previsibilidade dos resultados e a possibilidade de simular diferentes alternativas de tratamento de uma maneira simples e rápida. É um exame de fundamental importância para o planejamento virtual da cirurgia”, explica.

Em seguida, após a indicação pelo cirurgião bucomaxilofacial, é necessário alinhar os dentes com acompanhamento do ortodontista. “Isso é indispensável e deve ser realizado sempre sob o cuidado do ortodontista para ter o encaixe correto quando os maxilares forem reposicionados pela cirurgia. É necessário fazer este preparo ortodôntico, onde o especialista vai descompensar e alinhas os dentes nas bases ósseas e preparar a oclusão do paciente. Já o cirurgião bucomaxilofacial é o responsável por reposicionar os ossos da face de forma que os dentes e os maxilares estejam corretamente alinhados. É um trabalho de equipe”, pontua Ruy.

Pós operatório – Com avaliações e planejamento, o procedimento é realizado em ambiente hospitalar com 24 horas de internação. Segundo Ruy, o pós operatório é sempre acompanhado pelo cirurgião. “Alguns cuidados também deverão ser tomados para garantir uma boa recuperação. Além de medicação específica e boa alimentação, o paciente deverá fazer repouso das atividades por até 10 dias”, explica o profissional.

Para saber mais sobre a cirurgia ortognática e os benefícios para a saúde e estética, a Odontogalerie fica na Avenida Monteiro da Franca, 424 – Manaíra. O telefone é (83) 3031-0055.

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Asplan repudia propaganda do MPT que associa trabalho infantil ao setor canavieiro

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Circula em redes sociais, um banner de uma propaganda do Ministério Público do Trabalho (MPT) que associa o trabalho infantil ao setor canavieiro. A publicidade, inclusive, coloca uma foto de um feixe de cana-de-açúcar ilustrando a comunicação que recebeu nesta quinta-feira (21), uma nota de repúdio da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). O presidente da entidade, José Inácio de Morais, ficou indignado ao tomar conhecimento da peça publicitária. “Nós não somos empregadores de mão de obra infantil e há muito tempo que os trabalhadores canavieiros ganharam melhores condições de trabalho n o campo, portanto, associar nosso segmento a práticas ilegais é um absurdo, é descabido e inaceitável. A Paraíba, no que tange nosso setor, não tem mão de obra infantil”, afirmou o dirigente canavieiro.

José Inácio lembra que várias empresas ligadas ao segmento no estado, a exemplo da Monte Alegre, Miriri, Tabu e Japungu são, inclusive, reconhecidas como empresas amigas das crianças por iniciativas que ajudam as crianças a terem mais oportunidades, a exemplo da manutenção de creches, escolas, bibliotecas, espaços de lazer, etc. “As empresas paraibanas também são fiscalizadas frequentemente pelo MPT e têm reconhecido seu compromisso social”, reitera o dirigente canavieiro.

Outra pessoa que se mostrou indignado sobre a propaganda do MPT foi o especialista em agronegócio, Marcos Fava Neves. Em seu perfil nas redes sociais ele escreveu: “O MPT deve se comunicar com a sociedade, mas não deve em suas comunicações usar os recursos públicos para atacar agentes da economia que não servem de exemplo para suas mensagens e estão justamente entre os que provém o orçamento do MPT. Errou ao atacar o setor de cana-de-açúcar , que caminha a largos passos para a sustentabilidade nos pilares ambiental, social e econômico. Há vastas literatura com esses números”, destacou Neves.

Para José Inácio iniciativas como essa só desconstroem a imagem de um setor vital para a economia do país, inclusive, na geração de emprego e renda no campo. “Nós somos quem mais empregamos no campo, respeitamos as regras de sustentabilidade, geramos renda e não empregamos mão de obra infantil. Essa campanha do MPT deveria ser retirada imediatamente e o segmento deveria receber um pedido de desculpa formal pelo constrangimento causado por essa falsa e equivocada associação com o trabalho infantil”, finaliza José Inácio.

Sobre a propaganda

No banner, o MPT associa o trabalho infantil a uma vaga de emprego para crianças e utiliza uma foto de cana com a frase “Fazenda infância destruída’ e ainda tem os dizeres: Procura-se profissional mirim com agilidade para cortar cana e colher café…. Mais em baixo, o banner destaca: Essa vaga não existe, mas o trabalho infantil continua sendo realidade na vida de muitas crianças”.

Confira abaixo a íntegra da postagem feita por Marcos Favas Neves:

 

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Empreendedorismo: ALPB reunirá entidades e poder público para debater turismo no pós-pandemia

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Dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) apontaram que o setor de turismo no Brasil perdeu R$ 51,5 bilhões em faturamento durante a pandemia da covid-19, entre os meses de março e novembro de 2020. O valor corresponde a 33,4% a menos nas receitas do setor turístico em comparação ao mesmo período do ano de 2019.

Diante dos números, a Frente Parlamentar de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico, da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), presidida pelo deputado estadual Eduardo Carneiro (PRTB) vai reunir o Governo da Paraíba, Prefeitura de João Pessoa e o setor de turismo para debater dificuldades enfrentadas nesse período de pandemia e o pós-pandemia. “Vamos completar um ano de enfrentamento a pandemia e mais do que nunca precisamos debater sobre como o turismo da Paraíba vai superar esse momento. Temos grande potencialidade e o turismo tem a capacidade de resgatar nossa economia”, frisou.

Os dados apresentados pela FecomercioSP levam em consideração os setores aéreo, hoteleiro, serviços turístico, de transporte, atividades culturais, recreativas e esportivas.

O parlamentar destacou ainda que além de dialogar sobre as dificuldades enfrentadas por quem atua junto ao turismo da Paraíba, a ideia é também debater ações para fortalecer e impulsionar as atividades para o pós-pandemia. “Sabemos que a pandemia ainda vai durar por um tempo até que toda a população esteja imunizada, mas se faz necessário lembrar que planejamento é essencial para mudar a realidade. O objetivo é que juntos possamos retomar com êxito as atividades turísticas do nosso estado”, reforçou.

Eduardo destacou ainda a viabilidade de retomar as atividades turísticas dentro do próprio estado, que possui variadas opções de passeios turísticos a exemplo da Rota Cultural Caminhos do Frio.

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Procons assinam nota técnica sobre procedimentos na rede privada de ensino

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Proibição de matrícula condicionada à venda do material didático vinculado à instituição de ensino e podendo ser entregue de forma fracionada ao longo do ano letivo, entre outras orientações, é o teor da Nota Técnica conjunta assinada, nesta quinta-feira (21), por todos os procons da Região Metropolitana de João Pessoa e dirigida às escolas da rede privada. Assinam o documento os Procons da Paraíba, João Pessoa, Bayeux, Cabedelo e de Santa Rita.

De acordo com Rougger Guerra, secretário do Procon-JP e relator do documento, este pode ser considerado um momento especial porque se trata de uma inovadora união de forças dos órgãos que compõem o sistema de proteção e defesa do consumidor no Estado. “É uma reunião de esforços de todos os procons envolvidos em uma exemplar ação conjunta e o Procon-JP teve a honra de redigir esta primeira nota técnica que envolve todos órgãos da Região Metropolitana”.

O documento preenche uma lacuna nesse segmento porque dispõe de questões que dizem respeito às preocupações rotineiras dos pais de alunos da rede privada de ensino, tratando de temas como a desvinculação entre a matrícula e a compra do material didático/pedagógico (aquele que é oferecido pela própria instituição como cadernos e apostilhas) e a possibilidade de fragmentação na aquisição desse material na medida da necessidade do aluno. A proibição se estende também às atividades que não estão incluídas na anuidade escolar e, portanto, são opcionais (extracurriculares).

Plataforma digital e apostilhas – A nota técnica também pontua que a escola deve possibilitar a compra fragmentada do material didático em conformidade com o plano pedagógico orientador das práticas educacionais durante o ano letivo. Outro ponto abordado no documento trata do valor da anuidade escolar, que não deve contemplar o preço das apostilhas físicas ao acesso à plataforma digital, cujo pagamento deve ocorrer de forma individual e paralela por serem juridicamente distintos.

Descontos – O documento assinados pelos procons da Região Metropolitana recomenda, ainda, que a escola deverá ofertar descontos ou outras facilidades no pagamento do material didático para quem o adquirir em compra única. Está previsto também que, em caso de desistência da matrícula antes do início das aulas, o aluno ou responsável terá direito à devolução integral do valor pago pelo material didático-pedagógico. Nesse caso, se ressalvam as despesas administrativas, que devem ser justificadas pela escola.

Sustentabilidade ambiental – Outra questão prevista no documento é sobre a promoção da sustentabilidade ambiental e a educação financeira referente às famílias, prevendo que as escolas devam possibilitar a obtenção e precificação individualizada do material didático impresso e o acesso à plataforma educacional digital, permitindo que os pais reaproveitem o material físico de um ano para outro, a não ser que haja a impossibilidade em razão das atualizações e/ou modificações. Nesse caso, a escola deve justificar essa impossibilidade de reaproveitamento das apostilhas ou cadernos.

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