Nos acompanhe

Negócios

Marcas sofisticadas escolhem Complexo Tour Genève e oferecem atendimento premium aos clientes

Publicado

em

Figurando entre os maiores edifícios do Brasil, o Complexo Tour Genève, em João Pessoa, imprime arrojo e sofisticação. Para atender ao público mais exigente, o empreendimento conta com marcas de diversos segmentos com destaque no mercado paraibano, como Sakê, Noi Pizza, El Senhor Barbearia e Fit Açaí, que já estão funcionando, além da Névi Padaria Artesanal, The Coffy Way e Sky Bar, que serão inaugurados em dezembro.

De acordo com o empresário Igor Chang, proprietário do Sakê e Fit Açaí, o alto padrão do empreendimento e o crescimento do Altiplano foram pontos decisivos na escolha do local. “São marcas voltas para o público que preza pela qualidade dos produtos e apreciam a boa gastronomia. Por isso, buscamos um ambiente que ofereça uma estrutura imponente e que agrade completamente os nossos clientes”, conta Igor, lembrando que o Sakê é especialista na gastronomia japonesa e traz a tradição oriental aliada à criatividade da culinária.

Voltado para o público que valoriza o consumo saudável, o Fit Açaí oferece um cardápio com diversas opções, como shakes, açaí, pratos low carb e tapiocas. Além do atendimento no local, a unidade oferece o serviço de delivery e funciona das 11h30 às 15h30, e das 18h às 00h.

As duas marcas já estão presentes no mercado e conquistaram um público fiel que terá a oportunidade de encontrar os produtos agora no Altiplano, com o Complexo Tour Genève. Além disso, queremos atrair os que ainda não conhecem para apresentá-los os menus especiais e fidelizá-los”, comenta Chang.

Outro empresário que investiu no Complexo Tour Genève para abrir um negócio é o João Junior, proprietário da Névi Padaria Artesanal, que abre as portas em breve. “Um dos motivos que nos fez escolher o local para abrir a primeira unidade da Névi foi por ser o bairro mais nobre da cidade, que têm grande potencial de crescimento. Acreditamos neste projeto e estamos fazendo tudo com muito carinho”, conta Junior. Para ele, a grandeza do local e a oportunidade de ter um negócio no edifício mais alto e mais moderno do Nordeste é indescritível. “Estamos muito confiantes”, afirma.

A partir de dezembro, a Névi funcionará das 7h às 12h, das 15h às 19h, com atendimento no local.

O Complexo Tour Genève fica localizado na Rua Maria das Dores Souza, 81, no Altiplano. Os horários de funcionamento são: domingo a quarta-feira, das 7h às 23h30. De quinta-feira a sábado, das 7h à 1h30. Para acompanhar todas as novidades, o instagram é o @complexotourgeneve.

Continue Lendo

Negócios

Asplan repudia propaganda do MPT que associa trabalho infantil ao setor canavieiro

Publicado

em

Circula em redes sociais, um banner de uma propaganda do Ministério Público do Trabalho (MPT) que associa o trabalho infantil ao setor canavieiro. A publicidade, inclusive, coloca uma foto de um feixe de cana-de-açúcar ilustrando a comunicação que recebeu nesta quinta-feira (21), uma nota de repúdio da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). O presidente da entidade, José Inácio de Morais, ficou indignado ao tomar conhecimento da peça publicitária. “Nós não somos empregadores de mão de obra infantil e há muito tempo que os trabalhadores canavieiros ganharam melhores condições de trabalho n o campo, portanto, associar nosso segmento a práticas ilegais é um absurdo, é descabido e inaceitável. A Paraíba, no que tange nosso setor, não tem mão de obra infantil”, afirmou o dirigente canavieiro.

José Inácio lembra que várias empresas ligadas ao segmento no estado, a exemplo da Monte Alegre, Miriri, Tabu e Japungu são, inclusive, reconhecidas como empresas amigas das crianças por iniciativas que ajudam as crianças a terem mais oportunidades, a exemplo da manutenção de creches, escolas, bibliotecas, espaços de lazer, etc. “As empresas paraibanas também são fiscalizadas frequentemente pelo MPT e têm reconhecido seu compromisso social”, reitera o dirigente canavieiro.

Outra pessoa que se mostrou indignado sobre a propaganda do MPT foi o especialista em agronegócio, Marcos Fava Neves. Em seu perfil nas redes sociais ele escreveu: “O MPT deve se comunicar com a sociedade, mas não deve em suas comunicações usar os recursos públicos para atacar agentes da economia que não servem de exemplo para suas mensagens e estão justamente entre os que provém o orçamento do MPT. Errou ao atacar o setor de cana-de-açúcar , que caminha a largos passos para a sustentabilidade nos pilares ambiental, social e econômico. Há vastas literatura com esses números”, destacou Neves.

Para José Inácio iniciativas como essa só desconstroem a imagem de um setor vital para a economia do país, inclusive, na geração de emprego e renda no campo. “Nós somos quem mais empregamos no campo, respeitamos as regras de sustentabilidade, geramos renda e não empregamos mão de obra infantil. Essa campanha do MPT deveria ser retirada imediatamente e o segmento deveria receber um pedido de desculpa formal pelo constrangimento causado por essa falsa e equivocada associação com o trabalho infantil”, finaliza José Inácio.

Sobre a propaganda

No banner, o MPT associa o trabalho infantil a uma vaga de emprego para crianças e utiliza uma foto de cana com a frase “Fazenda infância destruída’ e ainda tem os dizeres: Procura-se profissional mirim com agilidade para cortar cana e colher café…. Mais em baixo, o banner destaca: Essa vaga não existe, mas o trabalho infantil continua sendo realidade na vida de muitas crianças”.

Confira abaixo a íntegra da postagem feita por Marcos Favas Neves:

 

Continue Lendo

Negócios

Empreendedorismo: ALPB reunirá entidades e poder público para debater turismo no pós-pandemia

Publicado

em

Dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) apontaram que o setor de turismo no Brasil perdeu R$ 51,5 bilhões em faturamento durante a pandemia da covid-19, entre os meses de março e novembro de 2020. O valor corresponde a 33,4% a menos nas receitas do setor turístico em comparação ao mesmo período do ano de 2019.

Diante dos números, a Frente Parlamentar de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico, da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), presidida pelo deputado estadual Eduardo Carneiro (PRTB) vai reunir o Governo da Paraíba, Prefeitura de João Pessoa e o setor de turismo para debater dificuldades enfrentadas nesse período de pandemia e o pós-pandemia. “Vamos completar um ano de enfrentamento a pandemia e mais do que nunca precisamos debater sobre como o turismo da Paraíba vai superar esse momento. Temos grande potencialidade e o turismo tem a capacidade de resgatar nossa economia”, frisou.

Os dados apresentados pela FecomercioSP levam em consideração os setores aéreo, hoteleiro, serviços turístico, de transporte, atividades culturais, recreativas e esportivas.

O parlamentar destacou ainda que além de dialogar sobre as dificuldades enfrentadas por quem atua junto ao turismo da Paraíba, a ideia é também debater ações para fortalecer e impulsionar as atividades para o pós-pandemia. “Sabemos que a pandemia ainda vai durar por um tempo até que toda a população esteja imunizada, mas se faz necessário lembrar que planejamento é essencial para mudar a realidade. O objetivo é que juntos possamos retomar com êxito as atividades turísticas do nosso estado”, reforçou.

Eduardo destacou ainda a viabilidade de retomar as atividades turísticas dentro do próprio estado, que possui variadas opções de passeios turísticos a exemplo da Rota Cultural Caminhos do Frio.

Continue Lendo

Negócios

Procons assinam nota técnica sobre procedimentos na rede privada de ensino

Publicado

em

Proibição de matrícula condicionada à venda do material didático vinculado à instituição de ensino e podendo ser entregue de forma fracionada ao longo do ano letivo, entre outras orientações, é o teor da Nota Técnica conjunta assinada, nesta quinta-feira (21), por todos os procons da Região Metropolitana de João Pessoa e dirigida às escolas da rede privada. Assinam o documento os Procons da Paraíba, João Pessoa, Bayeux, Cabedelo e de Santa Rita.

De acordo com Rougger Guerra, secretário do Procon-JP e relator do documento, este pode ser considerado um momento especial porque se trata de uma inovadora união de forças dos órgãos que compõem o sistema de proteção e defesa do consumidor no Estado. “É uma reunião de esforços de todos os procons envolvidos em uma exemplar ação conjunta e o Procon-JP teve a honra de redigir esta primeira nota técnica que envolve todos órgãos da Região Metropolitana”.

O documento preenche uma lacuna nesse segmento porque dispõe de questões que dizem respeito às preocupações rotineiras dos pais de alunos da rede privada de ensino, tratando de temas como a desvinculação entre a matrícula e a compra do material didático/pedagógico (aquele que é oferecido pela própria instituição como cadernos e apostilhas) e a possibilidade de fragmentação na aquisição desse material na medida da necessidade do aluno. A proibição se estende também às atividades que não estão incluídas na anuidade escolar e, portanto, são opcionais (extracurriculares).

Plataforma digital e apostilhas – A nota técnica também pontua que a escola deve possibilitar a compra fragmentada do material didático em conformidade com o plano pedagógico orientador das práticas educacionais durante o ano letivo. Outro ponto abordado no documento trata do valor da anuidade escolar, que não deve contemplar o preço das apostilhas físicas ao acesso à plataforma digital, cujo pagamento deve ocorrer de forma individual e paralela por serem juridicamente distintos.

Descontos – O documento assinados pelos procons da Região Metropolitana recomenda, ainda, que a escola deverá ofertar descontos ou outras facilidades no pagamento do material didático para quem o adquirir em compra única. Está previsto também que, em caso de desistência da matrícula antes do início das aulas, o aluno ou responsável terá direito à devolução integral do valor pago pelo material didático-pedagógico. Nesse caso, se ressalvam as despesas administrativas, que devem ser justificadas pela escola.

Sustentabilidade ambiental – Outra questão prevista no documento é sobre a promoção da sustentabilidade ambiental e a educação financeira referente às famílias, prevendo que as escolas devam possibilitar a obtenção e precificação individualizada do material didático impresso e o acesso à plataforma educacional digital, permitindo que os pais reaproveitem o material físico de um ano para outro, a não ser que haja a impossibilidade em razão das atualizações e/ou modificações. Nesse caso, a escola deve justificar essa impossibilidade de reaproveitamento das apostilhas ou cadernos.

Continue Lendo