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Gleisi Hoffmann, quero falar sobre coerência contigo!

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Eu sou filiado há 28 anos ao PT de João Pessoa, não sei desde quando estás filiada ao PT, mas cronologia a parte, diante dessa violência anti democrática, e principalmente diante da tua fala afirmando que a candidatura de Anísio Maia auxilia o governador de direita João Azevedo, quero testar tua coerência, mas vou te alimentar um pouco de informação verdadeira, para saber até que ponto vai a tua (in)coerência.

Gleisi, você está a uns 3 mil km de distância de João Pessoa, escolheu péssimos interlocutores, e desandou a falar bobagens sem conhecer o quadro político da Paraíba, vou te ajudar.

O tal governador de direita João Azevedo, é cria, criatura do seu tutelado Ricardo Coutinho, foi ele quem inventou e impôs em 2018 o tal candidato para concorrer ao Governo do Estado pelo PSB, não foi o PT.

Sendo eleito com aval escrito e falado de Ricardo Coutinho, João Azevedo assumiu o Governo da Paraíba, quase simultaneamente estouraram denúncias de desvios de verbas públicas na gestão do ex governador Ricardo Coutinho, seu candidato do PSB, nesse momento, o João Azevedo se afasta do seu pai político, Ricardo Coutinho, ou seja, se tem alguém que criou João Azevedo para a direita, foi Ricardo Coutinho.

Ricardo Coutinho colocou alguns poucos do PT no Governo João Azevedo, não esqueça que o João não existiria sem Ricardo, e alguns poucos petistas servem a esse Governo desde então, o curioso Gleisi, é que esses que trabalham para João Azevedo, apoiam o seu protegido Ricardo Coutinho, e são filiados do PT, acredita?

Gleisi, você argumenta que o 40, ou seja, PSB de Ricardo Coutinho, é quem pode enfrentar a direita, vamos lá, deixa eu te contar um pouco sobre Ricardo Coutinho e O tamanho da esquerda nas suas gestões, essa você vai se surpreender, vamos lá.

Em 2004, Ricardo chegou ao poder aliado de José Maranhão e Manoel Jr, ambos esses “aliados” votaram pelo golpe contra Dilma, em 2010 foi pior Gleisi, seu pupilo Ricardo Coutinho se aliou a Cássio Cunha Lima do PSDB, Efraim Moraes do DEM, Wilson Santiago, e outros de direita, pergunta a ele o tamanho da esquerda dentro dos governos dele, tem coragem?

Vamos continuar, em 2014, o seu querido pupilo Ricardo, no primeiro turno apoiou Marina Silva, do PV, deixando a companheira Dilma quase sem palanque, e mais Gleisi, sabia que Ricardo Coutinho teceu diversas críticas duras contra o Governo Dilma nessa época?

Surpresa?

Não fique, tem mais, Ricardo te contou que em 2016, na votação do Golpe, só dois da sua base aliada votou contra o golpe, ele deve ter te contado isso, não é?

Pois bem Gleisi Hoffman, se há alguém coerente nesse processo da eleição de João Pessoa NÃO É VOCÊ, acusar Anísio Maia de auxiliar a direita, é fruto da sua incoerência e/ou desinformação, ou é leviandade.

Gleisi, fomos contra o golpe que deram em Dilma, espero que você retome seu estado de coerência antes que politicamente seja tarde demais, mas falando no debate da coerência, você está sendo goleada, acorde.

Assina: Joaci Tavares de Araújo Júnior

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Couto vira Coutinho, PT 13 continua Anísio!

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A incoerência de Luiz Couto não é inédita, nos três últimos pleitos municipais, esse petista que não segue o PT 13, seguiu as vontades de Coutinho 40, trocou um mandato de Deputado Federal para mais uma vez atender um chamamento de Coutinho para o Senado, e obviamente se deu mal nas quatro vezes que obedeceu as ordens de Coutinho.

O camaleão usa mimetismo para adaptar sua cor ao ambiente, iludindo assim suas presas, há quem tenha essa capacidade na política, os Coutos são bons exemplos disso, um é laranja e se faz passar como sendo vermelho, e o outro usa vermelho para ser laranja.

Mas não há disfarce que dure para sempre, hoje a cada dez pessoenses, cinco rejeitam o ilusionismo do coutinho, não à toa está isolado e sem apoio de nenhum partido da esquerda que vota em João Pessoa, só agregou alguns iguais, que apesar de estarem no PT, já não votavam no PT 13, e pouco representam para o Partido que tem Anísio candidato a Prefeito.

A trajetória do ex deputado federal Couto, foi sendo diminuída através das suas próprias incoerências, ao seguir chamamentos do Coutinho, foi se isolando dentro do próprio partido, tendo que bater recordes de contradições, quando está filiado ao PT 13, trabalha no Governo João Azevedo, e obedece e apoia o Coutinho 40, seria preciso recorrer ao divã para se decidir?

Enfim, o PT 13 não perdeu, pois só se perde o que tem, agora com esse joio a menos, ficaremos mais fortes ainda, e prova disso foi um manifesto do Diretório Estadual, assinado por quarenta e cinco dirigentes, reafirmando o apoio irrestrito a candidatura de Anísio Maia para Prefeitura de João Pessoa, segue Anísio com o apoio dos Diretórios Municipal e Estadual e toda militância do PT 13, só trigo bom e saudável, para fortalecer a luta.

Antes de concluir, vou falar que muita mistura enfraquece a ideologia, o Coutinho fez governos ideologicamente impuros, lotados de agentes da direita, Manoel Júnior, Maranhão, Cássio Cunha Lima, Efraim Moraes etc, o Couto se misturou a todos, talvez isso explique os coutos sem mandato, isolados e juntos, será possivelmente o abraço dos afogados na própria solidão, a quem chamo de ostracismo político, pois a eleição passa, as traições ficam.

Assina: Joaci Tavares de Araújo Júnior

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Romero acerta ao ser Romero

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Com base em argumentos construídos sob uma lógica muito pessoal, o jornalista João Paulo Medeiros, do Blog Pleno Poder, do Jornal da Paraíba, sentenciou em artigo publicado nesta quinta-feira, 22: o prefeito Romero Rodrigues errou ao não exonerar, por uma só canetada, os servidores listados na denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal no âmbito da Operação Famintos.

De fato, seria muito mais fácil e politicamente recomendável a Romero, com base nos manuais frios do poder,
pulverizar os servidores demonizados pelo MPF: passaria a imagem de um gestor implacável, incisivo e com tolerância zero à narrativa da corrupção.

A questão é que nem sempre o caminho mais fácil é o mais correto. Romero Rodrigues jamais optaria pela execração pública de auxiliares ou servidores apenas para ficar bem na fita.

Esse tipo de gesto dramático é bem recebido pos que gostam de ver o circo pegar fogo. Irrelevante que, para isso, sejam incineradas imagens, carreiras e histórias dos que sequer começaram a exercer o sagrado e amplo direito de defesa e do contraditório, como assegura a Constituição, não faz parte do padrão Romero de enfrentar problemas.

Como o oferecimento de uma denúncia pelo Ministério Público é apenas uma das etapas no âmbito do Poder Judiciário – não significando, por si só, a sumária condenação dos acusados – seria, no mímino, leviano da parte do prefeito sair demitindo, a torto e a direito, dilapidando reputações apenas por conveniência política.

Todos lembram – e isto foi registrado pelo próprio blogueiro que dita regras: tão logo foi deflagrada a Operação Famintos, Romero exonerou secretários e ocupantes de cargos comissionados, afastou servidores e determinou à toda sua equipe total e irrestrita colaboração com os órgãos de investigação.

Desta vez, nem o próprio MPF pediu o afastamento de quem quer que fosse – apenas se limitou a oferecer a denúncia com base no que acha consistente para transformar agentes públicos em réus, assim como aconteceu em relação ao núcleo empresarial.

A dois meses de encerrar seu segundo mandato e perder e sua caneta, Romero Rodrigues acha mais justo, ponderado e digno permitir que as instâncias funcionem, punindo culpados e exonerando inocentes da culpa.

Ele jamais se perdoaria se, daqui a alguns meses, longe do poder, ficasse comprovado que algum auxiliar ou servidor a quem ele impôs a vergonha pública de ser enxotado da gestão, viesse a ser inocentado pela Justiça, naturalmente após passar por um inferno pessoal e familiar, com prejuizos irrecuperáveis para o resto da vida.

Entre o que parecer ser o “certo” e a consciência de fazer o certo, Romero sempre vai optar pela paz de espírito. E é isso o que diferencia um carreirista político de um líder.

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Nova configuração de festas infantis

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O ano de 2020 realmente está diferente dos demais. A nova realidade, nos traz desafios, novidades, medos, incertezas e o tão temido desemprego. Um setor muito prejudicado foi o setor de eventos, e as animações de festas infantis não fugiram a esta regra. Muitos profissionais da área de recreação estão sem fonte de renda, o que compromete a sobrevivência e subsistência de muitas famílias brasileiras.

Esta situação atingiu em cheio outra categoria: os pais. Comemorar o aniversário dos filhos sem a presença dos amigos e familiares, e sem as tão esperadas brincadeiras realizadas pelo animador, pode ser traumático para uma criança, sobretudo se os pais não usarem a criatividade, inovando nessa nova configuração de “festa”. É comum reunir a família e amiguinhos para cantar parabéns pelas ferramentas de chamada de vídeo. Apagar a vela também mudou, e agora, é pertinente deixar de lado o famoso sopro ao fazer os pedidos.

Essa realidade exige um formato inovador para realizar atividades recreativas que até então aconteciam com a criançada correndo em amplos espaços e o contato físico era primordial. A maior alegria dos pais era assistir a essa cena, cheios de orgulho pelas relações de amizade que seus filhos tinham formado.

Com a pandemia, os animadores de festas infantis passaram a oferecer a animação remota. Cada criança de sua casa e o profissional dando os comandos das provas que podem ser muito divertidas.

Uma gincana remota é uma excelente opção para este tipo de ação. A elaboração de caça a objetos e desafios que a criança poderá cumprir dentro de casa é uma maneira divertida de passar esses dias angustiantes e monótonos, tudo isso de maneira virtual. Porém, o profissional deve ter alguns cuidados no momento de propor essas atividades para não dificultar a realização das provas, como consultar a família contratante para que não haja constrangimentos e para que todas as crianças estejam em igual condição de cumprir os comandos propostos pelo animador.

Com aquela dose de ânimo, dedicação, inovação e tempo para produzir atividades prazerosas, pais, crianças e toda a família recordarão desses momentos difíceis com mais leveza e as dificuldades que surgiram trarão novas possibilidades de aproximação das famílias e amigos, mesmo pós pandemia.

Autor: Carlos Alberto Holdefer é professor dos cursos de bacharelado e licenciatura em Educação Física do Centro Universitário Internacional Uninter.

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