Nos acompanhe

Negócios

Empresa conquista o sucesso no concorrido mercado paraibano da comunicação

Publicado

em

Servir de ponte entre empresas e veículos de comunicação e influenciadores digitais, no intuito de proporcionar visibilidade positiva e ganhar a confiança da sociedade. Em miúdos, é esse o trabalho desenvolvido pelas agências de assessoria de imprensa e relações públicas. No mercado local, há muitas. Mas poucas têm o mesmo carisma da Vivass Assessoria & Comunicação, primeira agência-boutique da Paraíba neste segmento. Com foco em comunicação e relacionamento entre cliente e formadores de opinião, ela completa três anos de existência neste mês. A pouca idade da marca não a desmerece, pois a sua história começou bem antes de ela ser oficialmente criada pela jornalista Andréia Barros.

O atendimento prestado pela Vivass é reconhecido pela proximidade com o cliente e pela qualidade na entrega – assim como em uma boutique. Conforme a visão e os valores da empresa, é um serviço altamente personalizado, criativo, que atende às necessidades e aos desejos do contratante, impactando-o positivamente no mercado em que ele atua. Para atingir esse nível de eficiência, Andréia conta que foram necessários anos de empenho, observação e estudo – uma prática que, salienta, não tem prazo de validade. “A assessoria que prestamos hoje não é a mesma de cinco anos atrás. Precisamos estar sempre atentas aos movimentos do mercado, conhecer profundamente o cliente e saber como ajudá-lo com o nosso trabalho. Nosso propósito é tornar o cliente amado, admirado e reluzente”, explica a jornalista.

Mineira de Juiz de Fora, Andréia Barros tem mais de 20 anos de carreira e está há mais de uma década radicada na Paraíba. Como diretora da Vivass, ela atua nas áreas de jornalismo de negócios, assessoria de imprensa corporativa, consultoria de comunicação e assessoria de eventos. A farta experiência como jornalista de redação, assessora e gestora de equipes foi a base na qual ela sedimentou o desejo de ter o próprio negócio. Mas não somente. Do sonho à realidade, foi necessário percorrer um caminho que lhe exigiu bem mais do que experiência.

Faro e coragem – “Ao chegar a João Pessoa, percebei que havia poucas empresas e profissionais voltados exclusivamente para a assessoria de imprensa. Então decidi estudar e entrei como sócia de uma empresa de tecnologia da informação, para entender a vida de empresário”, conta. E continuou estudando, para assimilar conceitos de gestão, administração, liderança e empreendedorismo. Em paralelo, a experiência em sociedade lhe deu exemplos do que queria e do que não queria para a sua futura empresa.

Quando percebeu que havia adquirido maturidade suficiente para o voo solo, ela passou por reuniões de branding com agências de publicidade, nas quais sistematizou as suas ideias e entendeu o que realmente queria. Depois, no estúdio criativo Neopop Imaginaria, foi criado o nome e estabelecidas as cores da sua marca. E assim nasceu a Vivass – que se pronuncia Viváss – , agência cujo nome é fruto de um jogo de palavras que define a sua atuação: uma assessoria viva, atenta, íntima do cliente e que funciona como uma via de mão dupla.

Feminina – Lançada no dia 21 de setembro de 2017, em uma festa especial que também comemorou os seus 10 anos de história em João Pessoa e 20 anos de carreira jornalística, a Vivass é o retrato da sua dona: elegante, comprometida, criativa e alegre. E cheia de “fofurices”, como ela sempre faz questão de frisar. Outro ponto interessante na história da Vivass é o fato de Andréia escolher sempre mulheres para formar a sua equipe. “Gosto de ser mulher, de trabalhar com mulheres, de treinar, de liderar e empoderar mulheres. Eu me sinto feliz quando vejo a trajetória vitoriosa de uma mulher em sua carreira, então procuro dar oportunidade a esse grupo, que ainda é tão pouco valorizado na sociedade”, explica. “É muito difícil ser um pequeno empresário neste país. Mas, se você é mulher, o desafio é ainda maior. O mundo empresarial é muito machista e desigual. Por isso, resistência é a palavra de ordem. O mundo empresarial tem de ser educado, nesse sentido”, afirma ela, que é engajada em causas e movimentos de empreendedorismo feminino na Paraíba.

Um time é um time – Nesta pandemia, o escritório da Vivass ficou fechado, mas o trabalho não parou. Todas as colaboradoras trabalharam de casa, seguindo a mesma rotina da agência. O que mudou, neste período? “Mantivemos as nossas rotinas porque entendi que isso solidificaria a cultura organizacional, que sempre foi muito forte e não poderia se perder. Performar sob uma maior pressão também foi um desafio, mas conseguimos, com muita disciplina, focando nos resultados. A tecnologia, que já era presente, ficou indispensável”, detalha Andréia.

No dia em que a agência completou três anos, o trabalho presencial voltou a ser retomado, mas de forma híbrida, com algumas ainda em casa, conforme decisão da própria equipe. Andréia, aliás, atribui o sucesso da sua empresa às colaboradoras. “É muito bom ver a minha equipe cada vez mais focada no cliente e na própria melhoria contínua. Tenho uma equipe muito leal, competente e talentosa. No final das contas, quem ganha o jogo é o time, e o meu time é comprometido, entende e absorve os valores, a missão e a visão da Vivass. É o nosso combustível”.

Reconhecimento – Para Andréia, o caminho para o sucesso é desafiador – mas, ao mesmo tempo, muito gratificante. “Não há nada melhor do que acompanhar de perto o crescimento dos nossos clientes e saber que, na construção daquela história, há tijolinhos que foram colocados pela Vivass. Isso nos dá segurança para seguir adiante, pois sentimos que estamos na direção certa”, ressalta a empresária.

Mas não é só entre clientes, fornecedores e parceiros que a Vivass tem boa reputação. A concorrência também endossa o bom trabalho desenvolvido por Andréia e pelas “vivasszinhas”. “As agências concorrentes são muito parceiras, chefiadas por excelentes profissionais, que se veem como amigos. Tenho profundo respeito e admiração pelas assessorias da Paraíba. É uma concorrência leal, pois são empresas muito qualificadas e entendem os desafios do mercado”.

Autoconhecimento, objetivos, observação, estudo, inspiração, coragem, discernimento , amor pelo ofício – esse é o “combo” sugerido por Andréia para quem pretende trilhar o mesmo caminho. “Não dá para se aventurar. Impostos, fluxo de caixa, reserva de emergência, folha de pagamento, tudo isso deve ser planejado para fechar a conta. E mais: é preciso estar sempre disposto a aprender e aceitar os feedbacks. Conte com pessoas leais e competentes para ajudar e tenha tempo para pensar no seu negócio ”, recomenda.

Currículo – Premiada regional e nacionalmente, Andréia Barros é formada em jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora e pós-graduada em assessoria de comunicação pela Universidade Estácio de Sá. Na Paraíba, trabalhou na Revista Nordeste e no portal WSCOM, entre outros locais. Além de dirigir a Vivass, é colunista de negócios da revista RCVIPS e do Portal Paraíba, do Sistema Arapuan. É é editora do portal de notícias Paraíba Total, voltado para economia, mercado, carreira e empreendedorismo. Também escreve no site da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet), entidade da qual é membro, na seccional Paraíba. Em agosto de 2016, Andréia recebeu o Título de Cidadã Pessoense, oferecido por unanimidade pela Câmara Municipal de João Pessoa.

Walter Santos – WSCom

Continue Lendo

Negócios

Feiras livres podem ser tornar patrimônio histórico cultural imaterial na Paraíba

Publicado

em

O projeto de Lei 2.108/20 declara as feiras livres do Estado da Paraíba como patrimônio histórico cultural imaterial e institui o Dia Estadual do Feirante. A propositura está tramitando na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e é de autoria do deputado Tovar Correia Lima (PSDB). “A proposta visa transformar toda essa diversidade e o encanto das feiras livres em Patrimônio Cultural Imaterial, devendo, o poder público, preservar essas práticas em nosso Estado”, disse Tovar.

O projeto considera feiras livres aquelas que comercializem produtos hortifrutigranjeiros, peixes, carnes, pastéis, artigos artesanais, regionais, antiguidades, objetos de arte e afins, desde que reconhecidas e regulamentadas pelo Poder Executivo dos municípios paraibanos em que instaladas.

As feiras livres que forem criadas e regulamentadas após a entrada em vigor desta lei também serão por ela recepcionadas e passarão a fazer parte do acervo cultural imaterial do Estado da Paraíba. Como patrimônio histórico cultural imaterial do Estado da Paraíba, as feiras livres devem ser preservadas e as decisões relacionadas às modificações de organização, horário e local das feiras livres dependerão de prévia anuência dos feirantes e dos moradores do local.

Dia do Feirante – A propositura também cria o Dia do Feirante. As comemorações devem acontecer anualmente na data de 25 de Agosto. O Governo do Estado da Paraíba poderá promover ações de incentivo e homenagens aos feirantes.

Continue Lendo

Negócios

Monitoramento da cana feito pela Asplan assegura ganho real ao produtor canavieiro paraibano

Publicado

em

O trabalho de fiscalização dos agentes tecnológicos contratados pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), para acompanhar a avaliação da qualidade da matéria-prima entregue pelos produtores canavieiros às indústrias processadoras paraibanas, vem assegurando, ano após ano, que o produtor receba uma remuneração compatível com a matéria-prima que está direcionando as usinas. Agora em outubro, a eficácia deste trabalho ficou ainda mais evidente quando um agente tecnológico da Asplan identificou uma falha de processo na Destilaria Giasa, comunicou o fato a referida empresa que, prontamente, tomou providências para corrigir o problema e ressarcir as difer enças em função do mesmo.

“O DETEC vem desenvolvendo um belo trabalho em prol dos associados e no que diz respeito a fiscalização nas unidades industriais esse trabalho é fundamental para assegurar ao produtor que ele receberá uma remuneração compatível com a cana que está entregando”, desta a o diretor técnico do DETEC, Neto Siqueira. Ele ressalta que o problema na Giasa se deu no laboratório de sacarose, com alguns certificados que não estavam dando como clarificados devido a um problema no clarificante usado. “Ao mesmo tempo que parabenizamos o nosso fiscal por ter identificado a falha, também enaltecemos a conduta da Giasa que de imediato resolveu problema e se pro ntificou a ressarcir os prejuízos noticiados”, reitera Neto Siqueira.

Em comunicado à Asplan, a Giasa esclareceu que assim que tomou conhecimento do problema, suspendeu a utilização do clarificante que estava sendo utilizado substituindo-o por outro produto também homologado pelo Consecana e se prontificou a ressarcir os prejuízos noticiados, programando o pagamento dos mesmos o que ocorreu neste dia 22 de outubro. No ofício endereçado ao DETEC, a direção da Giasa ainda reiterou que o Grupo Olho D’Água tem 100 anos de atuação no mercado sucroalcooleiro e que sempre agiu com ética e transparência no relacionamento com seus clientes, parceiros, colaboradores e fornecedores.

Sobre a fiscalização

O trabalho dos agentes tecnológicos da Asplan nas usinas compreende a análise da matéria-prima que usa a fórmula da ATR (Açúcar Total Recuperado) e o acompanhamento de todo o processo, desde a pesagem até a análise no laboratório para que a remuneração paga pela cana seja fidedigna ao que está sendo entregue. O acompanhamento da cana dos associados permanece durante toda a safra, diuturnamente, e enquanto houver fornecimento da matéria-prima para as oito unidades industriais paraibanas. O trabalho de fiscalização da Asplan conta com 18 gentes tecnológicos, sendo que 16 deles atuam nas usinas, um é o coletor das amostras e outr o fica n o laboratório fazendo as análises.

Continue Lendo

Brasil

Contratação de advogados pela administração pública é constitucional, decide maioria do STF

Publicado

em

O Supremo Tribunal Federal (STF) já tem maioria de sete votos para declarar constitucional a inexigibilidade de licitação para contratação de advogados pela administração pública. O tema é julgado na ação declaratória de constitucionalidade (ADC) 45, ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que pede que sejam declarados constitucionais dispositivos da Lei de Licitações (Lei 8.666/1993) que permitem a contratação de advogados por entes públicos pela modalidade de inexigibilidade de licitação.

A entidade alega que, apesar de os artigos 13 (inciso V) e 25 (inciso II) da lei prevêem claramente a possibilidade de contratação com dispensa de licitação, os dispositivos vêm sendo alvo de decisões divergentes na Justiça. Para a OAB, a previsão de inexigibilidade de procedimento licitatório aplica-se aos serviços advocatícios em virtude de se enquadrarem como serviço técnico especializado, cuja singularidade, tecnicidade e capacidade do profissional tornam inviável a realização de licitação.

O relator da matéria, ministro Luís Roberto Barroso, entendeu que a Constituição prevê exceções à regra de licitações, desde que previstas em lei. Por isso, o ministro entende que “o legislador ordinário agiu dentro de seu campo legítimo de conformação ao prever, há quase trinta anos, o patrocínio ou defesa de causas judiciais ou administrativas como serviço técnico especializado , estabelecendo a inexigibilidade de licitação para a contratação, pela administração Ppública, de tais serviços”.

Em sua análise, o ministro destaca ainda que “a previsão legal traz também uma importante condicionante da inexigibilidade nessa hipótese: a natureza singular do serviço , a ser prestado por profissionais ou empresas de notória especialização . Além disso, a lei ainda veda que se contratem dessa forma os serviços de publicidade e divulgação”. Vale destacar que a lei 14.039/2020 já definiu o que serviços advocatícios e contábeis são considerados singulares.

Com esse entendimento, o ministro Luís Roberto Barroso votou por dar procedência parcial à ação, propondo a seguinte tese: “São constitucionais os arts. 13, V, e 25, II, da Lei no 8.666/1993, desde que interpretados no sentido de que a contratação direta de serviços advocatícios pela Administração Pública, por inexigibilidade de licitação. Entendeu o relator que além dos critérios já previstos expressamente (necessidade de procedimento administrativo formal; notória especialização profissional; natureza singular do serviço), deve observar: inadequação da prestação do serviço pelos integrantes do Poder Público; e a cobrança de preço compatível com o praticado pelo mercado”.

O voto do ministro Barroso, na ação declaratória de constitucionalidade (ADC) 45, foi acompanhado pelos ministros Marco Aurélio Mello, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli.

Continue Lendo