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Eleições 2020: PRTB homologa 40 candidaturas a vereador em João Pessoa

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A Executiva Municipal do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) em João Pessoa realizou convenção, nesta quarta-feira (16), para homologar 40 candidaturas a vereador. Durante o evento, o deputado estadual Eduardo Carneiro confirmou que não disputará mais o comando da Prefeitura da Capital por entender que o momento é de união entre partidos para garantir uma administração que foque no desenvolvimento econômico e na geração de emprego e renda. O parlamentar também anunciou apoio a pré-candidatura de Cícero Lucena (Prograssistas) a prefeito e Léo Bezerra como vice, que participaram do evento.

“Essa foi uma decisão bem pensada e dialogada com todos os nossos filiados e a direção nacional do nosso partido. Em muitas vezes na vida temos que recuar um passo para poder avançar e nesse momento observamos que João Pessoa precisa de alguém com experiência e que aglutine várias forças para garantir o desenvolvimento nesse pós-pandemia. Por isso estaremos com Cícero Lucena”, destacou Eduardo Carneiro.

O deputado estadual Eduardo Carneiro tinha o apoio irrestrito do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, para a disputa na Capital, mas entendeu que o momento é de unir forças por João Pessoa. Segundo Eduardo, a decisão de apoio a Cícero foi referendada pelos integrantes do PRTB que será um partido que poderá fazer uma ponte entre a administração municipal e o Governo Federal na busca de recursos e investimentos que possam alavancar a economia local.

Para o presidente estadual do PRTB, Fábio Carneiro, a decisão de apoio a Cícero Lucena mantém vivas as propostas do partido para João Pessoa. “Não temos dúvida que Eduardo seria um grande prefeito, mas o momento exige mais de nós, exige união. Dessa forma, depois de uma conversa franca e aberta decidimos por apoiar a candidatura de Cícero”, afirmou.

Estiveram presentes ainda o presidente municipal do PRTB, João Eduardo; o vereador Thiago Lucena; o suplente de senador Diego Tavares; e a presidente municipal do Progressistas, Vaulene Rodrigues.

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Supermercados e produtores precisam explicar alta expressiva dos preços?

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Após meses de recessão por conta da pandemia provocada pelo novo coronavírus, a economia volta lentamente a se recuperar, com a retomada do consumo e agitação nas maiores Bolsas de Valores do mundo, principalmente na Europa.

Porém, alguns efeitos negativos também são visíveis, como a alta de preços nos produtos básicos da alimentação do brasileiro notada nos últimos meses, principalmente os presentes na cesta básica, que teve um aumento considerável no valor, prejudicando a população mais carente.

O preço dos alimentos puxou para cima o índice de inflação do último mês de agosto, com 0,24% de inflação oficial registrada no mês, de acordo com dados do IBGE.

Portanto, o Índice de Preços para o Consumidor Amplo (IPCA) elevou em 2,44% nos últimos 12 meses. Já a inflação dos alimentos subiu 8,83%, em período igual.

Produtos com maior aumento do preço
Entre os produtos alimentícios que tiveram um grande aumento no valor estão: tomate (12,98%), óleo de soja (9,48%), leite longa vida (4,84%), frutas (3,37%), carnes (3,33%) e arroz (3,08%).

“O arroz acumula alta de 19,25% no ano, e o feijão, dependendo do tipo e da região, já tem inflação acima dos 30%. O feijão preto, muito consumido no Rio de Janeiro, acumula alta de 28,92% no ano, e o feijão carioca, de 12,12%”, disse Pedro Kislanov, gerente do IBGE.

Senacon pede explicações
Com a alta dos preços, a Secretaria Nacional do Consumidor, que tem vínculo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, exigiu que os representantes de supermercados e produtores de alimentos deem explicações sobre a elevação nos valores dos itens da cesta básica.

“O aumento de valores foi notado especialmente em relação ao arroz que, apesar dos positivos volumes produtivos da última safra, sofreu diminuição da oferta no contexto global, o que ocasionou elevação no preço”, diz o governo.

Com isso, a Senacon vai investigar se houve alguma infração aos direitos dos consumidores ou ainda abuso de preço. Em caso de multa, o valor pode ultrapassar os R$ 10 milhões e até mesmo um controle do preço em certos estabelecimentos.

Assim, as empresas serão notificadas para apresentar notas fiscais de compra e venda dos produtos. Se for identificado um aumento injustificado nos valores, os empreendimentos responderão a um processo administrativo, além do risco de serem multados.

Ainda de acordo com a secretária, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), assim também como os produtores, terão um prazo de até cinco dias para justificar a elevação nos preços dos produtos, por exemplo, o arroz.

Caso esse prazo não seja cumprido, ou ainda, a explicação não for plausível, tanto o produtor, como o estabelecimento serão multados.

Possíveis soluções para o aumento dos valores
Além de notificar supermercados e produtores, a secretaria vai debater com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e o Ministério da Economia algumas medidas que podem ser tomadas para frear a subida nos preços dos alimentos. O presidente da Associação Brasileira de Supermercados, João Sanzovo Neto, afirmou que os supermercados não são “vilões” da inflação da cesta básica.

“Nós temos todos os relatórios. Inclusive, as associações dos produtores têm informando o que oscilou de cada produto. Isso vai ser muito tranquilo e temos confiança na Senacon porque eles também têm órgãos de pesquisa e eles sabem que essa oscilação está ocorrendo e nós vamos explicar por que e espero que os outros setores da cadeia, da roça até o supermercado, também expliquem”, declarou.

Categoria diz que não há o que fazer
Em nota, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) afirmou que não é possível segurar preços, pois houve aumento nos valores pagos aos produtores. Já segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a pandemia fez os brasileiros consumirem mais alimentos, o que forçou a alta dos preços antes mesmo dos aumentos provocados pela entressafras.

Além disso, a disparada do dólar encareceu os insumos da agropecuária.

“Com o câmbio mais elevado, o fertilizante está mais caro. O farelo de soja e de milho que é utilizado na ração de animais tem regiões com mais de 50% de aumento de custos de produção”, explicou Bruno Lucchi, superintendente-técnico da CNA.

O Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) afirma que o dólar alto também estimula os produtores a vender para os outros países.

“Quando se exporta um produto, você manda para fora, o produtor recebe em dólar, e na hora em que ele transforma em real ele ganha mais. Então, uma taxa de câmbio desvalorizada, estimula a exportação. Você tem um impacto muito grande das exportações no volume de produtos ofertados no mercado interno. Quando eles chegam em menor quantidade, há uma redução da oferta interna, e eles chegam mais caros para as famílias”, explica a economista sênior do Dieese Patrícia Costa.

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PDT anuncia apoio à candidatura de Ana Claudia na disputa pela Prefeitura de Campina Grande

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O PDT anunciou publicamente nesta quinta-feira (17) apoio à candidatura de Ana Cláudia (Podemos) à Prefeitura de Campina Grande. A decisão foi formalizada na convenção municipal do partido, realizada na quarta-feira (16).

O anúncio foi feito diretamente a Ana Claudia pelo presidente do Diretório Municipal do PDT em Campina Grande, Gustavo Feliciano. ”Vim aqui para, com muita satisfação e com muita alegria, comunicar a decisão que formalizamos na nossa convenção de ontem, de apoiar o melhor projeto para Campina, representado pela candidatura de Ana Claudia”, afirmou Gustavo.

Falando em nome do Diretório Municipal e também em nome do deputado federal Damião Feliciano e da vice-governadora Lígia Feliciano, Gustavo disse que todos estão prontos para contribuir com a campanha de Ana. “Vamos arregaçar as mangas, o deputado Damião, a vice-governadora Lígia, todos nós, para trabalharmos juntos, unidos em nome de uma Campina Grande melhor”.

Ana Claudia agradeceu o apoio e destacou a importância do PDT, do deputado Damião e da vice-governadora Lígia no projeto de reconstrução de Campina Grande. “Muito obrigada, Gustavo. Com muita determinação e muita convicção vamos trabalhar juntos por Campina, em favor de uma cidade que não merece ser tratada como está sendo pela atual administração municipal”.

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Após reunião com CRM-PB, MPPB e SES, não haverá suspensão de atendimento no Hospital Edson Ramalho

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Representantes do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), do Ministério Público Estadual, da Secretaria Estadual de Saúde e do Hospital da Polícia Militar Edson Ramalho se reuniram na tarde desta quinta-feira (17), em uma audiência virtual, para discutir soluções e alternativas para a superlotação do hospital. Na última terça-feira (15), a diretoria técnica da unidade hospitalar informou ao CRM-PB que suspenderia os atendimentos clínicos a partir da próxima segunda-feira (21), em função de uma demanda excessivamente superior à sua capacidade. Após a reunião desta tarde, a possibilidade de suspens&ati lde;o de atendimentos foi descartada.

“O mais importante é que o hospital manterá a assistência à população. A Secretaria Estadual de Saúde informou que fará os ajustes necessários para transferir os pacientes para outras unidades e enviará relatório sobre este planejamento para o Ministério Público. Após isso, retornaremos ao hospital para verificar se as providências necessárias foram tomadas”, explicou o diretor de Fiscalização do CRM-PB, João Alberto Pessoa.

Na quarta-feira (16), o presidente do CRM-PB, Roberto Magliano de Morais, e o diretor João Alberto estiveram no hospital e confirmaram a superlotação. “Havia cerca de 50 pacientes internados aguardando vagas e o número mensal de atendimentos subiu de 1,6 mil para 4 mil, no último mês”, disse João Alberto. “Com isso, sugerimos que os gestores organizassem melhor o fluxo de pacientes e que alguns fossem transferidos para outras unidades”, completou o diretor de Fiscalização.

Além de João Alberto, participaram da audiência virtual o 2º sub procurador geral de Justiça Alvaro Gadelha Campos, os promotores de Justiça Raniere Dantas, Reynaldo Serpa e Maria das Graças de Azevedo, o secretário executivo de Gestão da Rede de Unidades de Saúde da SES Daniel Beltrammi, o presidente do Conselho Estadual de Saúde Antônio Eduardo Cunha e a diretoria do Hospital Edson Ramalho, representada pelo coronel Almeida Martins, Agripino Melo e Liani Carvalho.

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