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Operadora de telefonia que negativou nome de cliente é condenada a pagar R$ 4 mil de indenização

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A operadora Claro foi condenada a pagar uma indenização, a título de danos morais, no valor de R$ 4 mil, em favor de uma cliente que teve seu nome negativado indevidamente. A sentença é da juíza Adriana Barreto Lóssio de Souza, da 9ª Vara Cível da Capital, nos autos da ação nº 0860611-73.2018.8.15.2001.

A parte autora alegou que vem recebendo ligações quase que diariamente, inclusive consta restrição cadastral em seu CPF em virtude de um suposto débito junto a empresa promovida, lhe causando sérios aborrecimentos, eis que não existe nenhum contrato em seu nome. Disse que contestou junto a promovida por não ser mais cliente e ter realizado a portabilidade junto a TIM em 02/03/2017, uma vez que sempre reclamava de faturas pagas com valores exorbitantes. Aduziu, ainda, que, ao tentar descobrir a origem da dívida, constatou que alguém tinham falsificado seus dados e adquiriu uns chips em seu nome. Pediu que fossem declarados inexistentes os débitos cobrados, bem como que a empresa fosse condenada em danos morais, no valor de R$ 10 mil.

Já a empresa alegou que as pretensões da autora são inverídicas e descabidas, eis que consta contrato assinado em 19/11/2015, onde menciona as referidas linhas, inclusive aduz que a todo momento a autora efetuou o pagamento das linhas, não podendo, assim, alegar desconhecimento. Argumentou, ainda, que a autora não juntou aos autos nenhum comprovante de negativação, e sim cartas de cobranças, ocasião em que juntou telas de sistema, constando não haver negativação em nome da autora e posteriormente declaração da Serasa. Disse, por fim, que, em virtude de não ter cometido nenhum ato ilícito, não há dano a ser reparado, requerendo a extinção do feito por inépcia da inicial ou a improcedência do pedido.

Na decisão, a juíza Adriana Lóssio destacou que o cerne da questão diz respeito em saber se houve realmente a contratação do serviço, a qual gerou a inadimplência das faturas e, consequentemente, a negativação da autora. “Compulsando os autos verifica-se, claramente, que a assinatura aposta no contrato de ID nº 17291049 comparando com os documentos pessoais e procuração juntados pela parte promovente no ID nº 17291042 não são semelhantes, não necessitando assim de perícia grafotécnica para averiguação”, ressaltou.

A magistrada disse que devido a uma falha na prestação de serviços em não analisar corretamente a documentação apresentada no ato da contratação, gerou sérios transtornos à promovente, uma vez que começou a receber cobranças telefônicas e cartas de cobranças de dívidas por ela não contraídas. Além do mais, teve seu nome negativado nos órgãos de Proteção ao Crédito, impedindo-a de efetuar qualquer transação comercial.

Sobre o valor da indenização, a juíza explicou que se deve buscar um equilíbrio perfeito de forma que não onere excessivamente quem dá, nem enriqueça ilicitamente quem recebe. “Logo, diante das referidas considerações, no desempenho da árdua tarefa de arbitrar o devido quantum indenizatório, fixo a indenização em R$ 4.000,00”, pontuou.

Da decisão cabe recurso.

Confira, aqui, a sentença.

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O que a Unimed JP está fazendo para melhorar a experiência das crianças

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Criança sempre vai ser criança, independentemente do local onde esteja. Então, mesmo em um hospital, as brincadeiras e o universo lúdico devem estar presentes. E isso não é apenas uma forma de divertir os pequenos, mas um modo de envolvê-los no seu tratamento, proporcionando conforto, segurança e bem-estar.
Para um adulto ficar doente e internado em um hospital é difícil, assim como para as crianças, que são afastadas da família e das atividades diárias. Por isso, o Hospital Pediátrico da Unimed JP  conta com um atendimento ainda mais especial. A atenção, o cuidado e o carinho fazem a diferença nesta unidade hospitalar.
“Quando disseram que eu ia ficar no hospital, fiquei triste. Mas depois das brincadeiras foi muito melhor ficar aqui. Eu ainda ganhei um diploma por ter sido um bom paciente”, disse Giovanny, sorrindo ao mostrar o diploma entregue pela equipe do hospital.
Para Edivânia de Souza, mãe do paciente, o seu filho estava nervoso quando chegou ao hospital para tratar uma dengue. “Ele nunca tinha sido internado. Foi complicado no começo, mas depois que ele teve acesso à brinquedoteca, com as atividades de pintura e todo o trabalho lúdico, foi muito mais tranquilo para nós dois”, disse.
Atividades lúdicas – Para o sucesso do tratamento das crianças, a unidade oferece realidade 3D, livros, contação de história, música, brinquedos tradicionais e até bonecos feitos de luvas descartáveis. “O importante é que a criança se sinta segura e confiante. Sentindo-se bem, o seu tratamento pode ser até mais rápido”, afirmou a pediatra Alexandrina Lopes, diretora clínica e técnica do Hospital.
Uma dessas iniciativas é a realidade virtual, que ajuda na missão de medicar os pacientes resistentes ou na hora de administrar o soro. Outra técnica é o Brinquedo Terapêutico, que ajuda na hora de estimular a criança a cooperar com o tratamento. São luvas que inflam para virar um boneco ou o estetoscópio entregue à criança, que se torna médico por algum tempo.
Em um ambiente temático, a brinquedoteca também é uma importante aliada para o tratamento e para o bem-estar do público infantil. Além do espaço fixo, há ainda a versão volante, que empresta brinquedos, faz contação de história e estimula a pintura.
O Hospital Pediátrico da Unimed JP é a unidade de referência para atendimentos pediátricos e conta com Centro Cirúrgico, Unidade de Tratamento Intensivo, Centro de Diagnóstico e Urgência e Emergência. Todos os setores têm profissionais especializados no atendimento à criança.
A unidade fica na Av. Ministro José Américo de Almeida (Beira-Rio), 1338, na Torre. Para mais informações: (83) 3506-9200 e (83) 3506-9100 .

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Construção civil vislumbra recuperação em meio à crise

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Investimentos em tecnologia, foco no relacionamento com o cliente e a informatização do setor são algumas das estratégias responsáveis por driblar a alta nos preços da construção civil e possibilitar uma recuperação acelerada em meio à crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Índice de Confiança do Empresário da Construção subiu 7,7 pontos entre julho e agosto, ultrapassando a marca que indica o início de um cenário confiante. A disposição para investir também aumentou. Neste aspecto, o índice alcançou 39,5 pontos e remeteu aos níveis pré-pandemia, época na qual registrava valores superiores a 40.

Os resultados positivos são animadores para profissionais da área que se mostra como um dos pilares para o desenvolvimento socioeconômico do país –  responsável por cerca de 7% do PIB brasileiro e pela geração de milhares de empregos anualmente. Mais do que apenas garantir a sobrevivência do setor durante a crise, a rápida adoção de medidas de contenção foi capaz de proporcionar resultados ainda superiores ao mesmo período do ano anterior.

Um dos maiores aprendizados que a pandemia trouxe para a construção civil foi o da importância do investimento em tecnologia e comunicação. Por meio do big data, por exemplo, é possível mapear obras e identificar qual região está mais aquecida e qual é o produto mais procurado para ajustar os estoques e controlar a inflação.

Entre as medidas preventivas que possibilitaram a continuidade das obras estão a adoção do distanciamento social e o uso de equipamentos de proteção, como a máscara. A rápida recuperação também se deve a adesão de práticas sustentáveis. Além de minimizar os grandes impactos ambientais, essas alternativas são importantes para a redução de gastos e aumento da produtividade, não só na construção civil, mas em diversos segmentos.

Afinal, pensar em novas maneiras de oferecer serviços e produtos é essencial, especialmente, quando as necessidades e o perfil de consumidor estão em constante mudança. “Entre as novas apostas, a lean construction chama a atenção pela capacidade de aumentar a produtividade, enquanto evita desperdícios de matéria-prima, tempo e dinheiro O mais importante, porém, são as inúmeras vantagens que essa técnica proporciona ao meio ambiente, um fato que merece ainda mais destaque no contexto atual.

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Saiba como contratar serviços e preparar a empresa para retomada das atividades pós-quarentena

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Durante o período de isolamento social, em virtude da pandemia do novo coronavírus, muitas empresas tiveram as atividades presenciais suspensas. Com a flexibilização e o processo de retomada, as empresas devem estar preparadas para o retorno presencial, seguindo novos protocolos de segurança. Neste cenário, as empresas de João Pessoa podem contar com uma alternativa rápida e segura para ter acesso a profissionais capacitados de diversas áreas. Por meio do “Psiu”, aplicativo gratuito que conecta prestadores e clientes, o contratante poderá solicitar serviços de diversas especialidades, como técnico de TI, faxina, manutenções elétricas e hidráulicas, consultorias, técnicos de ar condicionado e dedetização.

“Após algum tempo fechado, é comum que os ambientes apresentem alguns problemas que vão desde a limpeza, até alguma questão elétrica ou hidráulica, ou até problemas com climatização. É neste sentido que o Psiu traz a solução, conectando o usuário ao profissional que realiza o serviço que ele está precisando”, explicou Kleber Brandão, coordenador de marketing do aplicativo. “O Psiu é a alternativa para que as empresas contratem serviços com profissionais qualificados de acordo com a necessidade delas”, garante Kleber. A plataforma é gratuita e atua na grande João Pessoa, pode ser encontrado na Apple Store e na Play Store, e conta com mais de 150 especialidades e mais de 1500 profissionais.

O agendamento pode ser realizado para serviços no mesmo dia, ou em dias posteriores, e o pagamento pode ser realizado de forma online ou em dinheiro. Há facilidades de pagamento em espécie por meio do Psiu Cash – créditos comprados antecipadamente – e no cartão de crédito, sendo possível parcelar em até 6x. O atendimento contratado e pago conta com uma garantia de até R$5.000 – uma iniciativa para garantir que todos os serviços realizados pelo Psiu sigam um padrão de qualidade, o contratante não precisa pagar nenhuma taxa para o aplicativo. “Outro facilitador para pessoa jurídica presente no Psiu são os registros e recibos dos atendimentos para prestação de conta dos gastos, tornando o processo organizado e eficaz”, acrescentou.

Como acessar – Só baixar o aplicativo na App Store ou Play Store e realizar o cadastro, o usuário, poderá escolher o serviço e terá a opção de agendar o dia e horário. Em caso de urgência, o profissional mais próximo ao local é automaticamente acionado. O contato é feito diretamente pelo chat e, em poucos cliques, é possível finalizar a contratação. Após a realização do trabalho, o pagamento só é confirmado depois da avaliação do cliente.

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