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Caged confirma geração de saldo positivo de empregos com carteira assinada em junho na Paraíba

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Mesmo em meio à pandemia da Covid-19, o mercado de trabalho paraibano reagiu, positivamente, no mês de junho. Foram gerados 5.642 empregos com carteira assinada contra 5.584 postos desligamentos, gerando saldo de 58 vagas. Os dados são da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, com base no Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), que foram divulgados nesta terça-feira (28).

Dos nove Estados do Nordeste, além da Paraíba, apenas Maranhão, Rio Grande do Norte, Piauí e Alagoas tiveram saldo positivo no mês de junho na Região, enquanto Bahia, Ceará, Pernambuco e Sergipe tiveram saldo negativo. A região Nordeste também registrou baixa de 1.341 postos em junho e acumulou perdas de 258.882 postos de trabalho no primeiro semestre.

No país, o mês de junho manteve o saldo negativo pelo quarto mês, com perdas de 10.984 vagas no último mês, resultado dos 906.444 desligamentos e de 895.460 admissões. No primeiro semestre, o saldo do emprego formal ficou negativo em 1,198 milhão de vagas, resultado de 6.718.276 admissões e 7.916.639 desligamentos.

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Unimed JP se firma como referência em promoção do conhecimento científico contra a Covid-19

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Mais de dois mil profissionais da saúde de todo o Brasil estiveram conectados nesse sábado (1) em torno de um único propósito: conhecer e compartilhar aprendizados e experiências em relação ao enfrentamento à covid-19. O feito foi promovido e realizado pela Unimed João Pessoa por meio do Simpósio “Enfrentamento da Covid-19: do Desafio às Conquistas”, transmitido pelo canal exclusivo da operadora no Youtube, de forma gratuita e online.

O Simpósio contou com palestras de 20 especialistas convidados, como infectologistas, pneumologistas, pediatras, anestesistas, nefrologistas, cirurgiões e enfermeiros. Na abertura, o Simpósio recebeu o secretário de Saúde de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio.

Ao longo do evento, que durou todo o dia, foram debatidos desde o planejamento até os protocolos que são adotados pela instituição, bem como o impacto das terapias implantadas e que tiveram grande êxito no combate ao novo coronavírus em João Pessoa.

“O evento atendeu seu objetivo, que foi de transmitir conhecimento científico e prático dos envolvidos. Este simpósio inicia um novo momento. Agora, a Unimed João Pessoa participa ativamente da promoção do conhecimento científico no combate à covid-19”, analisa o diretor científico do evento, Gilvandro Lins. Para o coordenador do Núcleo Estratégico de Enfrentamento à Covid-19 da Unimed JP, Petrúcio Sarmento, o evento foi primoroso tanto no conteúdo de alta qualidade, quanto no formato, online e rigorosamente pontual. “A revolução de podermo s fazer um evento deste porte, transmitido com qualidade pela internet, nos surpreende assim com a qualidade científica dos palestrantes. Parabenizo os palestrantes e a organização, e agradeço a direção da Unimed João Pessoa por ter conseguido fazer um evento deste porte na nossa instituição”, pontuou.

Para o presidente da Unimed JP, Gualter Ramalho, este também marcou um novo tempo da cooperativa. “A Unimed João Pessoa saiu na frente e marca agora um novo tempo. Os profissionais que estiveram aqui respiram ciência, e a Unimed JP trouxe para a prática muitas inovações para os nossos clientes. Foi excelente conseguirmos compartilhar tudo isso. Parabéns a todos os envolvidos!”, avaliou o presidente.

Com 48 anos de tradição, o trabalho de excelência realizado pela Unimed João Pessoa durante a pandemia tornou a Cooperativa uma referência no enfrentamento à covid-19. A Unimed JP empregou todas as tecnologias pioneiras, informação e protocolos que outros lugares do mundo utilizaram e nossos resultados são comparáveis aos de qualquer outro grande centro. Além de mais de 1,7 mil médicos cooperados, possui a mais completa rede de assistência médico-hospitalar privada do Estado.
Outras informações:

Instagram: @unimedjoaopessoa e @simposiocovidjoaopessoa

LinkedIn: /company/unimed-joao-pessoa

Facebook: /unimedjoaopessoa

Twitter: @unimed_jp

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Energisa entrega obra que aprimora fornecimento de energia no distrito industrial de João Pessoa

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Em meio a todas as limitações provocadas pela pandemia do Covid-19, os paraibanos puderam ficam em casa na certeza que poderiam contar com uma energia de qualidade. Além de manter a manutenção e prestação de todos os serviços, a Energisa continuou com as obras e investimentos programados para 2020 na Paraíba. Recentemente, a Distribuidora concluiu a obra de melhorias na Subestação do Distrito Industrial de João Pessoa, já em pleno funcionamento.

“Ao todo, foram investidos mais de R$ 1,2 milhão no projeto que aprimorou a subestação localizada no Distrito Industrial, com sua reforma e ampliação da potência instalada, garantindo uma maior confiabilidade no sistema, qualidade da energia e continuidade de fornecimento com ainda menos riscos/possibilidades de interrupções”, conta Danielly Formiga, gerente de construção e manutenção da distribuição da EPB. A obra beneficia diretamente cerca de 10 mil clientes dos bairros do Distrito industrial, Jardim Veneza, zona rural de João pessoa e Santa Rita, Vieira Diniz, Cidade Verde e bairro das Indústrias.

Além dos clientes residenciais, a obra de expansão na Subestação Distrito Industrial vai beneficiar diretamente o abastecimento de energia da Cagepa Mubamba, empresas e espaços públicos localizados nos bairros acima citados. “O investimento na Subestação Distrito Industrial também gera a possibilidade de novos empregos diretos e indiretos, uma vez que a obra permite a expansão dos negócios da região, garantindo o desenvolvimento do polo industrial de João Pessoa e fazendo girar a economia do Estado”, comenta Danielly.

Ainda em este ano, a Energisa vem trabalhando na construção da Subestação Altiplano, em João Pessoa; Linha de Transmissão Coremas / Sousa no alto sertão da Paraíba; reformas na Subestação Cristo – JP e Subestação na cidade de Cajazeiras/PB, entre outros investimentos que juntos somam R$ 31.192.454,36 em obras no sistema de transmissão de energia da Paraíba a serem concluídas até dezembro de 2020.

Confira abaixo fotos da Subestação da Energisa:

 

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TJPB julga inconstitucional lei que prevê plantio de árvores por concessionárias de veículos

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A Lei nº 11.878/2010 do Município de João Pessoa, que prevê o plantio de árvores por empresas concessionárias de veículos foi declarada inconstitucional pelo Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba. A norma foi questionada pelo Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Estado da Paraíba (Sincondiv/PB). O relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 0804153-25.2018.8.15.0000 foi o desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho.

A parte autora sustenta que a lei impugnada, ao dispor acerca da obrigatoriedade do plantio de árvores por empresas concessionárias de veículos novos e seminovos, afronta o artigo 7º, §2º, incisos VI e VIII, da Constituição Estadual, pois os municípios são absolutamente incompetentes para legislar sobre a proteção ao meio ambiente. Enfatiza, ainda, que “não há qualquer lei da União a amparar a pretensão municipal, pesando aí evidenciar que de igual modo inexiste lei estadual e ainda que esta última existisse, seria inconstitucional em razão da limitação contida no §4º do artigo 7º da Constituição Estadual”.

Já o Município de João Pessoa defendeu a constitucionalidade da lei questionada. Argumenta que há interesse local na promoção e proteção ao meio ambiente na Cidade de João Pessoa, uma vez que os automóveis comercializados nesta Capital aqui circularão poluindo, assim, o meio ambiente local. Sustenta que a plantação de árvores imposta aos que obtém lucro com a venda do automóvel atenuará a poluição gerada na Cidade, além de outros benefícios ambientais e urbanísticos.

O texto da lei dispõe que ficam as empresas concessionárias de veículos zero km e seminovos, obrigada ao plantio de: uma árvore para cada veículo zero km, vendido de até 1.000 cilindradas; duas árvores para cada veículo zero km, vendido com potência maior que 1.000 cilindradas até 2.000 mil cilindradas; três árvores para cada veículo zero km vendido com potência superior a 2.000 mil cilindradas; e quatro árvores para cada caminhão, ônibus ou máquina agrícola zero km vendido.

O relator do processo destacou que a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal reconheceu aos municípios a competência para legislar sobre direito ambiental quando se tratar de assunto de interesse predominantemente local. No entanto, a questão relativa à emissão de gases poluentes pelos veículos não pode ser compreendida como de interesse estritamente local, o que afasta a competência Municipal.

“Com efeito, a lei municipal questionada causa embaraços comerciais, além de colocar as empresas locais em desvantagem comercial em relação às situadas em cidades circunvizinhas que não têm que cumprir a mesma obrigação. Ademais, a questionada lei, ao estabelecer que para cada carro “novo” comercializado há que se plantar árvores, fere o princípio da razoabilidade e da isonomia, excluindo da obrigação de proteção ao meio ambiente às concessionárias que promovem vendas de veículos usados que igualmente são fontes emissoras de dióxido de carbono em proporções até maiores”, afirmou o desembargador Oswaldo Filho.

Da decisão cabe recurso.

Confira, aqui, o acórdão.

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