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Novo Normal – Como agir após a pandemia

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Por Conceiyção Montserrat

Refletindo sobre este termo “NOVO NORMAL” tenho a sensação de que estas palavras significam “houve uma interrupção e que tudo continuará da mesma forma”, após a pandemia.

Mas, não é verdade! Não queremos que tudo seja “NORMAL” após todas as experiências que tivemos e o quanto crescemos emocionalmente e pessoalmente!

Queremos que tudo seja reformulado, melhorado, que tenha uma evolução em nossas atitudes, proporcionando ao entorno uma qualidade superior à que estava antes desta pandemia, favorecendo nosso equilíbrio e atenção às questões que nos incomodam e que possamos evoluir com tudo isso.

Ter um olhar mais humano, dedicando mais tempo a o que nos faz bem. Tendo uma conduta mais equilibrada e a cada dia, que nossa evolução caminhe mais e mais…

Queremos poder olhar para trás e ver com olhos firmes que este processo serviu para nos fortalecer, para evoluirmos, trazendo a cada um de nós uma palavra chamada RESSIGNIFICAR.

É desta forma que vejo tudo hoje pois, algumas coisas que antes usávamos como condução social, hoje perdeu totalmente o sentido e o porquê! Atitudes que antes tinham propósito, hoje se perderam completamente e tudo mudou para melhor.

Tivemos que nos reinventar, trocar nossos hábitos, mudar nossos comportamentos e com isto vieram novas descobertas, aprendizados, crescimento pessoal e profissional. Portanto, acredito que mudamos para melhor e não vamos voltar ao “normal” após tantas experiências e vivências.

RESSIGNIFICAMOS nossas vidas, nossos trabalhos, a maneira de atender nossos clientes e prestar nossos serviços!

Com isso, nos tornamos pessoas melhores, com olhar mais atento as nossas qualidades e capacidades, onde pudemos nos superar, crescer emocionalmente mesmo tendo ao nosso entorno todas as adversidades físicas e emocionais, com quantidades absurdas de informações e situações angustiantes e limitadoras, fomos fortes e resilientes para superar tudo e todos.

Aprendemos que juntos somos mais fortes e que cada um possui uma capacidade de superação maior que imaginava.

Então acredito que devemos criar uma palavra que defina este novo momento após a pandemia, que não seja “ NORMAL”, mas sim, um recomeço, uma fase para aplicar tudo que aprendemos e crescemos e possamos utilizar isto de forma saudável.

E você, consegue compreender o RESSIGNIFICADO em sua vida?

*Conceiyção Montserrat – Atenta as transformações do mercado brasileiro, Conceiyção Montserrat reuniu ao longo da sua carreira em mais de 25 anos (atuando no mercado nacional e internacional à frente de gestão e fomentação de negócios), grandes experiências, pois teve a oportunidade de desenvolver trabalhos nas áreas de gestão de projetos, comunicação, criação e design gráfico, produção audiovisual, marcas e patentes, eventos corporativos, acompanhando as questões jurídicas e gerenciamento de crise nos projetos, vivenciando a oportunidade de trabalhar com profissionais altamente capacitados e atuando junto a empresas com parceiros de larga experiência nas áreas de assessoria de imprensa, planejamento estratégico e conteúdos educacionais .

Sempre desenvolve projetos que valorizam os produtos e serviços acompanhando todos os processos até sua conclusão e resultado planejado.Em sua trajetória profissional, em grandes projetos, sempre aplica um olhar muito atento aos acontecimentos e novidades em geral.

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Artigo: Conteúdo nas aulas e modelo curricular

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Com as mudanças que a pandemia causou em nossa vida e, consequentemente, na vida escolar das crianças e professores, são frequentes essas perguntas, seja em conversa entre pais ou nas reuniões da escola, agora virtuais: mas, e o conteúdo? E a reposição das aulas? E 2021? E o processo de alfabetização? A ansiedade é grande: o que fazer diante desse tempo perdido? Mas, será perdido mesmo?

O modelo curricular das escolas brasileiras é enciclopédico, com excesso de conteúdo, pouco flexível e desconectado das necessidades do contexto atual. Com a pandemia, essas características foram ressaltadas, demonstrando que as escolas permanecem com um modelo ultrapassado e que, talvez, esse seja um bom momento para repensarmos esse modelo curricular, e também a nossa relação com a escola e com a produção de saberes.

Com as aulas remotas, a relação interpessoal mudou. Mudaram também as relações com o aprender, com o conhecimento, com a tecnologia. Isso não significa que as crianças estão aprendendo menos ou mais: estão aprendendo diferente. E aprendendo além dos conteúdos elencados no currículo.

Ter claro que esse é um momento de aprendizagem, ainda que as crianças estejam fora da escola, e que aprender vai além dos conteúdos curriculares, nos ajuda a perceber que esse não é um tempo perdido. É um tempo diferente e precioso. Por isso, precisamos vivenciá-lo de forma serena, procurando criar memórias afetivas e positivas para as crianças – e para nós, adultos, também.

Cozinhar juntos, ouvir músicas, cuidar de plantas, dividir afazeres da casa, pintar, ler. São atividades que nos aproximam e podem ser inseridas na rotina, tanto para pais que estão saindo de casa para trabalhar como para os pais que estão em teletrabalho.

Por que não inserir na rotina um momento de leitura compartilhada? A criança pode participar da escolha do livro e os pais contarem a história antes de dormir, após o almoço, durante a tarde, enfim, no período do dia em que a rotina familiar e de trabalho permitir. A literatura fortalece o ser, permite o autoconhecimento, o respeito ao próximo, a compreensão do meio em que se vive, o desenvolvimento da criatividade, a ampliação do vocabulário. E mais: o encontro do texto com o leitor e com o ouvinte.

Estamos vivenciando uma experiência única, que propicia uma forma diferente de aprender e de ir além dos conteúdos. As crianças não estão perdendo, mas ganhando outras possibilidades de convivência, de conteúdo, de conhecer o mundo. A alfabetização acontecerá, o aprender também. De outro modo, com outros matizes. E pais e escola, juntos, estão encontrando caminhos e ganhando horizontes.

Deisily de Quadros é professora da área de Linguagens e Sociedade da Escola Superior de Educação do Centro Universitário Internacional Uninter, estuda literatura infantil e a formação de leitores e é mãe do Théo.

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Artigo: O adicional de insalubridade

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Por Camila Franco

A segurança e o bem estar social também são assegurados pela Constituição Federal dentro do ambiente de trabalho.

Em decorrência dessa premissa, os trabalhadores têm o direito de verem reduzidos os riscos no ambiente de trabalho por meio de normas de saúde, higiene e segurança laboral.

O adicional de insalubridade é devido ao empregado exposto a agentes nocivos à saúde e acima dos limites de tolerância fixados pelo Ministério do Trabalho e do Emprego.

Os agentes nocivos podem ser físicos (ruído, calor, radiações, frio e umidade), químicos (poeiras, gases, vapores, névoas e os fumos) e biológicos (microorganismos, vírus e bactérias).

As atividades exercidas em condições insalubres asseguram ao empregado a percepção de adicional de insalubridade de 40% (quarenta por cento), 20% (vinte por cento) ou 10% (dez por cento) dependendo do tipo de agente insalubre a que o empregado está exposto. Embora haja discussões sobre a base de cálculo, a Justiça, em sua maioria, considera que estes percentuais incidem sobre o salário mínimo.

Poderá ocorrer a eliminação ou neutralização da insalubridade com a adoção de medidas que conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância (medidas coletivas) ou com a utilização de equipamentos de proteção individual (medida individual) que irá diminuir a intensidade do agente, de forma a mantê-la nos limites de tolerância.

Camila Franco é advogada, formada pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU/SP), pós graduada em Direito e Processo do Trabalho pela Universidade Mackenzie/SP e processo do Trabalho pela PUC-COGEAE – SP. É sócia responsável pelas áreas de Direito do Trabalho na Ragazzi Advocacia e Consultoria. Dúvidas em direito e legislação devem ser encaminhadas para contato@ragazzi.adv.br

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Artigo: A polêmica nota de R$200,00

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No dia 29 de julho de 2020, foi anunciado pelo Banco Central (BACEN) que, em agosto, será colocada em circulação a nota de R$200,00, que incorporará a imagem do lobo-guará. Se antes, a nota de maior valor era a de R$100,00, agora, essa será substituída e o maior valor nominativo de dinheiro vivo em circulação será de R$200,00.

Segundo a diretora de administração do BACEN, essa nova nota é necessária para reduzir os custos de impressão, pois neste momento, aumentou a demanda por papel-moeda (dinheiro vivo ou em espécie). Esse aumento foi causado pelo cenário de incerteza que vivemos, diante da pandemia instalada e pelo saque do auxílio emergencial, já que, muitos beneficiários, além de preferirem dinheiro em espécie, não possuem conta em bancos.

Entretanto, existem incoerências nesta argumentação, uma vez que, segundo o próprio departamento de estatística do BACEN, este aumento é temporário. Empresas fechando as portas, trabalhadores sendo demitidos, colocar em circulação uma nova nota monetária não irá resolver os problemas que assolam nossa economia. Pelo contrário, pode corroborar para a perda da confiança social, já que a estabilidade da nossa moeda, assume um papel social relevante. E, diga-se de passagem, vivemos um momento de estabilidade inflacionária, não justificando mais uma vez, a criação da nota de R$200,00.

Para além desses argumentos, estamos indo na contramão mundial no que diz respeito ao combate a lavagem de dinheiro. A União Europeia, por exemplo, estuda tirar de circulação a nota de US$500,00 para dificultar atividades ilícitas. Outra questão é que cada vez mais, a internet tem sido utilizada para realizar pagamentos virtuais, não justificando, mais uma vez, a emissão dessa moeda.

Neste momento, criar a nota de R$200,00 não irá resolver nossos problemas, que, diga-se de passagem, são grandes: alto número de mortes devido a Covid-19, metade da população brasileira sem acesso a esgoto tratado, empresas falindo, pessoas ficando desempregadas e poucos recursos destinados para combater à pandemia. Quais são, de fato, nossas prioridades?

Autora: Pollyanna Rodrigues Gondin é tutora do curso superior de Blockchain, Criptomoedas e Finanças na Era Digital do Centro Universitário Internacional Uninter.

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