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Trade turístico apoia construção do Sun Park e destaca sua importância no desenvolvimento da PB

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O mercado de parques e atrações é um setor em expansão no mundo. Anualmente, o segmento fatura mais de R$ 3 bilhões, recebe 30 milhões de visitantes e gera cerca de 15 mil empregos diretos e 100 mil indiretos no Brasil. Neste cenário, o município de Lucena, na Paraíba, receberá o Sun Park, que promete ser um dos maiores parques aquáticos da América Latina. Para o trade turístico do Estado, o empreendimento chega para trazer oportunidades únicas no turismo e na economia. De acordo com a presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Ruth Avelino, o parque vai trazer valorização de Lucena e fortalecer a economia da região. “O Sun Park é importante em vários aspectos, pela valorização do litoral norte, fortalecimento da economia da região, além da opção de lazer para o público paraibano em uma &aa cute;rea ainda pouco explorada”, comenta Ruth.

Segundo ela, além do atrativo turístico, a obra vai gerar empregos diretos e indiretos durante e após a construção. “É uma iniciativa essencial para a economia da região e, ainda após a finalização das obras, uma equipe fixa permanecerá trabalhando no local”, celebra. “O parque vai tem potencial para atrair turistas de outros estados. Nós não temos parque aquático aqui e o Sun Park vai encantar várias famílias de Pernambuco e do Rio Grande do Norte, por exemplo”, acredita.

De acordo com a pesquisa da Themed Entertainment Association (TEA), associação internacional do segmento, no ano passado, o total de visitantes nos grandes parques do planeta ultrapassou, pela primeira vez, meio bilhão, o equivalente a quase 7% da população mundial. Segundo o estudo, há apenas cinco anos, a quantidade de frequentadores em relação à população global era de 5%. Para Breno Mesquita, presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) na Paraíba, neste cenário, o empreendimento será um ‘divisor de águas’. “Acredito muito nesta iniciativa como um incremento relevante no turismo de negócios do Estado, assim como foi com a chegada do Centro de Convenções”, comenta. “O município de Lucena, assim como João Pessoa, fica entre grandes centros turísticos, como Natal e Rec ife. Sendo assim, pode comportar um parque dessa estatura tendo como público forte o turista nacional, complementando com o público regional. O Litoral Norte merece um equipamento como este para o seu desenvolvimento”, ressalta Breno.

José Maria Garcia, secretário de Desenvolvimento, Indústria e Comércio de Lucena, acredita que a construção do empreendimento será um marco para a cidade. “O município de Lucena ficará marcado pelo antes e depois do Sun Park, será uma alavancada em todas as áreas”, afirma o secretário.

De acordo com ele, a cidade conta com indústria, mas nenhuma voltada para o entretenimento, como o Sun Park. “A geração de empregos e a infraestrutura que será montara é a nível internacional. Todos os detalhes estão sendo feitos em parceria com o grupo Sun Park, a prefeitura de Lucena e o Governo do Estado. Quando o empreendimento estiver em funcionamento, a entrada da Paraíba será praticamente pelo Litoral Norte”, acredita.

Sobre o Sun Park – O Parque, que promete ser um dos maiores da América Latina, já está em fase adiantada de entrega do showroom e pode começar a venda dos passaportes em setembro deste ano. O equipamento será instalado em Lucena, na Paraíba, e as obras têm início em outubro.

O empreendimento será construído em um terreno com área total de 2 milhões de m², sendo 300 mil m² de área exclusiva para a instalação do parque aquático, rede hoteleira, projetos imobiliários, eventos e estacionamento com aproximadamente 1.300 vagas. O investimento é de R$ 100 milhões e deverá gerar cerca de 800 empregos diretos e indiretos – 300 só na primeira fase, incluindo obras, administrativo e comercial.

Confira abaixo imagens do terreno escolhido para realização das obras:

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Bruno recebe empresários do setor de transporte público, que alegam dificuldades extremas na cidade

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O prefeito Bruno Cunha Lima manteve reunião com os empresários do setor de transporte de passageiros, na sede da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande (STTP). Na pauta, a crise sem precedentes por que passa o segmento, principalmente desde a eclosão da pandemia.

“Não podemos deixar a sociedade sem o serviço, nem tão pouco deixar as empresas fecharem as portas”, destacou, após ouvir os empresários Alberto Pereira Nascimento e Paulo Farias (Consórcio Santa Verônica), Agnelo Cândido, e Noaldo Cabral (Consórcio Santa Maria), integrantes do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Campina Grande.

Segundo os empresários, por conta dos aplicativos e outras medidas, o setor de transporte coletivo vem acumulando perdas exponenciais nos últimos anos, notadamente com a “evasão” dos passageiros – numa redução anual que ultrapassa 2 milhões de passageiros, além dos altos impostos, como o ICMS, insumos de serviços, gratuidade no sistema, dentre outros.

_Dificuldade sistêmica_

Durante sua fala, o prefeito ressaltou que o momento é de união, e que os três lados da discussão estão fragilizados – a prefeitura, o empresariado e passageiro. Bruno destacou que as dificuldades e os problemas do transporte público não são exclusividade de Campina Grande. O país inteiro está com o problema, e que não há uma solução prática, de imediata, mas deixou claro que sempre o interesse público maior é o que delineará as decisões.

Apresentando a atual equivalência tarifária de passageiros, o presidente do Sitrans, Agnelo Candido, disse que as empresas não dispõe mais de capacidade financeira para honrar os compromissos, inclusive de funcionários, como salários e vales- alimentação atrasados, e que o sistema está falido.

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Unimed João Pessoa orienta como se proteger da covid-19 durante as atividades físicas

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A vacinação contra a covid-19 já teve início na Paraíba, mas ainda é preciso manter os cuidados de prevenção à doença. Para quem não abre mão das atividades físicas, alguns protocolos devem ser seguidos para manter a segurança de todos.

O diretor de Provimento de Saúde da Unimed João Pessoa, Petrúcio Sarmento, lembra que é seguro fazer os exercícios desde que alguns cuidados sejam adotados. “No caso de ambientes fechados, o distanciamento adequado e o uso de máscara são obrigatórios, porém, ao ar livre, o item pode ser dispensado desde que não haja aglomerações. Lugares amplos e arejados são os mais indicados”, orienta.

Ele lembra que, no momento, os exercícios desempenham um papel ainda mais importante para a qualidade de vida. “As atividades físicas são importantes não apenas para o controle do peso e busca por hábitos saudáveis, mas também são um importante aliado para a manutenção do bem-estar e saúde mental”, complementa.

Horários de pico – Para o profissional de educação física Claudney Forte, da equipe de promoção da saúde da Unimed João Pessoa, evitar horários de pico nas praças e na praia é um dos primeiros passos para a prevenção. Ele também destaca a importância da prática individual. “Nos esportes de contato, a proximidade entre as pessoas é um fator de risco de contaminação. Por isso, realizar os exercícios sem compartilhar material e higienizando os equipamentos ao mudar de atividade é essencial”, explica.

Segundo ele, esportes de alta intensidade não são recomendados. “O ideal é praticar modalidades com intensidade moderada, como caminhadas, natação ou apenas o fortalecimento muscular leve. Neste momento de pandemia, é importante a realização de exercícios que ajudem a aumentar a imunidade”, explica Claudney.

Sobre a Unimed JP – Com 49 anos de tradição, a Unimed João Pessoa é uma cooperativa de trabalhos médicos que se consolidou como a melhor e maior operadora de planos de saúde da Paraíba. Além de mais de 1,8 mil médicos cooperados, possui a mais completa rede de assistência médico-hospitalar privada do Estado. São diversos hospitais credenciados, sendo dois próprios – um deles referência em alta complexidade -, além de clínicas, prontos-socorros e laboratórios à disposição de 150 mil clientes. Comprometida com o desenvolvimento sustentável, é signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Tudo isso garante à Unimed JP a liderança absoluta no segmento de saúde suplementar no mercado paraibano. Acesse www.unimedjp.com.br.

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Asplan repudia propaganda do MPT que associa trabalho infantil ao setor canavieiro

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Circula em redes sociais, um banner de uma propaganda do Ministério Público do Trabalho (MPT) que associa o trabalho infantil ao setor canavieiro. A publicidade, inclusive, coloca uma foto de um feixe de cana-de-açúcar ilustrando a comunicação que recebeu nesta quinta-feira (21), uma nota de repúdio da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan). O presidente da entidade, José Inácio de Morais, ficou indignado ao tomar conhecimento da peça publicitária. “Nós não somos empregadores de mão de obra infantil e há muito tempo que os trabalhadores canavieiros ganharam melhores condições de trabalho n o campo, portanto, associar nosso segmento a práticas ilegais é um absurdo, é descabido e inaceitável. A Paraíba, no que tange nosso setor, não tem mão de obra infantil”, afirmou o dirigente canavieiro.

José Inácio lembra que várias empresas ligadas ao segmento no estado, a exemplo da Monte Alegre, Miriri, Tabu e Japungu são, inclusive, reconhecidas como empresas amigas das crianças por iniciativas que ajudam as crianças a terem mais oportunidades, a exemplo da manutenção de creches, escolas, bibliotecas, espaços de lazer, etc. “As empresas paraibanas também são fiscalizadas frequentemente pelo MPT e têm reconhecido seu compromisso social”, reitera o dirigente canavieiro.

Outra pessoa que se mostrou indignado sobre a propaganda do MPT foi o especialista em agronegócio, Marcos Fava Neves. Em seu perfil nas redes sociais ele escreveu: “O MPT deve se comunicar com a sociedade, mas não deve em suas comunicações usar os recursos públicos para atacar agentes da economia que não servem de exemplo para suas mensagens e estão justamente entre os que provém o orçamento do MPT. Errou ao atacar o setor de cana-de-açúcar , que caminha a largos passos para a sustentabilidade nos pilares ambiental, social e econômico. Há vastas literatura com esses números”, destacou Neves.

Para José Inácio iniciativas como essa só desconstroem a imagem de um setor vital para a economia do país, inclusive, na geração de emprego e renda no campo. “Nós somos quem mais empregamos no campo, respeitamos as regras de sustentabilidade, geramos renda e não empregamos mão de obra infantil. Essa campanha do MPT deveria ser retirada imediatamente e o segmento deveria receber um pedido de desculpa formal pelo constrangimento causado por essa falsa e equivocada associação com o trabalho infantil”, finaliza José Inácio.

Sobre a propaganda

No banner, o MPT associa o trabalho infantil a uma vaga de emprego para crianças e utiliza uma foto de cana com a frase “Fazenda infância destruída’ e ainda tem os dizeres: Procura-se profissional mirim com agilidade para cortar cana e colher café…. Mais em baixo, o banner destaca: Essa vaga não existe, mas o trabalho infantil continua sendo realidade na vida de muitas crianças”.

Confira abaixo a íntegra da postagem feita por Marcos Favas Neves:

 

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