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Notícias

“Precisamos ter inteligência para ultrapassar esse momento com o olhar para frente”, diz Nilvan

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O comunicador Nilvan Ferreira, do programa Correio Debate, da 98,3 FM, comentou na edição desta quarta-feira (24) o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro e, por consequência,  as polêmicas que vieram a seguir. “Precisamos ter inteligência para ultrapassar esse momento com o olhar para frente”, disse Nilvan. “É chegada a hora de colocar o pensamento em ordem”, defendeu o comunicador.

Companheiro de bancada de Nilvan Ferreira, o comunicador Victor Paiva classificou como “extremamente equivocada” a fala do presidente Jair Bolsonaro. “Fiquei envergonhado com a fala de Bolsonaro ontem”, disse. “Não quero que no Brasil viva o que a Itália e a Espanha estão vivendo”, completou.

Confira a íntegra do comentário dos âncoras do Correio Debate:

 

 

 

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Paraíba

PSDB perde representantes e sob o comando de Pedro fica sem vereadores em Campina Grande

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Com as mudanças ocorridas nos últimos minutos da janela eleitoral, alguns partidos, antes grandes e poderosos na Paraíba, acabaram minguando e ficando fragilizados.

Como o Blog revelou ontem, segunda-feira (06), em João Pessoa 8 legendas ficaram acéfalas na CMJP após as trocas feitas pelos parlamentares, MDB e PSB são exemplos, destaca publicação do Blog do Ninja.

Na Câmara Municipal de Campina Grande também não foi diferente e o PSDB, antes tão grandioso em representatividade, mas que nesta legislatura já contava apenas com o vereador licenciado Nelson Gomes Filho e os suplentes Ivan Batista e Marcos Raia, também perdeu sua representatividade sob o comando estadual do deputado federal Pedro Cunha Lima.

Os três políticos migraram para o PSD presidido estadualmente pelo prefeito Romero Rodrigues.

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Negócios

Coronavirus: Deputado pede ao governador e prefeitos a reabertura do comércio em toda a Paraíba

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O deputado estadual Cabo Gilberto Silva (PSL), utilizou as redes sociais para solicitar ao governador João Azevedo e prefeitos de toda a Paraíba que autorizem a reabertura gradativa das atividades do comércio, como forma de amenizar os prejuízos já contabilizados em decorrência da pandemia do novo coronavírus que assola todo o mundo.

“Faço um apelo ao senhor governador e aos prefeitos do Estado da Paraíba, para permitir que o comércio volte de forma gradativa às suas atividades. Precisamos de um meio termo, da forma que está não iremos aguentar”, disse Cabo Gilberto Silva. “Não paro de receber ligações e mensagens dos comerciantes e das pessoas que estão sem pagar suas contas. Toda Paraíba está sofrendo com essa situação, vamos evitar um colapso no abastecimento”, completou.

Confira a publicação:

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Brasil

Coronavírus já fez comércio perder R$ 53,3 bilhões até o momento, indica CNC

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Segundo estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as perdas diretas impostas ao comércio pela crise do coronavírus devem chegar a R$ 53,3 bilhões nesta terça-feira, dia 7 de abril, em dez unidades da Federação: Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo (responsáveis por 72,5% do volume de vendas do varejo nacional). O valor representa uma retração de 46,1% no faturamento do setor, em comparação com o mesmo período do ano passado.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, reforça que a Confederação enviou ao Governo Federal um documento com sugestões de medidas que possibilitam minimizar os impactos negativos da crise nas empresas, visando à manutenção dos empregos. “Com o impedimento da operação de estabelecimentos comerciais no País, é preciso dar às empresas as condições para que possam atravessar este difícil momento, mantendo seus negócios e preservando os empregos”, afirma Tadros. “A CNC vem cumprindo o seu papel de buscar e propor soluções para que os empresários possam enfrentar esta crise sem precedentes.”

Em São Paulo, onde o Governo do Estado decretou o fechamento de lojas de diversos segmentos do comércio a partir de 20 de março, a CNC estima que a perda no volume de vendas chegue a R$ 25,64 bilhões. Já no Rio de Janeiro, as perdas devem alcançar R$ 6,75 bilhões, em decorrência de decreto estadual estabelecendo o fechamento de shopping centers desde o dia 17 de março e de decisão da prefeitura da capital fluminense – no fim de março – obrigando o fechamento de todo o comércio, exceto os considerados essenciais. Minas Gerais (R$ 8,34 bilhões), Santa Catarina (R$ 4,8 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 2,15 bilhões) fecham a lista das cinco UFs que mais registrarão queda do faturamento no período.

De acordo com o serviço de georreferenciamento do Google, a mobilidade de pessoas nos estabelecimentos comerciais ao final de março foi reduzida drasticamente. No varejo de rua, em shopping centers, livrarias e cinemas, houve queda de 71% na circulação de consumidores, em todo o Brasil. As maiores quedas regionais ocorreram nos Estados de Santa Catarina (-80%), Sergipe (-78%) e Alagoas (-77%). “Mesmo no varejo essencial, como supermercados, minimercados, mercearias e farmácias, o número de visitantes encolheu 35% em relação à movimentação usual”, destacou Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo estudo.

De acordo com Bentes, por mais que o varejo eletrônico e os serviços de delivery tenham contribuído para diminuir as perdas nas vendas, a participação das receitas baseadas nesses serviços ainda é pequena se comparada ao consumo presencial. “O efeito da retração econômica sobre a renda dos consumidores, em especial daqueles que trabalham por conta própria ou exercem informalmente algum tipo de atividade remunerada, certamente contribuiu para o recuo na movimentação e no consumo após o agravamento da covid-19 no País”, avalia o economista.

PMC: ainda sem projeção anual

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de janeiro de 2020, divulgada nesta terça-feira (07/04) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 1,2% no volume de vendas do varejo em fevereiro, na comparação com janeiro – já computados os ajustes sazonais. No período analisado, entretanto, não houve registro de interrupção tão drástica das atividades comerciais como a que o setor tem experimentado desde o aumento no número de casos de coronavírus no Brasil. “Este, que foi o melhor resultado para meses de fevereiro desde 2016 (+1,6%), seguramente terá antecedido o pior resultado da série histórica desta pesquisa, iniciada há mais de vinte anos”, diz Fabio Bentes.

Diante desse cenário, a CNC, assim como na última PMC, não apresentará projeções com base na pesquisa do IBGE, como faz normalmente.

Confira a análise completa da Divisão Econômica da CNC.

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