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Negócios

Frente de Empreendedorismo realiza reunião virtual e apresenta sugestões para evitar desemprego

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A Frente Parlamentar de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quarta-feira (25), reunião virtual, para debater medidas econômicas que deverão ser apresentadas ao Poder Executivo como forma de apoiar as pequenas empresas, empreendedores e  trabalhadores autônomos durante o período de pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

A reunião, a primeira de forma remota da Frente, foi presidida pelo deputado Eduardo Carneiro e transmitida ao vivo pela TV Assembleia, YouTube e Facebook da ALPB. Para assistir a reunião na íntegra acesse o link – https://www.youtube.com/watch?v=tSBrPOKKyEM. O documento com todas as deliberações da reunião será encaminhado em breve ao governador João Azevedo.

O presidente da ALPB, Adriano Galdino, garantiu que a Casa estará sempre vigilante e pronta para atuar em defesa da população da Paraíba. O chefe do Legislativo Estadual defendeu o equilíbrio entre os Poderes e união entre as lideranças dos setores produtivos da Paraíba. “É preciso que estejamos juntos e unidos com o Executivo, com o Judiciário, o Ministério Público, com os empresários e com os prefeitos. Precisamos ter humildade para ouvir a todos, entender o momento e buscar soluções”, observou Galdino.

O presidente da Frente, Eduardo Carneiro, destacou a necessidade de elaborar medidas econômicas que possam contribuir com os empreendedores paraibanos para diminuir os efeitos da grave crise econômica resultante da pandemia do Covid-19. “Essa Frente Parlamentar tem por intuito debater o empreendedorismo, o fomento da economia, a defesa da micro e pequena empresa”, disse.

A reunião da Frente do Empreendedorismo, segundo o parlamentar, serviu para que seus membros elaborassem um documento com sugestões que deverão ser encaminhadas ao Executivo e, logo em seguida, apreciadas pela Casa de Epitácio Pessoa. “Precisamos trabalhar para a sobrevivência das empresas e, automaticamente, nós estaremos garantindo a permanência dos empregos. União é fundamental nesse momento e vamos buscar, através do Governo do Estado e do Governo Federal, que ajudem o segmento empresarial e, a partir daí, nós poderemos dar cada vez mais condições aos trabalhadores, gerando menos desemprego, ” argumentou Carneiro.

O deputado Anderson Monteiro ressaltou a importância de buscar soluções para crise econômica nesse momento em que o Covid-19 está impedindo as pessoas de trabalharem. “Nós, deputados, como porta voz da população, temos que buscar soluções. Apesar de ser uma crise de saúde pública, que é preocupante, temos que pensar também na crise econômica que está sendo instalada no país. Por isso, a discussão é pertinente nesse momento em que temos que nos tornar mais presentes, pois os relatos das famílias são preocupantes e não temos ideia do que vai acontecer daqui para frente. Temos que trazer alguma luz para essas pessoas que estão passando por essa dificuldade hoje”, declarou.

A deputada Camila Toscano afirmou que tem conversado com alguns empresários da Paraíba, para saber como ajudar na crise econômica. “Penso muito nos pequenos empresários, que estão em uma situação difícil, os autônomos, que estão prejudicados e não vão ter como pagar suas contas. Temos que conversar com esses empresários, com representantes do turismo, para saber de que forma podemos ajudar. Devemos enviar soluções para o Governo, mas soluções que sejam compartilhadas com essas pessoas”, disse a deputada.

“A crise é na saúde, mas haverá grandes consequências na economia”, observou a deputada Pollyanna Dutra. Segundo ela, é necessário que o Legislativo, o Executivo e a população trabalhem em conjunto para proteger a economia paraibana. “É necessário que a gente tenha a responsabilidade de pensarmos juntos esse momento com temas que se relacionem com a política”, afirmou.

Pollyanna lembrou que cada deputado, através de emendas, poderia direcionar sua cota para as medidas de fortalecimento da rede de saúde durante a pandemia e uma outra parte para fortalecer a economia dos municípios. “Esse dinheiro poderá ser utilizado nas prefeituras. Nesse momento, os 36 deputados poderiam fomentar a questão hospitalar e uma outra parte poderia ser dedicada aos pequenos negócios, via Governo do Estado”, sugeriu.

O representante do Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação, Graco Parente, mostrou preocupação com a retomada da economia no estado e apresentou algumas medidas para solucionar a crise. “Nesse momento, dividimos em três pilares para ajudar na economia. A relação de trabalho, onde aguardamos a suspensão dos contratos de trabalho, com o Governo Federal pagando o auxilio. O crédito seria o segundo pilar, com a redução de taxa de juros e de burocracia, para que o dinheiro possa chegar nas mãos dos empresários com celeridade; além da retomada da economia”, destacou.

Entre os encaminhamentos sugeridos, a prorrogação do prazo para renovação de licenças e para o pagamento de impostos, como o ICMS e ISS, foram alguns dos itens destacados, já que váriossetores tiveram que cumprir a determinação de quarentena, resultando na redução da arrecadação e impossibilitando o repasse de impostos ao Estado e municípios.

A obtenção de créditos sem juros e a longo prazo, através de linhas de créditos emergenciais, ajudaria, segundo os representantes de setores produtivos que participaram da reunião, a evitar demissões em massa. O deputado Eduardo Carneiro sugeriu, inclusive, a proposta de ampliação de financiamentos, através do Empreender-PB. A possibilidade de liberação de até 60% do FGTS para os trabalhadores também foi sugerida como forma de fortalecer a economia do país.

Também participaram da reunião virtual da Frente do Empreendedorismo os deputados Raniery Paulino e Wilson Filho; o presidente da Associação Comercial de Campina Grande, Marcos Procópio; o presidente da Embaixada de Negócios da Paraíba, Paulo Alves; o presidente do Conselho de Contabilidade da Paraíba, Bruno Sitônio; e o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon-JP), José Willian.

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Negócios

Coronavirus: Deputado pede ao governador e prefeitos a reabertura do comércio em toda a Paraíba

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O deputado estadual Cabo Gilberto Silva (PSL), utilizou as redes sociais para solicitar ao governador João Azevedo e prefeitos de toda a Paraíba que autorizem a reabertura gradativa das atividades do comércio, como forma de amenizar os prejuízos já contabilizados em decorrência da pandemia do novo coronavírus que assola todo o mundo.

“Faço um apelo ao senhor governador e aos prefeitos do Estado da Paraíba, para permitir que o comércio volte de forma gradativa às suas atividades. Precisamos de um meio termo, da forma que está não iremos aguentar”, disse Cabo Gilberto Silva. “Não paro de receber ligações e mensagens dos comerciantes e das pessoas que estão sem pagar suas contas. Toda Paraíba está sofrendo com essa situação, vamos evitar um colapso no abastecimento”, completou.

Confira a publicação:

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Brasil

Coronavírus já fez comércio perder R$ 53,3 bilhões até o momento, indica CNC

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Segundo estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as perdas diretas impostas ao comércio pela crise do coronavírus devem chegar a R$ 53,3 bilhões nesta terça-feira, dia 7 de abril, em dez unidades da Federação: Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo (responsáveis por 72,5% do volume de vendas do varejo nacional). O valor representa uma retração de 46,1% no faturamento do setor, em comparação com o mesmo período do ano passado.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, reforça que a Confederação enviou ao Governo Federal um documento com sugestões de medidas que possibilitam minimizar os impactos negativos da crise nas empresas, visando à manutenção dos empregos. “Com o impedimento da operação de estabelecimentos comerciais no País, é preciso dar às empresas as condições para que possam atravessar este difícil momento, mantendo seus negócios e preservando os empregos”, afirma Tadros. “A CNC vem cumprindo o seu papel de buscar e propor soluções para que os empresários possam enfrentar esta crise sem precedentes.”

Em São Paulo, onde o Governo do Estado decretou o fechamento de lojas de diversos segmentos do comércio a partir de 20 de março, a CNC estima que a perda no volume de vendas chegue a R$ 25,64 bilhões. Já no Rio de Janeiro, as perdas devem alcançar R$ 6,75 bilhões, em decorrência de decreto estadual estabelecendo o fechamento de shopping centers desde o dia 17 de março e de decisão da prefeitura da capital fluminense – no fim de março – obrigando o fechamento de todo o comércio, exceto os considerados essenciais. Minas Gerais (R$ 8,34 bilhões), Santa Catarina (R$ 4,8 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 2,15 bilhões) fecham a lista das cinco UFs que mais registrarão queda do faturamento no período.

De acordo com o serviço de georreferenciamento do Google, a mobilidade de pessoas nos estabelecimentos comerciais ao final de março foi reduzida drasticamente. No varejo de rua, em shopping centers, livrarias e cinemas, houve queda de 71% na circulação de consumidores, em todo o Brasil. As maiores quedas regionais ocorreram nos Estados de Santa Catarina (-80%), Sergipe (-78%) e Alagoas (-77%). “Mesmo no varejo essencial, como supermercados, minimercados, mercearias e farmácias, o número de visitantes encolheu 35% em relação à movimentação usual”, destacou Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo estudo.

De acordo com Bentes, por mais que o varejo eletrônico e os serviços de delivery tenham contribuído para diminuir as perdas nas vendas, a participação das receitas baseadas nesses serviços ainda é pequena se comparada ao consumo presencial. “O efeito da retração econômica sobre a renda dos consumidores, em especial daqueles que trabalham por conta própria ou exercem informalmente algum tipo de atividade remunerada, certamente contribuiu para o recuo na movimentação e no consumo após o agravamento da covid-19 no País”, avalia o economista.

PMC: ainda sem projeção anual

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de janeiro de 2020, divulgada nesta terça-feira (07/04) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 1,2% no volume de vendas do varejo em fevereiro, na comparação com janeiro – já computados os ajustes sazonais. No período analisado, entretanto, não houve registro de interrupção tão drástica das atividades comerciais como a que o setor tem experimentado desde o aumento no número de casos de coronavírus no Brasil. “Este, que foi o melhor resultado para meses de fevereiro desde 2016 (+1,6%), seguramente terá antecedido o pior resultado da série histórica desta pesquisa, iniciada há mais de vinte anos”, diz Fabio Bentes.

Diante desse cenário, a CNC, assim como na última PMC, não apresentará projeções com base na pesquisa do IBGE, como faz normalmente.

Confira a análise completa da Divisão Econômica da CNC.

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Brasil

Atividade do comércio cai 16,2% em março e registra recorde histórico, revela Serasa Experian

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A atividade do comércio brasileiro em março deste ano teve a maior queda no comparativo mensal da série histórica, iniciada em 2000. A redução foi de 16,2%, na comparação com fevereiro/20, feitos os devidos ajustes sazonais, segundo o Indicador de Atividade do Comércio da Serasa ExperianClique aqui e confira os dados.

O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, diz que este movimento era esperado e que deve ser uma tendência para os próximos meses. “Com as pessoas ficando mais em casa e muitas lojas físicas fechadas, cai automaticamente o consumo de itens, principalmente os não essenciais, como Veículos e Materiais de Construção, que apresentaram a maior retração em março. Na contramão estão áreas essenciais, como Supermercados e Combustíveis, cujo impacto foi menor pelo consumo e necessidade de abastecimento das cidades”.

Atividade fraca em todos os segmentos

Todos os setores registraram declínio na variação mensal, sendo os mais significativos naqueles em que a compra pode ser postergada – Veículos, Motos e Peças (-23,1%) e Materiais de Construção (-21,9%). Combustíveis e Lubrificantes tiveram a menor diferença com relação a fevereiro/20, com -5,5%. Confira no gráfico abaixo todas as informações por setor:

Na análise interanual – março/20 x março/19 – as vendas no varejo tiveram retração de 13,7%, puxada por Veículos, Motos e Peças (-26,3%) e Materiais de Construção (-17,9%). Móveis, Eletrodomésticos, Eletroeletrônicos e Informática (-15,1%) e Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios (-11,1%) aparecem na sequência, com Combustíveis e Lubrificantes (-8,7%) e Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas (-2,4%).

Acesse o link abaixo e confira todos os dados do indicador:

www.serasaexperian.com.br/amplie-seus-conhecimentos/indicadores-economicos.

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