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Negócios

COVID-19 – Copagaz adota plano de contingência para manter suas operações na Paraíba

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A Copagaz, quinta maior distribuidora de GLP do país, consciente da necessidade primária do GLP (gás de cozinha) nas residências brasileiras – neste momento de restrição de circulação e maior permanência das pessoas em suas casas por conta do COVID-19, adotou medidas de contingência para manter suas operações de envase e entrega de gás de cozinha, regularmente em todas as suas unidades nos 18 estados em que está presente, além do DF.

A companhia criou um Comitê de Crise para minimizar eventuais impactos no suprimento em toda a sua rede de clientes, com atenção especial aos consumidores residenciais.

“Neste período de isolamento social vamos manter o nosso nível de entrega de gás de cozinha, seja qual for o padrão de consumo em nossas praças de atuação, pois temos como mobilizar a rede de distribuição para atender a um aumento de demanda nas residências, já que haverá redução do consumo na indústria e no comércio”, explica Pedro Turqueto, Diretor de Desenvolvimento e Gestão da Copagaz.

No caso das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, por serem dois dos maiores centros consumidores e os mais afetados pela crise, a Copagaz dará atenção redobrada. A companhia também está segura com relação ao fornecimento de GLP pela Petrobrás, que continua trabalhando continuamente.

Prática não recomendada pela Copagaz: estocar botijões em casa

A Copagaz identificou que em algumas regiões do país houve aumento expressivo da demanda, o que pode indicar que os consumidores estejam estocando botijões de GLP. A empresa não recomenda esta prática, porque além do risco inerente ao armazenamento em condições inadequadas, os botijões precisam ser devolvidos, já que são necessários para serem enchidos novamente e redistribuídos de forma contínua.

“Não há necessidade de armazenamento de gás de cozinha pela população, porque toda a cadeia produtiva deste produto essencial está funcionando regularmente”, afirma Turqueto.

Prevenção do corpo colaborador

A companhia realiza no momento um rigoroso trabalho nas ações de prevenção ao COVID-19, por meio de comunicação, procedimentos e cuidados com seus colaboradores e familiares, na distribuição de kits mínimos de higiene, além de triagem (anamnese) diária em todos os funcionários e terceiros, através de medição de temperatura corporal e questionário com respostas relacionadas aos sintomas que acometem a doença.

No caso da operação nas linhas de produção, a Copagaz manterá uma quantidade mínima para atender a produção com segurança. Para a área Administrativa, aproximadamente 80% dos colaboradores estão em regime home office. Já na matriz, em São Paulo, 95% da equipe trabalha remotamente.

A companhia também está contratando uma equipe para suprir a possível ausência de eventuais suspeitos ou infectados. Paralelamente a isso, discute também uma ação coordenada e em conjunto com o Sindigás – e demais empresas do mesmo segmento – para compartilhamento de serviços restrições.

Todos os possíveis casos em que houver colaboradores com sintomas, serão imediatamente conduzidos para o isolamento domiciliar e, dependendo do nível dos sintomas, para os serviços médicos.

“Estamos seguindo todas as orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), do Ministério da Saúde e informes de Consultorias Estratégicas sobre como proceder. Em nossas redes, disponibilizamos folders e vídeos explicando, de forma bem didática, como todos devem agir neste momento. Realizamos um treinamento de nossa equipe de suporte para atender às dúvidas oriundas deste novo processo, e nos colocamos à disposição para sanar quaisquer outros questionamentos que nos sejam feitos”, conclui Turqueto.

Canais de contato:

Consumidores que precisem esclarecer dúvidas podem entrar em contato pelas redes sociais da Copagaz ou pelo endereço de e-mail: relacionamentocliente@copagaz.com.br

Sobre a Copagaz

A Copagaz, fundada em 1955, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, é hoje a quinta maior empresa de GLP do Brasil. Comercializando cerca de 620 mil toneladas de GLP por ano, destinadas a clientes residenciais, industriais e empresariais, a Copagaz conta com uma equipe de mais de 1.700 colaboradores e uma estrutura que inclui a sede em São Paulo, 15 centros operativos, 11 depósitos avançados e ainda uma rede de revenda com mais de 2.500 representantes. A empresa distribui GLP para mais de 1.800 municípios, localizados em 18 estados brasileiros e no Distrito Federal.

Além do engarrafamento e distribuição de GLP, a companhia realiza processos de requalificação de vasilhames, conforme exigido pela legislação vigente, descartando aqueles que não se enquadram nas normas e adquirindo vasilhames novos para reposição. Esse processo garante o abastecimento de GLP, que cumpre sua missão de fornecer à sociedade a energia necessária com segurança e qualidade.

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Negócios

Coronavirus: Deputado pede ao governador e prefeitos a reabertura do comércio em toda a Paraíba

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O deputado estadual Cabo Gilberto Silva (PSL), utilizou as redes sociais para solicitar ao governador João Azevedo e prefeitos de toda a Paraíba que autorizem a reabertura gradativa das atividades do comércio, como forma de amenizar os prejuízos já contabilizados em decorrência da pandemia do novo coronavírus que assola todo o mundo.

“Faço um apelo ao senhor governador e aos prefeitos do Estado da Paraíba, para permitir que o comércio volte de forma gradativa às suas atividades. Precisamos de um meio termo, da forma que está não iremos aguentar”, disse Cabo Gilberto Silva. “Não paro de receber ligações e mensagens dos comerciantes e das pessoas que estão sem pagar suas contas. Toda Paraíba está sofrendo com essa situação, vamos evitar um colapso no abastecimento”, completou.

Confira a publicação:

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Brasil

Coronavírus já fez comércio perder R$ 53,3 bilhões até o momento, indica CNC

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Segundo estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as perdas diretas impostas ao comércio pela crise do coronavírus devem chegar a R$ 53,3 bilhões nesta terça-feira, dia 7 de abril, em dez unidades da Federação: Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo (responsáveis por 72,5% do volume de vendas do varejo nacional). O valor representa uma retração de 46,1% no faturamento do setor, em comparação com o mesmo período do ano passado.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, reforça que a Confederação enviou ao Governo Federal um documento com sugestões de medidas que possibilitam minimizar os impactos negativos da crise nas empresas, visando à manutenção dos empregos. “Com o impedimento da operação de estabelecimentos comerciais no País, é preciso dar às empresas as condições para que possam atravessar este difícil momento, mantendo seus negócios e preservando os empregos”, afirma Tadros. “A CNC vem cumprindo o seu papel de buscar e propor soluções para que os empresários possam enfrentar esta crise sem precedentes.”

Em São Paulo, onde o Governo do Estado decretou o fechamento de lojas de diversos segmentos do comércio a partir de 20 de março, a CNC estima que a perda no volume de vendas chegue a R$ 25,64 bilhões. Já no Rio de Janeiro, as perdas devem alcançar R$ 6,75 bilhões, em decorrência de decreto estadual estabelecendo o fechamento de shopping centers desde o dia 17 de março e de decisão da prefeitura da capital fluminense – no fim de março – obrigando o fechamento de todo o comércio, exceto os considerados essenciais. Minas Gerais (R$ 8,34 bilhões), Santa Catarina (R$ 4,8 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 2,15 bilhões) fecham a lista das cinco UFs que mais registrarão queda do faturamento no período.

De acordo com o serviço de georreferenciamento do Google, a mobilidade de pessoas nos estabelecimentos comerciais ao final de março foi reduzida drasticamente. No varejo de rua, em shopping centers, livrarias e cinemas, houve queda de 71% na circulação de consumidores, em todo o Brasil. As maiores quedas regionais ocorreram nos Estados de Santa Catarina (-80%), Sergipe (-78%) e Alagoas (-77%). “Mesmo no varejo essencial, como supermercados, minimercados, mercearias e farmácias, o número de visitantes encolheu 35% em relação à movimentação usual”, destacou Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo estudo.

De acordo com Bentes, por mais que o varejo eletrônico e os serviços de delivery tenham contribuído para diminuir as perdas nas vendas, a participação das receitas baseadas nesses serviços ainda é pequena se comparada ao consumo presencial. “O efeito da retração econômica sobre a renda dos consumidores, em especial daqueles que trabalham por conta própria ou exercem informalmente algum tipo de atividade remunerada, certamente contribuiu para o recuo na movimentação e no consumo após o agravamento da covid-19 no País”, avalia o economista.

PMC: ainda sem projeção anual

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de janeiro de 2020, divulgada nesta terça-feira (07/04) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 1,2% no volume de vendas do varejo em fevereiro, na comparação com janeiro – já computados os ajustes sazonais. No período analisado, entretanto, não houve registro de interrupção tão drástica das atividades comerciais como a que o setor tem experimentado desde o aumento no número de casos de coronavírus no Brasil. “Este, que foi o melhor resultado para meses de fevereiro desde 2016 (+1,6%), seguramente terá antecedido o pior resultado da série histórica desta pesquisa, iniciada há mais de vinte anos”, diz Fabio Bentes.

Diante desse cenário, a CNC, assim como na última PMC, não apresentará projeções com base na pesquisa do IBGE, como faz normalmente.

Confira a análise completa da Divisão Econômica da CNC.

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Brasil

Atividade do comércio cai 16,2% em março e registra recorde histórico, revela Serasa Experian

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A atividade do comércio brasileiro em março deste ano teve a maior queda no comparativo mensal da série histórica, iniciada em 2000. A redução foi de 16,2%, na comparação com fevereiro/20, feitos os devidos ajustes sazonais, segundo o Indicador de Atividade do Comércio da Serasa ExperianClique aqui e confira os dados.

O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, diz que este movimento era esperado e que deve ser uma tendência para os próximos meses. “Com as pessoas ficando mais em casa e muitas lojas físicas fechadas, cai automaticamente o consumo de itens, principalmente os não essenciais, como Veículos e Materiais de Construção, que apresentaram a maior retração em março. Na contramão estão áreas essenciais, como Supermercados e Combustíveis, cujo impacto foi menor pelo consumo e necessidade de abastecimento das cidades”.

Atividade fraca em todos os segmentos

Todos os setores registraram declínio na variação mensal, sendo os mais significativos naqueles em que a compra pode ser postergada – Veículos, Motos e Peças (-23,1%) e Materiais de Construção (-21,9%). Combustíveis e Lubrificantes tiveram a menor diferença com relação a fevereiro/20, com -5,5%. Confira no gráfico abaixo todas as informações por setor:

Na análise interanual – março/20 x março/19 – as vendas no varejo tiveram retração de 13,7%, puxada por Veículos, Motos e Peças (-26,3%) e Materiais de Construção (-17,9%). Móveis, Eletrodomésticos, Eletroeletrônicos e Informática (-15,1%) e Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios (-11,1%) aparecem na sequência, com Combustíveis e Lubrificantes (-8,7%) e Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas (-2,4%).

Acesse o link abaixo e confira todos os dados do indicador:

www.serasaexperian.com.br/amplie-seus-conhecimentos/indicadores-economicos.

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