Nos acompanhe

Negócios

Agências comerciais da Energisa serão fechadas hoje, em todo o Brasil, em prevenção ao coronavírus

Publicado

em

Diante do avanço da pandemia do vírus Covid-19, o novo coronavírus, a Energisa informa que fechará todas as suas agências comerciais a partir de hoje (23/03), às 12h, durante 15 dias. A medida, que tem como objetivo proteger colaboradores e clientes do risco de exposição à doença, será válida para a toda Paraíba e mais 10 estados onde a distribuidora atua: Minas Gerais, Sergipe, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Paraná, Rondônia e Acre. A prestação do serviço, que é essencial à população, continua normalmente, garantindo energia para todos.

Como alternativa, a empresa está reforçando os seus canais digitais de atendimento, bem como o call center, para atender seus cerca de 7,8 milhões de clientes espalhados por todo o país. A orientação é que a população solicite serviços a qualquer momento e sem sair de casa, economizando tempo e evitando aglomerações.

Opções incluem site, app e atendente pelo WhatsApp

Por meio da Gisa, atendimento via WhatsApp no número 83 99135-5540, do aplicativo Energisa ON e do site www.energisa.com.br, a Energisa oferece boa parte dos serviços encontrados nas agências comerciais em poucos segundos, sem filas e com mais praticidade e segurança.

Com a atendente virtual Gisa, os clientes podem solicitar serviços e informações pelo WhatsApp, como emissão da segunda via da conta, mudança de titularidade e pedido de religação, além de se informar sobre pagamento, verificar histórico de consumo e solicitar o parcelamento de faturas. A assistente está disponível 24 horas: basta informar a opção de serviço desejada e enviar para prosseguir com o atendimento. Vale lembrar que ao falar com a Gisa, é fundamental ter em mãos o número do CPF ou da Unidade Consumidora (UC) presente na conta de luz, para clientes residenciais, ou CNPJ, no caso de empresas. Essas mesmas informações são necessárias para os outros canais digitais: o site www.energisa.com.br e o aplicativo para smartphones Energisa On, disponível nas principais lojas virtuais, nos quais os clientes também podem realizar as mesmas solicitações.

Sobre a Energisa

Com 115 anos de história, o Grupo Energisa é o 5º maior em distribuição de energia elétrica. Uma das primeiras empresas a abrir capital no Brasil, a companhia controla 11 distribuidoras em Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Paraná, Rondônia e Acre. Com receita líquida anual de R$ 16,9 bilhões (ano 2019), o Grupo atende a 7,8 milhões de clientes (o que representa uma população atendida de quase 20 milhões de pessoas) em 862 municípios de todas as regiões do Brasil, além de gerar aproximadamente 19 mil empregos diretos e indiretos.

Com a missão de transformar energia em conforto, desenvolvimento e oportunidades de forma sustentável, responsável e ética, a Energisa atua com um portfólio diversificado que engloba distribuição, geração, transmissão, serviços para o setor elétrico (Energisa Soluções), serviços especializados de Call Center (Multi Energisa), comercialização de energia (Energisa Comercializadora) e soluções em energias renováveis (Alsol).

Continue Lendo

Negócios

Federação critica “omissão inconsequente” de João Azevedo ao não apresentar soluções ao comércio

Publicado

em

Em nota enviada à imprensa, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado da Paraíba manifestou indignação com a “omissão continuada e inconsequente do Governo do Estado da Paraíba ao não apresentar soluções ao comércio varejista do Estado para enfrentamento do CORONAVIRUS”.

Segundo informa a nota, em 19 de março de 2020, a Federação protocolou o ofício 009/2020/PRESIDÊNCIA junto ao Governador do Estado da Paraíba, onde requereu a imediata intervenção estatal com medidas de incentivo ao consumo e manutenção de empregos, oportunidade em que sugeriu o seguinte:

a) Prorrogação do ICMS nos próximos seis meses;

b) pagamento desse ICMS prorrogado em 18 parcelas a iniciar em outubro de 2020;

c) suspensão dos pagamentos dos parcelamentos e demais dívidas tributárias;

d) políticas mais agressivas do programa EMPREENDER com o estimulo de novas linhas de crédito;

e) antecipação do pagamento do décimo terceiro salário

O documento diz ainda que se João Azevedo omitiu em responder a missiva institucional, dando o silêncio como resposta, já que, até o presente momento, apenas apresentou decretos determinando o fechamento de vários segmentos comerciais, o qual foi insignificativamente relativizado na data de hoje através de um novo decreto.

Clique AQUI e confira o documento

Continue Lendo

Negócios

COVID-19: Coren PB cobra valorização de profissionais de Enfermagem e isonomia salarial

Publicado

em

O Conselho Regional de Enfermagem da Paraíba (Coren PB) enviou na última sexta-feira (27) o Ofício n 230/2020 em que a presidente, Renata Ramalho, solicita ao secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, dois pontos essenciais para a valorização da categoria: o primeiro é para que o Executivo se posicione sobre a impugnação apresentada pela Autarquia ao Edital 001/2020 e retifique os salários de Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem. Já o segundo é para que promova a isonomia salarial dos atuais servidores com os que serão contratados.

No documento o Coren PB ressalta que “conforme já sabido e publicado no edital, os valores de plantōes por turnos de trabalho para o cargo de técnico de enfermagem – nível médio e enfermeiro – nível superior, que apesar de nitidamente desvalorizantes com a classe, por isso já foram impugnados por este Conselho são ainda, pasmem, superiores ao que os mesmos profissionais de Saúde, técnicos de enfermagem e enfermeiros, já funcionários públicos do Estado da Paraíba, estáveis ou não e prestadores de serviço recebem atualmente realizando a mesma função que os novos contratados irão realizar”.

“Este é um caso flagrante de desrespeito aos profissionais de Enfermagem que estão na linha de frente dos serviços de Saúde, não apenas neste momento de Pandemia, mas sempre estiveram”. E completou: “A remuneração que atualmente é paga desvaloriza a classe e por isso pedimos esta isonomia, bem como o atendimento do pedido de retificação do Edital com base nos valores apresentados no Ofício 227/2020”, disse Renata Ramalho.

Edital

No Ofício 227/2020 o Coren PB solicitou que o Edital que oferece para os técnicos de Enfermagem o valor de R$ 100,00 para cada 6 horas trabalhadas, já para Enfermeiros o valor é de R$ 150,00 podendo chegar a R$ 205,00 por plantão de 12 horas, seja alterado para que o Enfermeiro receba a remuneração de R$ R$ 900,00 para plantões de 6 horas e 1.250,00 para plantões de 12 horas, e para o cargo de Técnico de Enfermagem, R$ 450,00 para plantão de 6 horas.

Continue Lendo

Brasil

Especialistas avaliam os desafios da mulher advogada no meio jurídico

Publicado

em

A Constituição e legislações infraconstitucionais brasileiras garantem a presença formal de direitos iguais entre homens e mulheres. A realidade, no entanto, é de disparidade no tratamento entre os gêneros mesmo em ambiente jurídico.
Enquanto a presença feminina nas faculdades de Direito e listas de aprovação dos concursos públicos é ampliada, paradoxalmente, a predominância ainda é masculina no topo das carreiras. A Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP) não apenas ratifica o compromisso com a pluralidade, que deve marcar todo espaço democrático, como também incentiva que mulheres contribuam jurídica e politicamente com o debate.
Polianna Pereira dos Santos, mestre em Direito, professora, assessora no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), presidente da Associação Visibilidade Feminina e membro fundadora da ABRADEP, ressalta que o problema não é a carência de acadêmicas mulheres de elevada qualidade, mas a naturalização da invisibilidade feminina na produção e reprodução do conhecimento jurídico, ambos marcadamente masculinos.
“Nas faculdades de Direito, compreendidas como espaços de poder, a preponderância é de professores homens. A bibliografia de referência nos cursos também é maiormente masculina. Então, apoiar mulheres a ocuparem os eventos acadêmicos é uma estratégia importante”, assevera Polianna dos Santos, referindo-se à necessidade da presença feminina maciça nos espaços de fala e nas comissões que organizam as atividades.
Com efeito, algumas instituições têm ido ao encontro de tais demandas. A ABRADEP, além de não apoiar eventos com menos de 30% de palestrantes mulheres, lançou como política institucional um selo para promover eventos acadêmicos que contam com uma participação feminina expressiva. Por sua vez, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por meio da Comissão Nacional da Mulher Advogada (CMNA), realizou a III Conferência Nacional da Mulher Advogada, cujo objetivo foi levantar as principais bandeiras do universo feminino frente aos desafios da advocacia contemporânea.
“Claro que temos muitos obstáculos, mas há avanços que garantem a ampliação da presença das mulheres. A Conferência Nacional de Advocacia, que ocorrerá no final de 2020, vai ter paridade de gênero entre palestrantes. Além disso, atualmente, temos cotas na OAB que garantem, no mínimo, 30% de presença feminina nas chapas das seccionais. E no próximo triênio, teremos mais mulheres, inclusive, nas diretorias do Conselho Federal. Isso permite acelerar o processo de transformação com repercussões significativas”, afirma Daniela Borges, presidente da CNMA, a quem não é mais possível invocar os direitos fundamentais sem que as mulheres participem efetivamente do púlpito, sob pena de esvaziamento de significados ou mesmo de contradição.
Embora reconheça que as cotas pressionem e cumprem o seu papel a curto e médio prazo, já que é improvável a mudança espontânea oriunda de uma suposta evolução benevolente das tradicionais instituições, a deputada Margarete de Castro Coelho, professora, mestre em Direito, uma das principais lideranças da Frente Parlamentar em Defesa da Mulher Advogada (FPDMA) e membro da ABRADEP, destaca a necessidade de mudar a cultura sexista que permeia a realidade das mulheres.
“Muitas prerrogativas da advogada são violadas pelo fato dela ser mulher e não simplesmente por ela estar na condição de advogada. Numa sustentação oral, por exemplo, quando a mulher aumenta o tom de voz, invariavelmente, recebe a pecha de louca, histérica, descontrolada. Isso acontece porque o timbre de voz masculino está naturalizado naquele espaço. Se o homem sobe o tom, o desempenho é interpretado como bravura, audácia, força”, afirma a deputada Margarete de Castro Coelho.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de ser presidido por uma mulher, a ministra Rosa Weber, possui 54% das funções de chefia e assessoramento ocupadas por mulheres.  Trata-se de um exemplo institucional, no entanto, fora da curva. Para Juliana Freitas, doutora em Direito, advogada, professora e membro da ABRADEP.
“Apesar de conquistas pontuais, os desafios continuam enormes. Pela histórica concepção de que às mulheres não compete o espaço público, temos uma cobrança constante para reiterar a nossa competência, a nossa qualidade técnica no exercício das atividades, cobrança que não se faz, no mesmo nível, em relação aos homens”, diz Juliana Freitas.
Por se tratar de algo estrutural, a acadêmica Juliana Freitas defende ainda “a necessidade de somar perspectivas para desconstruir estereótipos que se apresentam nas mais variadas facetas da sociedade e tentam nos boicotar diuturnamente. É a luta constante das mulheres que será protagonista nas mudanças das instituições”.
Quem Somos
Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político – ABRADEP – foi fundada no dia 20 de março de 2015, em Belo Horizonte-MG. Com sede em Brasília-DF, é formada por diversos profissionais das mais variadas formações (advogados, professores, juízes eleitorais, membros do ministério público, profissionais da comunicação social, cientistas políticos, entre outros) e tem como propósito fomentar um debate equilibrado, transparente, objetivo e qualificado sobre a reforma política, promovendo a difusão de temas referentes ao direito eleitoral e a intersecção entre direito e política.

Continue Lendo