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Paraíba

Lei garante leito exclusivo para mães de bebês que nasceram mortos

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A Lei 11.634/2020 proposta pela deputada estadual Camila Toscano (PSDB) e publicada na edição desta quarta-feira (12) do Diário Oficial garante que as unidades de saúde da rede privada deverão oferecer tratamento diferenciado às mães que perderam os bebês ou que nasceram mortos, com acomodação em área separada das demais mulheres.

De acordo com Camila, tanto as mães de natimorto como as com óbito fetal, quando solicitado ou constatada a necessidade, poderão ser encaminhadas para acompanhamento psicológico na própria unidade de saúde ou, em caso de não haver profissional habilitado no estabelecimento, deverão ser encaminhadas à unidade de saúde mais próxima de sua residência.

“Costuma-se dar grande atenção aos cuidados médicos e pouca ou nenhuma aos cuidados psicológicos dessas mães. Dessa forma, o apoio psicológico, entre outros aspectos, deve acompanhar a mulher no momento da despedida de seu filho. É fundamental que os profissionais que estão assistindo essa mãe, que passa pelo luto, a auxiliem na elaboração dessa perda. A ausência dessa experiência, segundo os especialistas, pode levá-las a reviver a situação de forma ainda mais dolorosa. Essa lei vem justamente suprir isso”, destacou a deputada.

De acordo com Camila, em muitas maternidades mães que acabaram de fazer o parto de um filho natimorto são colocadas junto com outras mulheres que tiveram bebês saudáveis e, não raro, precisam repetir aos profissionais do próprio hospital, durante as visitas de rotina, que o filho dela faleceu.

“Os profissionais da área da saúde devem compreender essa realidade e a dificuldade desse momento para as mães que perderam seus filhos e dar o suporte necessário para minimizar o seu sofrimento”, disse Camila.

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Paraíba

Pendências judiciais e bens em nome de terceiro podem inviabilizar candidatura de Galego Souza

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Pendências judiciais e bens em nome de terceiro podem inviabilizar o registro de candidatura de Galego Souza, na disputa pela Prefeitura Municipal de São Bento, nas eleições deste ano.

Documentação enviada pelo pré-candidato solicitando registro à Justiça Eleitoral, anexada ao processo número 0600024-42.2020.6.15.0069, revela que Jaci Severino de Sousa (Galego de Souza), possui ao menos cinco ações criminal ou cível de improbidade administrativa, conforme certidão abaixo:

Confira o documento:

Ainda na documentação enviada à Justiça Eleitoral, chama a atenção a declaração de bens apresentada por Galego de Souza, em nome de terceiro. Conforme documento anexado aos autos, Galego de Sousa não declarou qualquer patrimônio em seu próprio nome, mas declarou bens em nome de uma pessoa identificada como Izelso Zin, portadora do título de eleitor nº 033384090469. Foram declarados bens em nome de Izelso Zin no valor total de R$ 218.365,15 (Duzentos e  dezoito mil, trezentos e sessenta e cinco reais e quinze centavos), conforme pode ser verificado no documento abaixo.

Confira o documento:

o RádioBlog tentou, sem sucesso, contato com a assessoria jurídica de Jaci Severino de Sousa (Galego de Souza), e deixa aberto espaço para eventual manifestação e/ou direito de resposta.

 

Clique AQUI e confira a íntegra da documentação enviada por Galego se Souza à Justiça Eleitoral

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Negócios

Com capacidade reduzida, Empório Café recebe novo projeto da cantora Myra

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Após mais de 150 dias sem subir em um palco, devido as limitações impostas pela pandemia, a cantora Myra se apresenta neste domingo, 20, a partir das 17h no Empório Café.

O show marcará o lançamento do projeto “Sunset Sensations”, onde a artista apresentará músicas autorais e versões eletrônicas de sucessos do universo pop. A cantora dividirá o palco com o Dj Furni, que também assina a produção musical do projeto.

_“Estive em Jericoacoara no final de 2019, voltei de lá com ideia de montar um show para saudar sua majestade o sol, a pandemia atrasou os planos, mas também nos proporcionou tempo para organizar a produção. O projeto está lindo e resultará no lançamento de várias músicas e clipes ao longos dos próximos meses”_ , pontuou a cantora.

O evento terá capacidade limitada de público e atenderá as medidas de segurança determinadas pelos órgãos de saúde, como medição de temperatura, necessidade do uso de máscaras e aplicação de álcool em gel. A entrada custará 20$ e pode ser adquirida no local ou através de reservas no numero 83 9 9610.0323.

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Paraíba

Ademir Morais culpa ex-prefeito já falecido por paralisação de obra na sede da prefeitura

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O ex-prefeito de Santa Luzia, Ademir Morais (Democratas), em entrevista esta semana, ao tentar justificar a paralisação na obra de reforma e ampliação da sede da prefeitura daquele município, durante os oito anos de suas últimas administrações, entre 2009 e 2016, acabou impondo a culpa diretamente no ex-prefeito, o médico já falecido Antonio Ivo de Medeiros. Segundo o democrata, a obra iniciada na gestão de Ivo (2005-2008) tinha erros de planejamento e ausência de recursos financeiros para sua execução e conclusão.

“A vida de Antonio Ivo era no hospital. A maior felicidade que ele tinha era quando operava 10 ou 12 pessoas, nessa parte de projeto, de obras, de administração propriamente dita, nunca foi o forte dele”, disse Ademir Morais na TV Sol, no município de Patos.

De acordo com Ademir, Antonio Ivo resolveu fazer a obra com apenas R$ 340 mil de recursos nos cofres públicos. O dinheiro era fruto de parceria entre a Prefeitura Municipal e o Governo do Estado, na época administrado pelo ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB).

“Na época estava sendo reformado o Fórum de Santa Luzia. Lá tinha a placa ‘Reforma do Fórum, R$ 1 milhão e cem (sic) [para a reforma]’, aí tinha a placa da Prefeitura, R$ 340 mil, eu chamei ele, como amigo, e disse ‘como é que você faz um projeto, quem foi que fez esse projeto de R$ 340 mil? Não há menor hipótese de se fazer’. Ele disse que iria terminar e inaugurar no dia do aniversário da cidade”, relembrou Ademir

“Antonio Ivo era muito amigo de Cássio, do Governo da época, e acho que fizeram uma avaliação que conseguiria os recursos depois de outro convênio. Os recursos que tinha, não deu para fazer e a prefeitura não tinha como ‘aditivar’ e fazer a obra”, complementou.

Confira, na íntegra trecho da entrevista na TV Sol:

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