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Paraíba

Dinheiro roubado na Educação foi utilizado para pagar campanha de João Azevedo ao governo

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Dinheiro da Educação foi utilizado para pagar campanha de João Azevedo ao Governo do Estado. A revelação foi feita pela delatora na Operação Calvário, Livânia Farias, ao Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público do Estado da Paraíba.

Segundo Livânia, para pagar despesas de campanha, cheques de altos valores eram trocados em agiotas e posteriormente resgatados pela organização criminosa com o pagamento de valores desviados da Educação estadual. Pelo menos R$ 3 milhões foram desviados da pasta.

A revelação sobre os desvios na pasta da Educação foi revelada por Livânia, quando questionada pelo Ministério Público sobre como a organização criminosa pagaria pelos cheques trocados com o agiota. Segundo ela, o ex-governador Ricardo Coutinho era quem apontava de onde deveria sair o dinheiro roubado.

“Na Educação, em janeiro e fevereiro, fazem uma programação do vai comprar, uma tabela enorme”, disse. “Eu pegava essa tabela e discutia com o ex-governador Ricardo Coutinho, para saber dentro da tabela o que iria comprar e o que iria entrar de quem repassava valores, propina”, revelou.

Segundo Livânia Farias, o então candidato ao Governo do Estado, João Azevedo, tinha conhecimento de todo o esquema do cheques.

“Lembro como se fosse hoje, era 15h30, no Canal 40, eu ficava numa salinha e ele, acompanhado de Ronaldo Guerra, ele por acaso entrou na sala e quando me viu eu disparei no choro e disse a ele que estava muito preocupada com o que poderia acontece”,  declarou Livânia. “E se perdemos a eleição, o que vão fazer com esses cheques”, disse a ele, que me mandou ficar tranquila.

 

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Paraíba

João Pessoa tem queda no isolamento social por dois dias consecutivos

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A cidade de João Pessoa apresentou queda no índice de isolamento social por dois dias consecutivos. Na terça-feira (2), a taxa verificada foi de 44,4%. Já nesta quarta-feira (3), esse número caiu para 42,9%. A cidade se afasta dos 70% recomendados pela Organização Mundial de Saúde para um controle seguro da pandemia da Covid-19. O Bairro das Indústrias, por outro lado, deixou de aparecer na parte inferior do ranking, apresentando o terceiro maior isolamento, com 56,5%.

Os números têm sido aferidos pela Secretaria Municipal do Planejamento (Seplan) como forma de embasar ações de prevenção à doença na Capital. Nesta terça-feira (2), os piores números foram aferidos no Distrito Industrial (25,6%), Tambiá (34,8%) e Costa e Silva (35%). Os melhores resultados estão no Cabo Branco (56,8%), Penha (56,8%) e Bairro das Indústrias (56,5%).

Os índices nacional e estadual também apresentam quedas consecutivas e seguem inferiores ao da Capital. O estado da Paraíba apresentou isolamento de 43,5% e 42,6% nesta terça e quarta, respectivamente. Já em todo o Brasil foi verificado um índice de 40,5% na terça e de 39,5% nesta quarta.

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Paraíba

Aprovado pedido de informação sobre quantitativo de leitos de UTI e de enfermaria nos hospitais

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A deputada estadual Camila Toscano (PSDB) solicitou ao secretário de Estado da Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, informações sobre o quantitativo de leitos de Terapia Intensiva e de enfermaria existentes nos hospitais estaduais da Paraíba, antes da pandemia causada pela Covid-19. A propositura (PI 495/2020) foi aprovada na sessão remota da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), na tarde desta quarta-feira (3).

Camila reforçou que os dados são importantes para saber o que vem sendo adicionado pela gestão estadual ao número de leitos que já existia no Estado. Ela lembrou que na semana passada, o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) cobrou publicamente ao Governo a entrega dos 520 leitos para o tratamento da Covid-19, sendo 143 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 377 leitos de enfermaria, que constam no Plano Estadual de Contingência Covid-19, mas ainda não estariam disponíveis para a população.

Para parlamentar, é necessário que o Poder Público apresente uma resposta precisa e eficaz sobre o quadro da saúde de nosso Estado. “Diante da pandemia do novo coronavírus o nosso objetivo maior é com a vida, com a proteção e o bem dos paraibanos. Essa informação nos possibilita compreender a real situação do trabalho que vem sendo exercido e mais do que isso, apresenta clareza ao povo paraibano sobre o assunto. Não se pode ter dúvidas. É preciso transparência”, destacou Camila.

A tucana ressaltou ainda que o pedido de informação é uma maneira de acompanhar e fiscalizar as ações do Poder Executivo. Ela defendeu que essa é uma prerrogativa do Legislativo, que deve acompanhar e propor ações que possam contribuir com a melhoria da qualidade de vida da população. “É nosso dever acompanhar de perto o que diz respeito a essa pandemia e levar à população esclarecimentos sobre o trabalho desenvolvido pelo Governo do Estado”, frisou.

Taxa de ocupação – Segundo o CRM-PB, dos 404 leitos de UTI prometidos pelo Governo do Estado, foram entregues 261, restando ainda 143 a serem instalados. Atualmente, a taxa de ocupação dessas unidades, conforme dados da Plataforma Gestão de Leitos da Secretaria Estadual de Saúde (SES), atualizados no dia de maio, é de 71%. Isso significa que dos 261 leitos disponíveis, 185 estão ocupados. No entanto, se já tivessem sido entregues os 404 leitos prometidos, a taxa de ocupação seria de 46%, restando mais da metade dos leitos ainda disponíveis.

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Paraíba

Vereador de João Pessoa propõe redução de salário de vereadores e comissionados na CMJP

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O vereador João Almeida (SD) apresentou, na Câmara Municipal de João Pessoa, uma proposta que reduz o subsídio dos parlamentares e de todos os comissionados da CMJP, que recebem mais de sete mil, enquanto durar a situação de emergência devido a pandemia do Covid-19.

A redução proposta é de 20%, tanto nos subsídios dos vereadores quanto dos comissionados que recebem mais de sete mil. O PL estabelece que a economia será empregada diretamente em ações de combate a pandemia com comunicado dos gastos ao Tribunal de Contas do Estado e ao Ministério Público da Paraíba, com um Termo de Ajustamento de Conduta que estabelecerá a destinação da verba.

Para o vereador esta é uma forma de “cortar na própria carne”, uma vez que toda sociedade vem sendo abalada economicamente com a pandemia, mesmo que a medida não traga uma solução plena ao problema, mas será um gesto importante dos agentes públicos.

“Deve-se pensar em soluções para também minimizar os impactos imediatos dos efeitos da pandemia na economia, de maneira a colaborar para que o desfecho desta situação aconteça o mais breve possível, com as menores consequências”, argumenta o vereador, apontando que outras medidas devem ser encontradas para colaborar com a sociedade.

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