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“Natal na Usina” recebe grandes nomes do repente e show com Polyana Resende e Macumbia

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A programação desta semana do “Natal na Usina” começa bem especial, nesta quinta-feira, 19. Abrindo as atividades na Sala Vladimir Carvalho, a partir das 20h, a cantoria e o repente serão exaltados na voz e na poesia do Mestre Zé de Cazuza e do seu filho, o poeta Felisardo Moura. Os dois são grandes artistas da cultura popular paraibana, que conviveram com os maiores repentistas da cantoria nordestina, como Pinto do Monteiro, Louro Pajeú, Manuel Xudu, João Paraibano, Iranildo Vila Nova, entre outros. Todas as atrações são gratuitas e acontecem na Usina Energisa.

Nesta noite dedicada especialmente à cultura popular, que também contará com varal de cordel e performances artísticas, o público vai conferir de perto o talento de Felisardo Moura, que em sua trajetória como artista se apresentou em vários festivais e congressos de cantadores, além de ter sido o apresentador d’O Desafio Nordestino de Cantadores, considerado o maior evento da história do repente no Brasil.

A abertura das apresentações será feita pela escritora Maria Valéria Rezende, autora dos livros “No risco do caracol” (Ed. Autêntica, 2008), “Ouro dentro da cabeça” (Ed. Autêntica, 2012) e “Quarenta Dias” (Ed. Alfaguara, 2014), todos vencedores do Prêmio Jabuti, o mais tradicional prêmio literário do Brasil.

Sala Vladimir Carvalho

Na sexta-feira (20), a partir das 22h, a animação na Sala Vladimir Carvalho ficará por conta da cantora Polyana Resende e da banda que mistura ritmos quentes Macumbia. Polyana é uma sambista reconhecida, que em 2017 lançou seu primeiro álbum, intitulado “Samba Teimoso”.

Além de figurar entre os principais expoentes do samba do estado e fazer parcerias musicais de sucesso, a cantora movimenta a cena cultural de João Pessoa semanalmente com seus encontros dominicais de roda de samba na Orla do bairro Cabo Branco. O show de Polyana com a Macumbia terá uma proposta muito interessante, visto que a banda tem uma sonoridade que mescla diversos ritmos latinos e utiliza elementos orgânicos e sintéticos.

Café da Usina

Para quem curte um forrozinho pé de serra e os grandes nomes do ritmo como Luiz Gonzaga, Antônio Barros e Cecéu, Jackson do Pandeiro e Dominguinhos, O Trio Maria Sem Vergonha vai se apresentar na sexta-feira (20), às 20h, no Café da Usina.

Formado por Carol Benigno, Nívea Maria e Katiusca Lamara, as três musicistas fazem um processo de ressignificação do forró. Em seus trabalhos, elas trazem nomes da cena atual e também releituras. O trio foi formado em maio do ano passado e as meninas seguem se apresentando pela Paraíba e pela região tocando muito forró.

O “Natal na Usina” é realizado pela Energisa Paraíba em parceria com o Ministério da Cidadania, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Toda a programação é gratuita e pode ser conferida no hotsite https://natalnausina.com.br/.

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Renner pagará indenização a paraibano que teve o nome incluído em cadastro de inadimplente

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As lojas Renner foram condenadas ao pagamento de uma indenização, a título de danos morais, no valor de R$ 5 mil, por ter incluído indevidamente o nome de um consumidor nos cadastros de restrição de crédito. A sentença foi proferida pela juíza Adriana Maranhão Silva, da Vara Única da Comarca de Serra Branca, nos autos da ação nº 0800526-93.2018.8.15.0911.

O autor da ação sustentou que teve seu nome lançado no rol de inadimplentes pela empresa sem nunca ter contratado ou autorizado terceiros a contratarem em seu nome, nem tão pouco assinou qualquer documento. Aduziu, ainda, que o débito foi contraído no estado de São Paulo e foi vítima de fraude.

A empresa apresentou defesa, argumentando não haver defeito na prestação do serviço, uma vez que agiu no exercício regular de direito ao incluir o nome do promovente nos cadastros restritivos, diante da inadimplência de fatura de cartão de crédito. Ressaltou, ainda, que se houve fraude na contratação foi por culpa exclusiva de terceiro e que inexiste dano moral a ser reparado, destaca publicação do TJPB.

No julgamento do caso, a magistrada Adriana Maranhão destacou que o ônus da prova é de responsabilidade da empresa, que, no caso dos autos, não apresentou nenhum documento ou contrato que demonstrasse uma relação jurídica entre as partes. “Em que pese o demandado ter demonstrado que a dívida que originou a negativação é decorrente de débito de cartão de crédito, não há um mínimo de prova de regular contratação pelo autor”, afirmou.

A juíza observou que tudo indica ter sido uma outra pessoa que firmou contrato com a empresa como se fosse o autor. “A fraude cometida está evidente nos autos e caracteriza fortuito interno, que não exclui a responsabilidade”, frisou.

Da decisão cabe recurso.

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Custo da construção civil na PB encerra 2019 com segunda menor variação do país

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O custo da construção civil na Paraíba encerrou 2019 com uma alta de 1,53%, a 2ª menor variação do país e a mais baixa do Nordeste, no ano, de acordo com o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado nesta sexta-feira (10), pelo IBGE. O percentual ficou abaixo da média nacional, de 4,03%, e da região, de 2,92% e seguem a dinâmica do último estudo, divulgado em novembro, com os dados de novembro.

Em dezembro, o índice variou 0,33% no estado e o custo médio do metro quadrado alcançou o maior valor no ano para a Paraíba, de R$ 1,101,57. Em janeiro de 2019, esse montante era de R$ 1,087,02. A variação em relação ao mês de novembro foi a 5ª maior do Brasil e a 3ª da região, destaca publicação do Jornal da Paraíba.

Do custo médio com o metro quadrado, conforme o levantamento, a maior parte, R$ 624,71, foi direcionada para gastos com materiais, o que representa 56,71% do total. Já as despesas com mão de obra somaram R$ 476,86, em dezembro.

O valor de R$ 1.101,57 foi o terceiro maior da Região Nordeste, atrás apenas do estado do Maranhão, em que o montante foi R$ 1.115,34, e do Piauí, R$ 1.101,61. No contexto geral do Brasil, o custo médio do metro quadrado no último mês foi de R$ 1.158,81.

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Justiça condena Cagepa a pagar R$ 11,8 milhões em favor da construtora Sanccol

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A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) foi condenada a pagar o valor de R$ 11,8 milhões (atualizado até 30.05.2018) em favor da empresa Sanccol Saneamento Construção e Comércio Ltda. A decisão foi proferida pelo juiz Gutemberg Cardoso Pereira, da 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital, nos autos da Ação Ordinária de Cobrança nº 0831015-44.2018.8.15.2001.

A empresa alegou que celebrou com a Cagepa o Contrato nº 036/2008, oriundo da Concorrência nº 001/08, cujo objeto consistia na execução das obras de ampliação do sistema de abastecimento de água nos Municípios de João Pessoa e Santa Rita, com valor inicial de R$ 17.459.540,31. O contrato seria cumprido em 630 dias consecutivos, contados a partir da data da assinatura, o que ocorreu em dois de abril de 2008. Assim, o termo final do contrato seria em 23 de dezembro de 2009.

Ocorre que ao longo da execução do contrato, a empresa teria enfrentado inúmeros obstáculos que lhe impediram de imprimir um ritmo regular às obras, desde a falta de liberação de frentes de obra, falta de regularização fundiária e indefinições de projeto, demora nos ajustes de quantidades e preços que se fizeram necessários, bem como, os atrasos nos pagamentos e nas medições, que causaram a quebra do equilíbrio econômico-financeiro do contrato, destaca publicação do TJPB.

A Sanccol relata que por conta da grande quantidade de interferências na obra, o contrato original necessitou ser aditado por 20 vezes, tanto para fins de rerratificação contratual, como também para fazer acréscimo de valores e serviços em planilha e prorrogação de prazo de vigência do contrato. Diante disso, as obras sofreram prorrogações substanciais de mais de 1.920 dias devido a atrasos causados pela contratante, elevando o prazo total do contrato para 2.550 dias.

Diante dessa situação, a empresa afirma que os acréscimos de prazos e atrasos verificados no decorrer da obra desequilibrou a equação econômico-financeira inicialmente pactuada pelas partes, trazendo enormes prejuízos, pois implicou em drástica perda de produtividade e aumento significativo nos custos de Administração local da obra, encargos complementares e da manutenção do canteiro de obras.

Na contestação, a Cagepa alegou que a empresa deveria pleitear o reajuste econômico- financeiro do contrato até a data de prorrogação da avença, ao contrário, incidiria a renúncia tácita desse direito, ou seja, não discutir as questões atinentes à manutenção do equilíbrio financeiro, o contratado perde o direito. Alegou, ainda, pela imperícia e negligência contratual por parte da contratada em vários aspectos descritos na ação. Ao final, pugnou pela realização de perícia, bem como, pela total improcedência dos pedidos.

Sobre o pedido de perícia técnica, o juiz Gutemberg Cardoso destacou a total impossibilidade do pleito, pelo fato de não mais existir rastro, marcas definidoras de imprudência.

Analisando o mérito da demanda, o magistrado afirmou que, diante da prova produzida e acostada aos autos, foi a própria Cagepa que deu causa aos diversos problemas que geraram paralisações no andamento das obras. “Assim, deve-se assegurar o equilíbrio econômico financeiro como sendo uma vertente em todo contrato administrativo, sendo observado de forma fundamental e essencial pelos acordantes”, ressaltou.

Da decisão cabe recurso.

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