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Negócios

Instituto Alpargatas anuncia parceria para digitalizar salas de aula do ensino público da Paraíba

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O Instituto Alpargatas – braço de responsabilidade social da Alpargatas – promoverá a digitalização de 304 escolas municipais do estado da Paraíba. O projeto é fruto de uma união com a Gentrop, empresa parceira do Google For Education no Brasil.

O Google For Education é um programa específico do Google para trazer o uso de tecnologia e dispositivos eletrônicos às salas de aula. Ele oferece ferramentas onde é possível, por exemplo criar um sistema de aprendizagem integrado e inovador, ministrando e corrigindo provas, delegando tarefas e observando alunos, tudo de maneira online.

A iniciativa foi anunciada durante o 17º Seminário Nacional de Educação, que aconteceu no último dia 26, em João Pessoa (PB). Devem ser beneficiadas todas as escolas municipais das cidades onde o IA atua: Santa Rita, Mogeiro, Ingá, Serra Redonda, Alagoa Nova, Campina Grande, Queimadas, Guarabira e Bananeiras. Também serão digitalizados 52 colégios de Minas Gerais e 19 de Pernambuco.

O termo de compromisso foi assinado por Berivaldo Araujo, diretor executivo do Instituto Alpargatas; José Daniello, diretor de pessoas da Alpargatas; e Alline Antóquio, diretora comercial da Gentrop. “A nossa empresa tem o propósito de transformar digitalmente e, quando a Alpargatas propôs esse desafio, aceitamos prontamente. Acredito que essa parceria vai contribuir, e muito, para o processo de evolução do ensino no país”, disse Alline.

Berivaldo também celebrou a cooperação: “Estamos muito felizes em contar com a Gentrop para este projeto. Hoje, há uma influência inegável das tecnologias no desenvolvimento das crianças. Por isso, entendemos que o uso destas ferramentas na educação pode gerar mais interesse por parte dos alunos, além de agir como um facilitador nas práticas dos professores”.

No palco do Seminário, foi anunciado o primeiro município a usufruir do projeto: Campina Grande terá a primeira escola 100% digital da Paraíba. O prazo para entrega do colégio-piloto é até o final do ano de 2020.

SOBRE O INSTITUTO ALPARGATAS

Acreditando na capacidade da educação de transformar sociedades e regiões, a Alpargatas reuniu suas iniciativas na área de responsabilidade social e fundou o Instituto Alpargatas em 2003. O objetivo é promover a melhoria da educação pública, aprimorando a qualidade do ensino por meio do esporte e da cultura com projetos multidisciplinares, de inclusão ampla e que disseminam a sustentabilidade.

Desde que foi criado, o Instituto atua em parceria com o poder público e organizações não governamentais em ações que já beneficiaram mais de 1,4 milhão de crianças, adolescentes e jovens de 7 a 29 anos e contribuem para a melhoria do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) das cidades onde atua, superando sucessivamente a meta estabelecida pelo Ministério da Educação. Os projetos estão presentes nas cidades onde a Alpargatas mantém suas plantas operacionais: Santa Rita, Ingá, Mogeiro, Campina Grande, Serra Redonda, Alagoa Nova, Guarabira, Bananeiras e Queimadas, na Paraíba, Carpina, em Pernambuco e Montes Claros, em Minas Gerais.

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Negócios

Indústrias capacitam varejistas para relacionamento e vendas online

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A pandemia de Covid-19 e o afastamento social atingiram em cheio o setor varejista. Para ajudar os lojistas a superarem a crise, grandes indústrias vêm realizando projetos de capacitação para a realização de vendas pela internet.

Com sede em Pomerode (SC), o Grupo Kyly promove o projeto Fashion Day Digital. A iniciativa da empresa, que produz e comercializa as marcas Kyly, Nanai, Milon, Amora e Lemon, visa esclarecer dúvidas dos lojistas e orientá-los sobre presença e venda online, por meio de materiais e vídeos de capacitação desenvolvidos pela própria companhia.

“Hoje, muitas pessoas estão buscando alternativas de consumir produtos e serviços online”, diz o presidente do Conselho de Administração do Grupo Kyly, Salézio José Martins. “As lojas físicas que ainda não possuem presença online precisam ativar esse canal de comercialização e relacionamento com os clientes. É o momento de os lojistas se reinventarem”.

Com o Fashion Day Digital, o Grupo Kyly pretende capacitar tanto franqueados como lojistas multimarcas sobre como usar as redes sociais para se relacionar com os clientes e como vender online (Facebook, Instagram etc.) e pelo WhatsApp. Os materiais de apoio incluem posts sobre o projeto, o envio de “drops” pós-evento com dicas e orientações para os participantes e um tutorial sobre o uso das redes sociais.

Outra empresa que apostou na preparação dos varejistas como forma de fortalecimento da cadeia produtiva foi a Votorantim Cimentos. A companhia lançou uma plataforma, a VCAjuda, que visa auxiliar os lojistas do setor da construção civil em sua transformação digital.

O movimento tem como objetivo de capacitar e apoiar o varejo da construção civil com conteúdos relevantes e soluções digitais que ajudem nas vendas no período da pandemia. No endereço www.vcajuda.com.br, além de acessar materiais e dicas de comunicação digital para as lojas, os varejistas podem cadastrar os estabelecimentos para que apareçam na busca do portal, personalizar cards com nome e logotipo da loja para as redes sociais e imprimir materiais de sinalização para a loja física.

Sobre o Grupo Kyly

No mercado desde 1985, o Grupo Kyly produz confecções de alto valor agregado para os mais exigentes mercados. Hoje, a empresa conta com cerca de 2,1 mil colaboradores, sendo uma das indústrias de maior representatividade no segmento de vestuário infantil no país. Em 2019, o grupo faturou R$ 460 milhões, para este ano, a perspectiva é de crescimento na receita líquida de 8%, alem de aumentar em 20% as vendas no mercado externo. Por ano, a indústria produz cerca de 18,3 milhões de peças de suas cinco marcas: Kyly, Nanai, Milon, Amora e Lemon. Além de 70 unidades próprias e franqueadas da marca Milon, as coleções das marcas do Grupo Kyly podem ser encontradas em 9 mil lojas multimarcas e no e-commerce.

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Negócios

Empresas que desrespeitarem o Decreto Municipal poderão ser atuadas pelo Procon de Campina Grande

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O Decreto Municipal nº 4.483 de 28/05/2020 publicado pela Prefeitura de Campina Grande traz alguns critérios de funcionamento para as empresas consideradas como serviços essenciais, no período compreendido entre 30 de maio a 3 de junho. Caso algum dos estabelecimentos citados no Decreto desrespeite as recomendações, poderá sofrer sanções do Procon de Campina Grande, como notificação, autuação, multa e até cassação do alvará de funcionamento. A seguir algumas recomendações do Decreto:

No período de 30 de maio a 03 de junho poderão funcionar: laboratórios de análises clínicas em horário normal; os supermercados, mercadinhos, padarias, lojas de conveniências e congêneres poderão abrir ao público até as 14h, após esse horário só funcionarão com o serviço de delivery.

Sobre isso Rivaldo Rodrigues, coordenador executivo do Procon Municipal esclarece, “após esse horário das 2 horas da tarde as empresas de gênero alimentício como mercados e restaurantes, assim como as farmácias, só poderão funcionar com o sistema de entrega na casa do cliente, não será permitido ao cliente buscar a compra no estabelecimento como vinha acontecendo. Caso haja o descumprimento dessa norma, o estabelecimento irá sofrer a sanções legais cabíveis”, reitera Rivaldo.

Já as instituições bancárias funcionarão entre os dias 02 e 03 de junho para o pagamento do auxílio emergencial do governo federal. Não podendo realizar nenhum outro serviço. O Decreto também estabelece a interdição de espaços públicos no Centro da cidade para trânsito de veículos e pessoas neste período. Confira o Decreto na íntegra no site do Procon Municipal.

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Brasil

Câmara aprova MP que altera regras trabalhistas durante pandemia

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O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (28) a Medida Provisória 936/20, que permite a redução de salários e da jornada de trabalho ou a suspensão do contrato trabalhista durante o estado de calamidade pública relacionada ao coronavírus. A MP será enviada ao Senado.

O texto prevê o pagamento de um benefício emergencial pelo governo aos trabalhadores. As regras valem para quem tem carteira assinada e para os contratos de aprendizagem e de jornada parcial.

Segundo o texto, o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda garantirá o pagamento de uma parte do seguro-desemprego por até 60 dias ao trabalhador que tiver o contrato suspenso ou por até 90 dias se o salário e a jornada forem reduzidos, informa publicação da Agência Câmara.

De acordo com o projeto de lei de conversão do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), o Poder Executivo poderá prorrogar esses prazos durante o período do estado de calamidade pública decorrente da pandemia.

O valor do benefício dependerá de quanto for a redução. Se o acordo entre empregador e empregado for individual, sem participação do sindicato, a redução poderá ser somente de 25%, 50% ou 70%, tanto do salário quanto da jornada de trabalho.

Nessa situação, se houver redução de 50%, o trabalhador terá direito a 50% do salário e a 50% do seguro-desemprego por mês. Como o seguro é calculado sobre a média dos salários dentro de alguns limites, o valor não chega a ser o mesmo que o reduzido.

Assim, por exemplo, quem tiver uma média de R$ 1,5 mil nos últimos três meses receberá de benefício R$ 600,00 (50% do seguro, de R$ 1,2 mil).
Para o relator, embora o texto não tenha sido aprovado como ele queria, ainda assim é motivo de comemoração. “Celebro cada vitória em um país em que mandatários evocam a ditadura para resolver conflitos políticos”, disse Orlando Silva.

Inicialmente, no cálculo do benefício emergencial, a versão de Silva para a MP usava a média aritmética simples dos três últimos salários, limitada a três salários mínimos (R$ 3.135,00). Mas um destaque do PP retomou o texto original da medida provisória, prevalecendo o seguro-desemprego como base.

Cálculo do benefício

Quem recebe uma média de R$ 2,5 mil terá direito a cerca de R$ 945,00 (50% de R$ 1.890,00). Se a média for maior que R$ 2.669,29, o valor fixo do seguro-desemprego é de R$ 1.813,03 e o trabalhador receberia metade disso como benefício emergencial (cerca de R$ 906,00).

Inicialmente, por meio da MP 928/20, o governo previa apenas a suspensão do contrato de trabalho sem recebimento de benefício.

Outras reduções
A MP permite a redução de salário e de jornada também por outros índices, mas isso pode ser desvantajoso para o trabalhador. Se o acordo coletivo prever redução menor que 25%, o empregado não recebe nada do governo.

O benefício será de 25% do seguro-desemprego para reduções de 25% até 50%. Diminuições de salários maiores que 50% e até 70% resultarão em um benefício de metade do seguro-desemprego mensalmente. Redução maior que 70% do salário e da jornada resultará em benefício de 70% do seguro-desemprego a que teria direito.

O relatório aprovado especifica que a redução ou a suspensão poderão ocorrer por setores ou departamentos dentro de uma empresa, abrangendo a totalidade ou apenas parte dos postos de trabalho.

Os acordos já realizados seguirão as regras da redação original da MP. A exceção é para a prevalência das cláusulas do acordo coletivo no que não entrarem em conflito com possível acordo individual anterior.

Ajuda voluntária

Se o empregador desejar, poderá pagar uma ajuda compensatória mensal ao empregado, seja no caso de redução de jornada ou de suspensão temporária.
Essa ajuda terá caráter indenizatório e não poderá sofrer descontos para imposto de renda ou Previdência Social ou Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Por parte do empregador, não integrará a base de cálculo para demais tributos incidentes sobre a folha de salários e para o imposto de renda e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Orlando Silva incluiu ainda a possibilidade de dedução da ajuda compensatória da base de cálculo do imposto de renda na declaração de ajuste anual por parte de quem recebe rendimentos não assalariados (autônomos, por exemplo), por parte do empregador doméstico e por parte de produtores rurais.

Todas as deduções serão aplicáveis para as ajudas pagas a partir de abril de 2020.

Individual ou coletivo

Segundo o texto aprovado, a aplicação do acordo individual ou coletivo dependerá do valor do salário e da receita da empresa.

Empresas médias ou grandes (receita bruta maior que R$ 4,8 milhões em 2019) poderão fazer contratos individuais ou coletivos para quem ganha até dois salários mínimos (R$ 2.090,00).

As micro e pequenas empresas (receita bruta até o valor citado) poderão firmar acordos individuais ou coletivos com quem ganha até R$ 3.135,00.

O contrato individual escrito poderá ser feito ainda se a redução for de 25% ou se, somados os valores do benefício emergencial e da ajuda compensatória e/ou do salário recebido, o empregado ficar com o mesmo salário de antes.

Quem ganha salário igual ou maior que duas vezes o teto da Previdência Social (equivalente a R$ 12.065,46) e possui diploma de curso superior também pode negociar individual ou coletivamente.

Quem estiver fora dessas condições terá de passar por negociação coletiva.

Aposentados

Como os aposentados que continuam trabalhando com carteira assinada estão impedidos de receber o benefício previdenciário, o relatório de Orlando Silva condiciona o acordo de redução ou suspensão ao modelo individual.

Adicionalmente, o empregador deverá pagar ajuda compensatória igual ao valor a que teria direito de benefício emergencial. Se a empresa for média ou grande (receita bruta maior que R$ 4,8 milhões em 2019), ela terá ainda de pagar mais 30% do salário normal.

Aviso prévio

Para trabalhadores que cumpram o aviso prévio, que antecede à demissão, a MP permite que empregador e empregado desistam desse aviso e adotem o programa emergencial de preservação de empregos.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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