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Paraíba

Em ato de lançamento de novo partido, Bolsonaro diz que deputado Cabo Gilberto é aliado sincero

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O presidente Jair Bolsonaro deu início na quinta-feira (21), em Brasília, a criação do partido Aliança pelo Brasil. O ato de lançamento da sigla aconteceu em um hotel de Brasília e reuniu diversos apoiadores, que lotaram a capacidade do local. A nova legenda ainda depende da coleta de assinaturas e de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na oportunidade, o presidente destacou o deputado estadual Cabo Gilberto Silva como “aliado sincero de primeiro momento”. Jair Bolsonaro comentou ainda a “gafe” ocorrida na quarta-feira (20), quando em meio a inúmeras pessoas, não reconheceu o deputado estadual.

Confira o vídeo:

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Aliança pelo Brasil

O Aliança, se criado, será o nono partido de Jair Bolsonaro. Ele foi eleito pelo PSL, do qual se desfiliou na semana passada. Ao longo de três décadas de carreira política, ele teve passagens por PDC, PPR, PPB, PTB, PFL, PP e PSC.

Em discurso durante o ato, Bolsonaro disse que o partido não é “um negócio”, e que por isso saiu do PSL.

“Agora, falo para vocês uma coisa da minha vida: fiquei 28 anos dentro do parlamento. Dois anos como vereador no Rio de Janeiro, 30 anos de vida pública, nunca tive um diretório municipal. Não pode, como está na cabeça de alguns, querer ter comando do partido no estado para negociar legenda. Isso não vai acontecer. Em parte, o problema que tivemos no partido que deixei há poucas horas foi essa questão: negociar legenda, vender tempo de televisão e fazer do partido um negócio”, afirmou Bolsonaro.

No ato de lançamento na capital federal, a maior parte da imprensa não teve acesso ao evento e assistiu aos discursos por um telão instalado do lado de fora, sob o sol, em um gramado cercado.

Formação do novo partido
Na convenção, um requerimento de criação do partido deverá ser assinado por pelo menos 101 fundadores com direitos políticos em dia.

Em seguida, com esse documento, será pedido no cartório o registro do futuro partido para que a sigla ganhe um número de Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e possa funcionar regularmente como pessoa jurídica.

Após o registro no cartório, o partido em formação tem até cem dias para informar ao TSE a criação. Depois, haverá prazo de dois anos para apresentar as assinaturas.

Serão necessárias pelo menos 491.967 assinaturas – equivalente a 0,5% dos votos dados na última eleição para a Câmara dos Deputados, excluídos os votos em branco ou nulos.

O processo de coleta tradicional, por meio de fichas ou formulários, costuma ser lento porque as assinaturas precisam ser checadas e validadas pelos cartórios eleitorais.

O objetivo de Bolsonaro, porém, é ter o partido apto a disputar as eleições municipais do ano que vem, mas, para isso, a legenda precisa ser criada até abril do ano que vem (seis meses antes das eleições).

Para agilizar a coleta, o novo partido quer conseguir autorização na Justiça Eleitoral para coletar as assinaturas por meio eletrônico. Atualmente, a legislação não prevê essa possibilidade.

Antes do evento do partido, em conversa com a imprensa no Palácio da Alvorada, Bolsonaro afirmou que se não for possível a coleta eletrônica de assinaturas, a legenda ficará fora das eleições municipais de 2020. Bolsonaro disse que aguarda posicionamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o assunto.

Bolsonaro afirmou que o governo não vai participar da criação do partido e que nenhum ministro vai integrar a nova legenda.

“Nenhum ministro vai entrar no partido. Nós não vamos ter a participação do governo na criação do partido. Esse é o mais importante. Para evitar a interpretação equivocada de que eu estou usando a máquina pública para formar o partido. Zero”, disse.

Programa do Aliança
No evento, a advogada da legenda, Karina Kufa, fez a leitura do programa fundador do Aliança pelo Brasil.

Ela disse esperar que “o Aliança não seja apenas um novo partido, mas o maior partido da história do Brasil”.

Entre os pilares do partido, Karina Kufa citou o respeito a Deus e a religião. “Jamais a laicidade do estado significou o ateísmo obrigatório”, disse.

O Aliança também baseará seu programa da defesa da vida, da família e da infância, com o “combate à ideologia de gênero e à erotização da infância”.

O advogado Admar Gonzaga anunciou a comissão provisória do partido:

Presidente da comissão provisória: presidente da República Jair Bolsonaro

Primeiro vice-presidente: senador Flávio Bolsonaro

Segundo vice-presidente: Luis Felipe Belmonte

Secretário-geral do partido: Admar Gonzaga Neto

Primeiro secretário adjunto: Antonio Gomes

Primeira tesoureira: Karina Kufa

Segundo tesoureiro: Marcelo Costa Campos

Ao falar do estatuto, o secretário-geral do partido, Admar Gonzaga, disse que o Aliança será o primeiro a ter regras de compliance. Destacou que os integrantes da legenda são “contra a caixa-preta” e que criarão medidas de transparência e um código de ética.

Segundo o ex-ministro do TSE, os filiados ao Aliança deverão, entre diversos requisitos, não ter condenações em segunda instância por crimes hediondos ou equivalentes, crimes contra a mulher, crianças e adolescentes, e de lavagem de dinheiro.

RádioBlog, com informações do G1

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Paraíba

Oposição repudia declarações de Governador e reafirma compromisso na defesa dos paraibanos

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A bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) repudia as declarações feitas pelo governador João Azevedo (PSB), nesta sexta-feira (13), em Guarabira.

O gestor estadual chamou os parlamentares de “meia dúzia de malandros” que usam da “hipocrisia e demagogia” para obter vantagens para as eleições de 2020, pelo fato dos deputados defenderem e se posicionarem a favor do amplo e democrático debate em relação ao Projeto de Lei Complementar (PLC) 12/2019, que dispõe sobre a reforma da previdência estadual.

A oposição reafirma o seu compromisso na defesa dos interesses da população paraibana e destaca que ataques grosseiros e desrespeitosos, de quem deveria assumir postura de estadista, não vão fazer com que recuem. Ressaltam que o governador precisa e deve respeitar a independência dos poderes.

Os parlamentares ainda destacam que possuem mandatos eletivos e carregam a responsabilidade de dar voz a todos os seguimentos. Por fim, lembram que a Assembleia é a Casa do Povo e não pode se furtar de defender os interesses dos paraibanos.

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Paraíba

Baixou o nível: Em Guarabira, João cita Raniery e chama deputados de “meia dúzia de malandros”

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O governador João Azevedo (PSB) perdeu a cordialidade e baixou o nível nesta sexta-feira (13). Ao discursar em evento do Governo do Estado e tratar sobre o projeto da reforma da previdência do servidor público estadual, o governador citou o líder na oposição na Assembleia Legislativa, deputado Raniery Paulino (MDB) e chamou os deputados estaduais de “meia dúzia de malandros”.

Confira o vídeo:

Em contato com o RádioBlog, Raniery Paulino lamentou a postura de João Azevedo, que deveria dar exemplo aos paraibanos, destacou sua trajetória política e disse que dará ao governador o tempo e oportunidade de conhecer seu trabalho. “Sugiro a ele que conheça e depois refaça a fala que ele teve em minha cidade. Me senti desrespeitado”, desabafou.

Confira o áudio: 

Em nota enviada à imprensa, o deputado estadual Wallber Virgolino, presidente do partido Patriotas, na Paraíba, lamentou, rebateu a fala do governador João Azevedo e saiu em defesa de Raniery Paulino e de Camila Toscano, que também é do município de Guarabira.

Confira a nota:

Paraibanos!

Assisti pessoalmente, com bastante perplexidade e indignação, a um vídeo encaminhado por aplicativo de mensagens via smartphone (whatsapp), no qual o Excelentíssimo Senhor Governador do Estado, João Azevedo, comete afrontosa e desnecessária agressão à atuação dos Deputados Estaduais que lhe são oposição na Assembléia Legislativa, sobretudo em razão da tramitação do projeto da Reforma da Previdência naquela Casa de Leis.

No seu destempero e enfurecimento, o Excelentíssimo Senhor Governador adjetiva os parlamentares de oposição como “malandros”, e segue informando que a atividade destes parlamentares no enfrentamento do tema da Reforma da Previdência é meramente eleitoreira, para se destacarem frente ao ano eleitoral que se avizinha.

A bem da verdade, o discurso do Governador, além de rude e leviano, não condiz com a postura de estadista que o cargo de governança exige e impõe.

Os parlamentares de oposição ao Governado estão adotando todas as medidas políticas, administrativas e judiciais para fins de terem minimamente o direito de vistas do projeto da norma, para análise aprofundada e apresentação de emendas, convocando-se inclusive a sociedade civil organizada e as categorias profissionais impactadas com a lei, para debaterem amplamente e aperfeiçoarem o projeto.

Todavia, o que se vê é uma tentativa de aprovar, mediante tratoramento, uma legislação falha e lesiva aos interesses dos servidores públicos estaduais, sem falar em sobretaxas e majorações de alíquotas.

Na forma como apresentada, a proposta de reforma representa uma verdadeira “Caixa de Pandora” para os servidores públicos, e uma vez aberta, permitirá que terríveis males afetem diretamente os interesse dessa classe.

O Governador quebrou o discurso! Apelidou seu padrinho RC de antidemocrático e déspota, e agora demonstra que realmente aprendeu o pior com o pior, pois herdou de RC não só a cadeira de Governador, mas a atitude arcaica de desrespeitar instituições, desmerecer membros de Poder, utilizar a máquina pública para perseguir e maltratar, além de agir de forma ditatorial e monárquica.

Não nos calaremos!

Somos a última trincheira de proteção ao servidor público neste embate, e jamais nos inclinaremos, por temor ou interesses, aos mandos e desmandos que as mazelas políticas do PSB implantaram na vida pública dos paraibanos!

João Pessoa-PB, em 13 de dezembro de 2019.

Deputado Estadual DELEGADO WALLBER VIRGOLINO

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Paraíba

Emenda 37: Audiência Pública discute situação dos militares licenciados no estado da Paraíba

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A Assembleia Legislativa da Paraíba realizou, na quinta-feira (12), Audiência Pública de autoria do deputado estadual Cabo Gilberto Silva (PSL), no âmbito da Comissão de Administração e Segurança Pública do Estado da Paraíba, para debater a situação dos militares licenciados.

Na oportunidade, parlamentares, autoridades, policiais e demais presentes puderam dialogar a respeito de problemas apontados por aqueles que durante anos deram a vida pela segurança dos paraibanos, mas que atualmente enfrentam dificuldades diante de salários defasados. “São vários pais de família sendo prejudicados, desrespeitada pelo governo PSB, pelo não cumprimento da emenda 37, aprovada em 2014”, disse o Cabo Gilberto Silva ao se comprometer na busca pela solução do impasse.

Além do autor da proposta, participaram da audiência o presidente da Casa de Epitácio Pessoa, deputado Adriano Galdino, e também os deputados Dr Érico, Wallber Virgolino, João Bosco, Buba Germano e João Henrique.

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