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Novo presidente da Mitsui Gás conhece projetos de expansão da PBGás

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O novo presidente da empresa Mitsui Gás e Energia do Brasil, Taira Nozaki, esteve em João Pessoa, nessa quinta-feira (7), para conhecer as novas instalações da Companhia Paraibana de Gás (PBGás), a infraestrutura de gasodutos e os novos projetos de expansão para os próximos cinco anos.

Durante a visita, o ex-presidente da Mitsui, Hiroki Toko, que se despediu do cargo recentemente, apresentou o novo CEO da empresa à diretoria executiva da PBGás, ao secretário de Infraestrutura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente do estado, Deusdete Queiroga, e ao secretário executivo de Energia, Robson Barbosa. O diretor da Mitsui Gás no Nordeste, Ricardo Cavalcanti, também participou da reunião e falou sobre os principais pontos do projeto do novo mercado do gás.

O CEO da Mitsui Gás, Taira Nozaki, destacou sua expectativa positiva de crescimento da PBGás nos próximos anos. “O mercado do gás natural está crescendo bastante no país, e é o nosso principal negócio. Queremos ampliar esses investimentos na região Nordeste, alinhado com a nossa estratégia e dos nossos parceiros”.

Taira Nozaki agradeceu a receptividade dos representantes da PBGás e do Governo da Paraíba na sua primeira visita ao Estado. “Já conhecia sobre o trabalho da PBGás, através do Conselho Administrativo, mas venho pela primeira vez para conhecer de perto a forma de trabalho em seu escritório e os planos de crescimento da companhia que tem um papel importante no desenvolvimento da Paraíba”.

Os diretores da PBGás, Tatiana Domiciano, Taciana Amaral e Paulo Campos fizeram uma apresentação conjunta ao secretário Deusdete Queiroga e aos executivos da Mitsui Gás sobre a infraestrutura de distribuição do gás natural que atualmente possui 329 km de gasodutos, que atendem a 14 municípios paraibanos. Paulo Campos explanou sobre os projetos de expansão das redes nas áreas urbanas de João Pessoa e Campina Grande, que incluem a chegada a novos bairros como Jardim Oceania e Bessa, em João Pessoa, além do Centro e Alto Branco, em Campina Grande.

O novo panorama de gás natural no Brasil e na Paraíba, a partir da atualização dos marcos legais e regulatórios, também foi discutido pelos representantes da PBGás, da Mitsui Gás, da Gaspetro e do Governo da Paraíba. A presidente da PBGás, Tatiana Domiciano destacou a importância do modelo tripartite de gestão, o que torna a gestão administrativa e técnica do negócio mais segura e eficaz.

O secretário de Infraestrutura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente, Deusdete Queiroga, considerou a reunião positiva e adiantou que irá programar um encontro entre a nova diretoria da Mitsui Gás e com o governador João Azevêdo no sentido de discutir estratégias e parceria para o fortalecimento do setor no gás canalizado na Paraíba. Deusdete considerou prioritário para o Governo da Paraíba continuar investindo no fortalecimento da infraestrutura de gás canalizado que gera desenvolvimento para o Estado.

A diretora Administrativa e Financeira da PBGás, Taciana Amaral, avaliou a visita dos executivos da Mitsui Gás como oportuna, por estreitar ainda mais os nossos laços entre os acionistas da PBGás. “O novo presidente e os diretores da Mitsui conheceram o trabalho da companhia e este novo cenário de mudanças do mercado gás natural no país e da Paraíba. Esse alinhamento é estratégico para o sucesso do planejamento e das ações de expansão da nossa infraestrutura de gás no estado”   explicou

A Mitsui Gás do Brasil, que pertence ao grupo multinacional Mitsui & Co. Ltd., do Japão, é um dos três acionistas da PBGás, atuando na Paraíba ao lado da Gaspetro, empresa controlada pela Petrobras, e do governo Estadual. Com as atividades iniciadas no Brasil em 2006, a Mitsui Gás desponta no mercado de distribuição de gás natural canalizado e, após a compra de parte das ações da Gaspetro, já está presente em 19 distribuidoras de gás natural no Brasil.

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Cadastros: Operadoras na Paraíba e outros 16 estados bloquearão celulares pré-pagos desatualizados

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Titulares de linhas de celulares pré-pagas que não atualizaram cadastros após terem recebido notificação das operadoras terão as linhas bloqueadas a partir de segunda-feira (18), informou a Anatel.

A medida vale para consumidores da Paraíba, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Sergipe e São Paulo.

Só menos de 1% dos 91 milhões de celulares pré-pagos dessas regiões apresenta alguma pendência cadastral, segundo agência.

As prestadoras Algar, Claro, Oi, Sercomtel, Tim e Vivo têm feito campanha para que consumidores brasileiros atualizem seus cadastros. O objetivo é garantir uma base cadastral correta para evitar a ocorrência de fraudes de subscrição.

A Anatel informa que quem tiver a linha bloqueada poderá proceder à atualização dos dados cadastrais junto à sua prestadora por meio dos canais de atendimento. Nesse contato, devem ser informados o nome completo e o endereço com o número do CEP.

Para garantir que o SMS de solicitação de recadastramento recebido foi encaminhado pela prestadora contratada, o consumidor pode conferir os números utilizados pelas prestadoras para envio destas mensagens na página Cadastro Pré-Pago, no portal da Anatel.

COMO FAZER

Confira as páginas para atualização de cadastro de cada prestadora e o número de atendimento

Claro (1052)

Tim (1056)

Vivo (1058)

Oi (1057)

Algar (1055)

Sercomtel (1051)

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Emprego informal recorde derruba produtividade da economia brasileira

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A informalidade recorde no mercado de trabalho está ajudando a derrubar a produtividade da economia brasileira, que se recupera lentamente da recessão vivida entre 2014 e 2016. Em condições normais, quando uma economia cresce e gera empregos – situação que, apesar de toda a crise, vem sendo observada no Brasil –, há mais investimentos em inovação, equipamentos, capacitação, e a produtividade aumenta. Ou seja, cada trabalhador consegue produzir mais com menos horas trabalhadas. Mas o que vem ocorrendo é exatamente o contrário.

O País tem hoje 38,8 milhões de trabalhadores na informalidade, um número recorde, equivalente a 41,4% da força de trabalho. As vagas geradas entre 2018 e 2019, quase todas informais, pagam menos e são menos produtivas, com características de “bicos temporários”, como empregadas domésticas, vendedores a domicílio, entregadores de aplicativos e vendedores ambulantes, segundo mostra um estudo inédito do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Cálculos da FGV mostram que a produtividade por hora trabalhada na economia ficou estagnada em 2018, quebrando uma recuperação iniciada em 2017, e passou a cair este ano. No primeiro trimestre, a queda foi de 1,1% e, no segundo, de 1,7%. O movimento causou estranheza ao economista Fernando Veloso, pesquisador do Ibre/FGV. “A tendência natural seria esperar uma alta”, destaca publicação do Estadão.

Segundo Veloso, ainda que esteja quase estagnada, com avanço em torno de 1% ao ano desde 2017, a economia brasileira deveria registrar algum aumento da produtividade. Mas, enquanto as estimativas mais recentes apontam para crescimento de 0,9% este ano, o Ibre/FGV projeta recuo de 0,8% na produtividade por horas trabalhadas.

O o trabalho informal já aparecia como um dos suspeitos de ser responsável pelo fenômeno atípico. O novo levantamento do Ibre/FGV, feito pela pesquisadora Laisa Rachter com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), do IBGE, corrobora a hipótese: pessoas que estavam desempregadas ou que nem procuravam emprego no segundo trimestre de 2018 entraram para a informalidade neste ano ganhando, em média, metade (R$ 823,49 por mês por pessoa) do que os trabalhadores informais que já estavam em atividade (R$ 1.588,06 por mês por pessoa).

Pagar um salário menor é característica típica de ocupações pouco produtivas. O fato de o rendimento dos novos informais ficar abaixo até mesmo do recebido por trabalhadores há mais tempo na informalidade sugere que as pessoas que estão topando entrar no mercado em 2019 estão aceitando qualquer tipo de trabalho, para contribuir com o que for possível para a renda da família, diz Laisa.

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Concurso de Fotografia do MPPB terá R$ 9 mil em prêmios nas categorias “Profissional” e “Amador”

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O Concurso de Fotografia “MPPB e Direitos Humanos” terá R$ 9 mil em prêmios distribuídos aos três primeiros colocados nas categorias “Amador” e “Profissional”. A premiação foi divulgada no segundo edital da seleção, publicado na quarta-feira (13/11). As inscrições terminam na próxima quarta-feira (20/11) e devem ser feitas através do preenchimento de formulário disponível em banner no topo do site www.mppb.mp.br.

De acordo com o edital, os prêmios serão pagos diretamente aos vencedores pela Associação Paraibana do Ministério Público (APMP), em até 30 dias após o anúncio dos vencedores, que será feito no dia 10 de dezembro, juntamente com a mostra fotográfica, no auditório da sede da PGJ, na Avenida D. Pedro II, no Centro da Capital.

Os vencedores da Categoria ‘Profissional’ serão premiados da seguinte forma: 1° lugar receberá R$ 3 mil; 2° lugar, R$ 2 mil e, 3° lugar, R$ 1 mil. Já os melhores trabalhos da “Amador” receberão R$ 1, 5 mil (1º lugar), R$ 1 mil (2° lugar) e R$ 500 (3° lugar). Os pré-finalistas do 4º ao 10º lugar das duas categorias receberão menção honrosa. Já os melhores trabalhos da categoria ‘Membro e Servidor’ receberão troféus de menção honrosa.

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