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Direção do Mussulo By Mantra denuncia saques no estabelecimento

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Suspeita de envolvimento de funcionários graduados é reforçada por roubo de documentos

A direção do Hotel Mussulo Resort By Mantra, localizado no município do Conde, localizado a  26 km de João Pessoa, fez uma representação criminal junto à Polícia Civil da Paraíba, nesta quinta-feira, 7, contra criminosos, ainda não identificados, que invadiram o estabelecimentocom o objetivo de furtar diversos equipamentos do hotel, tais como televisores, frigobares, camas, além de diversos objetos do condomínio.

Conforme a queixa prestada, além dos bens materiais os criminosos furtaram todos os documentos relativos ao setor de recursos humanos do Mussulo Resort, no que comprova que a conduta ilícita foi direcionada também à tentativa de inviabilização da continuidade dos serviços que são prestados pelo estabelecimento.

Ainda na representação criminal, segundo a direção do Mussulo, são fortes as suspeitas de envolvimento de funcionários graduados do Resort tendo em vista queobviamente não interessaria a criminosos comuns, a subtração de documentos administrativos. A direção do Mussulo entregou à polícia, um inventário completo discriminando todos os objetos e documentos roubados, além de um amplo acervo fotográfico do local.

Por fim, a direção do Hotel Mussulo By Mantra solicitou à autoridade policial que seja instaurado inquérito policial a fim de apurar os crimes cometidos e punir os responsáveis, inclusive com o pedido para que sejam ouvidosinicialmente os funcionários graduados do estabelecimento.

A direção do Mussulo lamenta que tais fatos tenham ocorrido num momento de recuperação da atividade econômica do país, e que, desde que se instalou na Paraíba em 2009 sempre foi reconhecido pelos serviços turísticos de excelência prestados aos seus hóspedes. Informa ainda que desde o ocorrido, suspendeu todas as reservas de hospedagens até que a situação seja normalizada.

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Cadastros: Operadoras na Paraíba e outros 16 estados bloquearão celulares pré-pagos desatualizados

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Titulares de linhas de celulares pré-pagas que não atualizaram cadastros após terem recebido notificação das operadoras terão as linhas bloqueadas a partir de segunda-feira (18), informou a Anatel.

A medida vale para consumidores da Paraíba, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Sergipe e São Paulo.

Só menos de 1% dos 91 milhões de celulares pré-pagos dessas regiões apresenta alguma pendência cadastral, segundo agência.

As prestadoras Algar, Claro, Oi, Sercomtel, Tim e Vivo têm feito campanha para que consumidores brasileiros atualizem seus cadastros. O objetivo é garantir uma base cadastral correta para evitar a ocorrência de fraudes de subscrição.

A Anatel informa que quem tiver a linha bloqueada poderá proceder à atualização dos dados cadastrais junto à sua prestadora por meio dos canais de atendimento. Nesse contato, devem ser informados o nome completo e o endereço com o número do CEP.

Para garantir que o SMS de solicitação de recadastramento recebido foi encaminhado pela prestadora contratada, o consumidor pode conferir os números utilizados pelas prestadoras para envio destas mensagens na página Cadastro Pré-Pago, no portal da Anatel.

COMO FAZER

Confira as páginas para atualização de cadastro de cada prestadora e o número de atendimento

Claro (1052)

Tim (1056)

Vivo (1058)

Oi (1057)

Algar (1055)

Sercomtel (1051)

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Emprego informal recorde derruba produtividade da economia brasileira

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A informalidade recorde no mercado de trabalho está ajudando a derrubar a produtividade da economia brasileira, que se recupera lentamente da recessão vivida entre 2014 e 2016. Em condições normais, quando uma economia cresce e gera empregos – situação que, apesar de toda a crise, vem sendo observada no Brasil –, há mais investimentos em inovação, equipamentos, capacitação, e a produtividade aumenta. Ou seja, cada trabalhador consegue produzir mais com menos horas trabalhadas. Mas o que vem ocorrendo é exatamente o contrário.

O País tem hoje 38,8 milhões de trabalhadores na informalidade, um número recorde, equivalente a 41,4% da força de trabalho. As vagas geradas entre 2018 e 2019, quase todas informais, pagam menos e são menos produtivas, com características de “bicos temporários”, como empregadas domésticas, vendedores a domicílio, entregadores de aplicativos e vendedores ambulantes, segundo mostra um estudo inédito do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Cálculos da FGV mostram que a produtividade por hora trabalhada na economia ficou estagnada em 2018, quebrando uma recuperação iniciada em 2017, e passou a cair este ano. No primeiro trimestre, a queda foi de 1,1% e, no segundo, de 1,7%. O movimento causou estranheza ao economista Fernando Veloso, pesquisador do Ibre/FGV. “A tendência natural seria esperar uma alta”, destaca publicação do Estadão.

Segundo Veloso, ainda que esteja quase estagnada, com avanço em torno de 1% ao ano desde 2017, a economia brasileira deveria registrar algum aumento da produtividade. Mas, enquanto as estimativas mais recentes apontam para crescimento de 0,9% este ano, o Ibre/FGV projeta recuo de 0,8% na produtividade por horas trabalhadas.

O o trabalho informal já aparecia como um dos suspeitos de ser responsável pelo fenômeno atípico. O novo levantamento do Ibre/FGV, feito pela pesquisadora Laisa Rachter com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), do IBGE, corrobora a hipótese: pessoas que estavam desempregadas ou que nem procuravam emprego no segundo trimestre de 2018 entraram para a informalidade neste ano ganhando, em média, metade (R$ 823,49 por mês por pessoa) do que os trabalhadores informais que já estavam em atividade (R$ 1.588,06 por mês por pessoa).

Pagar um salário menor é característica típica de ocupações pouco produtivas. O fato de o rendimento dos novos informais ficar abaixo até mesmo do recebido por trabalhadores há mais tempo na informalidade sugere que as pessoas que estão topando entrar no mercado em 2019 estão aceitando qualquer tipo de trabalho, para contribuir com o que for possível para a renda da família, diz Laisa.

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Concurso de Fotografia do MPPB terá R$ 9 mil em prêmios nas categorias “Profissional” e “Amador”

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O Concurso de Fotografia “MPPB e Direitos Humanos” terá R$ 9 mil em prêmios distribuídos aos três primeiros colocados nas categorias “Amador” e “Profissional”. A premiação foi divulgada no segundo edital da seleção, publicado na quarta-feira (13/11). As inscrições terminam na próxima quarta-feira (20/11) e devem ser feitas através do preenchimento de formulário disponível em banner no topo do site www.mppb.mp.br.

De acordo com o edital, os prêmios serão pagos diretamente aos vencedores pela Associação Paraibana do Ministério Público (APMP), em até 30 dias após o anúncio dos vencedores, que será feito no dia 10 de dezembro, juntamente com a mostra fotográfica, no auditório da sede da PGJ, na Avenida D. Pedro II, no Centro da Capital.

Os vencedores da Categoria ‘Profissional’ serão premiados da seguinte forma: 1° lugar receberá R$ 3 mil; 2° lugar, R$ 2 mil e, 3° lugar, R$ 1 mil. Já os melhores trabalhos da “Amador” receberão R$ 1, 5 mil (1º lugar), R$ 1 mil (2° lugar) e R$ 500 (3° lugar). Os pré-finalistas do 4º ao 10º lugar das duas categorias receberão menção honrosa. Já os melhores trabalhos da categoria ‘Membro e Servidor’ receberão troféus de menção honrosa.

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