Nos acompanhe

Brasil

Alvo da PF, líder do governo no Senado coloca cargo à disposição de Bolsonaro

Publicado

em

Principal articulador do presidente Jair Bolsonaro no Senado, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) deixou seu cargo de líder do governo à disposição depois que foi alvo de uma operação da Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (19).

Bezerra disse que conversou sobre o tema com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. “Tomei a iniciativa de colocar à disposição o cargo de líder do governo para que o governo possa, ao longo dos próximos dias, fazer uma avaliação se não seria o momento de proceder uma nova escolha ou não”, afirmou.

A Polícia Federal realizou pela manhã uma operação no Congresso que tem como alvo Bezerra Coelho e um de seus filhos, o deputado Fernando Coelho Filho (DEM-PE), informa reportagem da Folha.

Os fatos investigados são da época em que Bezerra Coelho era ministro da Integração Nacional de Dilma Rousseff (PT). Um dos focos são as obras de transposição do rio São Francisco.”Quero deixar, desde pronto, o governo à vontade para que, fazendo o juízo da necessidade de um novo interlocutor, que não haverá, da minha parte, nenhuma dificuldade. Vou continuar ajudando na agenda que acredito, que é a agenda da área da economia”, disse o senador.

Bezerra Coelho disse estar à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos e afirmou entender que houve excesso na decisão judicial que autorizou a operação.

“Não havia nenhuma necessidade dessas diligências nas minhas residências e nos meus locais de trabalho”, disse o senador, que deixou seu apartamento para reunir-se com advogados em outro local.

Clique AQUI e confira a reportagem completa

Continue Lendo

Brasil

Audiência: “Faz-se acirramento ideológico sem discutir o que importa na Educação”, diz Pedro

Publicado

em

Presidente da Comissão de Educação da Câmara, o deputado Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) não esconde sua decepção com o que se tornou a audiência pública do ministro Abraham Weintraub, na última quarta-feira. Durante oito horas, o ministro e os deputados trocaram ataques e acusações mútuas. Cunha Lima diz ao BRPolítico que tudo isso “se distancia do debate real dos problemas da Educação”.

BRP – O que o senhor achou de toda a confusão ocorrida durante a audiência pública do ministro Abraham Weintraub na Comissão de Educação?

Pedro Cunha Lima – “É um retrato do que é consequência da extrema polarização e da radicalização política. Você vê, foram quase oito horas de reunião para ter, praticamente, só acirramento ideológico o tempo inteiro. Sem muita profundidade nos problemas, sem discutir o que importa”.

BRP – O que deveria ter sido tratado, na sua opinião?

Cunha Lima – “O novo Fundeb. De que maneira a gente vai formar os professores. Como vai implementar a base nacional comum curricular. Como zerar o deficit de creches. Como fazer com que a carreira do professor seja atrativa. Nada disso se debate com profundidade. É muito mais o debate na superfície ideológica, polarizada e radicalizada. De que tem maconha em universidade e eu não quero isso para o meu filho. E, do outro lado também, os ataques sempre de cunho ideológico. É tudo muito triste”.

BRP – O tema da audiência pedida pelos deputados, de interpelar o ministro sobre as declarações dele sobre existência de drogas nas universidades, já indicava que a reunião seria agitada…

Cunha Lima -“Para você ter uma ideia, na apresentação, o ministro dispõe de um tempo de trinta minutos, prorrogáveis por mais quinze. E a apresentação foi feita com base em reportagens de vários jornais sobre a apreensão de maconha em universidades, de vários prints que ele mesmo fez, no próprio notebook dele, antes de dormir, segundo ele. Ele botou no Google maconha e universidade, começou a printar, inclusive episódios que a própria Justiça já provou que não tem nada a ver com universidades. Enfim, eu não sei os detalhes dessa coisa toda, não. Mas o fato é que, de maneira objetiva, você tem dois lados. Um lado que, na convocação coloca esse escopo de convocar o ministro para falar dessa declaração de ter maconha na universidade. E do outro lado, o ministro que faz disso uma excelente plataforma de debate ideológico, de cunho político. E tudo se distancia do debate real dos problemas da Educação, que são os que eu mencionei. É tudo uma cortina de fumaça”.

Continue Lendo

Brasil

‘Lula precisa pregar a pacificação do país, e PT deve ajustar discurso’, diz Rui Costa

Publicado

em

No confronto com o governo de Jair Bolsonaro (sem partido), o PT precisa deixar a polarização e buscar pregar a pacificação do país, além de fazer um “ajuste fino” no seu discurso econômico.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ter papel preponderante nesse processo, retomando o papel de conciliador de setores da sociedade que viveu quando governou, de 2003 a 2010.

A opinião é de Rui Costa, governador petista da Bahia e principal nome da sigla com cargo eletivo hoje. Seu estado, governado pela quarta vez seguida pelo partido, é o quarto maior colégio eleitoral do Brasil e termômetro comportamental do populoso Nordeste —principal ilha regional de rejeição a Bolsonaro.

Costa, 56, reelegeu-se no primeiro turno de 2018 com 75,5% dos votos válidos, um recorde percentual e nominal. Afilhado político do ex-governador Jaques Wagner (PT), ele tem seu nome ventilado para compor chapa presidencial em 2022 —e não nega, destaca reportagem da Folha.

“Estou à disposição”, disse ele após participar do leilão no qual um grupo chinês disputou sozinho a concessão, por 35 anos, da ponte (ainda não construída) que ligará Salvador a Itaparica, nesta sexta (13), na Bolsa de São Paulo.

Costa é um crítico da posição econômica do PT em relação à “realidade brasileira”.

Disse que é preciso refinar o discurso, ao ser confrontado com a dicotomia de sua busca por recursos privados e a rejeição da bancada federal do partido ao marco legal do saneamento que facilita isso no setor, aprovado na Câmara.

Clique AQUI e confira a entrevista

Continue Lendo

Brasil

Efraim Filho está cotado para assumir liderança de bancada na Câmara dos Deputados

Publicado

em

Assim como o PSL, outro partido rachado na disputa pela liderança de bancada na Câmara dos Deputados é o DEM.

Segundo informações da imprensa nacional, Elmar Nascimento (BA) está com dificuldades em emplacar Alexandre Leite (SP). Quem tem boas chances é o paraibano deputado Efraim Filho (PB), apoiado pela ala governista.

Continue Lendo