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Paraíba

Deputado Cabo Gilberto visita policial ferido no Centro de Ensino da Polícia Militar

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O deputado estadual Cabo Gilberto Silva (PSL) visitou, na última semana, no Hospital de Trauma de João Pessoa, um policial militar ferido com tiro acidental disparado de uma submetralhadora de marca Taurus, modelo SMT40. O tiro acidental teria ocorrido no último final de semana no Centro de Ensino da Polícia Militar, no bairro de Mangabeira.

Em vídeo postado nas redes sociais, o deputado Cabo Gilberto Silva agradeceu ao secretário estadual de Saúde, Geraldo Medeiros, e ao Diretor do Centro de Educação da PMPB, coronel José Ronildo, pela assistência dada ao policial.

Confira o vídeo:

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Paraíba

Daniella Ribeiro dá boas vindas aos novos filiados do Progressistas: “Partido chega maior em 2020”

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A senadora Daniella Ribeiro deu as boas-vindas aos novos filiados do Progressistas que chegam para fortalecer ainda mais o partido. Dentre os filiados que representam vários segmentos estão o ex-prefeitos Cícero Lucena e Chico Franca, o atual presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, o vereador João Corujinha.

De acordo com a senadora, o momento é de celebrar os nomes que se somam ao Progressistas, partido que vem mudando a história de paraibanos através de ações e muito trabalho em toda a Paraíba, através do repasse de recursos aplicados em obras de fundamental importância para o desenvolvimento social e econômico das cidades.

“Recebemos no Progressistas nomes importantes que têm história com a Paraíba, e isso é importante para que possamos fortalecer não apenas o partido, como o trabalho que realizamos para a Paraíba. O partido ganhou novos reforços nas principais cidades”, declarou Daniella, primeira senadora eleita pelo Estado. Daniella chegou ao Senado como líder do partido na Casa.

A presidente do Progressistas de João Pessoa, Vaulene Rodrigues, por sua vez, ressaltou que a “a ideia é juntar toda a experiência dos dois ex-prefeitos, a responsabilidade atual de tocarmos o legislativo municipal e as forças jovens que se integraram ao Progressistas, para montarmos um grande plano de ações para João Pessoa”. O prazo de filiações terminou no último sábado (4).

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Paraíba

Coronavírus: Romero revela três mortes de pacientes do Pedro I nas últimas 24 horas em Campina

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O prefeito Romero Rodrigues, através de uma live  na tarde desta segunda-feira, 6, fez um balanço sobre todas as ações da Prefeitura de Campina Grande dentro do plano de prevenção e controle à Covid-19.  Dois pontos se destacaram em sua fala: a revelação sobre três óbitos, nas últimas 24 horas, de pacientes que estavam internados no Hospital Municipal Dom Pedro I, sob suspeita de coronavírus, e um apelo para que a população não relaxe em relação às medidas de isolamento social.

Segundo o prefeito, todos os três óbitos foram de pacientes que já chegaram com sintomas respiratórios graves no Pedro I. Dois destes casos são de pacientes residentes em Campina Grande, que deram entrada na unidade no sábado (04), um homem de 56 anos e uma mulher de 77 anos que já tinha histórico de doença respiratória. Ela veio a óbito no domingo e ele nesta segunda.

Já o terceiro caso trata-se de uma mulher de 55 anos do município de Olho D’água, mas que já havia sido transferida para um hospital de Piancó, no Sertão do Estado. A paciente era hipertensa, deu entrada no Pedro I ontem e morreu na manhã de hoje. Apesar dos sintomas, muito parecidos com Covid-19, todos os casos ainda são tratados como suspeitos e aguardam a confirmação do teste para confirmação de Covid-19.

De acordo ainda com o prefeito, a Secretaria Estadual de Saúde solicitou os exames e assegurou que, até esta terça-feira, 7, terá condições de confirmar ou não se a causa das mortes dos pacientes foi a Covid-19.

Esforço de guerra – De acordo com Romero, a Prefeitura campinense vem fazendo o máximo esforço para se preparar para o enfrentamento da doença. Campina Grande, segundo lembrou ele, está referenciando 69 municípios paraibanos – o que projeta uma população total de 1,2 milhão de habitantes.

Dentro do verdadeiro esforço de guerra desenvolvido pelo Município, Romero Rodrigues destaca a garantia de 138 leitos – sendo 42 de UTI na estrutura municipal (30 no Pedro I, seis no Isea e seis no Hospital da Criança) além de uma série de ações setoriais envolvendo a Assistência Social, a Comunicação e os órgãos de fiscalização.

Apelo à população – Após expor os dados atualizados sobre a Covid-19 em Campina Grande, o prefeito Romero Rodrigues voltou a pedir que a população ajude no esforço do Município de lutar contra o avanço da doença, reafirmando a necessidade de que se mantenha o máximo possível de isolamento social.

O prefeito destacou o sacrifício grande que muitos setores vêm fazendo em prol de melhores resultados para Campina Grande – a exemplo do comércio, das escolas públicas e privadas, e das universidades. “Não há meio mais eficaz para nós vencermos essa guerra do que o isolamento. Se cada um fizer sua parte, passaremos por essa tempestade sem grandes perdas”, destacou o prefeito.

Romero Rodrigues mostrou-se particularmente preocupado com o volume de pessoas no centro da cidade, desrespeitando as orientações e medidas adotadas pelo Município e Estado. Publicamente, desautorizou o Procon-CG, neste momento, a aplicar qualquer multa por eventuais desobediências no setor comercial, mas enfatizou o caráter de alerta a que todos estão submetidos.

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Paraíba

Nota Técnica da Agevisa determina critérios para cuidados pós óbito por coronavírus

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A Agência Estadual de Vigilância Sanitária emitiu Nota Técnica determinando os cuidados a serem adotados nos casos de óbito (no território paraibano) de pessoas com infecção suspeita ou confirmada pelo novo coronavírus. Assinado pela diretora-geral Jória Viana Guerreiro, o documento foi motivado pelo risco contínuo de transmissão infecciosa por contato após o óbito por coronavírus, embora tal possibilidade de contágio seja geralmente menor do que para pacientes ainda vivos. Disponível no endereço agevisa.pb.gov.br/legislacao, a NT nº 02/2020-Agevisa/PB determina que os princípios das precauções padrão de controle de infecção e precauções baseadas na transmissão devem continuar sendo aplicados no manuseio do corpo e durante o sepultamento.

Tomando por base a Nota Técnica nº 04/2020, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Agevisa/PB determinou que, após a confirmação do falecimento de pessoa infectada ou suspeita de infecção por Covid-19, o cadáver deverá ser transferido do leito, sala ou espaço de isolamento, para o necrotério no menor tempo possível, sendo permitida somente a presença de profissionais estritamente necessários e devidamente protegidos por equipamentos de proteção individual, tais como gorro, óculos de proteção ou protetor facial, máscara cirúrgica, avental impermeável e luvas. Se for necessário realizar procedimentos que geram aerossol como extubação, deve-se usar máscara N95, PFF2 ou equivalente.

Todo o material removido do corpo (tubos, drenos, cateteres etc.) deve ser descartado imediatamente, mediante acondicionamento em recipientes rígidos, à prova de perfuração e vazamento, e com o símbolo de “resíduo infectante”, sendo obrigatória a desinfecção e o bloqueio dos orifícios de drenagem de feridas e punção de cateter com cobertura impermeável; a limpeza (com a utilização de compressas) das secreções nos orifícios orais e nasais, e também o bloqueio dos orifícios naturais do cadáver (oral, nasal, retal) para evitar extravasamento de fluidos corporais.

Desinfecção – Nos termos da NT nº 02/2020-Agevisa/PB, o corpo da vítima do coronavírus deve ser pulverizado com solução desinfetante hospitalar, e, em seguida, acondicionado em saco impermeável à prova de vazamento e selado (sacos de remoção), que atenda às características técnicas sanitárias de resistência à pressão dos gases internos, estanqueidade e impermeabilidade.

A introdução na bolsa deve ser feita dentro da própria sala de isolamento, pelo servidor da unidade hospitalar, a quem caberá identificar adequadamente o cadáver. Preferencialmente, deve-se colocar o corpo em dupla embalagem impermeável e desinfetar a superfície externa do saco (podendo-se utilizar álcool a 70º, solução clorada [0.5% a 1%], ou outro saneante desinfetante regularizado junto à Anvisa). Ao manusear o saco de acondicionamento do cadáver, os profissionais devem usar luvas descartáveis nitrílicas.

Identificação do risco – Ainda de acordo com a Nota Técnica da Agevisa/PB, o saco externo de transporte do corpo da vítima do coronavírus deve ser identificado com a informação relativa a “risco biológico, no contexto da Covid-19: agente biológico classe de risco 3”. Quanto à maca de transporte de cadáveres (obrigatoriamente de fácil limpeza e desinfecção), esta deve ser utilizada apenas para esse fim.

Lona extraforte impermeável – Uma vez adequadamente embalado na bolsa, e sendo confirmada a chegada da urna mortuária adequada e definitiva, o corpo deverá ser removido com segurança para o necrotério da unidade hospitalar, onde será colocado, obrigatoriamente, em caixão devidamente revestido por lona extraforte impermeável, selada com fita adesiva. Esse procedimento será realizado pelos profissionais do serviço funerário, utilizando todos os equipamentos de proteção individual descritos para atendimento dos casos da Covid-19.

Outras determinações – A Nota Técnica nº 02/2020-Agevisa/PB traz ainda outras determinações relacionadas às vítimas/suspeitos do coronavírus, tais como proibição de embalsamento do corpo e permissão à família para optar pela cremação do corpo ou pela inumação em caixão lacrado, sem velório, no prazo máximo de 24 horas após o óbito. No caso de o cadáver ser portador de equipamentos de saúde que impeçam a cremação sem manipulação do corpo para a remoção do equipamento implantado, a exemplo de marca-passo, este deverá ser obrigatoriamente sepultado.

Funeral por 30 minutos – O veículo funerário, devidamente licenciado, após a recepção da urna mortuária, deverá seguir para inumação ou cremação imediata do cadáver sem velamento do corpo. A despedida poderá ser realizada pelos familiares, em ambiente aberto, no local do sepultamento, com o prazo máximo de 30 minutos e sem contato com a urna mortuária. O caixão deve ser mantido fechado durante o funeral, para evitar contato físico com o corpo. E caso a recepção da urna mortuária ocorra fora do horário de atendimento cemiterial, o serviço funerário contratado poderá armazenar a urna (excepcionalmente) em área restrita designada para esse fim, e com a devida segurança, até a abertura das atividades do cemitério.

Após o transporte final da urna mortuária, o serviço funerário contratado deverá proceder a desinfecção completa do veículo utilizado para o transporte de cadáveres vítimas/suspeitos do Covid-19, apresentando a devida comprovação.

Outras determinações

  • O transporte de urna mortuária de cadáver vítima/suspeito do Covid-19 só poderá ser compartilhado, no mesmo veículo, se a causa mortis for a mesma.
  • A área cemiterial deverá priorizar os sepultamentos referentes aos óbitos das doenças infectocontagiosas, em especial as vítimas do COVID-19.
  • O serviço social deverá obedecer às mesmas regras definidas para os serviços funerários privados contratados.
  • Os cadáveres não identificados, vítimas de doenças infectocontagiosas, em especial COVID-19, deverão seguir os mesmos procedimentos de identificação utilizados pela Polícia Judiciária, em caráter prioritário.

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