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Senado aprova projeto que valoriza a interiorização do turismo religioso

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Designado na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) como relator do Projeto de Lei nº 1.308, de 2019, que estimula o turismo religioso no interior do Brasil, o Senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) emitiu parecer favorável à matéria. O projeto, de autoria do Senador Styvenson Valentim (PODE-RN), altera a Lei nº 11.771, de 17 de setembro de 2008, para incluir o estímulo à interiorização do turismo e a valorização do turismo religioso como como objetivo da Política Nacional de Turismo.

Em seu parecer, Veneziano destacou a relevância do projeto, que chegou à CDR para análise, em decisão terminativa, e argumentou que o turismo é fator de grande relevância para a economia de várias cidades do interior do Brasil. Ele enfatizou que, apesar da importância para incrementar a economia de todos os municípios, os investimentos do turismo são concentrados nos grandes centros urbanos.

“Por isso, consideramos de extrema importância o estímulo à interiorização das atividades turísticas. Ademais, é relevante estimular o turismo religioso, tão forte em várias cidades do País. Contudo, apesar de louvável a iniciativa, é necessário ajustá-la à técnica legislativa e a alguns aspectos da segmentação do turismo” observou Veneziano.

Importância do Turismo Religioso – Em seu relatório, o Senador paraibano destacou que o estímulo à interiorização do turismo já é parte das ações e políticas da Política Nacional de Turismo (PNTur), sendo necessário, apenas, um ajuste na redação, para reforçar a questão do “interiorizar” e promover o que pretende o projeto.

Veneziano ressaltou que o turismo religioso é uma das mais importantes manifestações do turismo cultural no Brasil. Ao fazer os ajustes no texto, ele emitiu o parecer favorável ao projeto, que foi aprovado em caráter terminativo na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (ou seja, não precisa ir a plenário para votação). A matéria segue para votação na Câmara dos Deputados.

Elogios ao Relatório – Autor do projeto, o Senador Styvenson agradeceu a Veneziano pelo parecer favorável, elogiou o seu relatório, e citou dados relativos a 2017, apontando que o turismo injetou US$ 163 bilhões na economia brasileira naquele ano, o equivalente a 7,9% do PIB, um acréscimo de 7% em relação ao percentual de 2016.

Ele também acrescentou que vários estados possuem forte potencial turístico em cidades do interior, mas que estariam fora do circuito tradicional explorado pelas empresas do ramo. Para ele, os investimentos públicos do setor ainda estão muito direcionados aos grandes centros, e é preciso pulverizar mais estes recursos.

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Pautas bomba: “A relação com Guedes já foi melhor”, diz líder do DEM na Câmara dos Deputados

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A equipe econômica já começa a ver riscos de não avançarem rapidamente, neste primeiro semestre, as três pautas que eram dadas como certas para aprovação pelo Congresso: o projeto de autonomia do Banco Central e as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) Emergencial e dos fundos públicos.

O acirramento dos ânimos com o Parlamento, depois que o presidente Jair Bolsonaro disparou de seu celular um vídeo convocando apoiadores a irem às ruas para defendê-lo contra o Congresso, colocou a pauta em suspense e ampliou as incertezas da agenda econômica.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, é o mais cobrado pelas lideranças partidárias da Câmara e do Senado, que o acusam de ter descumprido o acordo do Orçamento impositivo, que amplia poderes dos parlamentares na destinação dos recursos para programas e ações do governo. Nos bastidores, líderes reclamam de fragilidades da equipe de Guedes nas negociações, destaca reportagem do Estadão.

Para o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), a relação com Guedes já foi melhor. “A equipe econômica chegou a ser a grande avalista da agenda do governo na Câmara. Atualmente, atritos reduziram essa sintonia, como o aguardo pelas propostas tributária e administrativa que não chegaram até o momento.”

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Em nota, Partido Verde diz que presidente Jair Bolsonaro demonstra desapreço pela Democracia

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Mais uma vez, o presidente Jair Bolsonaro demonstra seu desapreço pela Democracia. Ao replicar convocação para uma marcha que atenta contra as instituições democráticas, Bolsonaro se coloca cada vez com mais clareza dentro do campo do autoritarismo.

Para o Partido Verde, isso não é uma novidade. Em 2016, representamos no Conselho de Ética da Câmara contra o então deputado federal Jair Bolsonaro, por apologia à Ditadura, quando ele homenageou o torturador Brilhante Ustra em plenário.

Somos um partido forjado por pessoas que resistiram à Ditadura Militar. Que colocaram suas próprias vidas em risco para defender o nosso retorno à Democracia. Para nós, os princípios democráticos são inegociáveis.

Também foi o Partido Verde, que através da frente parlamentar Franco Montoro, lidera desde então os debates pró-parlamentarismo, única saída democrática para reestruturar a política brasileira, segundo os Verdes.

O Partido Verde sempre estará ao lado da luta pelo fortalecimento das nossas instituições e contra qualquer ímpeto autoritário e populista que as coloquem em risco.

Executiva Nacional do Partido Verde

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Deputado Julian Lemos classifica “polêmica do 15 de março” como ataque à democracia

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Em publicação nas redes sociais, o deputado federal Julian Lemos (PSL), um dos primeiros apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, criticou polêmica em torno do chefe do Executivo nacional, que publicou um vídeo por WhatsApp, convocando a população para protestos a favor dos militares e do governo e contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF), no próximo dia 15 de março.

Julian chamou a “convocação” chamou de ataque à democracia. “Fui eleito em um processo democrático, pelo voto, assim como o presidente Bolsonaro, que ajudei a eleger”, disse Lemos.

Ele diz reconhecer que “o Congresso Nacional não tem sido aquilo que almejamos, em termos de decência e honestidade”, mas alegou, no entanto, que não se pode generalizar e cita a si como exemplo de honestidade na Casa. “Eu não pratico atos de corrupção e nem achaco a vontade popular, como muitos fazem e isso é fato”, acrescentou.

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