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Bolsonaro destaca CG em assinatura da MP que institui pensão para família de bebês com microcefalia

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Em um dia histórico para as famílias de mais de três mil bebês que nasceram com microcefalia decorrente do Zika Vírus, o prefeito Romero Rodrigues participou na tarde desta quarta-feira, 04, no Palácio do Planalto, em Brasília, da solenidade de assinatura da Medida Provisória que institui pensão especial vitalícia para as famílias dessas crianças.

Romero foi citado com destaque nos emocionados discursos do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro e da primeira-dama Michelle Bolsonaro, que também preside o Conselho Pátria Voluntária.

É que a MP, bastante comemorada pelas mães que representaram todas as famílias a serem assistidas com o benefício, é fruto de uma bandeira levantada em Campina Grande, no mês de abril.

Visita – Na oportunidade, a primeira-dama Michelle Bolsonaro e o ministro Osmar Terra, da Cidadania, visitaram o Centro Dia da cidade e conheceram famílias que recebem os cuidados especializados do serviço que acolhe pessoas com deficiência.

“Foi em Campina Grande que ouvimos os relatos de muitas mães angustiadas com medo de perder o Benefício de Prestação Continuada se conseguissem uma fonte de renda. É com muita emoção que estamos transformando angústia em segurança com essa Medida Provisória que garante a pensão especial para as crianças. Agora, as mães e os pais poderão trabalhar sem medo de perder o benefício para os seus filhos”, comemorou Michelle Bolsonaro.

Quando teve a palavra, após assinar a MP, o presidente Jair Bolsonaro apelou para que o Congresso Nacional possa também levantar a bandeira das milhares de famílias que passarão a ter direito às pensões especiais.

“Impossível não se emocionar com um momento como esse. Muitas medidas não dependem apenas da minha caneta, prezado Romero. Dependem de outras pessoas que frequentam essa mesma Praça dos Três Poderes. Mas peço a Deus que ilumine essas pessoas. Peço aos deputados e senadores que não alterem essa Medida Provisória”, discursou o presidente da República.

Detalhes da MP

• Serão beneficiadas as famílias que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC)

• As crianças têm de ter nascido entre 2015 e 2018

• As crianças precisam ter microcefalia causada pelo vírus da zika

• A pensão especial deverá ser solicitada ao INSS;

• O benefício será concedido após perícia médica confirmando a relação entre a microcefalia e o vírus

• As famílias terão de optar pela pensão vitalícia ou pelo BPC, não podendo acumular os dois pagamentos.

• De acordo com o Ministério da Cidadania, há no país 3.112 crianças com microcefalia, nascidas entre 2015 e 2018, que recebem o BPC.

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Pautas bomba: “A relação com Guedes já foi melhor”, diz líder do DEM na Câmara dos Deputados

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A equipe econômica já começa a ver riscos de não avançarem rapidamente, neste primeiro semestre, as três pautas que eram dadas como certas para aprovação pelo Congresso: o projeto de autonomia do Banco Central e as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) Emergencial e dos fundos públicos.

O acirramento dos ânimos com o Parlamento, depois que o presidente Jair Bolsonaro disparou de seu celular um vídeo convocando apoiadores a irem às ruas para defendê-lo contra o Congresso, colocou a pauta em suspense e ampliou as incertezas da agenda econômica.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, é o mais cobrado pelas lideranças partidárias da Câmara e do Senado, que o acusam de ter descumprido o acordo do Orçamento impositivo, que amplia poderes dos parlamentares na destinação dos recursos para programas e ações do governo. Nos bastidores, líderes reclamam de fragilidades da equipe de Guedes nas negociações, destaca reportagem do Estadão.

Para o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), a relação com Guedes já foi melhor. “A equipe econômica chegou a ser a grande avalista da agenda do governo na Câmara. Atualmente, atritos reduziram essa sintonia, como o aguardo pelas propostas tributária e administrativa que não chegaram até o momento.”

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Em nota, Partido Verde diz que presidente Jair Bolsonaro demonstra desapreço pela Democracia

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Mais uma vez, o presidente Jair Bolsonaro demonstra seu desapreço pela Democracia. Ao replicar convocação para uma marcha que atenta contra as instituições democráticas, Bolsonaro se coloca cada vez com mais clareza dentro do campo do autoritarismo.

Para o Partido Verde, isso não é uma novidade. Em 2016, representamos no Conselho de Ética da Câmara contra o então deputado federal Jair Bolsonaro, por apologia à Ditadura, quando ele homenageou o torturador Brilhante Ustra em plenário.

Somos um partido forjado por pessoas que resistiram à Ditadura Militar. Que colocaram suas próprias vidas em risco para defender o nosso retorno à Democracia. Para nós, os princípios democráticos são inegociáveis.

Também foi o Partido Verde, que através da frente parlamentar Franco Montoro, lidera desde então os debates pró-parlamentarismo, única saída democrática para reestruturar a política brasileira, segundo os Verdes.

O Partido Verde sempre estará ao lado da luta pelo fortalecimento das nossas instituições e contra qualquer ímpeto autoritário e populista que as coloquem em risco.

Executiva Nacional do Partido Verde

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Deputado Julian Lemos classifica “polêmica do 15 de março” como ataque à democracia

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Em publicação nas redes sociais, o deputado federal Julian Lemos (PSL), um dos primeiros apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, criticou polêmica em torno do chefe do Executivo nacional, que publicou um vídeo por WhatsApp, convocando a população para protestos a favor dos militares e do governo e contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF), no próximo dia 15 de março.

Julian chamou a “convocação” chamou de ataque à democracia. “Fui eleito em um processo democrático, pelo voto, assim como o presidente Bolsonaro, que ajudei a eleger”, disse Lemos.

Ele diz reconhecer que “o Congresso Nacional não tem sido aquilo que almejamos, em termos de decência e honestidade”, mas alegou, no entanto, que não se pode generalizar e cita a si como exemplo de honestidade na Casa. “Eu não pratico atos de corrupção e nem achaco a vontade popular, como muitos fazem e isso é fato”, acrescentou.

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