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Membros do PT, PSDB, PDT e PC do B lançam grupo de oposição a Bolsonaro

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O Fórum Democracia Direitos Já é lançado na noite desta segunda-feira (2) na PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). O grupo foi criado para fazer uma oposição ampla ao presidente Jair Bolsonaro.

Participam nomes como Ciro Gomes (PDT), Flávio Dino (PC do B), Márcio França (PSB), Luís Felipe D´ávila (PSDB-SP), Eduardo Suplicy (PT), Paulinho da Força (Solidariedade), Eduardo Jorge (PV) e Marta Suplicy (Sem partido).

“Já mandei meu livro [Renda Básica de Cidadania, a Resposta Dada Pelo Vento] para o presidente Jair Bolsoanro para mostrar que muito melhor que estar distribuindo armas por aí é garantir a sobrevivência de todos”, disse Eduardo Suplicy em seu discurso no evento.

Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Antonio Anastasia (PSDB) e Aldo Rebelo (Solidariedade) não participaram do evento, mas enviaram vídeos para serem transmitidos no local, informa reportagem do Congresso em Foco.

Geraldo Alckmin (PSDB) também não pode participar, mas uma mensagem sua foi lida na qual ele deu “total apoio ao movimento”.

Um texto de luto pela morte do ex-governador de São Paulo Alberto Goldmann (PSDB) foi lido no lançamento do Direitos Já. O tucano fazia parte do grupo.

O escritor e filósofo dos Estados Unidos Noam Chomsky também participou e fez discurso na reunião dos opositores a Bolsonaro.

Fernando Haddad (PT) foi convidado, mas não compareceu ao evento. O ex-prefeito de São Paulo faz parte do grupo e participou em maio na casa do advogado Pedro Serrano da primeira reunião do Direitos Já.

Também participam representantes do Instituto Fernando Henrique Cardoso, UNE (União Nacional dos Estudantes), OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e centrais sindicais como Força Sindical, CUT e UGT.

Um dos idealizadores da iniciativa é Fernando Guimarães, filiado ao PSDB e fundador de uma corrente tucana chamada Esquerda Pra Valer.

Outros participantes foram o líder do Podemos na Câmara dos Deputados, José Nelto (GO), o presidente da Fundação Perseu Abramo, braço ideológico do PT, Marcio Pochmann, o presidente do PV, José Luiz Penna, o presidente do PDT, Carlos Lupi, a presidente do PC do B, Luciana Santos, e Soninha Francine, representando o presidente do Cidadania, Roberto Freire.

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Pautas bomba: “A relação com Guedes já foi melhor”, diz líder do DEM na Câmara dos Deputados

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A equipe econômica já começa a ver riscos de não avançarem rapidamente, neste primeiro semestre, as três pautas que eram dadas como certas para aprovação pelo Congresso: o projeto de autonomia do Banco Central e as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) Emergencial e dos fundos públicos.

O acirramento dos ânimos com o Parlamento, depois que o presidente Jair Bolsonaro disparou de seu celular um vídeo convocando apoiadores a irem às ruas para defendê-lo contra o Congresso, colocou a pauta em suspense e ampliou as incertezas da agenda econômica.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, é o mais cobrado pelas lideranças partidárias da Câmara e do Senado, que o acusam de ter descumprido o acordo do Orçamento impositivo, que amplia poderes dos parlamentares na destinação dos recursos para programas e ações do governo. Nos bastidores, líderes reclamam de fragilidades da equipe de Guedes nas negociações, destaca reportagem do Estadão.

Para o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), a relação com Guedes já foi melhor. “A equipe econômica chegou a ser a grande avalista da agenda do governo na Câmara. Atualmente, atritos reduziram essa sintonia, como o aguardo pelas propostas tributária e administrativa que não chegaram até o momento.”

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Em nota, Partido Verde diz que presidente Jair Bolsonaro demonstra desapreço pela Democracia

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Mais uma vez, o presidente Jair Bolsonaro demonstra seu desapreço pela Democracia. Ao replicar convocação para uma marcha que atenta contra as instituições democráticas, Bolsonaro se coloca cada vez com mais clareza dentro do campo do autoritarismo.

Para o Partido Verde, isso não é uma novidade. Em 2016, representamos no Conselho de Ética da Câmara contra o então deputado federal Jair Bolsonaro, por apologia à Ditadura, quando ele homenageou o torturador Brilhante Ustra em plenário.

Somos um partido forjado por pessoas que resistiram à Ditadura Militar. Que colocaram suas próprias vidas em risco para defender o nosso retorno à Democracia. Para nós, os princípios democráticos são inegociáveis.

Também foi o Partido Verde, que através da frente parlamentar Franco Montoro, lidera desde então os debates pró-parlamentarismo, única saída democrática para reestruturar a política brasileira, segundo os Verdes.

O Partido Verde sempre estará ao lado da luta pelo fortalecimento das nossas instituições e contra qualquer ímpeto autoritário e populista que as coloquem em risco.

Executiva Nacional do Partido Verde

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Deputado Julian Lemos classifica “polêmica do 15 de março” como ataque à democracia

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Em publicação nas redes sociais, o deputado federal Julian Lemos (PSL), um dos primeiros apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, criticou polêmica em torno do chefe do Executivo nacional, que publicou um vídeo por WhatsApp, convocando a população para protestos a favor dos militares e do governo e contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF), no próximo dia 15 de março.

Julian chamou a “convocação” chamou de ataque à democracia. “Fui eleito em um processo democrático, pelo voto, assim como o presidente Bolsonaro, que ajudei a eleger”, disse Lemos.

Ele diz reconhecer que “o Congresso Nacional não tem sido aquilo que almejamos, em termos de decência e honestidade”, mas alegou, no entanto, que não se pode generalizar e cita a si como exemplo de honestidade na Casa. “Eu não pratico atos de corrupção e nem achaco a vontade popular, como muitos fazem e isso é fato”, acrescentou.

Confira a publicação:

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