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Energisa e Abradee iniciam Campanha de Segurança com Energia Elétrica

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É aí que mora o perigoeu me ligo na vida! O slogan da XIII edição da Campanha Nacional de Segurança com Energia Elétrica traduz a forma como as distribuidoras de energia elétrica pretendem chamar a atenção da população para o tema, alertando para os riscos com a rede e os cuidados necessários no dia a dia. A campanha promovida pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) e as 41 distribuidoras associadas pretende focar as ações de conscientização nas principais causas de acidentes, buscando eliminá-los, considerando inclusive, a elevação observada no último ano de aproximadamente 3% no número de ocorrências, e de 5,8% nos acidentes fatais.

Este ano, a Campanha Nacional de Segurança com Energia Elétricarealizada pelas concessionárias pretende alcançar toda a população brasileira. A campanha foi lançada no último dia 5 de agosto, mas sua aplicação com as ações de conscientização para prevenção de acidentes, é  realizada ao longo de todo o ano pela Energisa na Paraíba. Durante a campanha, a Energisa Paraíba vai realizar palestras educativas em escolas e em canteiros de obras, além de mapear as áreas com maior ocorrência de acidentes, para ações mais direcionadas. Também são veiculados spots de rádio, ações nas redes sociais e distribuição de folhetos explicativos com dicas de prevenção de acidentes.

Em 2018, na Paraíba, foram registrados ao todo 14 acidentes com energia elétrica, dos quais nove tiveram vítimas fatais. Até julho de 2019, já são 11 acidentes registrados, cinco com vítimas fatais, em todo o Estado. Entre os 25 acidentes entre janeiro de 2018 e julho de 2019, 15 aconteceram devido ato inseguro ou negligência por parte do envolvido.

Dados do levantamento nacional– Em 2018, foram registrados pelas distribuidoras 891 acidentes em todo o país. Destes, 271 foram de maior gravidade e ocasionaram a morte das vítimas (no ano anterior, foram registrados 19 casos fatais a menos). A principal responsável pelos acidentes fatais ocasionados pelo contato com a rede de energia é a construção/manutenção predial, com 55% dos casos no último ano, o que equivale a 89 mortes. Neste caso, observa-se o grande número de construções de pequeno e médio porte realizadas sem o acompanhamento de profissionais especializados ou pessoas qualificadas para realizar as instalações.

Dentre as outras causas fatais trabalhadas pela campanha, destacam-se: acidentes com cabo energizado com 12% (20 casos); operação de máquinas agrícolas com 9%; ligações clandestinas (“Gato”) e poda de árvores, com 7%; empinar Pipa/Papagaio, 6% e instalações de Antenas de TV, 4%.

Em relação às taxas de gravidade e de frequência dos acidentes (incluindo os fatais), de 2001 a 2018, houve uma redução de 43% nos acidentes com alta gravidade. Já a frequência dos acidentes ao longo do período teve uma queda de 30%.

Para o presidente da Abradee, Marcos Aurélio Madureira da Silva, os dados demonstram a necessidade do fortalecimento e expansão da iniciativa. “Nossa missão é ampliar cada vez mais a abrangência dessa campanha para que possamos reduzir ainda mais o número de acidentes com a rede elétrica no país. Os dados são claros, à medida em que alertamos as pessoas, a partir de campanhas e ações de conscientização, automaticamente ocorre uma redução no número de acidentes”, afirma.

A Abradee reforça que, a cada ano, as distribuidoras investem R$ 16,1 bilhões em recursos de melhorias, segurança e modernização das redes elétricas, inserindo cada vez mais padrões construtivos com redes isoladas e protegidas, além de mecanismos mais acurados de proteção. Entretanto, a entidade destaca que além disso, é importante o envolvimento de toda a sociedade nas ações de conscientização para a prevenção dos acidentes, em especial de outros prestadores de serviços que fazem o uso compartilhado da infraestrutura das redes.

Recorte por região – Analisando os casos de acidentes fatais no período de 10 anos (2009 a 2018), envolvendo as sete principais causas de acidentes fatais no Brasil, observa-se a seguinte distribuição por região do país: 14% dos casos ocorreram na região Norte (que conta com 8,7% da população brasileira); 31% no Nordeste (27,2% dos habitantes); 35% no Sudeste (42,1% dos brasileiros); 11% no Sul (14,3%); e 9% no Centro-Oeste (7,7%).

Fique atento para algumas dicas de segurança:

Antena de TV: ao instalar ou consertar antenas, cuidado com a rede elétrica. Escolha um lugar afastado dos fios, observando quando o tempo estiver bom, sem chuva. Caso a antena caia na fiação, nunca tente segurá-la ou recuperá-la.

Poda de árvores: nunca faça poda de árvores que estiverem próximas ou em contato com a redes elétricas. Entre em contanto com a prefeitura de sua cidade e solicite o serviço. A poda de árvores é um serviço que deve ser realizado somente por profissionais preparados e qualificados.

Pipas: sempre empine pipas em locais abertos e afastados da rede elétrica. Jamais use fios metálicos ou cerol, e caso a pipa fique presa, não tente resgatá-la. Estas orientações devem ser reforçadas junto às crianças.

Construção ou Manutenção Predial: ao construir ou reformar, mantenha uma distância segura da rede elétrica, principalmente ao movimentar materiais metálicos, como barras de ferro e arames. Consulte sempre um profissional capacitado para este tipo de serviço ou a sua distribuidora.

Ligação Clandestina (Gato): ligações da rede elétrica, somente pelo eletricista de sua distribuidora de energia. Furtar energia é muito perigoso. Além de ser um crime, provoca acidentes e coloca vidas em risco.

Cabo Energizado ao solo: Nunca toque em fios caídos na rua. Se encontrar um, entre em contato com a concessionária local para providenciar a remoção.

Manuseio de Equipamentos Agrícolas: Desvie os equipamentos  dos estais (estirantes ou rabichos). Eles seguram os postes. Não corte nem mude os estais de lugar. Abaixe as barras do pulverizador ao passar debaixo dos fios. Evite parar a colheitadeira debaixo da rede elétrica. Não suba nela se estiver perto dos fios. Atenção ao regular o equipamento de irrigação nas áreas próximas a redes elétricas. Se o jato de água atingir os fios, pode ocorrer curto-circuito.

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Um robô desejando feliz Dia dos Pais? Saiba como foi essa ação de tecnologia e carinho

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Datas comemorativas sempre combinam com muitos abraços, carinho e todo tipo de demonstração de afeto. Neste dia dos pais, celebrado este ano no domingo, dia 9 de agosto, não poderia ser diferente. E para quem estava internado, como fazer? O Hospital Alberto Urquiza, da Unimed João Pessoa, encontrou uma solução tecnológica, mas cheia de amor, que alegrou a todos.

Um robô percorreu os apartamentos do hospital, apresentou uma música em homenagem aos pais, cantada pelo Coral Jovem da Unimed JP, e depois fez uma videoconferência com a família do paciente. Foram momentos de emoção, utilizando a robótica para humanizar o tratamento e dar bem-estar.

Os pacientes e familiares ficaram encantados com a experiência. Um dos visitados pelo robô foi Ricardo de Oliveira Prado, de 63 anos. Ele ficou muito emocionado e disse que gostou muito da homenagem. “Achei muito lindo o robozinho fazer isso por nós, pela família que não poderia estar perto naquele momento”, ressaltou Erica da Costa Prado, filha de Ricardo. A ação foi importante para estabelecer um vínculo emocional dos pacientes internados com os familiares.

Pioneirismo – A Unimed João Pessoa é pioneira na Paraíba na utilização de um robô para auxiliar no tratamento de clientes e para a melhoria dos serviços hospitalares. O robô possibilita mais interação entre a equipe multiprofissional e o paciente durante o seu tratamento no Hospital Alberto Urquiza Wanderley, referência em alta complexidade. E mais: a tecnologia usada na plataforma robótica permite ainda uma melhor troca de informações, em tempo real, entre a equipe dos hospitais próprios e especialistas em todo o mundo.

O robô da Unimed JP é diferente de tecnologias que outros hospitais já utilizam, pois não é só um suporte para tablet. Ele tem movimentos que se assemelham ao comportamento humano e sua tela é móvel e interativa. Desde o momento que interage com o paciente, tem os mesmos gestos da pessoa, com a tela se movimentando como se fosse a cabeça. No momento, o nome dessa inteligência artificial está sendo escolhido em uma votação pelo Instagram da Cooperativa (www.instagram.com/unimedjoaopessoa).

Sobre a Unimed JP – Com 48 anos de tradição, a Unimed João Pessoa é uma cooperativa de trabalhos médicos que se consolidou como a melhor e maior operadora de planos de saúde da Paraíba. Além de mais de 1,7 mil médicos cooperados, possui a mais completa rede de assistência médico-hospitalar privada do Estado. São diversos hospitais credenciados, sendo dois próprios – um deles referência em alta complexidade -, além de clínicas, prontos-socorros e laboratórios à disposição dos mais de 147 mil clientes. Tudo isso garante à Unimed JP a liderança absoluta no segmento de saúde suplementar no mercado paraibano. Acesse&nbsp ;www.unimedjp.com.br

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Cerca de 37% dos desempregados perderam o trabalho devido ao isolamento social

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A Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing realizou em julho sua terceira edição da pesquisa Coronavírus e seu Impacto no Brasil. Esse levantamento foi realizado por meio de questionários online, entre os dias 16 e 21/07, e obteve 1.090 respostas, de todas as regiões do Brasil. Um dos focos desta terceira onda era abordar o sentimento geral da população em relação ao mercado de trabalho.

Atualmente 37% de quem está desempregado afirma que perdeu seu posto em razão da pandemia. Destes, um terço (34%) diz que o foco agora não é arrumar logo outra posição. O gerente de projetos da Demanda e coordenador do estudo, Ricardo Lopes, conjectura a esse respeito: “Pode ser que as pessoas já estejam atinando que os novos tempos vão exigir novas habilidades, novos conhecimentos e comportamentos. Nesse contexto, é primordial se qualificar num primeiro momento, para então sair à procura de um novo lugar”.

Entre aqueles que permanecem empregados, nada menos do que 49% continuam trabalhando exclusivamente de casa, no chamado home office, outros 16% alternam dias em casa e dias no escritório e somente 9% já retomaram integralmente sua rotina fora do lar. “Na medida em que provaram e gostaram, tanto empresas como trabalhadores não têm motivo de apressar o retorno”, conclui Ricardo.

E os dados corroboram: somente 26% de quem permanece trabalhando em casa afirma não estar satisfeito com esta condição. São pessoas que dizem sentir falta da presença física de clientes, colegas, etc. Ou, ainda, sentem que estão trabalhando mais e rendendo menos, por conta das dispersões domésticas e da falta de estrutura adequada. Todos os outros – os mais de 70% satisfeitos – mencionam como justificativa para sua satisfação a economia de tempo sem os temíveis deslocamentos de ida e volta do trabalho e também a economia de dinheiro (transporte, combustível, alimentação).

“Os próprios entrevistados parecem ter a solução para acomodar bem todas as aspirações: havia na pesquisa uma pergunta sobre qual modelo de trabalho gostariam de adotar após o fim da pandemia, e então 65% disseram que o ideal seria uma mescla entre dias no escritório e dias em casa”, destaca Silvio Pires de Paula, fundador e presidente da Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing.

Quase metade acredita que sua vida mudou para pior do início da pandemia até agora

O sentimento geral das pessoas com o momento da pandemia é de desânimo. Cerca de 3 em cada 4 (73%) se diz desanimado atualmente. Ao serem perguntados sobre o que mudou para pior ou para melhor do início da pandemia para cá, metade deles (49%) afirma que a vida mudou para pior no que diz respeito à vivência social e às oportunidades de lazer. Outros 37% sentiram piora no estado psicológico, em seu equilíbrio emocional. Em outro sentido, 41% observaram que melhorou seu engajamento em ações solidárias e 53% estão se relacionando melhor com suas famílias.

Muitos brasileiros fazem planos para quando a pandemia acabar e somam 70% os que pretendem viajar assim que possível. Outros planos muito presentes são rever familiares ou amigos (58% dos entrevistados) e retomar ou iniciar a prática de algum esporte (42%). Enquanto isso tudo não é possível, boa parte deles admite ter incorporado ou intensificado alguns maus hábitos. A ingestão de chocolates ou doces em geral brotou ou cresceu em nada menos do que 38% do público pesquisado. E o hábito de beber álcool agravou-se ou incorporou-se à rotina de 20% dos internautas brasileiros participantes da pesquisa.

Sobre a Demanda

A Demanda é uma boutique de pesquisa de mercado que desde sua fundação em 1967 já desenvolveu mais de 6.400 projetos de pesquisa de mercado e opinião pública para mais de 800 empresas e entidades governamentais do Brasil e do mundo. São mais de cinco décadas de experiência e aprendizado constantes, totalmente voltados à satisfação de nossos clientes. Temos orgulho de atender algumas das maiores e mais exigentes organizações de todo o mundo. Apoiamos o lançamento de centenas de produtos e serviços.

Como em uma boutique, aqui cada cliente é único. Todos os projetos, além de serem desenhados sob medida, de forma exclusiva, para nossos clientes, são acompanhados de perto em todas as suas etapas, desde o planejamento até a apresentação dos resultados. Nossos diretores e gerentes de projetos estão preparados para propor as metodologias mais adequadas, trabalhando sempre em conjunto com o cliente, valorizando a transparência e a boa comunicação.

Gabriela Prado, Diretora Executiva da Demanda, é pesquisadora com mestrado em Infraestrutura Sustentável pelo Royal Institute of Technology (Kungl Tekniska Högskolan), Stockholm, Suécia e doutorado em Política e Administração de Recursos Minerais pelo IG-UNICAMP. Tem 20 anos de experiência em pesquisa de mercado e atuado na empresa desde 2007. Liderada estudos qualitativos e quantitativos no Brasil e LatAm,

Silvio Pires de Paula fundou, em 1967, a empresa da qual hoje é Presidente. Sob sua responsabilidade direta, a Demanda já desenvolveu mais de 6.400 projetos completos de pesquisa de mercado e opinião pública tanto no Brasil como em 20 outros países. Ele é Graduado e pós-graduado em Administração de Empresas pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas, e ocupou cargos de Presidente ou Vice-Presidente de instituições como ABIPEME, ABEP, CFA e, atualmente, é Vice-Presidente do CRA-SP.

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Energisa deve indenizar comerciante por falta de energia de mais de 12 horas em festa de São João

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A Terceira Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba condenou a Energisa Paraíba – Distribuidora de Energia a pagar R$ 1.860,00 de indenização, por danos materiais, e R$ 2.000,00, a título de danos morais, em favor de uma comerciante que, durante a festa de São João, perdeu o estoque de mercadorias para venda em razão da falta de energia por mais de 12 horas. A Apelação Cível nº 0804033-05.2018.8.15.0251, oriunda da 4ª Vara da Comarca de Patos, teve a relatoria do desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque.

Na Primeira Instância, a demanda foi julgada improcedente. A parte autora recorreu da sentença, alegando a má prestação de serviço, eis que teria perdido e deixado de vender todo o seu estoque de bebidas para o primeiro dia da festa de São João, por falta de energia, acumulando o prejuízo de R$ 1.860,00.

A empresa, por sua vez, disse que tudo ocorreu por fatos de terceiros e que a falta de energia ocorrera apenas por duas horas.

Julgando o caso, o desembargador Marcos Cavalcanti observou que as alegações da concessionária de energia elétrica não têm como prosperar, tendo em vista que somente acostou uma documentação unilateral, informando que a ausência de energia se deu por fato de terceiro.

“O serviço da concessionária deve estar apto a recuperar o serviço rapidamente, não podendo um serviço tão essencial ficar sem atendimento por aproximadamente 12 horas, o que foge qualquer tipo de razoabilidade justificável”, destacou o relator.

Da decisão cabe recurso.

Confira, aqui, o acórdão.

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