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Negócios

Azul anuncia nova rota entre Brasília-Recife com três voos diários e beneficia Campina Grande

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A Azul anunciou um mercado inédito em sua malha aérea, com três voos diretos e diários entre Brasília e Recife, a partir de outubro de 2019. Com esses novos voos, a companhia amplia ainda mais as cidades servidas por seu hub (centro de operações) no Nordeste, melhorando a conectividade com os destinos nacionais e internacionais que partem da capital pernambucana. Campina Grande será uma das cidades beneficiadas.

Com a empresa Azul vai colocar mais três voos Recife-Brasília-Recife, passando por Campina Grande, a Rainha da Borborema vai ganhar o voo da manhã. Serão duas opções para Brasília, sendo às 7h30min e 14h30min. Atualmente, é preciso se pegar um voo Campina Grande-São Paulo-Campina Grande. Com o percurso agora, via Recife, vai ser reduzido o tempo de viagem, sendo um grande benefício para os usuários locais.

De acordo com a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Rosália Lucas, a iniciativa da empresa Azul é de grande importância para a cidade, levando-se em conta, por exemplo, os benefícios para o setor turístico local, que vem se ampliando cada vez mais graças a fatores como o sucesso do Maior São João do Mundo e a recente instalação de novos hotéis em Campina Grande.

“Com mais ofertas de voos, possibilita-se ampliar a capacidade de turismo local. Para o trade turístico é uma notícia positiva, pois, ao contrário de Campina Grande, vários aeroportos do país tem reduzido o número de voos. Em contrapartida, graças ao potencial turístico e econômico da cidade, empresas estão aumentando a oferta de voos para a nossa cidade, mesmo porque agora temos uma nova e diversificada rede hoteleira. O aumento do número de leitos, com certeza, possibilita o aumento de voos para Campina Grande”, afirmou.

Segundo ela, além do segmento turístico, esta nova opção favorece vários outros setores, como a classe política que precisa resolver questões administrativas em Brasília (a exemplo de prefeitos da região) e até mesmo quem busca novas oportunidades de trabalho ou de estudos em centros como Brasília e a capital pernambucana.

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Sindicatos da construção civil fazem acordo depois de 2 anos de negociação

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Depois de dois anos de negociação, os Sindicatos da Construção Civil chegaram a um acordo referente a reajustes e retroativos que vão beneficiar os trabalhadores do setor. A assinatura do instrumento coletivo entre os representantes das categorias aconteceu na sala de reuniões do Tribunal do Trabalho da Paraíba (13ª Região), em audiência presidida pelo juiz Paulo Roberto Vieira Rocha, auxiliar da Vice-Presidência.

O documento de Convenção Coletiva de Trabalho assinado pelas partes possui 49 cláusulas e se refere ao período de 2019 e 2020. As cláusulas determinam salários e salário-família, auxílio-alimentação, transportes, horas extras, faltas, férias, segurança entre outros. Ficou também acordado o pagamento de 5,5% de reajuste para a categoria a partir de janeiro de 2019 e as empresas poderão pagar o retroativo em parcelas até o final do mês de dezembro próximo.

Com o reajuste, os salários normativos da categoria serão reajustados a partir de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2019 com a aplicação de 5,5% sobre os salários praticados em 2017. A partir do dia 1º de janeiro de 2020 os salários serão reajustados de acordo com o valor correspondente a variação do INPC acumulado entre janeiro de 2019 e dezembro de 2019.

O advogado do Sinduscon/JP, José Mário Porto, disse que foi importante o esforço das partes para alcançar a conciliação. “Mas sem a colaboração do TRT talvez não fosse possível. São os novos tempos”, destacou. Já o diretor financeiro do Sintricom, Paulo Marcelo de Lima disse que, para a categoria, o mais importante foi sair do conflito que já vinha se arrastando há dois anos.

“Ninguém sai 100% satisfeito, mas só o fato de acabar o impasse, dá aos trabalhadores uma maior segurança”, disse Paulo Marcelo, destacando que a possibilidade do acordo foi graças ao TRT que abriu o caminho.

O juiz Paulo Roberto Vieira Rocha, que presidiu a audiência, disse que o resultado foi surpreendente. “Graças a uma experiência inovadora conseguimos cessar um impasse criado entre duas categorias tradicionais na Paraíba e o Tribunal, em uma ação inovadora, sem litígio e sem processo, conseguiu promover o entendimento entre as partes”.

Reuniões

Para tentar convencer os representantes sindicais a chegar a um acordo, o desembargador vice-presidente reuniu, separadamente, os representantes dos dois sindicatos da construção civil – Sintricom e Sinduscon/JP.

O objetivo das reuniões foi ouvir as partes e buscar suas intenções e margens para negociação, com vista à solução de um conflitos. Os dois encontros foram os primeiros realizados dentro do projeto de mediação e conciliação pré-processual no âmbito da Vice-Presidência, uma iniciativa inovadora regulamentada este ano pelo TRT13. Outra inovação tratou da intimação dos sindicatos, que aconteceu via aplicativo WhatsApp.

Com a iniciativa, a Vice-Presidência empreendeu uma campanha de solução pré-processual de conflitos coletivos, disponibilizando aos empregadores e trabalhadores uma nova ferramenta, já que a experiência do Tribunal confirma que muitos preferem a solução conciliatória em vez de movimentos que possam levar até mesmo a uma greve.

O desembargador Leonardo Trajano disse que um dos objetivos da ação foi facilitar o diálogo e o entendimento na negociação, ouvindo o que as partes tinham a dizer. “Nesta atuação, somos ouvintes, confidentes e pacificadores”, disse, destacando que o propósito da Vice-Presidência é buscar a facilitação da resolução de conflitos coletivos, inclusive em sua prevenção.

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Banco do Nordeste financia R$ 1,1 milhão na PB Agronegócios em animais, máquinas e energia solar

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A participação do Banco do Nordeste na Expofeira Paraíba Agronegócios 2019 contabilizou R$ 1,1 milhão em contratações com produtores rurais. O evento ocorreu de 15 a 22 de setembro, em João Pessoa. As operações foram para aquisição de máquinas e veículos. Já nos atendimentos realizados no estande, a procura dos visitantes esteve relacionada à aquisição de animais, máquinas e implantação de sistemas de minigeração de energia. Os atendimentos projetam a aplicação de mais R$ 1 milhão em novos financiamentos para o setor.

Durante a semana da expofeira, o Banco do Nordeste participou de audiência pública itinerante realizada pela Assembleia Legislativa para destacar a atuação no segmento rural. A equipe apresentou ao público a linha FNE Sol, em palestra no auditório do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e organizou encontro técnico sobre elaboração de projetos em parceria com Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

O cliente Antônio Bento de Assis Ferreira, atendido pela agência de Cabedelo, apresentou projeto rural para captação de recursos e adquiriu, entre outros itens, um trator Valtra. Somente com o cliente, o Banco do Nordeste financiou R$ 500 mil para investimentos em sua propriedade.

O gerente executivo do Banco do Nordeste, Keke Roseberg, destaca a atuação na feira e a expectativa de ampliar investimentos a partir dos atendimentos realizados. O gestor destaca a contratação de outros tratores, um caminhão e uma caminhonete para dar suporte à produção dos produtores.

“Tivemos a melhor participação na Feira Paraíba Agronegócios desde a retomada do evento. Além do crédito, também focamos a propagação de conhecimento como ferramenta de desenvolvimento, de forma que o produtor possa avaliar o melhor investimento para sua propriedade e apresentar projeto cumprindo as exigência para o setor”, destacou o gerente.

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Oficina vai ensinar clientes da Unimed JP a preparar papinhas para seus bebês

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O leite é o alimento completo, fornecendo inclusive água, isento de contaminação e perfeitamente adaptável ao metabolismo da criança. Mas, a partir dos seis meses de vida, o organismo da criança está preparado para recebe outros alimentos, mantendo o leite materno até os dois anos de idade ou mais.

É preciso iniciar a introdução de alimentos complementares de forma lenta e gradual, para suprir as necessidades nutricionais do bebê. Muitos pais, no entanto, se sentem inseguros sobre como fazer a introdução da alimentação complementar.

Para orientar nessa tarefa, a Unimed João Pessoa vai realizar mais uma Oficina de Papinhas. A próxima edição será realizada no dia 3 de outubro, das 13h30 às 17h30, no Viver Melhor, no Bairro da Torre. A atividade, organizada pelo Grupo Mãe e Bebê, é exclusiva para clientes gestantes ou com bebês, com direito a acompanhante.

A nutricionista do Grupo Mãe e Bebê da Unimed João Pessoa, Paula Bacalhau, explicou que a introdução alimentar deve ser feita aos poucos e a partir dos seis meses de vida. “Deve-se iniciar a introdução da alimentação complementar, oferecendo inicialmente alimentos em forma de papinhas (legumes ou frutas amassadas e aumentar gradativamente a sua consistência)”, argumentou.

ANOTE

O que: Oficina de Papinhas.

Onde: Viver Melhor, situado na Avenida Bento da Gama, nº 396, Torre.

Dia: 3 de outubro.

Hora: das 13h30 às 17h30.

Público: cliente da Unimed JP.

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