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Artigo: Você prefere a zona de conforto ou encarar os desafios no trabalho com autoconfiança?

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Erik Penna

“Se você acredita que pode ou acredita que não pode, em ambos os casos você estará certo” (Henry Ford)

Certa vez, uma professora chegou na sala de aula, entregou a prova para os alunos e ordenou que eles que a mantivessem virada de costas para que ninguém pudesse ler os dizeres nela contidos.

Era a última avaliação do ano para aquele grupo de alunos e alguns dependiam de nota para não ficar de recuperação.

De repente, a professora informa que fará o último comunicado à turma e, em seguida, diz que poderão iniciar a prova.

Então, de forma surpreendente, disse que a realização daquela prova seria facultativa, ou seja, os alunos poderiam preencher as respostas normalmente ou optar por não fazê-la. E aqueles alunos que decidissem não olhar a prova e fossem embora imediatamente ganhariam a nota 7.

Naquela turma havia 20 alunos e todos passariam se recebessem a nota 10. Após o aviso da docente, 16 foram embora. Em seguida ela disse aos 4 corajosos que permaneceram na sala que poderiam virar a folha e começar.

E quando os alunos Corajosos, que aceitaram o desafio de fazer a prova e responder às perguntas, viraram a folha, leram o seguinte informe: “Parabéns pela coragem, sua nota é 10”.

Agora, imagine se você estivesse numa situação semelhante, seja uma prova, desafio no trabalho, uma meta de vendas… Estaria no grupo que preferiu a zona de conforto ou na turma que demonstrou tamanha autoconfiança?

Podemos então supor que os 4 alunos ousados provavelmente aceitaram o desafio, pois sentiam-se capacitados, e avaliação não costuma causar medo a quem está tão bem qualificado. Eles acreditavam que podiam conseguir uma nota superior a 7 e, que, apesar do risco calculado, não se apegaram ao famoso: “Já tá bom”, um sentimento comum que assola diversos profissionais que já têm garantido algum objetivo ou que estão na zona onde não oferece perigo.

Geralmente, no final de ano a gente costuma fazer um balanço sobre as ações tomadas ao longo dos meses e também aquelas que, por falta de coragem, resolvemos adiar ou desistir.

Que esta estória possa nos motivar e inspirar a dar o primeiro passo e começar aquele sonho ou novo projeto. E se esse objetivo for realmente relevante e congruente com seus valores e princípios, aproveite mesmo esse novo ciclo que está por vir, decida ser protagonista da sua vida e vá em busca da concretização.

E digo mais: comece, ouse, não espere pela coragem, ela nos encontra pelo caminho.

Erik Penna é palestrante de vendas e motivação, especialista em vendas com qualificação internacional, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio”, “Atendimento Mágico – Como Encantar e Surpreender Clientes” e “O Dom de Motivar na Arte de Educar”. Saiba mais sobre motivação e vendas em: www.erikpenna.com.br

Sobre o palestrante de vendas e motivação Erik Penna

É palestrante de vendas e motivação, especialista em vendas com qualificação internacional e consultor. Possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, pós-graduação em Administração e Marketing pela Universidade Paulista e graduação em Economia pela Universidade de Taubaté.

Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como executivo de vendas, professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio”, “Atendimento Mágico – Como Encantar e Surpreender Clientes”, “O Dom de Motivar na Arte de Educar” e coautor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”.

Site: www.erikpenna.com.br

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Crise no PSB: Dos 58 prefeitos da legenda, pelo menos 40 já teriam hipotecado solidariedade a João

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Será que o ex-governador Ricardo Coutinho imaginou o tamanho do racha que a tomada à força do Diretório Estadual do PSB provocaria? Apostou que ainda teria força política para conter qualquer tipo de rebelião e fazer as coisas ao seu modo?

Não funcionou assim. Ao que tudo indica, o PSB pode repetir o PMDB, que em 1998 rachou. Uma parte seguiu o ex-governador Ronaldo Cunha Lima e depois fundou o PSDB, e a grande maioria ficou com o governador José Maranhão, que obteve a reeleição com a maior votação da história recente: 80,72% dos votos válidos, no 1° turno.

João Azevedo ainda não fez declaração após a reunião de ontem que nomeou uma Comissão Provisória para a Paraíba, tendo Ricardo como presidente e ele como vice, proposta que tinha recusado por antecipação. Mas, para o seu entorno, a questão está resolvida e será questão de tempo a troca de legenda. Seu líder, o deputado Ricardo Barbosa diz que não existe mais clima para ele ficar no PSB, destaca publicação da jornalista Lena Guimarães, no Correio da Paraíba.

O PSB não corre o risco de perder apenas o governador. O presidente do Poder Legislativo, deputado Adriano Galdino disse que assim que a legislação permitir, irá para outra legenda. Dos oito deputados estaduais do PSB, quatro se posicionaram a favor de João, dois estão indecisos e dois com Ricardo.

O único senador da legenda, Veneziano Vital do Rêgo, cuja esposa Ana Claudia é secretária de Articulação Municipal e cotada para candidata a prefeita de Campina, também recusou compor a Comissão Provisória. Ricardo mantém o apoio do deputado Gervásio Maia.

Dos 58 prefeitos da legenda, pelo menos 40 já teriam hipotecado solidariedade a João, sentimento que levou os presidentes do PSB de Santa Rita, Cabedelo e Bayeux a renunciarem aos cargos. Dos quatro vereadores do partido na Capital, dois – Léo Bezerra e Tibério Limeira assinaram nota se comprometendo com o governador.

Até o PT, que tem Luiz Couto no secretariado e espera que Anísio Maia volte à Assembleia, divulgou nota afirmando que seguirá fazendo parte do governo de João, por entender que “está sintonizado com nossos anseios, lutas e sonhos de dias melhores para nosso povo”.

Até aqui, os números favorecem João. “Vitória de Pirro” para Ricardo.

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Crise no PSB: João sabe que está em posição privilegiada e tem base política forte na Assembleia

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A dissolução do Diretório Estadual do PSB da Paraíba foi feita à revelia do governador João Azevedo, que tinha sido convidado para uma reunião de conciliação, que diante do fato consumado, não aconteceu. Ele não foi para a segunda tentativa, ontem. Mandou uma carta condicionando o diálogo à revogação da medida e a recondução de Edvaldo Rosas à presidência.

Com mais três anos e quatro meses de governo, João sabe que está em posição privilegiada, tem base política forte na Assembleia, e que se portar como pau-mandado de Ricardo Coutinho destruiria suas chances futuras na política. Usou a sabedoria do “mata-se o galo na primeira noite” ou será para sempre um submisso.

Tentou se impor, mas em nenhum momento agrediu ninguém do partido. Evitou fechar portas. Esperou um reconhecimento, já que a dissolução do Diretório Estadual ocorreu sem um fato que justificasse, a não uma reação de insatisfação à nomeação de Edvaldo Rosas para a Secretaria de Governo, destaca publicação da jornalista Lena Guimarães, no Correio da Paraíba.

O ex-secretário do PSB, Flávio Moreira postou no Twitter que não iria à reunião porque “não seria producente alimentar um debate em uma crise que foi causada por um ato inexplicável, covarde e vil. Incompreensível”.

E prossegue: “Por que destituir um presidente leal e correto em todos os sentidos? João é de fato muito diferente de Ricardo. Respeita as pessoas, busca administrar sem permissividade personalista e lidera pelo exemplo, não pelo medo. O povo saberá julgar o melhor para os destinos do Estado”.

A proposta de conciliação do PSB dificilmente atingirá seu objetivo: garante a presidência estadual a Ricardo Coutinho (sugestão do deputado federal Gervásio Maia) e mais três cargos na Executiva Estadual, e outros quatro menores – consolação? – ao governador João Azevedo.

Se faltava um ingrediente para tornar essa crise ainda mais explosiva, o ex-governador Roberto Paulino acrescentou: convidou publicamente João Azevedo para ingressar no MDB.

João não tem pressa porque só será candidato em 2022. Pode tanto esperar o cenário ficar mais claro ou ser agente de transformação. O tempo dirá. Por enquanto, concentra todos os holofotes.

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SOS Transposição: João Azevedo mostrou sua força sem precisar usar a caneta

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Os vendedores de picolé e bebidas estavam nas ruas, na expectativa de renda extra, mas a multidão registrada na “inauguração popular” da Transposição do São Francisco, com as presenças de Lula, Dilma e outras estrelas da esquerda, não se repetiu. E não foi unicamente pela ausência de João Azevedo. Nenhum governador do Nordeste compareceu ao SOS Transposição, convocado por Ricardo Coutinho.

Os movimentos sociais ligados ao PT, que levou sua caravana “Lula Livre” para Monteiro, sob o comando do ex-candidato a presidente da República Fernando Haddad, garantiram o público diante do palco – insignificante sendo um domingo e em defesa de obra marcante para a cidade – conforme registram os vídeos do evento.

Dois ex não têm a força política de um titular. Haddad e Ricardo eram as “estrelas”. O ex-governador paraibano não conseguiu levar sequer todos os eleitos pelo seu partido. Estavam lá apenas o senador Veneziano Vital do Rêgo, o deputado federal Gervásio Maia, e os deputados estaduais Buba Germano, Estela Bezerra, Cida Ramos e Jeová Campos. Da base estavam Frei Anastácio e Anísio Maia (PT), e mais Damião Feliciano (PDT) e Chió ( Rede), destaca publicação da jornalista Lena Guimarães, no Correio da Paraíba.

Foram anotados 10, quando a base do governo é formada por 31, sendo 24 deputados estaduais, seis deputados federais e um senador. Os outros 21 certamente preferiram acompanhar o governador João Azevedo, que considerou que o movimento SOS Transposição não era baseado em argumentos técnicos, mas políticos.

Ele não estaria disposto a comprometer projetos da Paraíba se indispondo com interlocutores do governo federal por questões meramente políticas, quando sequer é ano eleitoral ainda.

João Azevedo mostrou sua força sem precisar usar a caneta, símbolo do poder que tem. Aliás, mostrou poder justamente por não usá-la. A estrutura disponível para o evento de Monteiro estaria longe da que se viu na “inauguração popular” da Transposição.

A maior repercussão foi da exposição política de Ricardo Coutinho e a postura de João Azevedo, que mais uma vez se impôs de forma silenciosa mas com impacto estrondoso.

“Já pensou isso [efeito João Azevedo] na eleição? Ricardo agora sabe que não é inteligente confrontá-lo”, resumiu um deputado. É, o poder sempre foi mais amado que a maioria dos governantes.

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