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Alexa: Como montar ondas de busca e encontrar palavras-chave de nicho para sua marca

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ALEXA – Frequentemente, os profissionais de marketing digital costumam usar vários chapéus. Alguns de nós vêm de origens de negócios, TI, engenharia, dados, você escolhe. Mas no final das contas, o objetivo é basicamente o mesmo: ajudar nossas empresas a crescer da forma mais consistente e econômica possível.

Aqueles de nós que trabalhamos para empresas orientadas para o crescimento que dependem fortemente de buscas orgânicas podem ser vítimas de um erro crítico (ainda que compreensível): pensamos em otimização de busca como um canal de rápido crescimento. Na minha experiência, no entanto, essa mentalidade de rápido crescimento raramente leva a resultados viáveis ​​a longo prazo quando se trata de atingir os objetivos da empresa, destaca publicação da cmswire.com

Imagine um dia você decidir que quer correr uma maratona, mas atualmente está bastante fora de forma (com um par de tênis empoeirados vistos pela última vez em algum lugar no porão). Inscrever-se para uma maratona no próximo mês não é o seu movimento mais sensato. Em vez disso, você deve começar a correr algumas vezes por semana e colocar um 5K em sua agenda por alguns meses.

A mesma lógica deve se aplicar à abordagem da sua empresa ao elaborar uma estratégia eficaz de SEO.

Cada site tem uma certa credibilidade de base aos olhos dos motores de busca. Você pode ter ouvido os termos “autoridade de domínio” ou “fluxo de confiança” antes, mas independentemente da métrica quantitativa específica que você está observando, um site terá uma capacidade inicial de classificar palavras-chave em um determinado nível de concorrência com base em um número de fatores, incluindo a qualidade do site, o número de links que entram e, mais importante, a qualidade das ligações de entrada.

Crescimento SEO: saiba o que está ao alcance

Para os profissionais de marketing interessados ​​em crescer via SEO, a tarefa inicial mais importante é determinar o nível de concorrência que seu site pode enfrentar e ainda conseguir os rankings da primeira página. Assim, se você estiver analisando uma lista de 100 palavras-chave importantes para sua empresa, classificar sua lista pelos volumes de pesquisa mais altos é, em muitos casos, o caminho errado para priorizar seu desenvolvimento de conteúdo e sua estratégia de SEO.

Em vez disso, a primeira pergunta deveria ser: “O que está ao nosso alcance?” Refletir sobre a resposta a essa pergunta foi um dos primeiros passos que minha equipe deu para se tornar o local número 1 do tráfego orgânico em nossa indústria.

O especialista em pesquisa mais eficaz é aquele que define metas realistas e dedica os recursos de sua empresa a resultados realistas. Em vez de criar uma estratégia na página focada nos maiores volumes de pesquisa em sua vertical, avalie também o nível de concorrência de suas palavras-chave segmentadas. Se a concorrência for alta, pergunte-se se o seu site conseguiu alcançar a primeira página desse nível antes. Se não, por que razão você tem que acreditar que conseguirá desta vez? Há melhorias importantes no site técnico que foram implementadas recentemente? Novos links de alta autoridade vêm diretamente para essa página? Se não, é seguro assumir que sua classificação, por assim dizer, será a mesma de antes.

Uma segunda maneira de classificar com eficiência suas listas de palavras-chave é pelo estágio do funil do comprador. Das palavras-chave de menor volume e menor concorrência que pareciam pouco atraentes à primeira vista, pergunte a si mesmo se algum deles pode ser um alto converso. Refocalizar sua estratégia de palavra-chave em consultas de pesquisa que indicam um comprador de funil inferior pode não impulsionar o crescimento geral do tráfego, mas pode ajudar muito a melhorar suas taxas de conversão. Ferramentas como a matriz de palavras-chave concorrentes da Alexa.com também podem ajudar a encontrar essas palavras-chave de cauda longa, bem como filtrar as pessoas com intenção de compra.

Entenda a natureza da pesquisa
Outra dificuldade que os profissionais de marketing digital focados em SEO enfrentam é a natureza volátil das tendências de pesquisa. Muitos de nós tivemos semanas em que celebramos um surto inesperado de tráfego um dia para depois lamentar seu declínio imediato, percebendo que o “crescimento” foi de curta duração. Seja uma promoção regional, um evento de mídia ou (sendo na indústria de painéis solares) uma explosão de tweets de Donald Trump, a maioria dos americanos hoje responde a novas informações primeiro verificando e investigando nos mecanismos de busca. Esse comportamento do consumidor que busca primeiro pode gerar variações significativas para cima e para baixo.

Vamos enfrentá-lo, acompanhando as atualizações de algoritmo de busca gigantes como o Google pode ser complexo. É bastante difícil acompanhar a longa lista de diretrizes de qualidade a seguir e possíveis penalidades a serem evitadas. Quando o tráfego cai drasticamente um dia, pode ser difícil manter a calma e resistir ao impulso de soar os alarmes. Mas o ponto-chave é o seguinte: qualquer profissional de marketing digital que trabalhe em um site que dependa de uma pesquisa de entrada para 30% ou mais do tráfego do site deve prever e estar preparado para a volatilidade. Espere que as tendências de pesquisa refluem e influenciem essa realidade em sua estratégia de crescimento.

Você está trabalhando em um produto com elevadores sazonais no tráfego de pesquisa, como roupas de esportes de inverno ou equipamentos de praia? Use ferramentas como o Google Trends para ver o que normalmente acontece em determinados meses para sua vertical em termos de pesquisa on-line e para criar essas ondas em sua previsão mensal. Use seus meses de folga para obter o ranking de funil mais baixo possível. Assim, quando a temporada de pico do SEO chega, você já está em uma posição superior nos resultados da pesquisa para maximizar o tráfego e as conversões.

Sobre o autor

Luke Richardson é especialista em marketing digital da EnergySage , um mercado on-line de comparação de compras para energia solar, financiamento comunitário e solar em telhados. Ele gerencia o SEO da empresa e as responsabilidades incluem análise de sites, otimização de sites, estratégia de palavras-chave e auditorias técnicas.

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Paraíba tem representante na Comissão Nacional de Advocacia Municipalista

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A Paraíba terá cadeira na Comissão Especial de Advocacia Municipalista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O presidente da Associação Paraibana da Advocacia Municipalista (APAM), o advogado Marco Villar, será o secretário-adjunto desse colegiado que nasce com o objetivo de fortalecer ainda mais a advocacia municipalista. A comissão tem como presidente o conselheiro federal pelo Ceará, André Costa e é composta por quatro diretores e mais 11 membros titulares, além de membros consultores.

A criação da Comissão Especial de Advocacia Municipalista foi uma reivindicação da Paraíba, primeiro Estado a formar entidade representativa para defender os juristas que atuam junto aos municípios. “Ficamos muito felizes com a ampliação da nossa luta. Agora temos representatividade nacional para lutar em defesa desses pais e mães de família”, destacou Marco Villar. Ele agradeceu ainda o empenho do presidente da OAB nacional, Felipe Santa Cruz, da OAB-PB, Paulo Maia e do secretário-geral do Conselho Federal da OAB, Alberto Simonetti, pelo empenho para que a comissão virasse realidade.

A Comissão terá, dentre outras, as finalidades de defender a constitucionalidade, a legalidade, a dignidade e a valorização do exercício da advocacia privada municipal; estabelecer relações institucionais com os órgãos dos Tribunais de Contas, do Ministério Público e do Poder Judiciário; promover o diálogo e o apoio às comissões das Seccionais da OAB que atuam em defesa e promoção dos direitos da advocacia privada municipal; propor medidas necessárias ao aperfeiçoamento profissional da advocacia privada municipalista.

Também são suas atribuições acompanhar as propostas legislativas e as decisões judiciais de interferem na atuação profissional da categoria dos advogados privados municipais; e representar a OAB Nacional em eventos institucionais, acadêmicos e profissionais que tenham como foco a atuação da advocacia privada municipal e os temas inerentes ao direito municipal.

Para o conselheiro federal André Costa, a criação da Comissão Especial de Advogados Municipalistas e a sua designação para exercer a Presidência é “o reconhecimento da Diretoria da OAB Nacional que é possível construir um diálogo franco, aberto e democrático e uma pauta comum entre os representantes da advocacia privada que atua no âmbito municipal e os representantes das entidades e das comissões que defendem os procuradores municipais e a advocacia pública, buscando evitar que os interesses de qualquer dessas categorias resultem na criminalização da advocacia e de suas prerrogativas”.

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Franquias criam modelos mais econômicos para atrair novos investidores

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Para continuar crescendo diante do cenário atual brasileiro, algumas redes de franquias resolveram inovar e, de olho em novos mercados e empreendedores com menos recursos, investiram em uma estratégia que tem repercutido muito bem: o lançamento de modelos mais enxutos. Segundo dados da ABF -Associação Brasileira de Franchising-, o número de microfranquias cresceu 8% no último ano, reflexo, principalmente, das franquias que passaram a investir em novos negócios e se tornaram ‘mistas’, ou seja, redes de grande porte que incluíram outras opções ao negócio da rede, mais acessíveis e viáveis ao bolso do empreendedor.

É o caso da Boali, que quer universalizar o acesso a alimentação saudável. A rede acrescentou dois modelos de negócios com valores mais enxutos -entre R$ 60 mil e R$ 150 mil-, com operação delivery e quiosque, respectivamente. Para Rodrigo Barros, CEO da Boali, “a rede quer diversificar seus canais de vendas atraindo novos parceiros dispostos a universalizar o acesso à boa alimentação por um preço módico e, assim, chegar a 80 unidades até o final de 2020”.

Outra rede tradicional do segmento é a Casa de Bolos, pioneira no segmento de bolos caseiros. Com o objetivo de crescer ‘dentro de casa’ -através dos próprios franqueados-, a rede criou o modelo chamado Quiosque do Bolo Caseiro no Pote, com investimento de R$ 99 mil e com foco exclusivo em centros comerciais.  “Temos o intuito de tornar nossas lojas uma extensão da casa do consumidor e com o desejo de nossos bolos estarem presentes na vida das famílias brasileiras como uma ferramenta para unir pessoas. Quando tudo isso é abraçado pelo franqueado, temos então mais um embaixador da marca, que propaga o conceito e cresce com ela”, explica Rafael Ramos, diretor de marketing do Grupo Casa de Bolos.

Já no segmento de educação, quem inovou foi a Park Idiomas. Criada em 1996 e no franchising desde 2000, a rede nasceu em Uberlândia já com a proposta de ser diferente em essência, tornando o aprendizado mais natural e eficaz. E conseguiu! Com o intuito de trazer o aluno para situações do dia a dia, lançaram recentemente o primeiro quiosque de escolas de idiomas do Brasil. O modelo custa a partir de R$ 75 mil, tem 22m² e cinco salas de aula, capaz de atender até 150 alunos, com uma média de dois por turma.

E se crise assusta, também pode se tornar sinônimo de oportunidade. Neste caso, algumas redes optaram por lançar modelos móveis ao invés de unidades físicas, como fez o Brechó Agora é Meu quando criou a BrechóBag. A inovação dispensa investimentos com infraestrutura, mobiliário e aluguel e é a oportunidade para quem quer empreender gastando pouco. A franquia custa R$ 5,9 mil e o franqueado recebe uma mala personalizada com capacidade para 100 peças.“É a evolução do modelo de venda porta a porta, antes só feita através de catálogos. O objetivo do novo formato da rede de franquias é democratizar o acesso às peças conceituais, chegando ao máximo de pessoas”, explica Siomara Leite, diretora da rede.

 

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FINCC 2019 recebe caravanas empresarias de todo o País

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Soluções criativas, valor artístico agregado, caminhos acessíveis – bem dosados, esses ingredientes podem fazer qualquer negócio crescer e ganhar mercado. Esse é o objetivo da Feira Internacional de Negócios Criativos e Colaborativos (Fincc), que reúne empresários e empreendedores de diversos segmentos, de 25 a 28 de setembro, no Espaço Cultural, em João Pessoa. Além da participação de 90 expositores de todos os estados do Nordeste, a feira conta ainda com caravanas empresariais de várias regiões do país. Para o evento, Sebrae Pernambuco, Uberlândia e Sergipe já confirmaram caravanas diárias. “O que motiva a participação de empreendedores e empresários é a proposta inovadora e as oportunidades que a feira oferece, além da programação de palestras com profissionais nacionais e internacionais, o que agrega valor ao evento”, conta Regina Amorim, gestora de Turismo do Sebrae Paraíba.

Segundo ela, as novas economias são o caminho para os negócios no século XXI, por serem uma forma de pensar e fazer negócios que começa por uma boa ideia, em vez de pelo capital financeiro. “Trabalhada de forma criativa, colaborativa e sustentável, essa ideia se transforma em ativo econômico e recurso para o surgimento de negócios duradouros e para estimular modelos inovadores, que desenvolvam a economia criativa”, detalha.

A evento é uma promoção do Sebrae Paraíba, em parceria com escritórios regionais do Sebrae no Nordeste, e com o apoio do Governo da Paraíba e da Prefeitura Municipal de João Pessoa.

Oportunidade – A Fincc também terá palestras, oficinas e espaços para exposição e venda de produtos relacionados a segmentos da economia criativa. O networking será promovido durante os Coquetéis de Networking, que deverão aproximar profissionais de áreas afins, e o Pitch com Café, no qual os empreendedores poderão apresentar, durante cinco minutos, seus produtos para investidores, patrocinadores e aceleradoras. Paralelamente, também serão realizadas palestras, oficinas, mentoria e rodadas de negócios.

 

Serviço:

Feira Internacional de Negócios Criativos e Colaborativos

Data: 25 a 28 de setembro de 2019

Horário: 14h às 21h

Local: Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa

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