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Paraíba

Mais de 50% das cidades da PB apresentam níveis de alerta e 24,22% situação de risco

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Estados atingidos pela epidemia de zika que registraram em 2016 uma explosão de casos de bebês com microcefalia continuam apresentando alto risco para novas ondas de doenças relacionadas ao Aedes aegypti. O levantamento apresentado nesta terça-feira, 28, pelo Ministério da Saúde mostra que, das cidades analisadas em Pernambuco, 48,35% estão em alerta e 23,9%, em risco para epidemia de zika, dengue ou chikungunya.

Depois de 60 anos morando no bairro de Aguazinha, em Olinda, região metropolitana do Recife, a comerciante Ridalva Gastão se prepara para deixar a casa onde criou os cinco filhos e parte dos 12 netos.

“No ano passado, tive chikungunya. Depois, minha vida virou um inferno. Tenho dores todos os dias, muitas vezes não consigo sequer andar sozinha e tive de parar de trabalhar na minha loja. Entrei em depressão. Não desejo para ninguém. Meu marido é diabético e tem problemas no coração e já teve dengue duas vezes. Tenho medo de meus netos e filhos adoecerem e, por isso, vou embora”, diz.

“É muito triste ver minha mãe sair da casa onde ela construiu sua vida por causa de um mosquito. Praticamente todos os vizinhos já tiveram alguma arbovirose e já houve até registro de mortes”, desabafou Laís Cosmo, filha de Ridalva.

Na Paraíba, a situação é ainda mais grave. Das cidades analisadas, 50,67% apresentaram níveis de criadouros que indicam alerta e 24,22%, risco. No Rio Grande do Norte, 44% estão em alerta e 42%, em risco.

Em Roraima, 53,8% dos municípios que encaminharam dados do LIRAa estão em situação de alerta e outros 23%, em risco. No Rio, 22% das cidades estão em alerta para doenças ligadas ao Aedes.

Campanha

Para tentar melhorar os dados nacionais, o Ministério da Saúde lançou nesta terça nova campanha de conscientização. “É preciso colocar em prática a sexta sem mosquito (8 de dezembro, dia de mobilização nacional)”, disse o ministro Ricardo Barros.

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Paraíba

PMJP acompanha processo judicial da Lagoa e se mantém à disposição dos órgãos fiscalizadores

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Sobre a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), em relação às obras da Lagoa, a Procuradoria-Geral do Município de João Pessoa ressalta que o Prefeito foi isento pelo próprio MPF de qualquer participação no caso e reafirma que o momento não é de pré-julgamento, uma vez que os indiciados terão a oportunidade de apresentar a sua defesa ao poder judiciário, quando será concluída a apuração do caso.

A Procuradoria Geral do Município ressalta ainda o compromisso da gestão municipal com a transparência e com a colaboração ativa em todas as fases, como vem fazendo desde o início. Diante das conclusões dos inquéritos e mesmo antes da denúncia, os procedimentos administrativos de controle interno também já haviam sido acionados.

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Negócios

Tarifa de ônibus da capital é reajustada para R$ 4,00 a partir deste domingo

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Conforme determinação da Prefeitura de João Pessoa, o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de João Pessoa, Sintur-JP, informa que a partir das 0h de domingo, 26 de janeiro, a tarifa de ônibus em João Pessoa passa a ser R$ 4,00 para os passageiros que utilizam o Passe Legal e R$ 4,15 para quem realiza o pagamento em espécie. Os créditos já existentes nos cartões dos usuários do Passe Legal valerão pelos próximos 30 dias com o preço anterior da passagem.

Neste ano, em todo Brasil, 46 cidades já tiveram aumento no valor de suas tarifas. A média do reajuste no transporte público do país até agora é de 8,3%. Desde 2014, o setor vem enfrentando uma grave crise. Aqui na capital, houve uma queda de 32% no número de passageiros transportados no comparativo 2013 para 2019 e isso também influencia no preço final da tarifa.

De acordo com o Sintur-JP, a tarifa seria mais barata se não houvesse Imposto Sobre Serviço (ISS), pago ao município, e o ICMS sobre o óleo diesel.

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Paraíba

Romero anuncia reajuste para o magistério e salário de professor varia de R$ 2,2 mil a R$ 8 mil

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Durante vistoria às obras de construção da futura creche da comunidade de Catolé de Zé Ferreira, na manhã desta sexta-feira, 24, o prefeito Romero Rodrigues anunciou um reajuste da ordem de 12,84% em prol da categoria dos professores municipais de Campina Grande, Romero. O benefício contempla os docentes da ativa com efeito retroativo ao dia primeiro de janeiro de 2020.

Romero Rodrigues observou que, apesar dos problemas econômicos que afligem o País, o Município tem procurado cumprir as suas obrigações, num esforço destinado a melhorar as condições salariais e de trabalho dos que integram o magistério público em nível municipal.

“Trata-se de mais ação de respeito e valorização dos professores municipais. Sabemos que o governo federal anuncia, mas quem paga mesmo são os prefeitos e os governadores. Trata-se de um ônus bem significativo, quando tivemos uma inflação pouco acima de 4%, enquanto a receita de janeiro deste ano (FPM) é bem menor do que janeiro de 2019”, explicou.

O prefeito campinense lembrou que, desde 2013, tem buscado cumprir a política nacional de valorização do magistério, tendo sido adotadas iniciativas como a ampliação da jornada de 25 para 30 horas. Por conta disso, houve significativa e rápida melhoria salarial para os professores do Município ao longo dos últimos anos, o que elevou a autoestima e a qualidade de vida de quem se dedica ao magistério.

Salário de até R$ 8 mil

Na sua avaliação, nunca aconteceram tantos avanços em prol dos professores numa só administração. Com isso, como natural reflexo, tem melhorado a qualidade no ensino municipal com a formação de crianças que desfrutam de conhecimentos e ensinamentos fundamentais para o seu pleno desenvolvimento escolar.

Com o reajuste, um professor efetivo, em cargo inicial, com carga horária de 30 horas, vai receber R$ 2.200,00. Contudo, em decorrência do plano de cargos e carreira já existente no município, com a sua devida escalonamento de salários, um docente pode chegar a ganhar, dependendo da sua titulação (Mestrado ou Doutorado), cerca de R$ 7 mil a R$ 8 mil.

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