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Paraíba

Paraíba e outros seis estados do Nordeste reduzem dependência de recursos federais

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Sete estados nordestinos estão menos dependentes dos recursos federais: Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Na comparação entre os oito primeiros meses de 2017 e 2016, eles apresentaram redução no Índice de Dependência Financeira (IDF), que corresponde à relação entre as transferências da União e a receita corrente líquida. Na Bahia, o indicador ficou estagnado. Em Pernambuco, piorou.

Apesar da melhoria, o Nordeste continua sendo a região com o maior grau de dependência das transferências federais, uma vez que sua arrecadação auferida significou apenas 63% da receita realizada no período, quando a média nacional é 82%.

Segundo pesquisa elaborada pelo escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), a dependência dos estados do Nordeste das Transferências Federais é reflexo de uma base econômica ainda incipiente na Região, com elevado nível de informalidade nas relações econômicas, gerando, assim, uma modesta arrecadação tributária.

O estudo conclui que “as Transferências Federais cumprem um papel ainda vital para o fortalecimento do Nordeste. Contudo, torna-se imprescindível fortalecer as políticas de desenvolvimento regional, com ênfase em estratégias direcionadas para adensar as cadeias produtivas locais, de forma que a Região possa reduzir sua dependência de recursos provenientes da União”.

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Paraíba

Obesidade: prevenir desde a infância é essencial para evitar problemas no futuro, diz especialista

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Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicados pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBE) em junho deste ano, o Brasil tem cerca de 27 milhões de pessoas consideradas obesas. Ao acrescentar a este montante, o total de indivíduos acima do peso, o número chega a 75 milhões.

De fato, a obesidade é um problema crônico, mas que pode ser revertido principalmente com a mudança de hábitos de vida e ajuda especializada. Segundo especialistas, a prevenção deve iniciar ainda na infância, pois uma criança obesa tem grande possibilidade de se tornar um adulto obeso.

“A obesidade está associada ao aparecimento de outras patologias, como diabetes, problemas cardiovasculares e até alguns tipos de câncer. Praticar exercícios desde sempre, manter uma alimentação adequada e saudável e, principalmente, ensinar crianças e adolescentes sobre a necessidade de adotar as boas práticas de vida são essenciais”, alerta o gastroenterologista Daniel Chaves Mendes, médico cooperado da Unimed João Pessoa.

De acordo com o especialista, um paciente é considerado obeso quando o Índice de Massa Corpórea (IMC), que é a relação entre peso e altura passa de 30. “O sobrepeso é quando o IMC está entre 24,9 e 29,9, já a obesidade pode ter três graus, o primeiro vai de 30 a 34,9, o segundo de 35 até 39,9 e o terceiro acima deste valor”, explica o médico.

E quem já está obeso? — O especialista explica que inicialmente a obesidade é tratada de forma conservadora com dieta e mudanças nos hábitos de vida, bem como acompanhamento multiprofissional com nutricionista, educador físico, psicólogo ou psiquiatra, médico endocrinologista e gastroenterologista.

As medidas mais simples para prevenir a obesidade são abandonar o sedentarismo, incluir frutas e vegetais na alimentação, bem como cortar os alimentos ricos em gorduras e açúcares. Para Daniel Chaves, caso haja necessidade, pode-se buscar auxílio médico especializado para ajudar no combate ao problema.

“Existem diversas terapias, desde dieta ao auxílio multiprofissional com tratamento endoscópico para sobrepeso e obesidade grau 1, até cirurgia para obesidade grau 3, ou 2, quando acompanhada de comorbidades”, conta. Caso essa terapia não surta efeito, existem outros métodos, como o balão intragástrico, que é feito por uma endoscopia. É mais utilizado em obesos mais leves ou que estão se preparando para uma bariátrica. Há um relativo sucesso com relação à perda de peso”, conta.

Já para obesos nível 3 — ou 2 com comorbidades — pode-se optar por uma bariátrica, porém, sempre com assistência multidisciplinar e com atenção ao reganho de peso. “É importante manter sempre o acompanhamento para evitar que o paciente volte a ganhar o peso que perdeu com algum dos métodos”, aponta.

Sobre a Unimed JP – Com 49 anos de tradição, a Unimed João Pessoa é uma cooperativa de trabalhos médicos que se consolidou como a melhor e maior operadora de planos de saúde da Paraíba. Além de mais de 1,8 mil médicos cooperados, possui a mais completa rede de assistência médico-hospitalar privada do Estado. São diversos hospitais credenciados, sendo dois próprios – um deles referência em alta complexidade -, além de clínicas, prontos-socorros e laboratórios à disposição de 155 mil clientes. Comprometida com o desenvolvimento sustentável, é signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Tudo isso garante à Unimed JP a liderança absoluta no segmento de saúde suplementar no mercado paraibano. Acesse www.unimedjp.com.br.

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Paraíba

AL aprova Moção de Solidariedade apresentada por Tião Gomes após ataque ao Papa, Arcebispo e CNBB

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O deputado estadual Tião Gomes (Avante) apresentou Moção de Solidariedade à comunidade católica, após ofensas proferidas pelo deputado estadual de São Paulo, Frederico D’Ávila, contra o Papa Francisco, o arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, e à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A propositura foi aprovada por unanimidade na Assembleia Legislativa da Paraíba, em sessão ordinária desta quarta-feira (20).

Tião Gomes registrou o seu total sentimento de solidariedade à comunidade católica da Paraíba e de todo Brasil que se sentiu ofendida com a insensatez do Deputado Frederico D´Avila (PSL de São Paulo), que no uso do que ele considera “liberdade de expressão,” atacou no dia 14 deste mês de outubro, de forma irresponsável e indigna de um parlamentar, o pronunciamento do Arcebispo de Aparecida em sua homilia no dia 12 de outubro.

“Em seu destempero e despreparo, fez acusações graves contra o Papa Francisco, ao arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). As palavras grosseiras que ecoaram naquela casa do povo chegaram aos ouvidos do povo de Deus como flechas envenenadas. O parlamentar usou a tribuna da Assembleia Legislativa de São Paulo para fazer ofensas ao arcebispo que, no sermão do Dia de Nossa Senhora Aparecida, disse que para ser pátria amada não pode ser pátria armada. Na tribuna, o deputado do PSL fez referência a este discurso e chamou o arcebispo e o Papa de vagabundos e safados. Frederico D’Ávila ainda chamou os religiosos de pedófilos e disse que a CNBB é um câncer”, pontuou Tião Gomes no requerimento.

O parlamentar paraibano ainda disse que a liberdade de expressão é um direito, mas quando esbarra nos limites do respeito e da própria lei, é um crime. “Portanto, fica registrado o meu repúdio as ofensas proferidas por este deputado que não conhece a palavra. Reforçando ainda minha solidariedade a toda comunidade católica que foi ofendida por esse ataque tão irresponsável. Divergência de ideias não pode justificar insultos a homens que dão a sua vida por amor ao Evangelho”, concluiu.

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Paraíba

Alunos paraibanos recebem bonificação de 10% na nota do ENEM para ingresso na UEPB

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, por unanimidade, na sessão híbrida desta quarta-feira (20), o Projeto de Lei 3.211/2021, de autoria do presidente da Assembleia Adriano Galdino, que garante aos alunos da rede pública e privada de ensino da Paraíba a bonificação de 10% na nota do candidato obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) como processo de avaliação, para ingresso na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

De acordo com Adriano, para ter acesso ao benefício os alunos deverão comprovar que residem na Paraíba e que tenham cursado todo o ensino médio em instituições do Estado. “Essa medida tem a intenção de aumentar as chances de que os paraibanos e as paraibanas tenham acesso à instituição no seu Estado, fortalecendo-se o direito à educação e o desenvolvimento regional, sem retirar a possibilidade de que os demais estudantes possam participar do processo seletivo”, justificou o presidente.

Os deputados aprovaram também o Projeto de Lei 3155/2021, de autoria do deputado Wilson Filho, que determina que às empresas que promovem a compra e venda de criptomoedas, o envio de relatórios anuais ao Procon e Ministério Público, demonstrando a capacidade de retornar aos seus clientes os valores investidos e, assim, provar que não são esquemas de pirâmide.

O projeto é o primeiro que trata sobre Lei no Brasil sobre Bitcoin e criptomoedas e visa dar mais segurança aos clientes que decidirem investir nessa modalidade. “Parte da população ainda teme em investir em criptomedas e esse projeto visa dar às empresas a chance de provar que pode oferecer um investimento confiável para o cliente a segurança de que está investindo o seu dinheiro de forma correta e sem risco de ter perdas futuras”, afirmou Wilson Filho.

A distribuição nas escolas públicas estaduais do protocolo de combate ao feminicídio e de enfrentamento à violência contra a mulher também foi aprovada na sessão ordinária desta quarta-feira. De autoria do deputado Wallber Virgolino, o texto do PL 1.551/2020, estabelece que a gestão das unidades escolares deverão incluir o debate com os profissionais da escola sobre o protocolo, visando à informação e à proteção da mulher no ambiente escolar, desde as alunas, professoras, técnicas, servidoras administrativas e de serviços gerais.

CCJ

Durante reunião na manhã de hoje, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da ALPB manteve sete vetos governamentais a projetos de lei em pauta. Dentre os vetos, o de autoria do deputado Galego de Souza, que dispõe sobre a obrigação das instituições financeiras efetivarem a prova de vida mediante atestado médico que comprove a impossibilidade de locomoção do cliente cadastrado, obrigado a fazer a prova de vida para fins de cadastramento e recebimento de benefícios. O relator da matéria foi o deputado Hervázio Bezerra que votou favorável ao veto.

Outro veto mantido pela CCJ foi o de nº 261/2021, ao projeto de lei nº 2.651/2021 de autoria da deputada Cida Ramos, dispondo sobre a obrigatoriedade da rede pública de saúde do Estado da Paraíba assegurar a realização do teste de mapeamento genético às mulheres com elevado risco de desenvolver câncer de mama. Os vetos governamentais deverão ser apreciados, ainda nesta quarta-feira, pelo Plenário da Casa de Epitácio Pessoa, durante sessão ordinária.

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