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Serviços têm queda inesperada em setembro e fecham terceiro trimestre com contração

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O deputado Alexandre Baldy (s/partido-GO) é cotado para assumir a pasta de Cidades pelo Partido Progressista. Atualmente sem filiação partidária, PP e PMDB, partido do presidente Temer, tentam atrair o deputado para suas fileiras. O ministério das Cidades ficou vago no início desta semana, na segunda-feira (13), após o deputado tucano Bruno Araújo (PSDB-PE) entregar sua carta de demissão.

Segundo reportagem do Congresso em Foco, Baldy perdeu a liderança do Podemos, partido ao qual era filiado, após votar a favor de Temer na primeira denúncia contra o presidente, no início de agosto. Ele se desligou do partido na última sexta-feira (10). Além do apoio ao peemedebista, também conta a favor de Baldy o fato do goiano ser visto como um deputado discreto e com bom trânsito entre os partidos aliados. Ele é um nome próximo do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

De acordo com a Coluna do Estadão, Baldy avaliava se filiar ao PP ou ao PMDB. Contudo, ele deve oficializar a filiação ao PP ainda este mês. Ambos os partidos querem a pasta que era de Bruno Araújo. O PP é um dos partidos do Centrão que brigam por mais espaço na Esplanada.

Reforma ministerial

A reforma ministerial, que era exigida pelos partidos do Centrão, virou mais um dos problemas nas mãos de Michel Temer, que tenta reorganizar sua base para tentar aprovar a reforma da Previdência.

Após o senador e líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), anunciar que Temer faria uma reforma ministerial “ampla”, trocando 17 dos 28 ministros até meados de dezembro, o governo teve de voltar atrás para acalmar os ânimos dos aliados. Agora, o discurso é que as trocas nos ministérios serão feitas “em fases” até o prazo final para desincompatibilização de candidatos para as eleições de 2018, em abril.

A batata quente da ideia da reforma ampla também foi passada do ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral) para o colega de Esplanada Aloysio Nunes (Relações Exteriores). Ele afirmou, em sua conta no Twitter, que a sugestão para que Temer fizesse uma reforma ministerial sem ministros-candidatos partiu de Aloysio.

Outra possibilidade nas trocas nos ministérios, ainda que pontuais, é a vinculação da reforma ministerial à votação da reforma da Previdência, que seria usada como moeda de troca. Para garantir que a base apoie as mudanças nas regras para aposentadoria e evitar “surpresas” no voto de aliados, Temer só quer entregar os cargos após os partidos entregarem o apoio à proposta por meio dos votos.

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Governador de Sergipe é cassado após ação eleitoral do Ministério Público Federal

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Após ação do Ministério Público Eleitoral, o Tribunal Regional Eleitoral cassou o mandato do governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, por abuso de poder político e econômico, ao usar a estrutura do Governo do Estado em favor de sua campanha. A vice-governadora Eliane Aquino também perdeu o mandato. No julgamento, que teve placar de 6×1 pela condenação, Belivaldo teve a inelegibilidade decretada por oito anos.

Eleição para Governador – De acordo com a ação ajuizada pelo MP Eleitoral, Belivaldo Chagas fez uso repetido da propaganda institucional e da máquina administrativa do Governo do Estado de Sergipe com o objetivo de promover sua imagem, o que beneficiou sua candidatura.

Na investigação, ficou claro que, nas proximidades do período eleitoral, o governador assinou dezenas de ordens de serviços, em solenidades públicas em diversos municípios sergipanos. Em muitos casos, os processos licitatórios não estavam concluídos. Em levantamento no Diário Oficial do Estado, ficou comprovado que as ordens de serviço eram emitidas antes da assinatura e publicação dos contratos, informa publicação do MPF.

Esses eventos contavam ainda com a presença de correligionários e apoiadores, e a estrutura do Governo do Estado foi mobilizada para exaltar a figura do gestor, e a ação era seguida de ampla divulgação jornalística, principalmente no site do Governo.

A procuradora Regional Eunice Dantas, afirmou, no julgamento, que Belivaldo Chagas, “valendo-se da sua condição de Governador do Estado, e de forma abusiva, inusual e exorbitante, utilizou-se da máquina administrativa para promover sua campanha à reeleição”.

O desembargador Diógenes Barreto, relator do processo, destacou, em seu voto, a natureza eleitoreira e abusiva das ações de Belivaldo Chagas. Para o desembargador, “considerando a gravidade intrínseca das práticas, examinados o período em que ocorreram, o montante de recursos públicos envolvidos, e a grande quantidade de municípios contemplados (65% dos municípios sergipanos), revela-se proporcional e razoável a incidência das sanções de cassação de mandato e de inelegibilidade, com vistas à substancial salvaguarda da legitimidade e da normalidade do processo eleitoral, cuja lisura é elemento essencial do valor democrático no regime político brasileiro”.

Condenação – Belivaldo Chagas foi condenado à perda do mandato e à inelegibilidade por oito anos. A cassação da chapa se estende ao mandato de vice-governadora de Eliane Aquino, mas esta não recebeu pena de inelegibilidade. O TRE considerou que a vice-governadora não participou dos atos ilícitos que levaram à condenação da chapa vitoriosa.

Da decisão, cabe recurso. Caso recorra do acórdão do TRE, o governador permanece no cargo até decisão final do Tribunal Superior Eleitoral. Se a decisão de perda do mandato do governador for confirmada, serão realizadas novas eleições no Estado.

A ação tramita na Justiça Eleitoral com o número 0601567-85.2018.6.25.0000.

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Medida Provisória que muda Coaf para o Banco Central é publicada no Diário Oficial

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A medida provisória (MP) que transforma o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) em Unidade de Inteligência Financeira, vinculada ao Banco Central (BC), está publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (20). De acordo com a MP, a unidade tem autonomia técnica e operacional e atuação em todo o território nacional.

A Unidade de Inteligência Financeira será “responsável por produzir e gerir informações para a prevenção e o combate à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo, ao financiamento da proliferação de armas de destruição em massa e promover a interlocução institucional com órgãos e entidades nacionais, estrangeiros e internacionais que tenham conexão com a matéria”, diz o texto do documento.

O colegiado é formado por um conselho deliberativo, com um presidente e, no mínimo, oito e, no máximo, 14 conselheiros, escolhidos entre “cidadãos brasileiros com reputação ilibada e reconhecidos conhecimentos em matéria de prevenção e combate à lavagem de dinheiro ao financiamento do terrorismo ou ao financiamento da proliferação de armas de destruição em massa”; e um quadro técnico-administrativo composto por uma secretaria executiva e diretorias especializadas. Caberá ao presidente do BC escolher o presidente do colegiado e seus conselheiros”.

A MP prevê também, entre outras medidas, que a transferência dos servidores e empregados em exercício no Coaf para a unidade financeira não implicará alteração remuneratória, destaca publicação da Agência Brasil.

Porta-voz

Nessa segunda-feira (19), o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rego Barros, ao falar sobre a transferência do Coaf para o BC, disse que a mudança não tirará o caráter colaborativo com outros órgãos e manterá o perfil de combate à corrupção.

“Essa mudança não inviabilizará esse combate tão importante. Foi dentro desse contexto que o presidente fez, por meio do assessoramento dos ministérios da Economia e da Justiça, essas pequenas modificações a fim de, posicionando essa unidade de inteligência financeira, obter dela a mais eficiente e eficaz ação”, disse.

Criado em 1998, no âmbito do Ministério da Fazenda, o Coaf é uma órgão de inteligência financeira do governo federal que atua principalmente na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro.

A reforma administrativa do governo do presidente Jair Bolsonaro previa a transferência do conselho para o Ministério da Justiça e Segurança Pública. A medida, no entanto, foi rejeitada pelo Congresso Nacional, que manteve o órgão subordinado ao Ministério da Economia.

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Após ser expulso do PSL, Alexandre Frota trabalha para levar Julian Lemos ao tucanato, diz Folha

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Nota publicada na Coluna Painel, da Folha de São Paulo, informa que recém-filiado ao PSDB, o deputado Alexandre Frota (SP), trabalha para levar ao tucanato os ex-colegas de PSL, Júnior Bozzella (PSL-SP) e Julian Lemos (PSL-PB).

Os convites devem ser formalizados nos próximos dias.

Em contato com o RádioBlog, o deputado federal Julian Lemos disse que não faz planos de deixar o PSL. “A chance de isso acontecer comigo hoje é zero”, sentenciou o parlamentar.

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