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Produção de calçados cresce 4,9% em 2017, aponta pesquisa do IAPC

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Acaba de sair os dados do IAPC – Índice Assintecal de Produção Calçadista de setembro, que quantifica mensalmente, junto a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), a produção do setor calçadista no Brasil.

A pesquisa permite aos fabricantes de componentes realizarem seu planejamento de médio e longo prazo, avaliar sua competitividade e criar um panorama do mercado calçadista.

De acordo com o IAPC, a produção de calçados em setembro apresentou uma queda de 13%, bastante influenciada pelo menor número de dias úteis, com relação ao mês anterior.  Por outro lado, considerando a produção acumulada no ano (janeiro a setembro), observa-se um crescimento de 4,9% em relação ao mesmo período no ano anterior.

Quanto aos monocomponentes (sandálias /chinelos) verificou-se retração de 15,6% em relação ao mesmo período no ano anterior.

A previsão para outubro é que a produção de calçados apresente um crescimento de 8% em relação ao mês anterior.

Sobre o IAPC
O IAPC é uma pesquisa da produção de calçados composta por cruzamento de dados de empresas de micro e grande porte, dos principais polos calçadistas. O índice permite a análise da evolução da produção mensal, acumulada 12 meses, acumulada do ano e do mesmo mês do ano anterior.

Todos os meses as indústrias calçadistas participantes enviam dados referentes à sua produção do mês anterior. Os dados coletados são repassados para Unisinos, onde são transformados em índices.

Após a consolidação dos dados, os índices são repassados para a Assintecal, que faz a revisão e formatação do relatório e o dissemina para as empresas associadas e calçadistas. A Assintecal preza por uma política de confidencialidade das informações fornecidas, de tal maneira que os dados brutos coletados são tratados com exclusividade pela Unisinos, sem qualquer tipo de divulgação de nomes ou valores.

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Usina Energisa recebe programação sobre cultura afro e combate à intolerância religiosa

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Na semana do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, celebrado em 20 de janeiro, a Usina Energisa recebe nesta quinta-feira (23) e no sábado (25) uma programação voltada à cultura e religiosidade afro. O objetivo é debater essas manifestações e casos de terrorismo religioso, assim como encontrar caminhos para o combate ao racismo e a desigualdade.

Na quinta (23), em parceria com o Centro Estadual de Arte (CEARTE), acontece a roda de conversa “Fotografia, Religiosidade e Direitos Humanos”, com os fotógrafos da exposição “Kipupa-Caiana: de malungo pra malungo”, Allan Luna e Hélder Oliveira. Já no sábado (25), a Usina Cultural Energisa promove o “Festival de Arte e Cultura Preta – Contra a Intolerância Religiosa”, com apresentações culturais, roda de conversa e feira artística.

Roda de conversa “Fotografia, Religiosidade e Direitos Humanos”

A roda de conversa “Fotografia, Religiosidade e Direitos Humanos” acontece partir das 15h desta quinta-feira (23) e abre a exposição “Kipupa-Caiana: de malungo pra malungo”, dos fotógrafos e historiadores Allan Luna e Hélder Oliveira. Estarão presentes no evento membros da comunidade remanescente de quilombo Caiana dos Crioulos, representados por Cida de Caiana, Mestra do Coco de Roda e Ciranda Desencosta da Parede. Também marcarão presença organizadores e participantes do Kipupa Malunguinho, encontro nacional de juremeiros realizado anualmente em Abreu e Lima – PE, representados por Alexandre L’omi L’odò, juremeiro e Mestre em Ciências da Religião.

A exposição “Kipupa Caiana: de malungo pra malungo”, que ficará em cartaz até o dia 31 de janeiro, faz parte da Semana de Arte do CEARTE e é realizada pela Galeria das Quinze Portas. Com curadoria de Thayroni Arruda, as fotografias retratam dois emblemáticos grupos de população negra: o Quilombo de Caiana dos Crioulos, na Paraíba, e o Quilombo do Catucá, em Pernambuco. Os registros levantam discussões sobre liberdade religiosa, quilombismo e cultura popular.

Festival de Arte e Cultura Preta – Contra a Intolerância Religiosa 

No sábado (25), a partir das 16h, a Usina Energisa realiza na Sala Vladimir Carvalho o “Festival de Arte e Cultura Preta – Contra a Intolerância Religiosa”. O evento busca chamar atenção para o crescimento de casos de terrorismo religioso, principalmente voltados às religiões de matriz africana, assim como discutir caminhos para o combate à intolerância e fortalecimento daqueles que têm na Umbanda e Candomblé suas expressões de identidade.

“Nossa principal vontade é unir e fortalecer as pessoas que entendem que a intolerância religiosa é muito mais do que um crime, é algo inaceitável dentro da nossa sociedade”, enfatizou Rodrigo Melo, um dos organizadores do evento.

O festival começa com a “Feira Preta”, que conta com a comercialização de produtos afro, artesanato, biojóias, crochê, quadros, adereços religiosos e comidas. Às 16h30, será iniciado o diálogo “Uma voz sobre o ancestral” que será conduzido por Mãe Tuca de Oxaguiã e pela Ekedji Adélia Gomes de Oyá e, a partir das 17h, começam as apresentações musicais com a dupla Jany Santos & Zé Reinaldo, seguidos de Coco de Oxum e Ronald Vaz, com encerramento da Banda Adarrum.

Serviço:

Roda de Conversa – Fotografia, Religiosidade e Direitos Humanos
Participação Musical: Mikinha e Projeto Irriga Terra – Voz e Cavaco Acústico
Quando: 23 de janeiro de 2020, às 15h
Local: Usina Energisa – Sala Vladimir Carvalho
Entrada: gratuita

Festival de Arte e Cultura Preta na Paraíba
Quando: 25/01 a partir das 16h
Local: Usina Energisa – Sala Vladimir Carvalho
Ingressos: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)

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Usina Energisa tem shows de chorinho, rock, brega e atração especial para o público infantil

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De quarta-feira (22) a domingo (26), a Usina Energisa está repleta de shows e atividades que vão movimentar a cena cultural de João Pessoa. No Café da Usina, as atrações começam a partir desta quarta-feira, às 21h, com uma apresentação de chorinho feita pelos músicos do Chorinho da Villa. Na ocasião, o público vai dançar ao som dos clássicos do estilo musical.

Para quem prefere pop-rock, a pedida é o show da Banda Travolta, que acontece na quinta-feira (23), às 21h, no Café da Usina. O repertório promete músicas de bandas internacionais dos anos 1980 como A-ha, Queen, Depeche Mode, Dire Straits, entre outros.

Já na noite de sexta, 24, a Usina tem duas opções de shows. No Café da Usina, a partir das 21h, acontece um tributo ao “rei do brega”, Reginaldo Rossi, com o cover oficial do artista, o cantor Ronaldo Rossi. E, na Sala Vladimir Carvalho, às 21h, acontece uma apresentação musical do artista João Linhares e Banda. Linhares é natural de Patos e tem sua carreira marcada por diversas contribuições com a produção e composição de obras para cantores como Zizi Possi, Rita Ribeiro, Lenine, Rosa Passos, Kid Abelha e outros nomes do cenário nacional.

No sábado (25), a partir das 21h, a cantora Val Donato vai fazer um show especial. Referência do rock no estado, ela vai fazer uma apresentação de forró com a participação do Grupo Maria Sem Vergonha, um trio formado exclusivamente por mulheres. O show promete colocar todo mundo que dançar.

Encerrando a programação de shows da semana, a Banda Catavento Colorido é a atração do Domingo Alegre, no dia 26, a partir das 17h. No evento, a família e as crianças vão cantar e se divertir ao som de cantigas de roda e músicas atuais direcionadas para o público infantil. O show acontece na Sala Vladimir Carvalho.

Confira a programação da Usina Energisa de 22 a 26 de janeiro:

Café da Usina
22/01 – Chorinho da Villa, às 21h – Ingressos: R$ 10,00;
23/01 – Banda Travolta, às 21h – Ingressos: R$ 20,00;
24/01 – Tributo a Reginaldo Rossi com Ronaldo Rossi, às 21h – Ingressos: R$ 20,00;
25/01 – Val Donato, às 21h – Ingressos: R$ 20,00;

Sala Vladimir Carvalho
23/01 – Curso de Meditação e Geofilosofia | O Som e os Chacras, às 19h – Entrada franca;
24/01 – Usina da Música | João Linhares e Banda, às 21h – Ingressos R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia);
26/01 – Usina da Música | Domingo Alegre com a Banda Catavento Colorido, às 17h – Ingressos: R$ 15,00.

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Camarada Camarão João Pessoa abre para o público nesta quarta-feira com happy hour

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Conhecido como “o melhor happy hour do Brasil”, o Camarada Camarão abre as portas em João Pessoa, para o público em geral, na próxima quarta-feira (22), a partir das 17h. O restaurante fica localizado no Mag Shopping e tem uma vista privilegiada para o mar de Manaíra.

A primeira unidade na capital paraibana vai ficar numa área de 800m2 no Mag Shopping, em Manaíra. Com capacidade para atender, confortavelmente, 200 pessoas simultaneamente e gerando cerca de 80 empregos diretos,

O Camarada Camarão conta com oito restaurantes: o primeiro em Boa Viagem (PE), o segundo no Shopping Recife (PE), o terceiro no Rio Design Barra (RJ), o quarto no New York City Center (RJ), o quinto no Shopping RioMar Recife (PE), o sexto no Shopping RioMar Aracaju (SE) e o sétimo no Shopping RioMar Papicu (CE). O oitavo está no Salvador Shopping (BA) e, outra, no Mag Shopping (PB). Para os próximos 5 anos, mais 20 restaurantes Camarada Camarão serão abertos pelo Brasil.

O happy hour Camarada que acontece todos os dias, inclusive sábados, domingos e feriados, das 17h às 20h, com chope, drinks e whisky (exceto garrafas) pela metade do preço, além de petiscos com preços especiais. Campeã de vendas também é a linha Due com pratos especiais para duas ou mais pessoas a partir de R$ 79,00.

Para mais informações, o site do restaurante www.ocamarada.com.br e as redes sociais são @camaradacamarao e @camaradacamaraojoaopessoa

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